ANTÔNIO HENRIQUE ABREU AMARAL (1935, São Paulo, SP )

BIOGRAFIA:

De 1939 a 1941, residiu com a família em Buenos Aires. No Museu de Arte Moderna de São Paulo estudou desenho com Roberto Sambonet (1952) e gravura com Lívio Abramo (1957). Nesse mesmo museu realizou sua primeira individual, reunindo gravuras (1958). Em 1959 seguiu para Nova York com bolsa de estudos para o Pratt Graphic Institute, com orientação de Shiko Munataka. Dedicou-se à xilogravura até 1967, a partir de então passando a se dedicar à pintura, criando a metáfora das "bananas" da fase a que chamou Brasiliana e que, como linha temática, permanece até hoje. Entre as várias premiações que conquistou, vale destacar, em 1971, o prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Arte Moderna. Realizou diversas individuais no Brasil e no exterior. Fixou-se em São Paulo após curto período em Nova York (1973-1975). Em 1997 expôs sua arte em papel na Dan Galeria, em São Paulo.

REFERÊNCIA:

Arte como medida (Perspectiva, 1982), de Sheila Leirner; História geral da arte no Brasil (Instituto Walther Moreira Salles/Fundação Djalma Guimarães, 1983), coordenação de Walter Zanini; Dacoleção: os caminhos da arte brasileira (Júlio Bogoricin Imóveis, 1986), de Frederico Morais; Entre dois séculos: arte brasileira do século XX na Coleção Gilberto Chateaubriand (JB, 1987), de Roberto Pontual; Antonio Henrique Amaral: obra em processo (DBA, 1997); Anos 60: transformações da arte no Brasil (Campos Gerais, 1998), de Paulo Sergio Duarte; O olho da consciência: juízos críticos e obras desajuizadas (Edusp, 2000), de Arnaldo Pedroso d'Horta, organização de Vera d'Horta; Gravura: arte brasileira do século XX (Itaú Cultural/Cosac & Naify, 2000), de Leon Kossovitch, Mayra Laudanna e Ricardo Resende; O olhar amoroso (Momesso, 2002), de Olívio Tavares de Araújo; Relâmpagos: dizer o ver (Cosac & Naify, 2003), de Ferreira Gullar.  

Texto: Bolsa de Arte/André Seffrin