{"id":18391,"date":"2019-08-26T20:29:49","date_gmt":"2019-08-26T20:29:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/?p=18391"},"modified":"2019-08-26T20:32:59","modified_gmt":"2019-08-26T20:32:59","slug":"panorama-de-arte-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/panorama-de-arte-brasileira","title":{"rendered":"Panorama de Arte Brasileira"},"content":{"rendered":"\n\t\t<style>\n\t\t\t#gallery-1 {\n\t\t\t\tmargin: auto;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-item {\n\t\t\t\tfloat: left;\n\t\t\t\tmargin-top: 10px;\n\t\t\t\ttext-align: center;\n\t\t\t\twidth: 33%;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 img {\n\t\t\t\tborder: 2px solid #cfcfcf;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-caption {\n\t\t\t\tmargin-left: 0;\n\t\t\t}\n\t\t\t\/* see gallery_shortcode() in wp-includes\/media.php *\/\n\t\t<\/style>\n\t\t<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-18391 gallery-columns-3 gallery-size-thumbnail'><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/36\u00ba-Panorama.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/36\u00ba-Panorama-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/36\u00ba-Panorama.-2jpg.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/36\u00ba-Panorama.-2jpg-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl>\n\t\t\t<br style='clear: both' \/>\n\t\t<\/div>\n\n<p>Sert\u00e3o \u00e9 palavra de origem desconhecida. Na l\u00edngua portuguesa, h\u00e1 registros de sua exist\u00eancia desde o s\u00e9culo XV. Quando aqui aportaram, os colonizadores j\u00e1 trouxeram consigo o termo, usando-o para designar o territ\u00f3rio vasto e interior, que n\u00e3o podia ser percebido da costa. Desde ent\u00e3o, a esse voc\u00e1bulo atribuem-se diversos sentidos, sem nunca ser fixado numa ideia pacificada. \u00c9 constitu\u00eddo, inclusive, por oposi\u00e7\u00f5es: pode referir-se \u00e0 floresta e ao descampado, ao lugar deserto e tamb\u00e9m ao povoado, \u00e0quilo que \u00e9 pr\u00f3ximo e ermo. Qualifica o vis\u00edvel e o desconhecido, trata da aridez e da fertilidade, do inculto e do cultivado.<br \/>\nAinda que tenha chegado ao Brasil na caravela, sert\u00e3o n\u00e3o cessa de se insurgir contra o colonialismo e de escapar de seus des\u00edgnios. Mant\u00e9m sua pot\u00eancia de inven\u00e7\u00e3o, n\u00e3o se rende aos monop\u00f3lios dos saberes patriarcais, exige novos pactos sociais, desierarquiza sua rela\u00e7\u00e3o com a natureza, reverencia o mist\u00e9rio, festeja. Sert\u00e3o \u00e9, antes e depois de tudo, experimenta\u00e7\u00e3o e resist\u00eancia, qualidades fundamentais para viver a arte e que nos trazem a este 36\u00ba Panorama da Arte Brasileira, em exibi\u00e7\u00e3o no MAM, at\u00e9 o dia 15 de novembro, no Parque do Ibirapuera, S\u00e3o Paulo, SP.<br \/>\nNo Brasil que pleiteava sua moderniza\u00e7\u00e3o, no in\u00edcio do s\u00e9culo XX, sert\u00e3o passou a referir-se, sobretudo, \u00e0 regi\u00e3o do Nordeste de clima semi\u00e1rido, ilustrada por sua vegeta\u00e7\u00e3o de caatinga, em oposi\u00e7\u00e3o ao litoral. Nesse momento, refor\u00e7a-se o projeto de um lugar seco, primitivo, rude, propagandeando um outro na imin\u00eancia do flagelo. Forja-se, dessa maneira, uma condi\u00e7\u00e3o de submiss\u00e3o que justificaria pol\u00edticas assistencialistas, mas sobretudo a atualiza\u00e7\u00e3o de medidas de explora\u00e7\u00e3o. Suas imagens est\u00e3o presentes por toda a cultura brasileira, ainda que nenhuma delas d\u00ea conta de tudo o que pode significar.