{"id":9106,"date":"2015-09-10T16:32:54","date_gmt":"2015-09-10T16:32:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/?p=9106"},"modified":"2015-09-10T17:23:03","modified_gmt":"2015-09-10T17:23:03","slug":"mameluca-na-artrio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/mameluca-na-artrio","title":{"rendered":"Mameluca na ARTRio"},"content":{"rendered":"\n\t\t<style>\n\t\t\t#gallery-1 {\n\t\t\t\tmargin: auto;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-item {\n\t\t\t\tfloat: left;\n\t\t\t\tmargin-top: 10px;\n\t\t\t\ttext-align: center;\n\t\t\t\twidth: 33%;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 img {\n\t\t\t\tborder: 2px solid #cfcfcf;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-caption {\n\t\t\t\tmargin-left: 0;\n\t\t\t}\n\t\t\t\/* see gallery_shortcode() in wp-includes\/media.php *\/\n\t\t<\/style>\n\t\t<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-9106 gallery-columns-3 gallery-size-thumbnail'><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/Bolide.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/Bolide-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/Mameluca1.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/Mameluca1-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/Mameluca2.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/Mameluca2-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><br style=\"clear: both\" \/><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/Mameluca4.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/Mameluca4-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/Mameluca5.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/Mameluca5-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/Mameluca6.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/Mameluca6-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl><br style=\"clear: both\" \/>\n\t\t<\/div>\n\n<p>Entre os dias 10 e 13 de setembro a Mameluca comemora os 50 anos da Tropic\u00e1lia no Stand 1 na IDA\/ARTRio, no Armaz\u00e9n 4, Cais Mau\u00e1, Rio de Janeiro, RJ.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A palavra dos criadores<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Acreditando que a filosofia tropicalista foi algo que jamais acabar\u00e1, celebramos agora os 50 anos do seu inicio, criando uma cole\u00e7\u00e3o inspirada nesta que \u00e9 uma das principais manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas do Brasil. Assim, fizemos uma imers\u00e3o nesse movimento pol\u00edtico-cultural, buscando traduzir seus conceitos em objetos que registram a filosofia da \u00e9poca e acompanham os movimentos experimentais do design e os par\u00e2metros da Mameluca.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O que apresentamos \u00e9 apenas mais uma vis\u00e3o de um movimento de resgate da ess\u00eancia, do amor pr\u00f3prio e da f\u00e9 do povo brasileiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>N\u00e3o existe a verdade se voc\u00ea n\u00e3o a vive;<\/p>\n<p>N\u00e3o existe a crueldade se voc\u00ea n\u00e3o a sente;<\/p>\n<p>N\u00e3o existe o amor sem o sublime;<\/p>\n<p>N\u00e3o existe a f\u00e9 sem a perseveran\u00e7a;<\/p>\n<p>N\u00e3o existe o design sem existirem as diferen\u00e7as.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>TROPICANDO<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Tropic\u00e1lia foi um movimento de reflex\u00e3o cultural, que teve in\u00edcio em 1967, como uma alternativa criativa de manifesta\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-social. Os tropicalistas acreditavam que as novas pol\u00edticas existentes no Brasil (ap\u00f3s 64) s\u00f3 serviam a uma cultura elitista. Segundo Jos\u00e9 Celso Martinez Correa, \u201cpara expressar uma nova e complexa realidade, foi necess\u00e1rio reinventar formas que capturassem essa nova realidade\u201d. Para os tropicalistas, a cultura consistia em mec\u00e2nicas de apreens\u00e3o, interpreta\u00e7\u00e3o e reformula\u00e7\u00e3o da circula\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o, e isso foi potencializado por eles atrav\u00e9s do carnaval, da m\u00fasica nordestina e da arte de rua, atingindo a grande massa brasileira. Oswald de Andrade, em seu Manifesto Antrop\u00f3fago (1928), dizia: \u201cS\u00f3 a antropofagia nos une\u201d, o que fez com que os tropicalistas percebessem o Brasil como um pa\u00eds miscigenado, com \u00edndios, africanos e europeus, e que precisava de uma liberta\u00e7\u00e3o moral em prol do diferente. As informa\u00e7\u00f5es precisavam tocar todos os tipos de pessoas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As