{"id":18706,"date":"2019-11-08T21:32:50","date_gmt":"2019-11-08T21:32:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/?p=18706"},"modified":"2019-11-08T21:32:50","modified_gmt":"2019-11-08T21:32:50","slug":"siron-em-salvador-na-paulo-darze-galeria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/siron-em-salvador-na-paulo-darze-galeria","title":{"rendered":"Siron em Salvador na Paulo Darz\u00e9 Galeria"},"content":{"rendered":"\n\t\t<style>\n\t\t\t#gallery-1 {\n\t\t\t\tmargin: auto;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-item {\n\t\t\t\tfloat: left;\n\t\t\t\tmargin-top: 10px;\n\t\t\t\ttext-align: center;\n\t\t\t\twidth: 16%;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 img {\n\t\t\t\tborder: 2px solid #cfcfcf;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-caption {\n\t\t\t\tmargin-left: 0;\n\t\t\t}\n\t\t\t\/* see gallery_shortcode() in wp-includes\/media.php *\/\n\t\t<\/style>\n\t\t<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-18706 gallery-columns-6 gallery-size-thumbnail'><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/SF0000000324-1.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/SF0000000324-1-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/SF0000000325.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/SF0000000325-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/SF0000000326.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/SF0000000326-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/SF0000000327.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/SF0000000327-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/SF0000000329.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/SF0000000329-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/SF0000000330.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/SF0000000330-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><br style=\"clear: both\" \/>\n\t\t<\/div>\n\n<p>\u201cTrabalho resultante de uma interpreta\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise peculiar, que sempre aponta para v\u00e1rias dire\u00e7\u00f5es sem perder a estabilidade, busca constantemente o novo sem se olvidar de sua obra pregressa. N\u00e3o tem receio em se arriscar, se expor e de n\u00e3o se fazer compreendido, pois tudo n\u00e3o passa de uma quest\u00e3o de tempo. Jamais se acomodou \u00e0s f\u00f3rmulas aclamadas, embora as revisite, como se v\u00ea a presente exposi\u00e7\u00e3o, \u201cMiragens\u201d. Continua com vigor que contagia uma arte que surpreende sempre, e isso ap\u00f3s meio s\u00e9culo de pintura. Na mostra atual, o artista se utiliza do conceito da ilus\u00e3o sedutora, do engano, do sonho e da quimera para abordar, de forma l\u00fadica, mas marcante, o que se passa no mundo\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Estas s\u00e3o palavras de Charles Cosac na apresenta\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o \u201cMiragens\u201d, de Siron Franco, com abertura no dia 12 de novembro, das 19 \u00e0s 22 horas, na Paulo Darz\u00e9 Galeria, Salvador, Bahia, e temporada at\u00e9 13 de dezembro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Seguindo na sua apresenta\u00e7\u00e3o afirma: \u201cAs repetidas figuras humanas s\u00e3o simples imagens, massas ou volumes de cores que podem deixar a interpreta\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica para ser apenas resultado do \u00edndice de refra\u00e7\u00e3o. Quem sabe aspirando virem a se tornar uma verdade? Imagens superpostas, duplicadas, diferentes camadas de zonas pict\u00f3ricas atravessadas evocam o conceito de miragem, confundindo quem as observa, como em um trompe-l\u2019oeil.