{"id":26415,"date":"2024-09-06T19:41:55","date_gmt":"2024-09-06T19:41:55","guid":{"rendered":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/?p=26415"},"modified":"2024-09-06T19:41:55","modified_gmt":"2024-09-06T19:41:55","slug":"a-leveza-da-arte-de-gianguido-bonfanti","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/a-leveza-da-arte-de-gianguido-bonfanti","title":{"rendered":"A leveza da arte de Gianguido Bonfanti."},"content":{"rendered":"\n\t\t<style>\n\t\t\t#gallery-1 {\n\t\t\t\tmargin: auto;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-item {\n\t\t\t\tfloat: left;\n\t\t\t\tmargin-top: 10px;\n\t\t\t\ttext-align: center;\n\t\t\t\twidth: 33%;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 img {\n\t\t\t\tborder: 2px solid #cfcfcf;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-caption {\n\t\t\t\tmargin-left: 0;\n\t\t\t}\n\t\t\t\/* see gallery_shortcode() in wp-includes\/media.php *\/\n\t\t<\/style>\n\t\t<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-26415 gallery-columns-3 gallery-size-thumbnail'><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Gianguido-Bonfanti-002.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Gianguido-Bonfanti-002-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Gianguido-Bonfanti-001.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Gianguido-Bonfanti-001-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Gianguido-Bonfanti-003.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Gianguido-Bonfanti-003-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><br style=\"clear: both\" \/>\n\t\t<\/div>\n\n<p class=\"p1\">A Galeria Evandro Carneiro Arte, G\u00e1vea, Rio de Janeiro, RJ, anuncia a Exposi\u00e7\u00e3o Gianguido Bonfanti, que estar\u00e1 aberta ao p\u00fablico de 14 de setembro a 05 de outubro. A<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>mostra individual traz 30 obras de um Gianguido Bonfanti maduro com uma abordagem que opta pela leveza da arte sem drama. Al\u00e9m das pinturas, a exposi\u00e7\u00e3o conta tamb\u00e9m com esculturas, desenhos e um conjunto de cer\u00e2micas-instala\u00e7\u00f5es. Algumas dessas cer\u00e2micas ser\u00e3o apresentadas em um livro-objeto, que ser\u00e1 lan\u00e7ado durante o per\u00edodo do evento. A edi\u00e7\u00e3o especial e limitada foi idealizada por Alberto Saraiva e criada por Claudia Gamboa e Ney Valle (Dupla Design), a partir das cer\u00e2micas expostas por Bonfanti no Parque Lage em 2023. A curadoria da exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 de Evandro Carneiro.<\/p>\n<p class=\"p1\"><strong>Sobre o artista:<\/strong><\/p>\n<p class=\"p1\">&#8220;As obras que transcendem o tempo, transcendem porque t\u00eam a ordem c\u00f3smica dentro delas. N\u00f3s somos estruturados pela ordem c\u00f3smica, tanto na mat\u00e9ria quanto no esp\u00edrito, na energia. Quando h\u00e1 esse mergulho profundo, h\u00e1 um encontro com a origem e, ent\u00e3o, se pinta determinado pela ordem c\u00f3smica. Ao mesmo tempo tingindo a obra com a singularidade do artista e com o momento hist\u00f3rico. S\u00e3o tr\u00eas elementos que entram a\u00ed: o singular, o hist\u00f3rico e o eterno, o c\u00f3smico, as leis do Universo. Eu acho que as grandes obras transcendem o momento hist\u00f3rico delas porque foram estruturadas pela lei universal. Ent\u00e3o elas n\u00e3o t\u00eam tempo, s\u00e3o atemporais.&#8221; (Bonfanti, 2024, em conversa oral com a autora).