<br \/>\nContrariando determinismos, e sob a luz de uma certa produ\u00e7\u00e3o de arte do Brasil, Sert\u00e3o \u00e9 modo de pensar e de agir. Termo evocativo, traz consigo afetos transformadores, formas pol\u00edticas, ideais de cria\u00e7\u00e3o, mem\u00f3rias de luta, rituais de cura, fic\u00e7\u00f5es de futuro. Esta arte-sert\u00e3o que aqui se apresenta est\u00e1 no deslizar das linguagens. Mais que um lugar, essa condi\u00e7\u00e3o sert\u00e3o \u00e9 a travessia. Espalha-se Brasil afora, est\u00e1 no manejo do ro\u00e7ado, supera-se na viela da favela, desce pelo leito do rio, est\u00e1 escrita nos muros da cidade e presente na terra retomada. Manifesta-se nos encontros e nos conflitos.<br \/>\nNo 36\u00ba Panorama da Arte Brasileira, 29 artistas e coletivos re\u00fanem-se para compartilhar estrat\u00e9gias de resist\u00eancia e modelos de experimenta\u00e7\u00e3o, a partir de suas hist\u00f3rias. Se sert\u00e3o est\u00e1 no limite do que se pode apreender, por defini\u00e7\u00e3o, a ideia de panorama \u00e9 complementar na forma de sua contradi\u00e7\u00e3o. A import\u00e2ncia de juntar essas inst\u00e2ncias e acolher essas oposi\u00e7\u00f5es, no entanto, se d\u00e1 pela necessidade cada dia mais atual de defender exist\u00eancias n\u00e3o hegem\u00f4nicas e de compartilhar outros modos de vida. Enquanto a arte puder afirmar sua condi\u00e7\u00e3o sert\u00e3o, vai ter sempre luta, vai haver sempre a diferen\u00e7a, vai existir sempre o novo.<br \/>\nJ\u00falia Rebou\u00e7as<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Curadora<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Artistas:<br \/>\n1- Ana Lira (Caruaru &#8211; PE, 1977. Vive no Recife); 2 &#8211; Ana Pi (Belo Horizonte, 1986. Vive em Paris); 3 &#8211; Ana Vaz (Bras\u00edlia, 1986. Vive em Lisboa); 4 &#8211; Antonio Ob\u00e1 (Ceil\u00e2ndia &#8211; DF, 1983. Vive em Bras\u00edlia); 5 &#8211; Coletivo Fulni-\u00f4 de Cinema (\u00c1guas Belas &#8211; PE); 6 &#8211; Cristiano Lenhardt (Itaara &#8211; RS, 1974. Vive em S\u00e3o Louren\u00e7o da Mata &#8211; PE); 7 &#8211; Dalton Paula (Bras\u00edlia, 1982. Vive em Goi\u00e2nia); 8 &#8211; Daniel Albuquerque (Rio de Janeiro, 1983. Vive no Rio de Janeiro); 9 &#8211; Desali (Contagem &#8211; MG, 1983. Vive em Belo Horizonte); 10 &#8211; Gabi Bresola &amp; Mariana Berta (Joa\u00e7aba &#8211; SC, 1992 \/ Peritiba &#8211; SC, 1990. Vivem em Florian\u00f3polis, SC); 11 &#8211; G\u00ea Viana (Santa Luzia &#8211; MA, 1986. Vive em S\u00e3o Lu\u00eds); 12 &#8211; Gervane de Paula (Cuiab\u00e1, 1961. Vive em Cuiab\u00e1); 13 &#8211; Lise Lobato (Bel\u00e9m, 1963. Vive em Bel\u00e9m); 14 &#8211; Luciana Magno (Bel\u00e9m, 1987. Vive em S\u00e3o Paulo); 15 &#8211; Mabe Beth\u00f4nico (Belo Horizonte, 1966. Vive em Genebra e Belo Horizonte; 16 &#8211; Mariana de Matos (Governador Valadares &#8211; MG, 1987. Vive no Recife); 17 &#8211; Maxim Malhado (Ibicara\u00ed &#8211; BA, 1967. Vive em Massarandupi\u00f3 &#8211; BA); 18 &#8211; Maxwell Alexandre (Rio de Janeiro, 1990. Vive no Rio de Janeiro); 19 &#8211; Michel Z\u00f3zimo (Santa Maria &#8211; RS, 1977. Vive em Porto Alegre); 20 &#8211; Paul Set\u00fabal (Aparecida de Goi\u00e2nia &#8211; GO, 1987. Vive em S\u00e3o Paulo); 21 &#8211; Radio Yand\u00ea (Rio de Janeiro, 2013); 22 &#8211; Randolpho Lamonier (Contagem &#8211; MG, 1988. Vive em Belo Horizonte); 23 &#8211; Raphael Escobar (S\u00e3o Paulo, 1987. Vive em S\u00e3o Paulo); 24 &#8211; Raquel Versieux (Belo Horizonte, 1984. Vive no Crato &#8211; CE); 25 &#8211; Regina Parra (S\u00e3o Paulo, 1984. Vive em S\u00e3o Paulo); 26 &#8211; Rosa Luz (Gama &#8211; DF, 1995. Vive em S\u00e3o Paulo); 27 &#8211; Sant\u00eddio Pereira (Curral Comprido &#8211; PI, 1996. Vive em S\u00e3o Paulo); 28 &#8211; V\u00e2nia Medeiros (Salvador, 1984. Vive em S\u00e3o Paulo); 29 &#8211; Vulcanica Pokaropa (Presidente Bernardes &#8211; SP, 1993. Vive em Florian\u00f3polis).