{"id":17691,"date":"2019-03-28T20:21:46","date_gmt":"2019-03-28T20:21:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/?p=17691"},"modified":"2019-03-28T20:21:46","modified_gmt":"2019-03-28T20:21:46","slug":"fotografias-na-simoes-de-assissp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/fotografias-na-simoes-de-assissp","title":{"rendered":"Fotografias na Sim\u00f5es de Assis\/SP"},"content":{"rendered":"\n\t\t<style>\n\t\t\t#gallery-1 {\n\t\t\t\tmargin: auto;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-item {\n\t\t\t\tfloat: left;\n\t\t\t\tmargin-top: 10px;\n\t\t\t\ttext-align: center;\n\t\t\t\twidth: 25%;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 img {\n\t\t\t\tborder: 2px solid #cfcfcf;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-caption {\n\t\t\t\tmargin-left: 0;\n\t\t\t}\n\t\t\t\/* see gallery_shortcode() in wp-includes\/media.php *\/\n\t\t<\/style>\n\t\t<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-17691 gallery-columns-4 gallery-size-thumbnail'><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/Thomas-Farkas.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/Thomas-Farkas-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-1-17696\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-17696'>\n\t\t\t\tThomas Farkas\n\t\t\t\t<\/dd><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/Eduardo-Salvatore.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/Eduardo-Salvatore-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-1-17695\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-17695'>\n\t\t\t\tEduardo Salvatore\n\t\t\t\t<\/dd><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/Willys-de-Castro.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/Willys-de-Castro-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-1-17694\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-17694'>\n\t\t\t\tWillys de Castro\n\t\t\t\t<\/dd><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/Calder.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/Calder-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-1-17693\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-17693'>\n\t\t\t\tAlexander Calder\n\t\t\t\t<\/dd><\/dl><br style=\"clear: both\" \/>\n\t\t<\/div>\n\n<p>Denominada \u201cEixo-\u00caxtase | A Fotografia no Ambiente Modernista\u201d e sob a curadoria de Eder Chiodetto, a Sim\u00f5es de Assis Galeria de Arte, Cerqueira C\u00e9sar, S\u00e3o Paulo, SP, apresenta obras assinadas por Alexander Calder , Eduardo Salvatore, Gaspar Gasparian, Geraldo de Barros, German Lorca, Gertrudes Altschul, \u00a0M. Laert Dias, Marcel Gir\u00f3, Maria Martins, Moussia, Paulo Pires, Paulo Suzuki, Thomaz Farkas e Willys de Castro .<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Eixo-\u00caxtase<\/strong><\/p>\n<p><strong>A Fotografia No Ambiente Modernista\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Os ecos dos movimentos dada\u00edsta e surrealista que abalaram e modificaram por completo o status da arte nas primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XX, conferindo a mesma uma maior complexidade na forma de entender as vicissitudes humanas, os labirintos do inconsciente e, por conseguinte, a forma de pensar o papel da arte, demoraram cerca de 25 anos para criar abalos significativos na fotografia brasileira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 1920 a fotografia havia experimentado na Europa, por interm\u00e9dio de artistas como Man Ray (1890-1976) e L\u00e1zl\u00f3 Moholy-Nagy (1895-1946), entre outros, um voo libert\u00e1rio a partir do qual deixara definitivamente de se ater somente \u00e0 sua voca\u00e7\u00e3o documental. Essa nova fotografia passou a representar o sensorial e as parcelas n\u00e3o vis\u00edveis da psique humana. Aqui no Brasil a linguagem, quando muito, seguia a cartilha que pregava uma mimese entre fotografia e a pintura acad\u00eamica de temas rom\u00e2nticos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No