cria\u00e7\u00f5es e movimenta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas que aconteceram durante a Tropic\u00e1lia provocavam o p\u00fablico, apontando as disparidades, os descompassos e a multiplicidade de materiais. As imagens se desdobravam, contrariando umas \u00e0s outras e potencializando tens\u00f5es. Influenciado pela Pop Art americana e pelo Realismo Franc\u00eas, o Tropicalismo usou e abusou dos elementos brasileiros para destacar a quest\u00e3o nacional: psicodelismo em verde e amarelo, linguagem publicit\u00e1ria e meios de comunica\u00e7\u00e3o em massa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cPOR QUE N\u00c3O? Por que n\u00e3o ver a identidade nacional do Brasil como um processo aberto, em desenvolvimento permanente?\u201d Barreiras e limites eram quebrados em cada palavra, cada objeto. Tudo era pensado em como fazer uma vida melhor, mostrando \u00e0s pessoas que n\u00e3o havia o definitivo. Existiam questionamentos saud\u00e1veis, tais como: \u201cPor que limitar as poss\u00edveis experi\u00eancias, realizando a arte atrav\u00e9s de uma forma pr\u00e9-concebida?\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Martinez: \u201cs\u00f3 existe cr\u00edtica quando se tem Hist\u00f3ria em progresso\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em sequ\u00eancia, Oiticica, movido pelo Manifesto Antrop\u00f3fago de Oswald de Andrade, acrescentou: \u201cAntropofagia seria a defesa que temos contra a domina\u00e7\u00e3o externa.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Acreditando que a filosofia tropicalista foi algo que jamais acabar\u00e1, celebramos agora os 50 anos do seu inicio, criando uma cole\u00e7\u00e3o inspirada nesta que \u00e9 uma das principais manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas do Brasil. Assim, fizemos uma imers\u00e3o nesse movimento pol\u00edtico-cultural, buscando traduzir seus conceitos em objetos que registram a filosofia da \u00e9poca e acompanham os movimentos experimentais do design e os par\u00e2metros da Mameluca.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o pregamos pensamentos abstratos, mas comunicamos pensamentos vivos\u201d, afirmavam os tropicalistas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Tropic\u00e1lia usou de uma inova\u00e7\u00e3o est\u00e9tica como f\u00f3rmula revolucion\u00e1ria, assim como a Mameluca experimenta as novas formas de pensamento dos objetos. A Tropic\u00e1lia conjuga experimentalismo e cr\u00edtica; a Mameluca utiliza a cr\u00edtica como laborat\u00f3rio experimental. Inspirados nesse per\u00edodo da Hist\u00f3ria, apresentamos m\u00f3veis musicais, objetos que vibram, distorcem e se aglutinam; id\u00e9ias que acendem a curiosidade sobre questionamentos, como Por Qu\u00ea?, Onde?, Como?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A introdu\u00e7\u00e3o da guitarra el\u00e9trica na m\u00fasica brasileira nos fez pensar, por exemplo, no efeito visual que as distor\u00e7\u00f5es sonoras produziriam na mente das pessoas. Assim, retratamos visualmente o efeito causado pela multiplica\u00e7\u00e3o dos cabos de guitarras sobrepostos uns aos outros durante o movimento. Por se tratar de uma inspira\u00e7\u00e3o sonora, montamos o objeto solto no espa\u00e7o e demos o nome de Vertigem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em 1967, durante o 3\u00ba Festival da Can\u00e7\u00e3o, Caetano Veloso apresentou a m\u00fasica \u201cAlegria, Alegria\u201d, que viria se tornar um dos \u00edcones do Movimento Tropicalista. Em tom contido, com sua camisa de gola rol\u00ea laranja e seus olhos brilhantes, ele traduziu todo o sentimento ofuscado pelos transtornos pol\u00edticos da \u00e9poca. Esse \u00e9 o momento retratado na pe\u00e7a Iluminado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 o Manifesto Antrop\u00f3fago, documento fundamental para o movimento tropicalista, est\u00e1 retratado no bar Antrop\u00f3fago. Seus onze mil espinhos criam uma esp\u00e9cie de antropofagia do objeto, onde perdemos a percep\u00e7\u00e3o das formas, atrav\u00e9s da fagocitose entre o bar e os objetos que est\u00e3o dentro dele. Sua forma \u00e9 inspirada na mistura da bandeira brasileira com as nuvens de pensamento usadas na linguagem de hist\u00f3rias em quadrinhos e fotonovelas t\u00edpicos dos anos 70.