| CARYBÉ (Hector Julio Paride Bernabó,
dito)
(1911, Lanus, Argentina - 1997, Salvador, Bahia)
Referências: As sete portas da Bahia (Martins, 1962, 4.ª edição revista e ampliada, Record, 1976), de Carybé; Artistas brasileiros: acervo do Grupo Sul América de Seguros (Colorama, 1975), de Walmir Ayala; Carybé (Cultrix, 1961, 3. ed., 1971) e O capeta Carybé (Berlendis e Vertecchia, ?, Coleção Arte para Criança), de Jorge Amado; 100 obras Itaú (MASP, 1985); Dacoleção: os caminhos da arte brasileira (Júlio Bogoricin Imóveis, 1986), de Frederico Morais; Navegação de cabotagem (Record, 1992), de Jorge Amado; Carybé (Odebrecht, 1989), de Bruno Furrer, textos de Jorge Amado, Lídia Besouchet, José Cláudio da Silva e Carybé, pesquisa e biografia de Gardênia Melo; Museus Castro Maya (Agir/Banco Boavista, 1994); Os primórdios da arte moderna na Bahia (Museu de Arte Moderna da Bahia, 1998), de Sante Scaldaferri; O olho da consciência: juízos críticos e obras desajuizadas (Edusp, 2000), de Arnaldo Pedroso d'Horta, organização de Vera d'Horta. |