final da d\u00e9cada de 1940, no entanto, os fotoclubistas brasileiros, capitaneados por Geraldo de Barros, investiram na experimenta\u00e7\u00e3o, privilegiando a forma ao referente. Por meio de justaposi\u00e7\u00f5es, cortes, uso exacerbado dos contrastes entre o preto-e-branco, solariza\u00e7\u00f5es e ataques f\u00edsicos aos negativos, entre outras estrat\u00e9gias, esses pioneiros ampliaram o repert\u00f3rio sem\u00e2ntico da fotografia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Essa releitura tropical do que ocorrera no contexto da arte fotogr\u00e1fica europeia, passaria por uma digest\u00e3o antropof\u00e1gica, como sugeria o poeta Oswald de Andrade (1890-1954) em seus manifestos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em 1924, Oswald de Andrade, figura central da Semana de Arte Moderna de 1922, escreveu em tom cr\u00edtico e jocoso o\u00a0<em>Manifesto Pau-Brasil<\/em>\u00a0e, em 1928, o<em>\u00a0Manifesto Antrop\u00f3fago<\/em>. Em linhas gerais, esses textos propunham n\u00e3o renegar a cultura estrangeira, mas \u201cdevor\u00e1-la\u201d para digeri-la fazendo-a passar por um filtro &#8211; \u201co est\u00f4mago\u201d &#8211; de refer\u00eancias nacionais. Ao final desse processo deveriam surgir obras e conceitos a partir da somat\u00f3ria do \u201cn\u00f3s + eles\u201d, ou seja, um saber e uma cultura h\u00edbridos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Num trecho do\u00a0<em>Manifesto Pau-Brasil<\/em>, Oswald conclama os artistas a pensar o mundo e a representa\u00e7\u00e3o dentro do campo da arte a partir das \u201c<em>novas formas da ind\u00fastria, da via\u00e7\u00e3o, da avia\u00e7\u00e3o. Postes. Gas\u00f4metros Rails. Laborat\u00f3rios e oficinas t\u00e9cnicas. Vozes e tics de fios e ondas e fulgura\u00e7\u00f5es. Estrelas familiarizadas com negativos fotogr\u00e1ficos. O correspondente da surpresa f\u00edsica em arte&#8230;<\/em>\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 curioso que a fotografia surja de passagem num dos mais importantes momentos da arte brasileira. Essa cita\u00e7\u00e3o atesta, de certa forma, que a fotografia brasileira estava ainda distante de perceber suas possibilidades narrativas e po\u00e9ticas. Os \u201cnegativos fotogr\u00e1ficos\u201d at\u00e9 a metade da d\u00e9cada de 1940 permaneciam focados na objetividade do registro e da documenta\u00e7\u00e3o do entorno realista e n\u00e3o na pot\u00eancia l\u00fadica contida na irradia\u00e7\u00e3o da luz das estrelas. Oswald conclamava, assim, um olhar de vi\u00e9s para a realidade circundante, um mergulho no sensorial em contraponto a arte de car\u00e1ter figurativo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os primeiros passos nessa dire\u00e7\u00e3o foram dados pelo artista Geraldo de Barros (1923-1998), que havia estudado desenho e pintura e, como a maioria dos artistas da \u00e9poca, se empenhava no figurativismo. Ap\u00f3s experi\u00eancias com a pintura expressionista, Geraldo adquiriu uma c\u00e2mera Rolleiflex e come\u00e7ou a investigar as possibilidades expressivas da fotografia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao ingressar, em 1949, no Foto Cine Clube Bandeirante, Geraldo chocou-se com o est\u00e1gio da fotografia. Imita\u00e7\u00f5es de naturezas mortas, paradoxalmente, ocupavam o lugar da representa\u00e7\u00e3o da cidade din\u00e2mica e veloz que as m\u00e1quinas e os carros imprimiam no Brasil desenvolvimentista da metade do s\u00e9culo XX.