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>50 anos de Panorama<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\nO Panorama da Arte Brasileira teve sua primeira edi\u00e7\u00e3o em 1969 e foi idealizado como forma de o museu recompor seu acervo e voltar a participar ativamente do circuito art\u00edstico contempor\u00e2neo. A princ\u00edpio evento anual, o Panorama passou a ser realizado a cada dois anos a partir de 1995, contando at\u00e9 o momento 35 edi\u00e7\u00f5es.<br \/>\n<strong>Parcerias<\/strong><br \/>\nO 36\u00ba Panorama da Arte Brasileira: Sert\u00e3o procurou ampliar seu tempo e espa\u00e7o de atua\u00e7\u00e3o por meio de parcerias estrat\u00e9gicas: com a Festa Liter\u00e1ria Internacional de Paraty, ser\u00e3o promovidas duas mesas de debate convidando um participante da Flip e um participante do Panorama, com a media\u00e7\u00e3o de J\u00falia Rebou\u00e7as e Fernanda Diamant, curadora da 17\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Flip; com o Audit\u00f3rio Ibirapuera, vizinho do museu, foi organizada uma programa\u00e7\u00e3o musical a partir dos conceitos trabalhados no Panorama para o dia 18\/08, dia seguinte \u00e0 abertura no MAM; e, com a Sociedade Brasileira de Psican\u00e1lise de S\u00e3o Paulo, novos debates acontecer\u00e3o em setembro e outubro, promovendo o encontro entre artistas, psicanalistas e o p\u00fablico.<br \/>\n<strong>Irm\u00e3os Campana na loja mam<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\nO est\u00fadio Campana, dos irm\u00e3os Fernando e Humberto Campana, que celebra em 2019 seus 35 anos de trabalho, ficar\u00e1 a cargo da curadoria da loja mam durante o per\u00edodo do Panorama, com o patroc\u00ednio do Iguatemi S\u00e3o Paulo. O trabalho dos Campana incorpora a ideia da transforma\u00e7\u00e3o, reinven\u00e7\u00e3o e integra\u00e7\u00e3o entre o artesanato e a produ\u00e7\u00e3o em massa, oferecendo um design com identidade pr\u00f3pria, mixando a individualidade dos materiais \u00e0 preciosidade das caracter\u00edsticas comuns no cotidiano brasileiro, como as cores, as misturas, o caos criativo. A partir do olhar \u00fanico dos irm\u00e3os Campana, que contam com um extenso trabalho de pesquisa da cultura vernacular nordestina presente em suas cole\u00e7\u00f5es, os visitantes poder\u00e3o vivenciar um novo espa\u00e7o da loja mam e encontrar pe\u00e7as cuidadosamente selecionadas que trabalham com o conceito expandido de sert\u00e3o.<br \/>\n<strong>Equipe do 36\u00ba Panorama da Arte Brasileira: Sert\u00e3o<\/strong><br \/>\nCuradoria &#8211; J\u00falia Rebou\u00e7as (Aracaju, 1984. Vive entre Belo Horizonte e S\u00e3o Paulo) curadora, pesquisadora e cr\u00edtica de arte. \u00c9 curadora do 36o Panorama da Arte Brasileira, Museu de Arte Moderna &#8211; SP, em 2019. No mesmo ano, realiza a curadoria de Entrevendo, mostra antol\u00f3gica de Cildo Meireles, a ser inaugurada no Sesc Pompeia -SP, em setembro. Foi co-curadora da 32a Bienal de S\u00e3o Paulo, Incerteza Viva (2016). De 2007 a 2015, trabalhou na curadoria do Instituto Inhotim, Minas Gerais. Colaborou com a Associa\u00e7\u00e3o Cultural Videobrasil, integrando a comiss\u00e3o curadora dos 18o e 19o Festivais Internacionais de Arte Contempor\u00e2nea SESC_Videobrasil, em S\u00e3o Paulo. Foi curadora adjunta da 9a Bienal do Mercosul, em Porto Alegre, em 2013. Realiza diversos projetos curatoriais independentes, dentre os quais destacamos a exposi\u00e7\u00e3o Entrementes, da artista Valeska Soares, na Esta\u00e7\u00e3o Pinacoteca, S\u00e3o Paulo, de agosto a outubro de 2018, a mostra MitoMotim, no Galp\u00e3o VB, S\u00e3o Paulo, de abril a julho de 2018 e Zona de instabilidade, com obras da artista Lais Myrrha, na Caixa Cultural, S\u00e3o Paulo, em 2013. Graduou-se em Comunica\u00e7\u00e3o Social\/ Jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco (2006). \u00c9 Mestre e Doutora pelo Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Artes Visuais da Universidade Federal de Minas Gerais.