{"id":17793,"date":"2019-04-18T16:58:15","date_gmt":"2019-04-18T16:58:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/?p=17793"},"modified":"2019-04-18T16:58:15","modified_gmt":"2019-04-18T16:58:15","slug":"adriana-varejao-na-bahia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/adriana-varejao-na-bahia","title":{"rendered":"Adriana Varej\u00e3o na Bahia"},"content":{"rendered":"\n\t\t<style>\n\t\t\t#gallery-1 {\n\t\t\t\tmargin: auto;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-item {\n\t\t\t\tfloat: left;\n\t\t\t\tmargin-top: 10px;\n\t\t\t\ttext-align: center;\n\t\t\t\twidth: 33%;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 img {\n\t\t\t\tborder: 2px solid #cfcfcf;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-caption {\n\t\t\t\tmargin-left: 0;\n\t\t\t}\n\t\t\t\/* see gallery_shortcode() in wp-includes\/media.php *\/\n\t\t<\/style>\n\t\t<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-17793 gallery-columns-3 gallery-size-thumbnail'><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Adriana-Varej\u00e3o.jpeg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/Adriana-Varej\u00e3o-150x150.jpeg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl>\n\t\t\t<br style='clear: both' \/>\n\t\t<\/div>\n\n<p>Um dos nomes mais respeitados das artes visuais do Brasil, Adriana Varej\u00e3o ter\u00e1 pela primeira vez um conjunto significativo de sua obra exposto em Salvador, BA. \u201cAdriana Varej\u00e3o &#8211; Por uma ret\u00f3rica canibal\u201d \u00e9 a mostra itinerante que circula neste ano em cidades brasileiras fora do eixo Rio &#8211; S\u00e3o Paulo, come\u00e7ando pela capital baiana no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), tendo visita\u00e7\u00e3o gratuita que se prolongar\u00e1 por dois meses, at\u00e9 15 de junho. Com curadoria de Luisa Duarte, a exposi\u00e7\u00e3o faz parte de um projeto que pretende descentralizar o acesso \u00e0 importante produ\u00e7\u00e3o da artista, exibindo 20 obras dos seus mais de 30 anos de trajet\u00f3ria, realizadas entre 1992 e 2016, que inclui trabalhos seminais como \u201cMapa de Lopo Homem II\u201d (1992 -2004), \u201cQuadro Ferido\u201d (1992) e \u201cProposta para uma Catequese\u201d, em suas Partes I e II (1993).<\/p>\n<p>\u201cSalvador e Cachoeira s\u00e3o cidades fundamentais na constru\u00e7\u00e3o da minha obra. Nessas cidades, eu encontrei refer\u00eancias important\u00edssimas do per\u00edodo barroco que usei em muitos de meus trabalhos, especialmente nos que se referem \u00e0 azulejaria\u201d, afirma Adriana Varej\u00e3o. \u201cO claustro do Convento de S\u00e3o Francisco, no Pelourinho, e a Igreja da Ordem Terceira do Carmo, em Cachoeira, al\u00e9m de um sem fim de rel\u00edquias como os caquinhos de lou\u00e7a das \u00edndias e o teto em estilo chin\u00eas pintado por Charles Belleville no Semin\u00e1rio de Nossa Senhora de Bel\u00e9m, me ofereceram elementos para constru\u00e7\u00e3o de muitos dos meus trabalhos que, pela primeira vez, estar\u00e3o expostos aqui. Fazer essa exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 como finalmente retornar \u00e0 casa da m\u00e3e depois de uma longa viagem\u201d, completa a artista.