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Influenciado pelas teorias da Gestalt, ramo da psicologia que se aprofunda no estudo de como os indiv\u00edduos percebem as formas elementares da geometria, Barros radicalizava, para espanto dos fot\u00f3grafos mais puristas, na s\u00edntese dos volumes e dos jogos de luz e sombra em suas experimenta\u00e7\u00f5es fotogr\u00e1ficas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As experi\u00eancias de Barros &#8211; grande parte delas realizadas no laborat\u00f3rio fotogr\u00e1fico na casa do amigo German Lorca &#8211; inclu\u00edam fotomontagens, colagens e interven\u00e7\u00f5es no negativo fotogr\u00e1fico que resultavam em abstra\u00e7\u00f5es e num pulsante elogio das formas. Linhas e volumes se redesenham em suas\u00a0<em>Fotoformas<\/em>, gerando matizes em preto, branco e cinzas. Essa s\u00e9rie influenciou v\u00e1rios outros artistas que se dedicavam a fotografia e pensavam em ecoar no Brasil aquilo que havia sido gestado nas vanguardas europ\u00e9ias duas d\u00e9cadas atr\u00e1s.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Hoje, olhando retrospectivamente, \u00e9 poss\u00edvel perceber que o esp\u00edrito iconoclasta que marcou o modernismo brasileiro e operou mudan\u00e7as substanciais na nossa fotografia, colocando-a definitivamente no eixo das experimenta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas foi nutrido em grande parte pelo ambiente art\u00edstico que transbordava al\u00e9m dos limites do fotogr\u00e1fico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A gera\u00e7\u00e3o que revolucionaria a fotografia brasileira, tinha nesse primeiro momento artistas como Geraldo de Barros, Thomaz Farkas, German Lorca, Gaspar Gasparian, Jos\u00e9 Yalenti, Marcel Gir\u00f3, Gertrudes Altschul e Eduardo Salvatore, entre outros. Contribui fortemente para a cria\u00e7\u00e3o de um ambiente que ajudava a pensar o fotogr\u00e1fico fora dos c\u00e2nones, as obras e os artistas que chegaram para a primeira grande mostra de arte moderna realizada fora das institui\u00e7\u00f5es europeias e norte-amerricanas: a 1<sup>a\u00a0\u00a0<\/sup>Bienal de S\u00e3o Paulo, ocorrida em 1951. O pintor e escultor su\u00ed\u00e7o Max Bill (1908-1994), premiado no evento, influenciou fortemente o movimento concretista brasileiro, que teve em Geraldo de Barros um de seus principais articuladores.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Participaram tamb\u00e9m dessa Bienal e da seguinte, o escultor e pintor estadunidense Alexander Calder (1898-1976), a pintora e escultora russa, radicada no Brasil, Moussia Pinto Alvez (1910-1986) e a escultora brasileira Maria Martins, agora reunidos com a gera\u00e7\u00e3o de fot\u00f3grafos modernistas nessa mostra.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Entre as duas primeiras Bienais, em 1952, ocorreu a mostra\u00a0<em>Ruptura<\/em>, no MAM-SP, marco inaugural da arte concreta brasileira, da qual Geraldo foi um dos artistas participantes ao lado de Waldemar Cordeiro e Luiz Sacilotto, entre outros. No mesmo ano de 1952, Calder ganhou o pr\u00eamio principal da Bienal de Veneza com um de seus ic\u00f4nicos m\u00f3biles.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O pensamento sobre o ritmo, a geometria, o movimento, a perda da gravidade, o ataque ao figurativismo e a dissolu\u00e7\u00e3o do referente, somados \u00e0 manifesta\u00e7\u00e3o do inconsciente como nas obras de voca\u00e7\u00e3o surrealista da escultora brasileira Maria Martins (1894-1973) -, ajudariam a parcela mais irreverente dos fot\u00f3grafos brasileiros a repensar por completo as possibilidades sem\u00e2nticas do jogo fotogr\u00e1fico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Eixo-\u00caxtase<\/em>\u00a0incita o p\u00fablico a perceber pontos de contato formais e ideol\u00f3gicos que marcam a produ\u00e7\u00e3o fotogr\u00e1fica brasileira p\u00f3s final dos anos 1940 com as esculturas e pinturas de artistas ic\u00f4nicos que expuseram por aqui a partir da 1<sup>a\u00a0<\/sup>Bienal de S\u00e3o Paulo. Esse espelhamento entre linguagens distintas, que apontam para uma nova forma de percep\u00e7\u00e3o do mundo, evidencia-se quando observamos a t\u00eampera e o \u00f3leo realizados em 1944 e 1945, por Alexander Calder, com as s\u00e9ries &#8220;Fotoformas&#8221; e &#8220;Sobras&#8221;, de Geraldo de Barros, as edifica\u00e7\u00f5es fotografadas por Thomaz Farkas e os jogos formais de Paulo Suzuki e M. Laerte Dias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As formas org\u00e2nicas e expressivas das esculturas de Maria Martins e de Moussia, dialogam com imagens de Gertrudes Altschul, Eduardo Salvatore, Marcel Gir\u00f3 e Nelson Kojranski. A pintura &#8220;Pierrot&#8221;, 1953, de Wyllis de Castro, cont\u00e9m o mesmo jogo hipn\u00f3tico de planos e justaposi\u00e7\u00f5es que inspiram boa parte dos fot\u00f3grafos do per\u00edodo, como Gaspar Gasparian.