{"id":8883,"date":"2015-08-12T12:45:17","date_gmt":"2015-08-12T12:45:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/?p=8883"},"modified":"2015-08-12T12:45:17","modified_gmt":"2015-08-12T12:45:17","slug":"francisco-dalcol-apresenta-antonio-augusto-bueno-na-galeria-mamute","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/francisco-dalcol-apresenta-antonio-augusto-bueno-na-galeria-mamute","title":{"rendered":"Francisco Dalcol apresenta Ant\u00f4nio Augusto Bueno na Galeria Mamute"},"content":{"rendered":"\n\t\t<style>\n\t\t\t#gallery-1 {\n\t\t\t\tmargin: auto;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-item {\n\t\t\t\tfloat: left;\n\t\t\t\tmargin-top: 10px;\n\t\t\t\ttext-align: center;\n\t\t\t\twidth: 33%;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 img {\n\t\t\t\tborder: 2px solid #cfcfcf;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-caption {\n\t\t\t\tmargin-left: 0;\n\t\t\t}\n\t\t\t\/* see gallery_shortcode() in wp-includes\/media.php *\/\n\t\t<\/style>\n\t\t<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-8883 gallery-columns-3 gallery-size-thumbnail'><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/AABueno.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/AABueno-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl>\n\t\t\t<br style='clear: both' \/>\n\t\t<\/div>\n\n<p>A Galeria Mamute, Centro Hist\u00f3rico, Porto Alegre, RS, divulga e convida para a abertura da<\/p>\n<p>exposi\u00e7\u00e3o &#8220;Antes era s\u00f3 o v\u00e3o&#8221;, do artista Ant\u00f4nio Augusto Bueno. A mostra com curadoria de<\/p>\n<p>Francisco Dalcol apresenta um conjunto de trabalhos abrangendo pinturas, instala\u00e7\u00e3o, v\u00eddeo<\/p>\n<p>com participa\u00e7\u00e3o de Bebeto Alves, Eduardo Montelli e Lu\u00eds Filipe Bueno e, gravuras em metal<\/p>\n<p>impressas por Marcelo Lunardi.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A palavra do curador<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Antes era s\u00f3 o v\u00e3o<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os trabalhos de Ant\u00f4nio Augusto Bueno parecem atravessados por algo que n\u00e3o lhes<\/p>\n<p>pertence, mas ao mesmo tempo os constitui. Esse aparente desacerto vem de uma indisciplina<\/p>\n<p>do artista, no sentido de uma postura interessada na liberdade de experimentar no tr\u00e2nsito<\/p>\n<p>entre linguagens, sem se prender a uma ou outra, intercambiando constantemente t\u00e9cnicas e<\/p>\n<p>procedimentos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nas obras que integram a nova s\u00e9rie \u201cAntes era s\u00f3 o v\u00e3o\u201d(1), pintura \u00e9 tamb\u00e9m gravura, assim<\/p>\n<p>como escultura \u00e9 desenho, e gravura \u00e9 pintura. Os inversos tamb\u00e9m, pois um est\u00e1 sempre no<\/p>\n<p>outro, formando zonas de indefini\u00e7\u00e3o. E ao se contaminarem, trazem como recompensa a<\/p>\n<p>descoberta, com todas as aberturas e possibilidades que os momentos de incerteza ensejam.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A montagem da exposi\u00e7\u00e3o na Mamute busca tirar for\u00e7a desses rebatimentos, do ir e vir que se<\/p>\n<p>estabelece entre as obras e as diferentes modalidades art\u00edsticas que as comp\u00f5em, propondo<\/p>\n<p>ao espectador, a partir da disposi\u00e7\u00e3o dos trabalhos, algumas rela\u00e7\u00f5es visuais; umas mais<\/p>\n<p>imediatas, outras menos explicitadas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A instala\u00e7\u00e3o na entrada da galeria ocupa o pequeno espa\u00e7o vago ao lado da escada. Se antes<\/p>\n<p>era s\u00f3 um v\u00e3o, h\u00e1 agora