<\/p>\n<p class=\"p1\">Gianguido Bonfanti nasceu em S\u00e3o Paulo, no seio de uma fam\u00edlia italiana, em 1948. Dois anos depois, seus pais voltam a residir no Rio de Janeiro, onde j\u00e1 haviam morado, desde que chegaram ao Brasil. Em 1962, ainda adolescente, o artista se torna aluno de Poty Lazzarotto, amigo de seu pai, e inicia o seu aprendizado art\u00edstico. Ap\u00f3s cinco anos, j\u00e1 expunha na Galeria Santa Rosa, RJ, junto com outros jovens artistas. No ano seguinte entra para a Faculdade de Arquitetura da UFRJ. Em 1971 pede transfer\u00eancia do curso de arquitetura para a Faculdade de Arquitetura de Roma, mas chegando l\u00e1, passa a frequentar com entusiasmo a Academia dei Belle Arti, matriculando-se nos cursos de modelo vivo e gravura. Ainda nesta viagem \u00e0 It\u00e1lia, uma exposi\u00e7\u00e3o de gravuras de Pablo Picasso o impacta irreversivelmente. Gianguido decide, ent\u00e3o, viver da e para a arte. Em seu retorno ao Brasil (1973), exp\u00f5e no Centro Cultural Lume, RJ, a sua primeira individual, com desenhos produzidos em Roma e se aprofunda no aprendizado da gravura, com Mar\u00edlia Rodrigues na EAB &#8211; Escolinha de Arte do Brasil. Em 1974 realiza a mostra Desenhos de G. Bonfanti no Museu de Arte Contempor\u00e2nea de Curitiba, PR, e conquista v\u00e1rios pr\u00eamios, dentre os quais, as primeiras coloca\u00e7\u00f5es nos Sal\u00f5es de Arte Moderna do Rio de Janeiro e Paranaense, no Concurso Nacional de Artes Pl\u00e1sticas, todos na categoria desenho. Sua obra era, ent\u00e3o, bastante inspirada pela est\u00e9tica medieval europeia, quase como num sopro de outras vidas, mas tamb\u00e9m continha vest\u00edgios de uma experi\u00eancia passada h\u00e1 pouco tempo: o velejo. Figuras bestiais amarradas umas \u00e0s outras e se controlando mutuamente, ora humanos e ora animais, convivem em cenas quase sempre fant\u00e1sticas.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>Nesses desenhos, as amarras s\u00e3o claramente os mecanismos da vela, mem\u00f3rias de quando Gianguido participava ativamente de regatas, em sua adolesc\u00eancia e tenra juventude, e vivia a vida no mar.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>Ainda durante a d\u00e9cada de 1970, sob a influ\u00eancia do mestre Poty, trabalha ilustrando livros, jornais e revistas. Ao mesmo tempo, passa a integrar o seleto grupo de professores da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, dando aulas de gravura e fotogravura na gest\u00e3o revolucion\u00e1ria de Rubens Gerchman. Era uma \u00e9poca de efervesc\u00eancia cultural e pol\u00edtica, dentro e fora da EAV. E de muito trabalho para Bonfanti que, al\u00e9m de professor e artista, passou a realizar pesquisas ontol\u00f3gicas, por meio da fotografia, no Instituto de Doen\u00e7as Tropicais da Av. Presidente Vargas, a partir do que comp\u00f5e &#8220;gravuras que s\u00e3o reprodu\u00e7\u00f5es fi\u00e9is dos slides que consegui com os m\u00e9dicos&#8221; (Bonfanti, 2024, em conversa oral com a autora). No mesmo per\u00edodo analisa cad\u00e1veres da Escola de Medicina da URFJ, na Frei Caneca. Essas experi\u00eancias significaram um olhar aprofundado \u00e0s doen\u00e7as do ser humano. N\u00e3o de cada um daqueles sujeitos retratados, mas um estudo sobre a doen\u00e7a e a possibilidade da cura. Um tipo de catarse ao passar por anos sofridos. Esse vi\u00e9s realista e angustiante sobre a humanidade se perpetua em fases seguintes de sua obra, mas com linguagens totalmente diferentes. Ao findar a d\u00e9cada de 1970, Bonfanti j\u00e1 se tornara um ex\u00edmio gravador e recebe pr\u00eamios de gravura em mostras e sal\u00f5es. Sua obra nesse per\u00edodo apresenta certa continuidade com a fase anterior. Desenhos e gravuras t\u00eam tem\u00e1ticas e cenas semelhantes. O fundo branco vai sendo mais utilizado e as figuras v\u00e3o, aos poucos, se tornando menos desenhadas e mais expressivas, j\u00e1 prenunciando as fantasmagorias vindouras em suas telas e a op\u00e7\u00e3o pela pintura. Os anos 1980 iniciam um movimento de reviravolta na vida do artista: ele come\u00e7a a pintar com pastel seco e tinta a \u00f3leo, passa a