<\/p>\n<p>O recorte curatorial da exposi\u00e7\u00e3o busca enfatizar como muito antes dos estudos p\u00f3s-coloniais estarem no centro do debate da arte contempor\u00e2nea, Adriana Varej\u00e3o j\u00e1 desenvolvia uma pesquisa cuja inflex\u00e3o est\u00e1 centrada justamente em uma revis\u00e3o hist\u00f3rica do colonialismo. A mostra descortina diferentes fases de sua produ\u00e7\u00e3o de modo a levar um conjunto relevante de sua obra pela primeira vez para Salvador, na Bahia, cidade com a maior heran\u00e7a africana do Brasil e respons\u00e1vel por inspirar parte de sua po\u00e9tica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O t\u00edtulo da exposi\u00e7\u00e3o faz refer\u00eancia ao v\u00ednculo da obra de Adriana Varej\u00e3o com a tradi\u00e7\u00e3o barroca. A\u00a0ret\u00f3rica\u00a0\u00e9 uma estrat\u00e9gia recorrente do barroco, sendo um procedimento que busca a persuas\u00e3o. Se o m\u00e9todo rendeu obras e discursos suntuosos e exuberantes, a favor da narrativa crist\u00e3 e do projeto de coloniza\u00e7\u00e3o europeu, a\u00a0ret\u00f3rica\u00a0canibal, ao contr\u00e1rio, se apresenta como um contraprograma, uma contracatequese, uma contraconquista. Trata-se de uma ruptura com as formas ocidentais modernas de pensamento e a\u00e7\u00e3o, em busca dos saberes locais, como o legado da antropofagia.\u00a0Saem de cena o ouro e os anjos, entram em cena a carne e toda uma cultura marcada pela miscigena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Assim, o p\u00fablico tomar\u00e1 contato com uma produ\u00e7\u00e3o que visita de maneira constante o passado para trazer \u00e0 luz hist\u00f3rias ocultas, pouco visitadas pela hist\u00f3ria oficial. A sele\u00e7\u00e3o de trabalhos revela ainda a rede de influ\u00eancias que atravessa a obra da artista: do citado barroco \u00e0 China, da azulejaria \u00e0 iconografia da coloniza\u00e7\u00e3o, da hist\u00f3ria da arte \u00e0 religiosa, do corpo \u00e0 cer\u00e2mica, dos mapas \u00e0 tatuagem, vasto \u00e9 o mundo que alimenta a po\u00e9tica de Adriana Varej\u00e3o. Ao longo da exposi\u00e7\u00e3o comparecem trabalhos de quase todas as s\u00e9ries produzidas pela artista, tais como: \u201cTerra inc\u00f3gnita\u201d, \u201cProposta para uma Catequese\u201d, \u201cAcad\u00eamicos\u201d, \u201cL\u00ednguas e cortes\u201d, \u201cRu\u00ednas de Charques\u201d e \u201cPratos\u201d. Na composi\u00e7\u00e3o da expografia, como ferramenta de media\u00e7\u00e3o com o p\u00fablico, textos curtos descrevem e contextualizam as obras.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 com muita satisfa\u00e7\u00e3o que participamos desse importante projeto, que valoriza uma das mais importantes artistas brasileiras da contemporaneidade. Essa parceria sustenta nosso compromisso com a arte e com a democratiza\u00e7\u00e3o da cultura a um n\u00famero cada vez maior de pessoas\u201d, afirma Antonio Almeida, s\u00f3cio-diretor da Galeria Almeida e Dale. \u201cPor meio desta itiner\u00e2ncia, levaremos a arte singular de Adriana Varej\u00e3o para cidades que ficam fora do eixo Rio-S\u00e3o Paulo e que, at\u00e9 ent\u00e3o, nunca haviam recebido uma exposi\u00e7\u00e3o da artista\u201d, refor\u00e7a Carlos Dale, tamb\u00e9m s\u00f3cio-diretor da galeria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para pensarem em conjunto a exposi\u00e7\u00e3o, Adriana Varej\u00e3o, junto com Luisa Duarte, uniram-se ao artista visual baiano Ayrson Her\u00e1clito e \u00e0 antrop\u00f3loga paulista Lilia Schwarcz, refer\u00eancias dos estudos da hist\u00f3ria e cultura afro-brasileiras, para uma conversa p\u00fablica, tamb\u00e9m gratuita, no Museu de Arte da Bahia (MAB). Ambos os museus, vinculados ao Instituto do Patrim\u00f4nio Art\u00edstico e Cultural da Bahia (IPAC) e Secretaria de Cultura do Governo do Estado da Bahia (SecultBA), s\u00e3o parceiros nesta realiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Adriana Varej\u00e3o \u00e9 representada pelas Galerias Fortes D\u2019Aloia &amp; Gabriel, Gagosian e Victoria Miro.