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Durante o final da d\u00e9cada de 60, auge da repress\u00e3o pol\u00edtica no pa\u00eds, uns eram acolhidos, enquanto outros buscavam sobreviver com seus pr\u00f3prios pensamentos. Os Mutantes foram alguns dos poucos que sobreviveram \u00e0 crueldade da \u00e9poca, mantendo suas cren\u00e7as vivas. Eles aqueciam a alma sempre que seus pensamentos palpitavam emo\u00e7\u00f5es. Quisemos retratar o c\u00e9rebro do grupo com uma mesa chamada Portento que altera de humor de acordo com sua percep\u00e7\u00e3o sonora, exatamente como os mutantes refletiam seu estado de esp\u00edrito atrav\u00e9s de suas m\u00fasicas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Revolucionando o conceito de objeto nas artes pl\u00e1sticas, H\u00e9lio Oiticica criou os B\u00f3lides, caixas para guardar suas mem\u00f3rias, manifesta\u00e7\u00f5es e desejos velados. Unindo-os aos seus penetr\u00e1veis, criamos o objeto Transestruturas, pe\u00e7a com escala crom\u00e1tica transl\u00facida, que altera sua percep\u00e7\u00e3o visual, gerando in\u00fameras utilidades e possibilidades de composi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os Parangol\u00e9s, de H\u00e9lio Oiticica, serviram como fonte de inspira\u00e7\u00e3o para a cria\u00e7\u00e3o de uma poltrona de balan\u00e7o Supra. Panos, sarjas, pl\u00e1sticos, entre outros materiais sobrepostos, ganhavam sentido de acordo com a experi\u00eancia de quem os vestia. Seu giro era m\u00e1gico, explodia as express\u00f5es guardadas dentro de cada um. Era o momento em que as pessoas entravam em contato consigo mesmas. Nosso balan\u00e7o retrata a riqueza dessa cria\u00e7\u00e3o, fazendo um contraponto \u00e0 obra de Oiticica. Utilizando materiais nobres, cada pe\u00e7a sobreposta tem uma fun\u00e7\u00e3o, com o objetivo de provocar uma experi\u00eancia prazerosa de reflex\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A favela foi um local de grande inspira\u00e7\u00e3o para os Tropicalistas. Era onde se buscava a raiz do povo, seus sonhos e necessidades. No morro da Mangueira, H\u00e9lio Oiticica explorou a arquitetura das favelas. A partir da\u00ed, em 1967, apresentou a obra Tropic\u00e1lia no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro \u2013 MAM, durante a exposi\u00e7\u00e3o Nova Objetividade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO ato de entrar no trabalho se produz a sensa\u00e7\u00e3o que se est\u00e1 pisando no ch\u00e3o novamente.\u201d \u2013 H\u00e9lio Oiticica<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Buscando a alma da brasilidade apresentada nessa frase, criamos uma pe\u00e7a onde a desorganiza\u00e7\u00e3o visual paira. Na pe\u00e7a Cafofo, encontra-se a ess\u00eancia das nossas riquezas naturais. Quatro b\u00f3lides, espalhados aleatoriamente, trazem, cada um, uma mat\u00e9ria prima origin\u00e1ria do solo brasileiro. \u00c1rvore, borracha, metais e pedras preciosas s\u00e3o encontradas em p\u00f3, proporcionando uma experi\u00eancia de percep\u00e7\u00e3o visual e sensorial ao mesmo tempo. Como o intuito de celebrar a miscigena\u00e7\u00e3o brasileira, buscamos as ra\u00edzes do nosso povo, desde a coloniza\u00e7\u00e3o. A realidade da nossa hist\u00f3ria racial foi uma surpresa para n\u00f3s. Hoje, por exemplo, temos apenas o percentual de 10% de sangue ind\u00edgena brasileiro, para 30% de africano e 60% de europeu, em m\u00e9dia. Com esses dados em mente, criamos a lumin\u00e1ria Ninho que repete essa mesma propor\u00e7\u00e3o presente no DNA do brasileiro, combinando madeiras de cada continente.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre os dias 10 e 13 de setembro a Mameluca comemora os 50 anos da Tropic\u00e1lia no Stand 1 na IDA\/ARTRio, no Armaz\u00e9n 4, Cais\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5,6,7,11,14],"tags":[2018,228,6745,6740,6739,6744,6742,1738,6743,6741],"class_list":["post-9106","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-design","category-exposicoes","category-feiras","category-oparalelo","category-rio-de-janeiro","tag-caetano-veloso","tag-helio-oiticica","tag-idaartrio","tag-jose-celso-martinez-correa","tag-mameluca","tag-manifesto-antropofogo","tag-nova-objetividade","tag-oswald-de-andrade","tag-parangoles","tag-tropicalia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9106","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9106"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9106\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9120,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9106\/revisions\/9120"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9106"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9106"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.bolsadearte.com\/oparalelo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9106"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}