{"id":23810,"date":"2023-03-30T20:11:13","date_gmt":"2023-03-30T20:11:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/?p=23810"},"modified":"2023-03-30T20:11:13","modified_gmt":"2023-03-30T20:11:13","slug":"o-brasil-na-biennale-architettura-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/o-brasil-na-biennale-architettura-2023","title":{"rendered":"O Brasil na Biennale Architettura 2023"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n\n\t\t<style>\n\t\t\t#gallery-1 {\n\t\t\t\tmargin: auto;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-item {\n\t\t\t\tfloat: left;\n\t\t\t\tmargin-top: 10px;\n\t\t\t\ttext-align: center;\n\t\t\t\twidth: 33%;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 img {\n\t\t\t\tborder: 2px solid #cfcfcf;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-caption {\n\t\t\t\tmargin-left: 0;\n\t\t\t}\n\t\t\t\/* see gallery_shortcode() in wp-includes\/media.php *\/\n\t\t<\/style>\n\t\t<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-23810 gallery-columns-3 gallery-size-thumbnail'><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Biennale-Architettura-Veneza.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Biennale-Architettura-Veneza-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Biennale-Architettura-Veneza.002.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Biennale-Architettura-Veneza.002-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Biennale-Architettura-Veneza.003.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/Biennale-Architettura-Veneza.003-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><br style=\"clear: both\" \/>\n\t\t<\/div>\n\n<p>Intitulada &#8220;Terra&#8221;, a representa\u00e7\u00e3o do Pavilh\u00e3o do Brasil na Biennale Architettura 2023 &#8211; de 20 de maio a 26 de novembro no Giardini Napoleonici di Castello, Padiglione Brasile, 30122, Veneza, It\u00e1lia &#8211; prop\u00f5e repensar o passado para desenhar poss\u00edveis futuros, trazendo para o centro do debate agentes esquecidos pelos c\u00e2nones arquitet\u00f4nicos, em di\u00e1logo com a proposta curatorial da edi\u00e7\u00e3o, Laboratory of the future (Laborat\u00f3rio do futuro). A exposi\u00e7\u00e3o tem curadoria conjunta dos arquitetos Gabriela de Matos e Paulo Tavares, e conta com a participa\u00e7\u00e3o do povo ind\u00edgena Mbya-Guarani, povos ind\u00edgenas Tukano, Arawak e Maku, Tecel\u00e3s do Alak\u00e1 (Il\u00ea Ax\u00e9 Op\u00f4 Afonj\u00e1), Il\u00ea Ax\u00e9 Iy\u00e1 Nass\u00f4 Ok\u00e1 (Casa Branca do Engenho Velho), Ana Fl\u00e1via Magalh\u00e3es Pinto, Ayrson Her\u00e1clito, Day Rodrigues com colabora\u00e7\u00e3o de Vilma Patr\u00edcia Santana Silva (Grupo Etnicidades FAU-UFBA), coletivo Fissura, Juliana Vicente, Thierry Oussou e V\u00eddeo nas Aldeias. Partindo de uma reflex\u00e3o entre o Brasil de ontem, o de hoje e do futuro, a mostra coloca a terra como elemento po\u00e9tico e concreto no espa\u00e7o expositivo. Para isso, o piso do pavilh\u00e3o ser\u00e1 aterrado, colocando o p\u00fablico em contato direto com a tradi\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios ind\u00edgenas e quilombolas, al\u00e9m dos terreiros de candombl\u00e9.<br \/>\n&#8220;Nossa proposta curatorial parte de pensar o Brasil enquanto terra. Terra como solo, adubo, ch\u00e3o e territ\u00f3rio. Mas tamb\u00e9m terra em seu sentido global e c\u00f3smico, como planeta e casa comum de toda a vida, humana e n\u00e3o humana. Terra como mem\u00f3ria, e tamb\u00e9m como futuro, olhando o passado e o patrim\u00f4nio para ampliar o campo da arquitetura frente \u00e0s mais prementes quest\u00f5es urbanas, territoriais e ambientais contempor\u00e2neas&#8221;, contam os curadores.<br \/>\nA primeira galeria do pavilh\u00e3o modernista \u00e9 chamada pelos curadores de Decolonizando o c\u00e2none, questionando o imagin\u00e1rio em torno da vers\u00e3o de que Bras\u00edlia, capital do Brasil, foi constru\u00edda em meio ao nada, uma vez que ind\u00edgenas e quilombolas que habitavam o lugar j\u00e1 eram retirados da regi\u00e3o desde o per\u00edodo colonial, sendo finalmente empurrados para as periferias com a imposi\u00e7\u00e3o da cidade modernista. Com m\u00faltiplos formatos, as obras que preenchem a galeria v\u00e3o da proje\u00e7\u00e3o de uma obra audiovisual da cineasta Juliana Vicente e criada em conjunto com a curadoria, comissionada para a ocasi\u00e3o, passando por uma sele\u00e7\u00e3o de fotografias de arquivo, organizada pela historiadora Ana Fl\u00e1via Magalh\u00e3es Pinto, ao mapa etno-hist\u00f3rico do Brasil de Curt Nimuendaj\u00fa e o mapa Bras\u00edlia Quilombola, comissionado especialmente para mostra.