{"id":17118,"date":"2018-12-05T20:53:48","date_gmt":"2018-12-05T20:53:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/?p=17118"},"modified":"2018-12-05T20:53:48","modified_gmt":"2018-12-05T20:53:48","slug":"novo-livro-de-beatriz-milhazes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/novo-livro-de-beatriz-milhazes","title":{"rendered":"Novo livro de Beatriz Milhazes"},"content":{"rendered":"\n\t\t<style>\n\t\t\t#gallery-1 {\n\t\t\t\tmargin: auto;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-item {\n\t\t\t\tfloat: left;\n\t\t\t\tmargin-top: 10px;\n\t\t\t\ttext-align: center;\n\t\t\t\twidth: 33%;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 img {\n\t\t\t\tborder: 2px solid #cfcfcf;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-caption {\n\t\t\t\tmargin-left: 0;\n\t\t\t}\n\t\t\t\/* see gallery_shortcode() in wp-includes\/media.php *\/\n\t\t<\/style>\n\t\t<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-17118 gallery-columns-3 gallery-size-thumbnail'><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/Milhazes-Colagens.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/Milhazes-Colagens-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl>\n\t\t\t<br style='clear: both' \/>\n\t\t<\/div>\n\n<p>A Carpintaria, Jardim Bot\u00e2nico, Rio de Janeiro, RJ, lan\u00e7a o livro \u201cBeatriz Milhazes Colagens\u201d, pela Editora Cobog\u00f3. Durante o evento &#8211; 05 de dezembro &#8211; 19hs &#8211; , uma conversa entre a artista e a curadora Luiza Interlenghi. \u00c9 a primeira monografia dedicada \u00e0s colagens da artista. A edi\u00e7\u00e3o conta com organiza\u00e7\u00e3o e ensaio cr\u00edtico de Fr\u00e9d\u00e9ric Paul, curador do Centre George Pompidou, e entrevista realizada por Richard Armstrong, diretor do Guggenheim Museum de Nova York.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Durante uma resid\u00eancia na Bretanha, em 2003, Beatriz Milhazes ofereceu chocolates e doces para a equipe do centro de arte, pedindo que cada um lhe devolvesse os pap\u00e9is das embalagens depois de comerem. Em sua mala, ela j\u00e1 havia trazido do Brasil toda uma sele\u00e7\u00e3o de embalagens. Foi desse modo que a artista iniciou um novo projeto: o de colagens.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>At\u00e9 ent\u00e3o, a colagem era, para Beatriz, uma atividade secund\u00e1ria, uma esp\u00e9cie de rascunho das pinturas. \u201cAjudou a desenvolver minha linguagem sobre pintura apenas com tinta, desenhos originais criados por mim mesma, mantendo a intensidade, a lealdade das cores. Eu podia justapor e conferir as imagens antes de col\u00e1-las na tela, e tamb\u00e9m a textura da superf\u00edcie era lisa\u201d, relembra Milhazes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com o tempo, a t\u00e9cnica das colagens foi ganhando um rumo pr\u00f3prio e destaque dentro do atelier de Milhazes. \u201cExiste uma troca muito interessante entre minhas colagens em papel e minha pintura. Cada processo tem seu pr\u00f3prio tempo e suas necessidades. S\u00f3 precisamos ouvir\u201d, explica a artista em entrevista dada a Richard Armstrong publicada no livro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cAs colagens t\u00eam uma esp\u00e9cie de di\u00e1logo com um di\u00e1rio imagin\u00e1rio. Os pap\u00e9is colecionados v\u00eam de uma variedade de interesses: \u00e0s vezes \u00e9 uma atra\u00e7\u00e3o est\u00e9tica, em outras s\u00e3o parte de uma rotina, como embalagens de chocolate ou recortes que sobraram de impress\u00f5es existentes. Por isso a constru\u00e7\u00e3o da composi\u00e7\u00e3o da colagem cria um di\u00e1logo que s\u00f3 existe na colagem\u201d, afirma a artista.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para o organizador do livro, o curador do departamento de arte contempor\u00e2nea do Centre George Pompidou, Fr\u00e9d\u00e9ric Paul, ao utilizar ingredientes descart\u00e1veis para suas\u00a0colagens, Milhazes enfatiza a acelera\u00e7\u00e3o dos ciclos do gosto art\u00edstico. \u201cA futilidade da guloseima e das compras s\u00e3o a express\u00e3o da f\u00fatil versatilidade dos indicadores de tend\u00eancias. S\u00e3o tamb\u00e9m, seguramente, a express\u00e3o da presumida futilidade decorativa. A obra de Milhazes possui a extraordin\u00e1ria complexidade das coisas simples, e nos coloca diante de uma estonteante evid\u00eancia pl\u00e1stica\u201d, conclui Paul.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Beatriz Milhazes, Colagens<\/strong><br \/>\nEditora Cobog\u00f3 2018<br \/>\nOrganiza\u00e7\u00e3o: Fr\u00e9d\u00e9ric Paul<br \/>\nTextos: Fr\u00e9d\u00e9ric Paul e Richard Armstrong<br \/>\nPortugu\u00eas\/Ingl\u00eas Capa dura<br \/>\n240 p\u00e1ginas 20 x 24 cm<br \/>\nISBN: 978-85-5591-064-7<br \/>\nPre\u00e7o de capa: R$ 125,00<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Carpintaria, Jardim Bot\u00e2nico, Rio de Janeiro, RJ, lan\u00e7a o livro \u201cBeatriz Milhazes Colagens\u201d, pela Editora Cobog\u00f3. 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