\u00a0 A utiliza\u00e7\u00e3o da t\u00e9cnica que poder\u00edamos mesmo chamar de pontilhismo, aqui sob nova e criativa interpreta\u00e7\u00e3o, deixando que suas formas e cores sejam o tema e buscando ocultar o que seria o alvo a ser decantado. O colorido marcante e as diferentes texturas refor\u00e7am o conceito de trompe-l\u2019oeil, buscando talvez esconder e, ao mesmo tempo, revelar as vis\u00f5es. Sem sabermos como realmente interpret\u00e1-las, algumas imagens nos levam a conceitos religiosos, outras \u00e0 supostas quest\u00f5es do homem, da natureza e do meio-ambiente. Siron surpreende a cada nova mostra. Na \u00faltima, realizada em 2018, \u201cEm nome de Deus\u201d, as obras tamb\u00e9m suscitavam d\u00favidas quanto ao \u201csacro\u201d conceito do que estava sendo retratado. Agora, nos entrega e nos envolve em ilus\u00f5es, exigindo e agu\u00e7ando a nossa capacidade de interpreta\u00e7\u00e3o. S\u00e3o obras que exigem observa\u00e7\u00e3o demorada e repetida, sem garantia de que venhamos saber o que realmente se passa sob nossos olhos. S\u00e3o belas representa\u00e7\u00f5es do ilus\u00f3rio, do di\u00e1fano, a miragem se faz\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ainda no cat\u00e1logo, em outro texto-apresenta\u00e7\u00e3o, Claudius Portugal diz: \u201cEsta \u00e9 uma arte relacionada diretamente a um compromisso de mundo, o mundo em que vive, sendo realizada na sua tem\u00e1tica de coisas vistas, vividas, inventadas, e uma constru\u00e7\u00e3o que privilegia n\u00e3o apenas o olhar, mas o viver a vida, no sentido amplo de homem e de cidad\u00e3o, seus sonhos e seus pesadelos. Mas como qualquer artista, a biografia est\u00e1 na poesia, na trajet\u00f3ria desta sua arte, que tem na cor, ou na luz, uma gerando a outra como vida, a revela\u00e7\u00e3o da busca atrav\u00e9s das variantes de um figurativismo, hoje menos identific\u00e1veis \u00e0 primeira vista, mas seja como for, uma obra que nasce da realidade para criar uma nova realidade, esta agora chamada arte, nos seus temas de natureza, bichos e homens, vigorosas na capacidade inventiva de continuar a produzir imagens enquanto pintura. Obra instigante, criativa, em primeiro lugar como pintura, mas abarcando tamb\u00e9m o desenho, a ilustra\u00e7\u00e3o, as instala\u00e7\u00f5es, os monumentos em locais p\u00fablicos, o que o torna com esta diversidade de atua\u00e7\u00e3o e de atitudes, um dos artistas brasileiros vivos mais conhecidos do grande p\u00fablico\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sobre o artista<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Siron Franco nasceu em 25 de julho de 1947, na cidade de Goi\u00e1s Velho, antiga capital do estado de Goi\u00e1s. Em 1950 mudou-se para Goi\u00e2nia, indo residir numa zona de classe m\u00e9dia baixa, o Bairro Popular. Foi exatamente nessa localidade onde se deu o desastre com o C\u00e9sio-137, em 1987. Em 1959 tem-se a primeira obra conhecida de Siron. Aos doze anos passa a frequentar a Universidade Cat\u00f3lica de Goi\u00e1s num curso livre, saindo aos dezessete, ap\u00f3s ter mandado alguns desenhos para avalia\u00e7\u00e3o, sem revelar a idade. Em 1960 manteve os primeiros contatos com a atividade art\u00edstica de forma sistem\u00e1tica e passa a frequentar o Est\u00fadio ao Ar Livre, supervisionado por dois pintores locais, D.J. Oliveira e <a href=\"https:\/\/www.escritoriodearte.com\/artista\/cleber-gouvea\">Cleber Gouv\u00eaa<\/a>. Esteve a\u00ed apenas como um observador por lhe faltar tempo e dinheiro para as aulas. Mas foi neste espa\u00e7o que encontrou, al\u00e9m da grande ajuda dos pintores citados, o pintor Confaloni, fundador da primeira Escola de Belas-Artes de Goi\u00e2nia e seu primeiro mentor. Em 1961 come\u00e7a a trabalhar numa editora, emprego que lhe permite conseguir uma coisa cara para ele: o papel. A partir de 1962, enquanto