ali a tentativa de transformar esse n\u00e3o lugar em uma situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Realizado especialmente para esta mostra, o trabalho \u00e9 composto por gravetos que Ant\u00f4nio<\/p>\n<p>Augusto recolhe e estrutura em forma de arma\u00e7\u00f5es, filiando-se a uma s\u00e9rie de outras obras de<\/p>\n<p>vi\u00e9s escult\u00f3rico que tem realizado ao longo de sua produ\u00e7\u00e3o. \u00c9 como se ele desenhasse o<\/p>\n<p>objeto no espa\u00e7o, vendo nos galhos as linhas do desenho, mas tamb\u00e9m as manchas, quando<\/p>\n<p>reunidos como esp\u00e9cie de grandes ma\u00e7os e ramalhetes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As salas expositivas do andar de cima apresentam as novas pinturas e gravuras da s\u00e9rie \u201cAntes<\/p>\n<p>era s\u00f3 o v\u00e3o\u201d. Nas telas em grande formato, as manchas carregam um aspecto de vest\u00edgios<\/p>\n<p>ancestrais, como marcas de um tempo passado. Tamb\u00e9m lembram os troncos das \u00e1rvores do<\/p>\n<p>quintal do Jabutip\u00ea, o ateli\u00ea na antiga casa que Ant\u00f4nio Augusto mant\u00e9m em uma rua ainda<\/p>\n<p>silenciosa no Centro Hist\u00f3rico de Porto Alegre. Remetem ainda \u00e0s paredes rachadas,<\/p>\n<p>descascadas e fraturadas que permanecem em p\u00e9 no casar\u00e3o em ru\u00ednas pr\u00f3ximo ao Jabutip\u00ea<\/p>\n<p>onde foi gravado o v\u00eddeo do qual vem o t\u00edtulo desta exposi\u00e7\u00e3o.* De algum modo, essa<\/p>\n<p>visualidade do entorno cotidiano do artista est\u00e1 impregnada nessas pinturas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Mas nada seria assim sem a bem-vinda intromiss\u00e3o da gravura. Nessas pinturas, est\u00e1 plasmado<\/p>\n<p>um processo alongado e pausado, fruto de um procedimento experimental. Sobre a massa de<\/p>\n<p>pigmentos e tinta acr\u00edlica, o artista sobrep\u00f5e betume em algumas \u00e1reas. Esse material, muitas<\/p>\n<p>vezes usado nos processos de gravura, vira tinta tamb\u00e9m, compondo novas manchas. As<\/p>\n<p>camadas acumuladas s\u00e3o frequentemente raspadas, em um gesto de adi\u00e7\u00e3o e subtra\u00e7\u00e3o de<\/p>\n<p>mat\u00e9ria, e tamb\u00e9m cavoucadas, como nos procedimentos de incis\u00e3o da gravura. \u00c9 um<\/p>\n<p>processo n\u00e3o imediato, que leva dias, como o tempo de espera que muitas vezes a gravura<\/p>\n<p>demanda. E nesse transcorrer, que permite um olhar mais vagaroso e, por isso, reflexivo, as<\/p>\n<p>d\u00favidas advindas sempre d\u00e3o a ver possibilidades a serem testadas e encaminhadas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Pode-se pensar nesse sentido as gravuras da s\u00e9rie. Pela primeira vez, Ant\u00f4nio Augusto<\/p>\n<p>apresenta em p\u00fablico um conjunto representativo de trabalhos gr\u00e1ficos, essa modalidade<\/p>\n<p>art\u00edstica de tanta tradi\u00e7\u00e3o e relev\u00e2ncia hist\u00f3rica na arte ga\u00facha. Novamente, interessa ao<\/p>\n<p>artista a margem experimental, aqui oferecida pela gravura em metal e pelo tempo pr\u00f3prio a<\/p>\n<p>seu processo. Isso come\u00e7a nos modos com que explora o desenho sobre as matrizes, passa<\/p>\n<p>pela alquimia de \u00e1cidos e outros materiais aplicados nas placas como se ele as estivesse<\/p>\n<p>pintando, e chega \u00e0 etapa de impress\u00e3o, cujas primeiras provas sempre levam o artista a<\/p>\n<p>refazer o percurso do processo em busca de novos efeitos. Assim, a imagem final fixada sobre<\/p>\n<p>o papel \u00e9 antecedida por uma s\u00e9rie de testes e experimentos. O que se obt\u00e9m s\u00e3o resultados<\/p>\n<p>sobrepostos e acumulados. Ao fim, continua sendo