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Pintura
no
séc. XIX
O início do século XIX no Brasil é marcado pela chegada da família real portuguesa, que fugia do conflito entre a França Napoleônica e a Inglaterra.
Dom João VI e mais uma comitiva de 15.000 pessoas desembarcam na Bahia em janeiro de 1808, mas em março do mesmo ano transferiram-se para o Rio de Janeiro. Nessa cidade, o soberano português começou uma série de reformas administrativas, sócio-econômicas e culturais, para adaptá-las às necessidades dos nobres que vieram com ele e sua família. Assim foram criadas as primeiras fábricas e fundadas instituições como Banco do Brasil, a Biblioteca Real, o Museu Real e a Imprensa Régia.
A partir de então, o Brasil recebe forte influência da cultura européia, que começa assimilar e a imitar. A Academia e Escola de Belas-Artes abriu os cursos em novembro de 1826. Os principais artistas
acadêmicos foram:
Pedro Américo de Figueiredo e Melo
- sua pintura abrangeu temas bíblicos e históricos, mas também realizou imponentes retratos.
Vitor Meireles de Lima - sua obra mais conhecida é A Primeira Missa no Brasil; os temas preferidos eram históricos, bíblicos e os retratos.
Almeida Júnior
- sua obra pictórica é grande e de temática variada, pois inclui quadros históricos, religiosos e regionalistas. Produziu
obras de inspiração regionalista como Picando Fumo e O Violeiro.
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