lecionar gravura tamb\u00e9m na PUC-Rio e ali conhece Marisa, sua esposa at\u00e9 hoje e m\u00e3e de suas filhas. Inspira\u00e7\u00e3o maior que o amor n\u00e3o h\u00e1! Ao decidir-se pela pintura, buscou aprender com os restauradores, procurando refer\u00eancias no melhor do m\u00e9tier: Edson Motta Filho e Marilka Mendes, a fim de conhecer tudo o que se podia sobre as tintas e os suportes. Afinal, como se nota na ep\u00edgrafe escolhida para esse texto, a preocupa\u00e7\u00e3o com a conserva\u00e7\u00e3o de uma obra de arte se liga ao tempo da longa dura\u00e7\u00e3o e da perman\u00eancia hist\u00f3rica. N\u00e3o que seja este o objetivo, mas h\u00e1 esta preocupa\u00e7\u00e3o em preparar cuidadosamente a tela sobre a qual, depois de alguma espera, o artista ir\u00e1 derramar a sua energia, gerando um movimento c\u00f3smico. &#8220;O pintor tem por obriga\u00e7\u00e3o conhecer, profundamente, os materiais e seus comportamentos. Estabelecer um di\u00e1logo \u00edntimo, mais que isso, um encontro com seus instrumentos de trabalho, num respeito referencial aos mesmos. \u00c9 dessa cumplicidade que ele obter\u00e1 os melhores resultados. Acredito num sacerd\u00f3cio da pintura.&#8221; (Bonfanti in Coutinho, Wilson. Rio Artes no 23 &#8211; maio 1996, p. 11). Os anos 1990 s\u00e3o marcados pela pintura &#8220;vermelha&#8221;, como diz o pr\u00f3prio artista, em que sua obra \u00e9 pura express\u00e3o e densidade. As tintas se revelam e se avolumam nas enormes telas magentas. Da\u00ed as associa\u00e7\u00f5es feitas com a Escola Inglesa (Lucien Freud, Frank Auerbach e Francis Bacon) e, tamb\u00e9m, com o brasileiro Iber\u00ea Camargo. Bonfanti mesmo confessa que quando conheceu a obra de Auerbach, em Nova Iorque, 1996, ficou &#8220;chocado&#8221; (Francis Gibson, M. in Bonfanti, 2005, p. 99). Frederico Morais chamou aten\u00e7\u00e3o para o erotismo dessa fase (Morais, 1996 &#8211; Cat\u00e1logo da Exposi\u00e7\u00e3o do MAM-RJ).Sem d\u00favida h\u00e1 falos monstruosos e cenas com conota\u00e7\u00e3o sexual. Por\u00e9m, toda a medita\u00e7\u00e3o ontol\u00f3gica se junta \u00e0 mat\u00e9ria art\u00edstica, ao gesto, \u00e0 energia do artista. A sua pintura transcende ao desejo subjetivo. O carnal a\u00ed n\u00e3o \u00e9 eg\u00f3ico, mas transcendental. &#8220;Mas a pintura vibrante de Bonfanti escapa tanto da hipervisibilidade do obsceno, quanto do vazio ou da inautenticidade do pornogr\u00e1fico. Em primeiro lugar, porque, o que vemos nesses quadros \u00e9 o ato sexual levado ao cl\u00edmax da religiosidade. Por um momento, revejo numas telas o esquema formal da Piet\u00e1 de Villeneuve, pressinto noutras, o \u00eaxtase sexual igualando-se ao \u00eaxtase m\u00edstico&#8221;. (Morais, 1996, p. 3). A passagem dos anos 1990 para os 2000 vai do vermelho ao ocre e passa &#8220;do dois ao tr\u00eas&#8221; na dial\u00e9tica das personagens, mas tamb\u00e9m tendo em mente o que o artista diz na ep\u00edgrafe deste texto: &#8220;S\u00e3o tr\u00eas elementos que entram a\u00ed: o singular, o hist\u00f3rico e o eterno, o c\u00f3smico&#8221; (Bonfanti, 2024). Os temas n\u00e3o variam tanto: as cenas continuam a expressar o drama humano e se repetem muito, com gravidade e urg\u00eancia, num jogo de lat\u00eancias e ard\u00eancias em que os sujeitos se observam e tentam curar-se, repetidamente. \u00c9 como se a sua pesquisa ontol\u00f3gica tivesse chegado ao cl\u00edmax da reflex\u00e3o acerca da experi\u00eancia hist\u00f3rica e precisasse de uma pausa. Quase uma parada no tempo cronol\u00f3gico, um p\u00e1thos pela humanidade, na funda\u00e7\u00e3o de um tempo m\u00edtico. &#8220;No que se refere aos autorretratos e \u00e0s cenas com dois ou tr\u00eas personagens, a pr\u00f3pria repeti\u00e7\u00e3o os aprofunda, e os eleva ao n\u00edvel do mito, isto \u00e9, ao n\u00edvel em que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel deixar de acolh\u00ea-los como mitos. Tal repeti\u00e7\u00e3o, com efeito, \u00e9 uma atividade ritual, e o ritual, uma vez percebido como tal, pressup\u00f5e uma explica\u00e7\u00e3o m\u00edtica, que nos incomoda, quando n\u00e3o lhe atribu\u00edmos.