<br \/>\nA segunda galeria, batizada de Lugares de origem, arqueologias do futuro, nos recepciona com a proje\u00e7\u00e3o do v\u00eddeo instala\u00e7\u00e3o em dois canais de Ayrson Her\u00e1clito &#8211; O sacudimento da Casa da Torre e o da Maison des Esclaves em Gor\u00e9e, de 2015 &#8211; \u00a0e se volta para as mem\u00f3rias e a arqueologia da ancestralidade. Ocupada por projetos e pr\u00e1ticas socioespaciais de saberes ind\u00edgenas e afro-brasileiros acerca da terra e do territ\u00f3rio, a curadoria parte de cinco refer\u00eancias essenciais: Casa da Tia Ciata, no contexto urbano da Pequena \u00c1frica no Rio de Janeiro; a Tava, como os Guarani chamam as ru\u00ednas das miss\u00f5es jesu\u00edtas no Rio Grande do Sul; o complexo etnogeogr\u00e1fico de terreiros em Salvador; os Sistemas Agroflorestais do Rio Negro na Amaz\u00f4nia; e a Cachoeira do Iauaret\u00ea dos Tukano, Arawak e Maku.<br \/>\nA exibi\u00e7\u00e3o demonstra o que v\u00e1rias pesquisas cient\u00edficas comprovam: que terras ind\u00edgenas e quilombolas s\u00e3o os territ\u00f3rios mais preservados do Brasil, e assim apontar para um futuro p\u00f3s-mudan\u00e7as clim\u00e1ticas no qual &#8220;decoloniza\u00e7\u00e3o&#8221; e &#8220;descarboniza\u00e7\u00e3o&#8221; caminham de m\u00e3os dadas. Suas pr\u00e1ticas, tecnologias e costumes ligados ao manejo e produ\u00e7\u00e3o da terra, como outras formas de fazer e de compreender a arquitetura, est\u00e3o situados na terra, s\u00e3o igualmente universais e carregam em si o conhecimento ancestral para ressignificar o presente e desenhar outros futuros para o planeta, tanto para as comunidades humanas quanto para as n\u00e3o humanas. Para Jos\u00e9 Olympio da Veiga Pereira, presidente da Funda\u00e7\u00e3o Bienal de S\u00e3o Paulo: &#8220;A Mostra Internacional de Arquitetura da Biennale di Venezia \u00e9 um espa\u00e7o privilegiado para o debate das quest\u00f5es mais urgentes em arquitetura e urbanismo, campo que, em \u00faltima inst\u00e2ncia, reflete sobre nossas din\u00e2micas de vida a partir do uso e compartilhamento de espa\u00e7os comuns, enquanto sociedade. Em um momento de grandes desafios enfrentados pela humanidade, realizar a exposi\u00e7\u00e3o proposta pelos arquitetos Gabriela de Matos e Paulo Tavares \u00e9 uma maneira de dar visibilidade a pesquisas e pr\u00e1ticas que podem contribuir para a elabora\u00e7\u00e3o coletiva de nosso futuro&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sobre os curadores<\/strong><\/p>\n<p>Gabriela de Matos \u00e9 arquiteta e urbanista afro-brasileira, nascida no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais, e cria projetos multidisciplinares com o objetivo de promover e destacar a cultura arquitet\u00f4nica e urban\u00edstica brasileira, a partir das lentes de ra\u00e7a e g\u00eanero. \u00c9 graduada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da PUC Minas (2010) e especializou-se em sustentabilidade e gest\u00e3o do ambiente constru\u00eddo pela UFMG. Mestranda do Diversitas &#8211; N\u00facleo de Estudos das Diversidades, Intoler\u00e2ncias e Conflitos da Faculdade de Filosofia, Letras e Ci\u00eancias Humanas (FFLCH) da USP. Atualmente \u00e9 professora \u00a0na gradua\u00e7\u00e3o de arquitetura e urbanismo da Escola da Cidade. \u00c9 CEO do Est\u00fadio de Arquitetura &#8211; Gabriela de Matos, criado em 2014. Foi co-presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil no departamento de S\u00e3o Paulo, gest\u00e3o (2020-2022). \u00c9 fundadora do projeto Arquitetas Negras (2018), que mapeia a produ\u00e7\u00e3o de arquitetas negras brasileiras. Pesquisa arquitetura produzida em \u00c1frica e sua di\u00e1spora com foco no Brasil. Entre outras, prop\u00f5e a\u00e7\u00f5es que promovam o debate de g\u00eanero e ra\u00e7a na arquitetura como forma de dar visibilidade \u00e0 quest\u00e3o. Foi premiada como Arquiteta do Ano 2020 pelo IAB RJ.