{"id":25367,"date":"2024-02-28T19:15:39","date_gmt":"2024-02-28T19:15:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/?p=25367"},"modified":"2024-02-28T19:15:39","modified_gmt":"2024-02-28T19:15:39","slug":"george-love-alem-do-tempo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/george-love-alem-do-tempo","title":{"rendered":"George Love al\u00e9m do tempo"},"content":{"rendered":"\n\t\t<style>\n\t\t\t#gallery-1 {\n\t\t\t\tmargin: auto;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-item {\n\t\t\t\tfloat: left;\n\t\t\t\tmargin-top: 10px;\n\t\t\t\ttext-align: center;\n\t\t\t\twidth: 33%;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 img {\n\t\t\t\tborder: 2px solid #cfcfcf;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-caption {\n\t\t\t\tmargin-left: 0;\n\t\t\t}\n\t\t\t\/* see gallery_shortcode() in wp-includes\/media.php *\/\n\t\t<\/style>\n\t\t<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-25367 gallery-columns-3 gallery-size-thumbnail'><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/3d41f231-75df-46bd-81fb-55e497fbd37b.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/3d41f231-75df-46bd-81fb-55e497fbd37b-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/8d42177d-a71e-447a-b196-de53787db3f4.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/8d42177d-a71e-447a-b196-de53787db3f4-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/2f0fc265-89dd-49d5-9594-a4d494a1389c.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/2f0fc265-89dd-49d5-9594-a4d494a1389c-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><br style=\"clear: both\" \/>\n\t\t<\/div>\n\n<p class=\"p1\">O Museu de Arte Moderna de S\u00e3o Paulo (sala Mil\u00fa Villela), Parque Ibirapuera (Av. Pedro \u00c1lvares Cabral, s\/n\u00ba &#8211; Port\u00f5es 1 e 3, apresenta de 02 de mar\u00e7o a 12 de maio a exposi\u00e7\u00e3o &#8220;George Love: al\u00e9m do tempo&#8221;. George Love nasceu em Charlotte, Carolina do Norte, Estados Unidos da Am\u00e9rica, 1937 e faleceu no Brasil em 1995.<\/p>\n<p class=\"p1\"><strong>A palavra do curador<\/strong><\/p>\n<p class=\"p1\">No despertar da cultura fotogr\u00e1fica brasileira na segunda metade do s\u00e9culo XX, um nome figura entre as maiores refer\u00eancias: George Love. Artista carism\u00e1tico, ele sempre foi cercado por uma aura de mist\u00e9rio, que beirava a lenda, de t\u00e3o conhecido quanto enigm\u00e1tico que era, pelo tanto que ele foi exposto e como ficou escondido. Atuando em uma era de efervesc\u00eancia intelectual, de questionamento comportamental e de transi\u00e7\u00e3o de costumes, George exibia um intenso brilho em suas realiza\u00e7\u00f5es, na intera\u00e7\u00e3o profissional e no conv\u00edvio particular. A luz que trazia ao ambiente extravasava paredes e repercutia na atmosfera e nas pessoas, que vislumbravam as infinitas possibilidades de um marcante meio de express\u00e3o. Suas a\u00e7\u00f5es no meio cultural, editorial e corporativo expandiam os horizontes da fotografia, abrindo caminhos adiante do seu tempo. Conscientemente ou n\u00e3o, gera\u00e7\u00f5es de fot\u00f3grafos brasileiros seguem sua inspira\u00e7\u00e3o e seu modelo, que se real\u00e7a entre as ra\u00edzes de nossa contemporaneidade. Cham\u00e1-lo de g\u00eanio tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 hip\u00e9rbole. George Leary Love nasceu em 24 de maio de 1937, em Charlotte, Carolina do Norte, Estados Unidos. Negro, filho \u00fanico em uma fam\u00edlia simples e culta, concluiu seus primeiros estudos superiores antes dos 20 anos. Adotou a c\u00e2mera fotogr\u00e1fica tamb\u00e9m cedo, vislumbrando a possibilidade profissional no segmento de fotografia de viagem, representado por arquivos de imagens, um mercado importante na \u00e9poca, com o qual se manteria ligado por toda sua vida profissional. Fixando-se em Nova York para mais estudos, logo passou a se dedicar \u00e0 fotografia como cria\u00e7\u00e3o autoral, tendo suas primeiras mostras em galerias de Manhattan, dando cursos e palestras. Assim, foi aceito como um dos mais jovens participantes da Association of Heliographers, um grupo restrito de expoentes da fotografia americana que promovia a arte, propunha sua expans\u00e3o e inovava no uso de impress\u00f5es coloridas no meio expositivo. George Love se identificava com a proposta, de forma que o ide\u00e1rio dessa associa\u00e7\u00e3o \u00e9 chave importante para compreender a obra que desenvolveu por toda a sua vida. Em pouco tempo, o jovem fot\u00f3grafo se tornou vice-presidente e coordenador da galeria da associa\u00e7\u00e3o. Foram dois anos intensos, entre 1963 e o fim de 1965, at\u00e9 o encerramento da entidade, por car\u00eancia de recursos. A perspectiva de um novo rumo lhe foi oferecida por uma rara heli\u00f3grafa estrangeira, que o estimulou a se aventurar pelo continente sul-americano. Em janeiro de 1966, George juntava-se a Claudia Andujar em Bel\u00e9m para uma inusitada expedi\u00e7\u00e3o no interior da Amaz\u00f4nia, verdadeira epopeia at\u00e9 a terra dos Xicrin. Voltaram para Bel\u00e9m, subiram pelo rio at\u00e9 Iquitos, depois Lima e Bol\u00edvia, e entraram de volta no Brasil pelo famoso &#8220;trem da morte&#8221;. Fixaram-se em S\u00e3o Paulo, no apartamento da Avenida Paulista, casaram-se\u2026e, ent\u00e3o, o resto \u00e9 hist\u00f3ria.<\/p>\n<p class=\"p1\">Z\u00e9 De Boni &#8211; curador<\/p>\n<p class=\"p1\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Museu de Arte Moderna de S\u00e3o Paulo (sala Mil\u00fa Villela), Parque Ibirapuera (Av. 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