gravura, mas tamb\u00e9m desenho e pintura. E<\/p>\n<p>ainda escultura. Se na instala\u00e7\u00e3o os gravetos se articulam como linhas no espa\u00e7o, na gravura se<\/p>\n<p>d\u00e1 o oposto, com as linhas do desenho se tramando como se fossem elas os gravetos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em um olhar atento, \u00e9 poss\u00edvel perceber que, ao longo da s\u00e9rie \u201cAntes era s\u00f3 o v\u00e3o\u201d,<\/p>\n<p>evidencia-se um aspecto central que perpassa a totalidade da obra de Ant\u00f4nio Augusto de um<\/p>\n<p>modo t\u00e3o pessoal: o gosto pela artesania e pelo vagar que lhe \u00e9 inerente, op\u00e7\u00f5es que, ao<\/p>\n<p>serem assumidas pelo artista, ganham certo car\u00e1ter pol\u00edtico em tempos t\u00e3o apressados e<\/p>\n<p>automatizados como os nossos. Tempos esses dos quais apartar-se conscientemente significa<\/p>\n<p>n\u00e3o s\u00f3 um ato de resist\u00eancia, mas um gesto aut\u00eantico e singular de se colocar no mundo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Francisco Dalcol<\/p>\n<p>(1) \u201cAntes era s\u00f3 o v\u00e3o\u201d \u00e9 um trecho do texto de Lu\u00eds Filipe Bueno que integra o v\u00eddeo<\/p>\n<p>apresentado na exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sobre o artista<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio Augusto Bueno \u00e9 Bacharel em Desenho (2004) e Escultura (2008), pelo Instituto de<\/p>\n<p>Artes da UFRGS. Desde 1998 vem realizando exposi\u00e7\u00f5es individuais, dentre elas \u201cCabe\u00e7as \u2013<\/p>\n<p>armadilhas para um significado\u201d no Museu do Trabalho \/ POA; \u201cAnotador de Faces\u201d Galeria<\/p>\n<p>Municipal de Arte em Florian\u00f3polis, \u201cUma Maneira de Pensar\u201d no MALG, Pelotas\/RS, \u201cAs<\/p>\n<p>des\u00f3rbitas do avesso\u201d na Arte&amp;Fato galeria, POA\/RS, \u201cGravetos Armados\u201d no MAC RS,\u00a0 Galeria<\/p>\n<p>Iber\u00ea Camargo,\u00a0 Por\u00e3o do Pa\u00e7o Municipal, POA\/RS, \u201cDesenhos\u201d no Estudio Dezenove, Rio de<\/p>\n<p>Janeiro\/RJ, \u201cUm outro outono\u201d MARGS.\u00a0 Desde 1996 participa de exposi\u00e7\u00f5es coletivas como<\/p>\n<p>\u201cDo Atelier ao cubo branco\u201d, \u201cA bela morte\u201d e \u201cO C\u00e2none Pobre\u201d no MARGS, POA\/ RS, \u201cIdades<\/p>\n<p>Contempor\u00e2neas\u201d, \u201dEntre A-Z\u201d e \u201cDa mat\u00e9ria sens\u00edvel\u201d no MAC-RS em POA\/RS, \u201cDesvenda\u201d no<\/p>\n<p>Museu da Rep\u00fablica, Bras\u00edlia\/DF, ArtLive 2011 na CATM Chelsea, Nova York\/EUA. Participou de<\/p>\n<p>sal\u00f5es, dentre eles o Sal\u00e3o do Jovem Artista no MARGS, POA\/RS, Sal\u00e3o da C\u00e2mara, POA\/RS e o<\/p>\n<p>Sal\u00e3o Nacional de Cer\u00e2mica no Museu Alfredo Andersen, Curitiba\/PR. Em 2015 lan\u00e7ou o livro<\/p>\n<p>Jabutip\u00ea, em 2012\u00a0 o livro \u201cO \u00faltimo homem na lua\u201d com exposi\u00e7\u00e3o no MAC-RS e Ilustrou o<\/p>\n<p>livro \u201cArame falado\u201d editado pela editora 7 letras do Rio de Janeiro\/RJ . Em 2007 recebeu o<\/p>\n<p>Pr\u00eamio A\u00e7orianos na categoria Melhor Exposi\u00e7\u00e3o Coletiva com o Grupo Passos Perdidos e em<\/p>\n<p>2008, o Pr\u00eamio A\u00e7orianos na Categoria Cer\u00e2mica com o Bando do Barro, al\u00e9m de ser indicado<\/p>\n<p>na categoria Artista Revela\u00e7\u00e3o. No ano de 2009 foi indicado na categoria Desenho, pela<\/p>\n<p>exposi\u00e7\u00e3o \u201cTempo sobre Papel\u201d, em 2012 foi indicado na categoria Escultura pela exposi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>\u201cGravetos Armados\u201d e em 2013 foi indicado em cinco diferentes categorias. Em 2013 recebeu<\/p>\n<p>men\u00e7\u00e3o honrosa no 2\u00b0 `Pr\u00eamio IEAVi pela exposi\u00e7\u00e3o \u201cCirculando linhas\u201d. Tem trabalhos em<\/p>\n<p>acervos do MARGS, MACRS, UFRGS, Funda\u00e7\u00e3o Franklin Cascaes e Funda\u00e7\u00e3o Kingler Filho.