<br \/>\nPaulo Tavares explora as interfaces entre arquitetura, culturas visuais, curadoria, teoria e advocacia. Operando atrav\u00e9s de m\u00faltiplas m\u00eddias e meios, seu trabalho abre uma arena colaborativa voltada para a justi\u00e7a ambiental e contranarrativas na arquitetura. Seus projetos e textos foram apresentados em v\u00e1rias exposi\u00e7\u00f5es e publica\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais, incluindo Harvard Design Magazine, The Architectural Review, Oslo Architecture Triennial, Istanbul Design Biennale, e a 32a Bienal de S\u00e3o Paulo \u2013 Incerteza viva. Tavares foi cocurador da Bienal de Arquitetura de Chicago 2019 (EUA) e, atualmente, \u00e9 membro do conselho curatorial da segunda edi\u00e7\u00e3o da Trienal de Arquitetura de Sharjah 2023 (EAU). Foi curador dos projetos Acts of Repair (Preston Thomas Memorial Symposium, Universidade de Cornell, EUA), e Climate Emergency &#8211; Emergence, no Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT) de Lisboa (Portugal). Tavares \u00e9 autor de v\u00e1rios textos e livros que questionam os legados coloniais da modernidade, incluindo Forest Law\/Floresta Jur\u00eddica (2014), Des-Habitat (2019), Mem\u00f3ria da terra (2019), Lucio Costa era racista? (2020), e Derechos no-humanos (2022). Seus projetos de design tamb\u00e9m s\u00e3o apresentados na Bienal de Veneza deste ano no pavilh\u00e3o do Arsenal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sobre a participa\u00e7\u00e3o brasileira na 18\u00aa Mostra Internacional de Arquitetura da Biennale di Venezia<\/strong><\/p>\n<p>A prerrogativa da Funda\u00e7\u00e3o Bienal de S\u00e3o Paulo na realiza\u00e7\u00e3o da representa\u00e7\u00e3o oficial do Brasil nas bienais de arte e arquitetura de Veneza \u00e9 fruto de uma parceria de d\u00e9cadas com o Governo Federal, que outorga \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o Bienal a responsabilidade pela nomea\u00e7\u00e3o da curadoria e pela concep\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o das mostras em reconhecimento \u00e0 excel\u00eancia de seu trabalho no campo art\u00edstico-cultural. Organizadas com o intuito de promover a produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica brasileira no mais tradicional evento de arte do mundo, as exposi\u00e7\u00f5es ocorrem no Pavilh\u00e3o do Brasil, projetado por Henrique Mindlin e constru\u00eddo em 1964.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; Intitulada &#8220;Terra&#8221;, a representa\u00e7\u00e3o do Pavilh\u00e3o do Brasil na Biennale Architettura 2023 &#8211; de 20 de maio a 26 de novembro no Giardini\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4762,4773,3,5287,1107,8,2650,2269],"tags":[25217,25232,25220,25227,1922,25222,25221,25219,25231,25223,245,9448,25224,4235,4233,25225,25226,4232,25216,25228,25218,25229,18574,25230],"class_list":["post-23810","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-arquitetura-2","category-arte-brasileira-2","category-arte-contemporanea","category-esculturas-2","category-exterior","category-fotografia","category-pinturas-2","category-video-2","tag-18a-mostra-internacional-de-arquitetura-la-biennale-di-venezia","tag-25232","tag-ana-flavia-magalhaes-pinto","tag-arawak-e-maku","tag-ayrson-heraclito","tag-coletivo-fissura","tag-day-rodrigues-com-colaboracao-de-vilma-patricia-santana-silva","tag-gabriela-de-matos-e-paulo-tavares","tag-giardini-napoleonici-di-castello","tag-ile-axe-iya-nasso-oka-casa-branca-do-engenho-velho","tag-italia","tag-jose-olympio-da-veiga-pereira","tag-juliana-vicente","tag-padiglione-brasile","tag-pavilhao-do-brasil","tag-povo-indigena-mbya-guarani","tag-povos-indigenas-tukano","tag-presidente-da-fundacao-bienal-de-sao-paulo","tag-projetado-por-henrique-mindlin","tag-tecelas-do-alaka-ile-axe-opo-afonja","tag-terra","tag-thierry-oussou","tag-veneza","tag-video-nas-aldeias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23810","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23810"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23810\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":23820,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23810\/revisions\/23820"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23810"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23810"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23810"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}