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O m\u00f3bile &#8220;Ensigne de Lunettes&#8221;, 1976, de Alexander Calder, \u00e9 o epicentro de &#8220;Eixo-\u00caxtase&#8221;. Ao desafiar a gravidade, privilegiar a leveza, incorporar o movimento casual e um ritmo inesperado para o volume escult\u00f3rico, o artista serviu de farol para as novas gera\u00e7\u00f5es a partir dos anos 1930. Suas passagens pelo Brasil foram decisivas para impulsionar as linguagens construtivas das d\u00e9cadas de 1950 e 1960.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Essas reverbera\u00e7\u00f5es est\u00e9ticas que visavam rever o eixo construtivo a partir do ide\u00e1rio modernista, criaram um ambiente de \u00eaxtase formal que foram incorporados nas pesquisas dos fot\u00f3grafos brasileiros, gerando um novo patamar para a fotografia de arte por aqui.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As &#8220;lunettes&#8221; do mobile de Calder constelam na Sim\u00f5es de Assis Galeria como as estrelas no firmamento do modernismo brasileiro, definitivamente &#8220;familiarizadas com negativos fotogr\u00e1ficos&#8221;, como pedia Oswald de Andrade.<\/p>\n<p><em>Eder Chiodetto<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>De 30 de mar\u00e7o a 11 de maio.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Denominada \u201cEixo-\u00caxtase | A Fotografia no Ambiente Modernista\u201d e sob a curadoria de Eder Chiodetto, a Sim\u00f5es de Assis Galeria de Arte, Cerqueira C\u00e9sar, S\u00e3o\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4773,3,4,6,8,9524,3378,11,2650,15],"tags":[15739,15733,74,1459,1950,1839,15732,15744,15740,1833,1840,208,210,15728,15734,291,15729,15742,298,1526,15736,15735,1831,879,15745,15730,15741,15743,1738,1836,15731,15737,696,14121,14216,15738,10802,1728,530,531],"class_list":["post-17691","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-arte-brasileira-2","category-arte-contemporanea","category-arte-estrangeira","category-exposicoes","category-fotografia","category-galerias","category-objetos-2","category-oparalelo","category-pinturas-2","category-sao-paulo","tag-1a-bienal-de-sao-paulo","tag-a-fotografia-no-ambiente-modernista","tag-bienal-de-veneza","tag-calder","tag-eder-chiodetto","tag-eduardo-salvatore","tag-eixo-extase","tag-ensigne-de-lunettes","tag-escultor-suico-max-bill","tag-foto-cine-clube-bandeirante","tag-gaspar-gasparian","tag-geraldo-de-barros","tag-german-lorca","tag-gertrudes-altschul","tag-lazlo-moholy-nagy","tag-luiz-sacilotto","tag-m-laert-dias","tag-m-laerte-dias","tag-mam-sp","tag-man-ray","tag-manifesto-antropofago","tag-manifesto-pau-brasil","tag-marcel-giro","tag-maria-martins","tag-mobile-de-calder","tag-moussia","tag-moussia-pinto-alvez","tag-nelson-kojranski","tag-oswald-de-andrade","tag-paulo-pires","tag-paulo-suzuki","tag-rolleiflex","tag-seculo-xx","tag-semana-de-arte-moderna-de-1922","tag-simoes-de-assis-galeria","tag-teorias-da-gestalt","tag-thomaz-farkas","tag-waldemar-cordeiro","tag-willys-de-castro","tag-wyllis-de-castro"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17691","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17691"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17691\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17697,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17691\/revisions\/17697"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17691"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17691"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17691"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}