desenvolvia de maneira autodidata e atrav\u00e9s da observa\u00e7\u00e3o e da experimenta\u00e7\u00e3o passou a dominar as t\u00e9cnicas do desenho e da pintura, e come\u00e7ou a desempenhar a atividade de retratista. Al\u00e9m disso, executava trabalhos de desenho gr\u00e1fico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Datam de 1967 em Goi\u00e2nia\/GO suas primeiras mostras individuais. De l\u00e1 para c\u00e1 tem participado de exposi\u00e7\u00f5es individuais e coletivas em importantes galerias, museus nacionais e internacionais como MASP, MAM-RJ, MAM-SP, Pinacoteca do Estado de S\u00e3o Paulo, The Bronx Museum of the Arts nos Estados Unidos e Nagoya City Art Museum no Jap\u00e3o. Participou da 2\u00aa Bienal de Havana em 1986, de diversas edi\u00e7\u00f5es do Panorama da Arte Brasileira do MAM-SP. Seus trabalhos resultam de uma rela\u00e7\u00e3o intensa com a mat\u00e9ria, facilmente observ\u00e1vel nas generosas camadas de tinta a \u00f3leo que utiliza em suas pinturas, ou na diversidade de materiais brutos que escolhe para compor suas esculturas ou instala\u00e7\u00f5es, tal qual o concreto, a\u00e7o, chumbo, m\u00e1rmore e resina. Essa intensidade ganha ares dram\u00e1ticos nos corpos ou fragmentos de corpos que retrata com frequ\u00eancia, sejam corpos de bichos, de gente, de santos, mortos ou vivos. O ar soturno do universo que criou ao longo de seus mais de cinquenta anos de atividade incorpora a s\u00e1tira e o absurdo para abordar quest\u00f5es pol\u00edticas e sociais, como a rela\u00e7\u00e3o violenta e desequilibrada que o homem possui com a natureza e com a sua pr\u00f3pria humanidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sua primeira apari\u00e7\u00e3o nacional foi na II Bienal da Bahia, 1968, mostra fechada pelo regime militar na noite de abertura, quando duas de suas obras foram destru\u00eddas, sobrevivendo apenas o \u201cCavalo de Troia\u201d, que recebeu o Pr\u00eamio de Aquisi\u00e7\u00e3o. Em 1973 recebe o pr\u00eamio Viagem do I Sal\u00e3o Global da Primavera\/Rede Globo de Televis\u00e3o, o que lhe permite uma perman\u00eancia de seis meses no M\u00e9xico. Em 1974, na XII Bienal Nacional de S\u00e3o Paulo, recebe pr\u00eamio em dinheiro e \u00e9 eleito o melhor pintor do ano e \u00fanico representante brasileiro na pr\u00f3xima Bienal Internacional e no XIII Sal\u00e3o Nacional de Arte Moderna, do Rio de Janeiro, o pr\u00eamio Isen\u00e7\u00e3o do J\u00fari. Em 1975, na XIII Bienal Internacional de S\u00e3o Paulo recebe o pr\u00eamio Internacional de Pintura, e o Pr\u00eamio Viagem ao Exterior no XXIV Sal\u00e3o Nacional de Arte Moderna\/ Rio de Janeiro, o que lhe possibilitou permanecer na Europa durante dois anos. Em 1980 o Pr\u00eamio Cr\u00edticos de Arte de S\u00e3o Paulo, \u201cA Melhor Exposi\u00e7\u00e3o do Ano\u201d, e o Pr\u00eamio Dez Artistas da D\u00e9cada Hilton. S\u00e3o Paulo. Participa da IV Bienal Internacional de Medell\u00edn, Col\u00f4mbia, 1981. Ganha em 1982 o Pr\u00eamio M\u00e1rio Pedrosa \u201cA Melhor Exposi\u00e7\u00e3o do Ano\u201d. Rio de Janeiro. Em 1984 participa da IV Bienal Ibero-americana de Arte, M\u00e9xico, onde recebe o pr\u00eamio Men\u00e7\u00e3o Honor\u00edfica. Em 1987 recebe no Rio Grande do Sul o Pr\u00eamio Lei Sarney. Em 2002 o Pr\u00eamio M\u00e1rio Pedrosa Artista Contempor\u00e2neo do ano 2000. ABCA\/ Brasil. Suas obras integram cole\u00e7\u00f5es de museus nacionais e internacionais, como Metropolitan Museum of Art, Nova York\/Estados Unidos; University of Essex Collection of Art from Latin America, Colchester\/Gr\u00e3 Bretanha; Museu Salvador Allende, Santiago do Chile\/Chile; Monterey Museum of Contemporary Art &#8211; MARCO, Monterrey\/M\u00e9xico; Museu Nacional de Belas Artes &#8211; MNBA, Rio de