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17 de Dezembro de 2018

ARTISTA Nelson Félix

Texto: Bolsa de Arte/André Seffrin



[Cotações]
Nelson Tavares Felix de Oliveira 1954, Rio de Janeiro, RJ

Biografia: Escultor, desenhista e professor graduado em Arquitetura (1972-1977). Realizou seus primeiros estudos de pintura em 1971 com Ivan Serpa. Em 1989, ganhou bolsa do Ministério da Cultura da França pela exposição que realizou na Galeria Charles Sablon, em Paris. Em 1994 foi artista residente na Curtin University, em Perth, e na Karratha College, em Karratha, na Austrália. Em 1995, compôs a quatro mãos (com Luiz Felipe Sá) o vídeo O Oco, sobre sua produção artística, realizado para a série RioArte - Arte Contemporânea, premiado com Sol de Prata no Festival Internacional de Cinema e Vídeo do Rio de Janeiro e no Prix de la Ville de Clemond-Ferrand, França. Participou da famosa mostra Como Vai Você, Geração 80?, na Escola de Artes Visuais do Parque Laje, Rio de Janeiro, em 1984, da Bienal de São Paulo, em 1996, da Bienal do Mercosul, Porto Alegre, em 1999 e 2005, e de dezenas de outras mostras  no Brasil e no exterior. Expôs individualmente pela primeira vez na Galeria Jean Boghici, Rio de Janeiro, 1980. A partir daí, contam-se quase três dezenas de exposições, entre as quais: Galeria Paulo Klabin, Rio de Janeiro, 1983; Paulo Figueiredo Galeria de Arte, São Paulo, 1984; Galeria Saramenha, Rio de Janeiro, 1986; Galeria Luisa Strina, São Paulo, 1988, 1990 e 1995; MASP, São Paulo, e MNBA, Rio de Janeiro, 1993; Perth Institute of Contemporary Art, Perth, Austrália, 1994; Galeria Paulo Fernandes, Rio de Janeiro, 1996; Espaço Cultural 508 Sul, Brasília, 1997; MuBE, São Paulo, 1998; Cavalariças, Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro, 2001; Galeria HAP, Rio de Janeiro, 2001 e 2003; Marília Razuk Galeria de Arte, São Paulo, 2004; Paço Imperial, Rio de Janeiro, 2005. Wilson Coutinho afirmou em 2001 que é “fascinante ver como [Nelson Felix] organizou sua obra com astúcia, exibindo método e segurança, sem deixar que a exuberância do seu talento passe da medida exata, sem escorregar em exibicionismo e fragmentações.”

Referências: Nelson Felix, Cosac & Naify, 1998, de Rodrigo Naves; Arte brasileira hoje Publifolha, 2002, de Agnaldo Farias; Trilogias: conversas entre Nelson Felix e Glória Ferreira Pinakotheke, 2005, organização Glória Ferreira.

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