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sobre a artista<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Adriana Varej\u00e3o (Rio de Janeiro, 1964)<strong>\u00a0&#8211;<\/strong>As obras de Adriana Varej\u00e3o encontram-se em cole\u00e7\u00f5es de institui\u00e7\u00f5es como Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque; Solomon R. Guggenheim Museum, Nova Iorque; Tate Modern, Londres; Fondation Cartier pour l\u2019art Contemporain, Paris; Inhotim Centro de Arte Contempor\u00e2nea, Brumadinho; Museu de Arte Moderna de S\u00e3o Paulo; Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro; Cole\u00e7\u00e3o Gilberto Chateaubriand, Rio de Janeiro; Fundaci\u00f3n \u201cla Caixa\u201d, Barcelona; Stedelijk Museum, Amsterd\u00e3; e Hara Museum, T\u00f3quio. Entre suas principais exposi\u00e7\u00f5es institucionais, incluem-se \u201cAzulej\u00f5es,\u201d Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro e Bras\u00edlia, Brasil (2001); \u201cChambre d\u2019\u00e9chos \/ C\u00e2mara de ecos\u201d, Fondation Cartier pour l\u00b4art Contemporain, Paris (2005, itiner\u00e2ncia para o Centro Cultural de Bel\u00e9m, Lisboa; e DA2, Salamanca, Espanha); Hara Museum of Contemporary Art, T\u00f3quio (2007); \u201cAdriana Varej\u00e3o &#8211; Hist\u00f3rias \u00e0s Margens,\u201d Museu de Arte Moderna de S\u00e3o Paulo, Brasil (2012, itiner\u00e2ncia para o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Brasil; e o Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires (MALBA), Argentina em 2013); \u201cAdriana Varej\u00e3o,\u201d The Institute of Contemporary Art, Boston (2014); e \u201cAdriana Varej\u00e3o: Kindred Spirits,\u201d Dallas Contemporary (2015). A artista participou da Bienal de S\u00e3o Paulo (1994, 1998); 12th Biennale of Sydney (2000); International Biennial Exhibition, SITE Santa Fe (2004); Liverpool Biennial (1999, 2006); Bucharest Biennale (2008); Istambul Biennial (2011); \u201c30x Bienal\u201d, Funda\u00e7\u00e3o Bienal de S\u00e3o Paulo (2013); Bienal do Mercosul, Brasil (1997, 2005, 2015); e da primeira Bienal de Arte de Contempor\u00e2nea de Coimbra, Portugal (2015). Em 2008, um pavilh\u00e3o permanente dedicado \u00e0 obra de Varej\u00e3o foi inaugurado em Inhotim Centro de Arte Contempor\u00e2nea. Em 2016, foi contratada para produzir um mural tempor\u00e1rio baseado em seu \u00e9pico trabalho \u201cCelacanto provoca maremoto\u201d para cobrir a fachada inteira do Centro Aqu\u00e1tico para as Olimp\u00edadas do Rio de Janeiro. Recebeu o Pr\u00eamio Mario Pedrosa (artista de linguagem contempor\u00e2nea), da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Cr\u00edticos de Arte (ABCA), e o Grande Pr\u00eamio da Cr\u00edtica da Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Cr\u00edticos de Arte (APCA), pela exposi\u00e7\u00e3o \u201cHist\u00f3rias \u00e0s margens\u201d, realizada em 2012\/13 no MAM SP, MAM Rio e MALBA.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sobre a curadora<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Luisa Duarte (Rio de Janeiro, 1979)<strong>\u00a0&#8211;<\/strong>Cr\u00edtica de arte, curadora independente e professora. Mestre em Filosofia pela Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de S\u00e3o Paulo (PUC-SP). Foi por nove anos cr\u00edtica de arte do jornal O Globo. Integrou o conselho do Museu de Arte Moderna de S\u00e3o Paulo (2009-2012) e a equipe do programa Rumos Artes Visuais do Instituto Ita\u00fa Cultural (2005\/2006). Coordenou o ciclo de confer\u00eancias \u201cPassado, presente e futuro &#8211; mem\u00f3ria e proje\u00e7\u00e3o\u201d, na 28\u00aa Bienal de S\u00e3o Paulo (2008). Organizou em dupla com Adriano Pedrosa o livro \u201cABC &#8211; Arte Brasileira Contempor\u00e2nea\u201d, pela Cosac &amp; Naify (2014). Organizou o semin\u00e1rio internacional \u201cBiblioteca Walter Benjamin\u201d, no Museu de Arte do Rio &#8211; MAR (2015). Foi curadora, em dupla com Evandro Salles, da exposi\u00e7\u00e3o \u201cTunga \u2013 o rigor da distra\u00e7\u00e3o\u201d (2018), tamb\u00e9m no MAR. Em 2019, faz parte da equipe curatorial da 21\u00aa Bienal de Arte Contempor\u00e2nea Sesc_Videobrasil, sendo respons\u00e1vel pelos programas p\u00fablicos da edi\u00e7\u00e3o, cuja abertura est\u00e1 prevista para outubro, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>At\u00e9 15 de junho.