Janeiro\/Brasil; Museu de Arte de S\u00e3o Paulo &#8211; MASP, S\u00e3o Paulo\/Brasil; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro &#8211; MAM\/RJ, Rio de Janeiro\/Brasil; Museu de Arte Moderna de S\u00e3o Paulo &#8211; MAM\/SP, S\u00e3o Paulo\/Brasil; Museu de Arte de Belo Horizonte, Belo Horizonte\/Brasil; Museu de Arte Moderna da Bahia &#8211; MAM\/BA, Salvador\/Bahia; Museu de Arte Moderna de Bras\u00edlia, Bras\u00edlia\/Brasil. Sua rela\u00e7\u00e3o com a Bahia, aonde veio a ter posteriormente atelier, come\u00e7a 1968 na II Bienal Nacional da Bahia, quando ganha o pr\u00eamio Aquisi\u00e7\u00e3o. Em seguida realiza individual, 1980, no MAM\/BA. Em 1985 faz sua primeira exposi\u00e7\u00e3o, \u201cPinturas Recentes\u201d<em>,<\/em> na Paulo Darz\u00e9 Galeria, ainda com o nome Escrit\u00f3rio de Arte da Bahia. Novamente exp\u00f5e na mesma galeria em 1991 e 1996. Em 2001 traz a mostra \u201cCasulos\u201d para o MAM\/BA. Em 2002, uma nova mostra no Paulo Darz\u00e9 Galeria de Arte, \u201cSiron Franco: desenhos\u201d. E, agora, 2019, na Paulo Darz\u00e9 Galeria, a mostra \u201cVest\u00edgio\u201d. Siron Franco vive e trabalha em Goi\u00e2nia, Goi\u00e1s.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cTrabalho resultante de uma interpreta\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise peculiar, que sempre aponta para v\u00e1rias dire\u00e7\u00f5es sem perder a estabilidade, busca constantemente o novo sem se olvidar\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4773,3,6,9524,11,12,2650],"tags":[14684,67,1268,15987,17135,17144,17134,17137,17154,17155,17153,17140,17139,1858,17145,17150,17147,17151,17152,17149,17148,17146,14675,14683,14685,1352,374,17136,17141,15864,17142,17138,1054,426,14682,17143],"class_list":["post-18706","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-arte-brasileira-2","category-arte-contemporanea","category-exposicoes","category-galerias","category-oparalelo","category-outros-estados","category-pinturas-2","tag-2a-bienal-de-havana","tag-bahia","tag-charles-cosac","tag-claudius-portugal","tag-cleber-gouvea","tag-colchestergra-bretanha","tag-d-j-oliveira","tag-fundador-da-primeira-escola-de-belas-artes-de-goiania","tag-goiania","tag-goias","tag-ii-bienal-nacional-da-bahia","tag-iv-bienal-ibero-americana-de-arte","tag-iv-bienal-internacional-de-medellin","tag-metropolitan-museum-of-art","tag-monterey-museum-of-contemporary-art-marco","tag-museu-de-arte-de-belo-horizonte","tag-museu-de-arte-de-sao-paulo-masp","tag-museu-de-arte-moderna-da-bahia-mamba","tag-museu-de-arte-moderna-de-brasilia","tag-museu-de-arte-moderna-de-sao-paulo-mamsp","tag-museu-de-arte-moderna-do-rio-de-janeiro-mamrj","tag-museu-nacional-de-belas-artes-mnba","tag-museu-salvador-allende","tag-nagoya-city-art-museum","tag-panorama-da-arte-brasileira-do-mam-sp","tag-paulo-darze-galeria","tag-pinacoteca-do-estado-de-sao-paulo","tag-pintor-confaloni","tag-premio-lei-sarney","tag-premio-mario-pedrosa","tag-premio-mario-pedrosa-artista-contemporaneo-do-ano-2000","tag-premio-viagem-do-i-salao-global-da-primaverarede-globo-de-televisao","tag-salvador","tag-siron-franco","tag-the-bronx-museum-of-the-arts","tag-university-of-essex-collection-of-art-from-latin-america"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18706","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18706"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18706\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18713,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18706\/revisions\/18713"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18706"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18706"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18706"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}