&#8221; (Francis Gibson, M. in Bonfanti, 2005, p. 99). Assim entendidas como m\u00edticas, as cenas densas e fantasmag\u00f3ricas j\u00e1 n\u00e3o incomodam, mas transcendem. Talvez por isso, a d\u00e9cada de 2020 seja caracterizada pela retirada da cena na pintura de Gianguido: &#8220;Eu fiz um grande esfor\u00e7o no passar dos anos para abandonar as cenas, para me concentrar mais na pintura em si. Porque a cena \u00e9 sempre uma leitura de uma situa\u00e7\u00e3o humana, e eu estou tentando fugir da hist\u00f3ria, fugir da cena. \u00c9 o que estou tentando com a minha pintura nos \u00faltimos anos. Me concentrar na pintura, para ela se apresentar em si.&#8221; (Bonfanti, 2024, em conversa com a autora). A exposi\u00e7\u00e3o da Galeria Evandro Carneiro traz 30 obras de um Gianguido Bonfanti maduro e decidido pela leveza da arte sem drama. Sua pintura se apresenta, suave, em contornos mais coloridos e formas cheias de energia. O branco no fundo retorna como em seus desenhos iniciais. Autorretratos ou n\u00e3o, os rostos e linhas s\u00e3o aleg\u00f3ricos. Atingem um tempo universal.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>H\u00e1, ainda, na mostra, esculturas e desenhos. Um conjunto de cer\u00e2micas-instala\u00e7\u00f5es comp\u00f5em tamb\u00e9m a cole\u00e7\u00e3o ora apresentada e algumas delas s\u00e3o encaixadas no livro-objeto que \u00e9 lan\u00e7ado na mesma ocasi\u00e3o do evento. Uma edi\u00e7\u00e3o primorosa e limitada, idealizada por Alberto Saraiva e criado por Claudia Gamboa e Ney Valle (Dupla Design), a partir das cer\u00e2micas da exposi\u00e7\u00e3o do artista no Parque Lage, em 2023. A publica\u00e7\u00e3o e a mostra de Gianguido Bonfanti n\u00e3o podem ser perdidas.<\/p>\n<p class=\"p1\">Laura Olivieri Carneiro.<\/p>\n<p class=\"p1\">Agosto de 2024<\/p>\n<p class=\"p1\">.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Galeria Evandro Carneiro Arte, G\u00e1vea, Rio de Janeiro, RJ, anuncia a Exposi\u00e7\u00e3o Gianguido Bonfanti, que estar\u00e1 aberta ao p\u00fablico de 14 de setembro a\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4773,3,1934,4580,6,9524,11,2650,14],"tags":[30291,30289,30292,30288,30294,1642,14368,30290,15866,30293,30295],"class_list":["post-26415","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-arte-brasileira-2","category-arte-contemporanea","category-ceramica","category-desenho-2","category-exposicoes","category-galerias","category-oparalelo","category-pinturas-2","category-rio-de-janeiro","tag-a-partir-das-ceramicas-da-exposicao-do-artista-no-parque-lage","tag-edicao-primorosa-e-limitada","tag-escola-inglesa","tag-exposicao-gianguido-bonfanti","tag-frank-auerbach-e-francis-bacon","tag-frederico-morais","tag-galeria-evandro-carneiro-arte","tag-idealizada-por-alberto-saraiva-e-criado-por-claudia-gamboa-e-ney-valle-dupla-design","tag-laura-olivieri-carneiro","tag-lucien-freud","tag-o-brasileiro-ibere-camargo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26415","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26415"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26415\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":26419,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26415\/revisions\/26419"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26415"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26415"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26415"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}