<br \/>\nAssist\u00eancia curatorial &#8211; Catarina Duncan (Rio de Janeiro, 1993. Vive em S\u00e3o Paulo) curadora e programadora cultural. Formada em Culturas Visuais e Hist\u00f3ria da Arte pela Goldsmiths College, University of London (2010 &#8211; 2014), foi assistente curatorial da 32a Bienal de S\u00e3o Paulo (2015- 2016), do \u2018Piv\u00f4 Arte e Pesquisa\u2019 (2014 &#8211; 2015) e das exposi\u00e7\u00f5es \u2018Terra Comunal Marina Abramovic\u2019 no Sesc Pompeia (2014), entre outros. Coordenou a programa\u00e7\u00e3o p\u00fablica da obra \u2018Cura Bra Cura T\u00e9\u2019 de Ernesto Neto na Pinacoteca (2019). Participou de diversas resid\u00eancias art\u00edsticas, entre elas a \u2018Residents Art Dubai\u2019 (2019) com curadoria de Fernanda Brenner, e \u2018Lastro\u2019, na Bol\u00edvia e Guatemala (2015 &#8211; 2017), ao lado da curadora Beatriz Lemos. Assinou a curadoria das exposi\u00e7\u00f5es \u2018\u29bf\u2018 na Galeria Leme (2018), \u2018Somos Muitxs\u2019 no Solar dos Abacaxis (2018), \u2018Or\u00e1culo Piedoso\u2019 de Martin Lanezan na Galeria Sancovsky (2018), \u2018Travessias Ocultas &#8211; Lastro Bolivia\u2019 no Sesc Bom Retiro (2018), Fio Corpo Terra\u2019 no espa\u00e7o Saracura (2017). Integrou o coletivo Terreyro Coreogr\u00e1fico (2015- 2016). Atua como representante do programa COINCIDENCA da funda\u00e7\u00e3o su\u00ed\u00e7a para cultura Pro Helvetia no Brasil.<br \/>\nArquitetura &#8211; Estudio Risco. Inaugurado em 2007, o est\u00fadio Risco \u00e9 um coletivo formado por artistas de trajet\u00f3rias variadas e interesses m\u00faltiplos. Presta servi\u00e7os de arquitetura, cenografia, expografia, desenho de produto, desenho gr\u00e1fico e videografia. Hoje \u00e9 formado por Humberto Pio, Juliana Amaral, Marcelo Dacosta e Tiago Guimar\u00e3es. Nos \u00faltimos quatro anos, desenvolveu o desenho de mostras de arte como: \u201cO que os Olhos Alcan\u00e7am &#8211; Cristiano Mascaro\u201d (Sesc Pinheiros, 2019), \u201cArte-Ve\u00edculo (Sesc Pompeia, 2018)\u201d, \u201cEstou C\u00e1\u201d (Sesc Belenzinho, 2016-7), \u201cSempre Algo Entre N\u00f3s\u201d (Sesc Belenzinho, 2016), \u201cPotlatch: Trocas de Arte\u201d (Sesc Belenzinho, 2016), \u201cProvocar Urbanos\u201d (Sesc Vila Mariana, 2016), \u201cArno Rafael Minkkinen: O corpo como evid\u00eancia\u201d (Sesc Jundia\u00ed e Sesc Vila Mariana, 2016) e VI Mostra de 3M de Arte Digital (Fundi\u00e7\u00e3o Progresso, Rio de Janeiro, 2015).<br \/>\nDesign &#8211; Elaine Ramos (S\u00e3o Paulo, 1974) \u00e9 designer atuante na \u00e1rea cultural e s\u00f3cia da editora paulistana Ubu. Foi, por 11 anos, diretora de arte da editora Cosac Naify, onde tamb\u00e9m coordenou a edi\u00e7\u00e3o dos t\u00edtulos sobre design. \u00c9 co-organizadora da Linha do tempo do design gr\u00e1fico no Brasil, foi co-curadora da exposi\u00e7\u00e3o Cidade Gr\u00e1fica, no Ita\u00fa Cultural em S\u00e3o Paulo e \u00e9 membro da Alliance Graphique Internationale (AGI).