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um dos nomes mais respeitados das artes visuais do Brasil, Adriana Varej\u00e3o ter\u00e1 pela primeira vez um conjunto significativo de sua obra exposto em Salvador,\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4773,3,6,4844,11,12,2650,5377],"tags":[15859,15854,6183,13083,26,15846,27,9648,1922,15852,1376,3743,4800,15861,100,623,15855,1236,1869,15856,8478,5529,1850,8857,4798,13170,3683,8542,15863,2240,15860,15862,15843,12873,7993,967,15849,652,297,15847,298,999,1858,15858,15228,4376,4815,3802,11654,15850,15864,15851,13077,15857,15848,7267,2590,1678,3684,15853],"class_list":["post-17793","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-arte-brasileira-2","category-arte-contemporanea","category-exposicoes","category-museus","category-oparalelo","category-outros-estados","category-pinturas-2","category-retrospectiva-2","tag-12th-biennale-of-sydney","tag-21a-bienal-de-arte-contemporanea-sesc_videobrasil","tag-28a-bienal-de-sao-paulo","tag-abc-arte-brasileira-contemporanea","tag-adriana-varejao","tag-adriana-varejao-por-uma-retorica-canibal","tag-adriano-pedrosa","tag-associacao-brasileira-de-criticos-de-arte","tag-ayrson-heraclito","tag-biblioteca-walter-benjamin","tag-bienal-de-sao-paulo","tag-bienal-do-mercosul","tag-brumadinho","tag-bucharest-biennale","tag-centro-cultural-banco-do-brasil","tag-centro-cultural-de-belem","tag-chambre-dechos-camara-de-ecos","tag-colecao-gilberto-chateaubriand","tag-cosac-naify","tag-da2","tag-dallas-contemporary","tag-evandro-salles","tag-fondation-cartier-pour-lart-contemporain","tag-fundacao-bienal-de-sao-paulo","tag-fundacion-la-caixa","tag-galeria-almeida-e-dale","tag-hara-museum","tag-hara-museum-of-contemporary-art","tag-i-bienal-de-arte-de-contemporanea-de-coimbra","tag-inhotim-centro-de-arte-contemporanea","tag-international-biennial-exhibition","tag-istambul-biennial","tag-jornal-o-globo","tag-lilia-schwarcz","tag-liverpool-biennial","tag-luisa-duarte","tag-mab","tag-malba","tag-mam-rio","tag-mam-ba","tag-mam-sp","tag-mar","tag-metropolitan-museum-of-art","tag-museo-de-arte-latinoamericano-de-buenos-aire","tag-museu-de-arte-da-bahia","tag-museu-de-arte-do-rio","tag-museu-de-arte-moderna-da-bahia","tag-museu-de-arte-moderna-de-sao-paulo","tag-olimpiadas-do-rio-de-janeiro","tag-pontificia-universidade-catolica-de-sao-paulo","tag-premio-mario-pedrosa","tag-programa-rumos-artes-visuais-do-instituto-itau-cultural","tag-puc-sp","tag-salamanca","tag-solar-do-unhao","tag-solomon-r-guggenheim-museum","tag-stedelijk-museum","tag-tate-modern","tag-the-institute-of-contemporary-art","tag-tunga-o-rigor-da-distracao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17793","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17793"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17793\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17796,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17793\/revisions\/17796"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17793"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17793"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17793"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}