<\/p>\n<p>Participou em 2000, da cria\u00e7\u00e3o do Atelier Jo\u00e3o Alfredo 512, onde trabalhou at\u00e9 2007. Em 2007<\/p>\n<p>e 2008 integrou o grupo do Atelier Subterr\u00e2nea. Desde 2008 realiza seus trabalhos, ministra<\/p>\n<p>aulas e coordena o espa\u00e7o expositivo do Jabutip\u00ea, situado no centro hist\u00f3rico de Porto Alegre.<\/p>\n<p>\u00c9 artista representado pela galeria Mamute.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sobre o curador<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Francisco Dalcol \u00e9 doutorando em Hist\u00f3ria, Teoria e Cr\u00edtica pelo Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>em Artes Visuais (PPGAV) do Instituto de Artes da UFRGS. Mestre pelo Programa de P\u00f3s-<\/p>\n<p>Gradua\u00e7\u00e3o em Artes Visuais (PPGART), da UFSM, na linha de pesquisa Arte e Cultura, com<\/p>\n<p>\u00eanfase em hist\u00f3ria, teoria e cr\u00edtica (2013). Graduado em Comunica\u00e7\u00e3o Social, com habilita\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>em Jornalismo, pela Universidade Federal de Santa Maria (2003), com especializa\u00e7\u00e3o em<\/p>\n<p>Comunica\u00e7\u00e3o e Projetos de M\u00eddia, \u00eanfase em arte, cultura, internet e cibercultura, pelo Centro<\/p>\n<p>Universit\u00e1rio Franciscano &#8211; Unifra (2008). Tamb\u00e9m trabalha como jornalista (rep\u00f3rter e editor)<\/p>\n<p>no jornal Zero Hora &#8211; Grupo RBS, sendo setorista de artes visuais. Tem experi\u00eancia na \u00e1rea de<\/p>\n<p>Comunica\u00e7\u00e3o, com \u00eanfase em Jornalismo, Editora\u00e7\u00e3o, Jornalismo Cultural e Jornalismo Digital,<\/p>\n<p>e tamb\u00e9m na de Artes e Cultura, atuando principalmente nos seguintes temas: hist\u00f3ria, cr\u00edtica<\/p>\n<p>e discursos sobre a arte e a produ\u00e7\u00e3o cultural.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>At\u00e9 09 de outubro.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Galeria Mamute, Centro Hist\u00f3rico, Porto Alegre, RS, divulga e convida para a abertura da exposi\u00e7\u00e3o &#8220;Antes era s\u00f3 o v\u00e3o&#8221;, do artista Ant\u00f4nio Augusto\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3,6,4316,2086,11,12,2650],"tags":[4207,6308,6490,2314,6485,3296,6486,6489,6491,6492,6488,6487],"class_list":["post-8883","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-arte-contemporanea","category-exposicoes","category-gravura-instalacao-2","category-instalacao-2","category-oparalelo","category-outros-estados","category-pinturas-2","tag-antonio-augusto-bueno","tag-bebeto-alves","tag-centro-historico-de-porto-alegre","tag-eduardo-montelli","tag-francisco-dalcol","tag-galeria-mamute","tag-instituto-de-artes-da-ufrgs","tag-jabutipe","tag-luis-filipe-bueno","tag-marcelo-lunardi","tag-premio-acorianos","tag-zero-hora-grupo-rbs"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8883","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8883"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8883\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8885,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8883\/revisions\/8885"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8883"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8883"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8883"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}