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sert\u00e3o \u00e9 palavra de origem desconhecida. Na l\u00edngua portuguesa, h\u00e1 registros de sua exist\u00eancia desde o s\u00e9culo XV. Quando aqui aportaram, os colonizadores j\u00e1 trouxeram\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4773,3,4580,6,8,4844,11,2650,15,2269],"tags":[16657,6043,16608,1608,16614,16642,16643,9784,16644,16626,16620,16635,2341,16628,16645,16633,9417,16630,10777,2312,16647,16611,16609,138,479,16621,16640,16615,16613,14574,16641,16636,16648,10572,16638,16649,16650,7867,16616,3685,16639,4270,16646,1078,6042,16617,9190,16612,16651,16652,7896,16618,16653,13497,16655,16654,14444,1621,16637,3802,15662,361,14774,16623,16634,16624,16656,16658,1196,4732,16631,16659,16409,16622,3091,7599,14046,5125,16625,16610,10178,16632,16629,16619,14238,3275,16660,16627,16661],"class_list":["post-18391","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-arte-brasileira-2","category-arte-contemporanea","category-desenho-2","category-exposicoes","category-fotografia","category-museus","category-oparalelo","category-pinturas-2","category-sao-paulo","category-video-2","tag-22-randolpho-lamonier","tag-32a-bienal-de-sao-paulo","tag-36o-panorama-da-arte-brasileira-sertao","tag-9a-bienal-do-mercosul","tag-alliance-graphique-internationale","tag-ana-lira","tag-ana-pi","tag-ana-vaz","tag-antonio-oba","tag-arno-rafael-minkkinen-o-corpo-como-evidencia","tag-arte-veiculo","tag-associacao-cultural-videobrasil","tag-beatriz-lemos","tag-catarina-duncan","tag-coletivo-fulni-o-de","tag-coletivo-terreyro-coreografico","tag-cristiano-lenhardt","tag-cura-bra-cura-te","tag-dalton-paula","tag-daniel-albuquerque","tag-desali","tag-diretora-de-arte-da-editora-cosac-naify","tag-elaine-ramos","tag-ernesto-neto","tag-estacao-pinacoteca","tag-estou-ca","tag-estudio-campana","tag-estudio-risco","tag-exposicao-cidade-grafica","tag-fernanda-brenner","tag-fernanda-diamant","tag-festivais-internacionais-de-arte-contemporanea-sesc_videobrasil","tag-gabi-bresola-mariana-berta","tag-galeria-sancovsky","tag-galpao-vb","tag-ge-viana","tag-gervane-de-paula","tag-goldsmiths-college","tag-humberto-pio","tag-instituto-inhotim","tag-irmaos-campana-na-loja-mam","tag-irmaos-fernando-e-humberto-campana","tag-itaara","tag-itau-cultural","tag-julia-reboucas","tag-juliana-amaral","tag-lais-myrrha","tag-linha-do-tempo-do-design-grafico-no-brasil","tag-lise-lobato","tag-luciana-magno","tag-mabe-bethonico","tag-marcelo-dacosta","tag-mariana-de-matos","tag-martin-lanezan","tag-massarandupio","tag-maxim-malhado","tag-maxwell-alexandre","tag-michel-zozimo","tag-mostra-mitomotim","tag-museu-de-arte-moderna-de-sao-paulo","tag-o-que-os-olhos-alcancam-cristiano-mascaro","tag-parque-do-ibirapuera","tag-paul-setubal","tag-potlatch-trocas-de-arte","tag-pro-helvetia-no-brasil","tag-provocar-urbanos","tag-radio-yande","tag-raphael-escobar","tag-raquel-versieux","tag-regina-parra","tag-residents-art-dubai","tag-rosa-luz","tag-santidio-pereira","tag-sempre-algo-entre-nos","tag-sesc-belenzinho","tag-sesc-jundiai","tag-sesc-pinheiros","tag-sesc-pompeia","tag-sesc-vila-mariana","tag-socia-da-editora-paulistana-ubu","tag-solar-dos-abacaxis","tag-somos-muitxs","tag-terra-comunal-marina","tag-tiago-guimaraes","tag-university-of-london","tag-valeska-soares","tag-vania-medeiros","tag-vi-mostra-de-3m-de-arte-digital","tag-vulcanica-pokaropa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18391","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18391"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18391\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18399,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18391\/revisions\/18399"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18391"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18391"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18391"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}