Poetic Living por Jean-Michel Othoniel.

25/maio

Jean-Michel Othoniel apresenta sua primeira exposição institucional, “Poetic Living”, na Casa de Vidro, Morumbi, em São Paulo, SP. Com texto de Bruno Simões, curador do InstituBardi/Casa de Vidro, reúne novas obras do artista francês, criadas especialmente para ocupar a casa em diálogo com a arquitetura e a produção de Lina Bo Bardi, além de aquarelas inspiradas nas flores do jardim da casa.

Por ocasião da abertura, foi lançada a coleção cápsula Zodiac Signs, criada em prata, ouro e pedras preciosas em colaboração com a THEYA. A exposição tem apoio da Simões de Assis e permanecerá em cartaz até 11 de julho.

Sobre o artista.

Jean-Michel Othoniel (Saint-Étienne, França, 1964) é um dos grandes nomes da arte contemporânea internacional, graduado pela École Nationale Supérieure d’Arts, na França, e com formação na Villa Medici, na Itália. Suas esculturas, em diálogo com dimensões arquitetônicas, operam uma geometria monumental. Esculpe peças que se assemelham a joias, tanto pelo aspecto formal, quanto pelo preciosismo dos materiais, que vão de contas a tijolos de vidro de Murano soprado. Suas formas contemplativas navegam pelos reinos paradoxais da monumentalidade e delicadeza, do ornamento e do minimalismo. Com mais de 100 exposições individuais ao redor do mundo, além de centenas de exposições coletivas, Jean-Michel Othoniel foi amplamente premiado, com destaque para a distinção de Cavaleiro da Ordem de Artes e Letras da França. Suas obras integram importantes coleções internacionais como, o Centre Pompidou, a Fondation Cartier pour L’art Contemporain, em Paris; o Musée National d’Art Moderne de Paris; o Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris, o Brooklyn Museum, em Nova York; o Museum of Glass, em Tacoma; a Peggy Guggenheim Collection, em Veneza; o Museum of Contemporary Art (MoCA), Miami; e o Museum of Modern Art (MoMA), em Nova York.

Sobre a Casa de Vidro.

Considerada um ícone da arquitetura moderna brasileira, a Casa de Vidro foi o primeiro projeto construído da arquiteta Lina Bo Bardi. Residência do casal Bardi por mais de 40 anos, foi, desde sua inauguração em 1951, ponto de encontro de artistas, arquitetos e intelectuais. Hoje, enquanto sede do Instituto Bardi/Casa de Vidro, continua sendo um espaço ativo e de troca de conhecimento aberto ao público, cumprindo seu papel de perpetuar o pensamento e a obra de Lina Bo Bardi e Pietro Maria Bardi.

Rodrigo Cass e a Geometria Sensível.

21/maio

A Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa inaugurou a exposição “Geometria Sensível”, de autoria de Rodrigo Cass na Escola das Artes, no Porto, a primeira exposição individual do artista em Portugal, com organização da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa em colaboração com a Brotéria, e também na Brotéria, em Lisboa, no dia 26 de maio. 

No cerne da exposição está a noção de “geometria sensível”, que se manifesta nas formas, nas cores e nos gestos que atravessam as obras. Mais do que uma abordagem estritamente formal, essa geometria revela-se como um campo de tensão entre racionalidade e intuição, onde estruturas geométricas se articulam com experiências sensoriais e afetivas. Assim, o trabalho de Rodrigo Cass expande-se para uma dimensão em que gestos ativam planos e objetos, instaurando relações dinâmicas entre matéria e percepção, ao mesmo tempo em que evoca uma dimensão mística atravessada pelos quatro elementos – terra, água, ar e fogo – como forças primordiais que informam, transformam e vitalizam.

Sobre o artista.

Rodrigo Cass nasceu em São Paulo, SP, 1983. O artista dialoga com a tradição construtiva da arte brasileira por meio de um vocabulário formal que alude aos experimentos concretos e neoconcretos das décadas de 1960 e 1970. O interesse do artista por intersecções e fraturas do plano pictórico é notável, fazendo com que suas superfícies adquiram dimensões volumétricas no espaço em telas, relevos e vídeos. Concreto, fibra de vidro e linho, coloridos com têmpera, são alguns de seus materiais mais utilizados. Projetadas sobre objetos esculturais, as obras em vídeo de Rodrigo Cass fundem a fisicalidade da performance com a lógica pictórica, em que a cor e a textura aparecem como elemento construtor do espaço. Em sintonia com o carácter tecnicamente híbrido e conceitualmente polivalente da prática de Rodrigo Cass, o gesto do corpo comunica-se com a pincelada sobre a superfície da pintura, criando um campo de ressonâncias entre possibilidades formais e uma espacialidade virtual.

Celebrando a obra do escultor Carlos Tenius.

19/maio

O MAPA (Museu de Arte do Paço) inaugurou a exposição “Carlos Tenius – Voo Livre”, com curadoria de Paula Ramos e Eduardo Veras, na Praça Montevidéu, nº 10 (antiga prefeitura de Porto Alegre), coincidindo com o Dia Nacional do Artista Plástico, e aniversário do escultor.

A mostra celebra a obra máxima de Carlos Tenius, o “Monumento aos Açorianos” (1974), uma homenagem da Coordenação de Artes Visuais – CAV ao artista, que apresenta esculturas, desenhos inéditos, materiais de imprensa, documentos, cadernos pessoais e fotografias que contam as etapas de fundição, montagem e inauguração do monumento, há cinco décadas. Sua obra, método e atuação como artista-professor são referências, inspirando pesquisas sobre materialidade e dimensão pública, conectando memória histórica à produção artística contemporânea.

Presença de artistas mulheres em exposição.

14/maio

A Fundação Vera Chaves Barcellos (FVCB) inaugurou a exposição coletiva “Há pouco?”, com curadoria de Bruna Fetter, professora do Instituto de Artes da UFRGS e diretora cultural da instituição. A abertura ocorreu na Fundação Vera Chaves Barcellos, Sala dos Pomares, Rodovia Tapir Rocha, 8480 (parada 54), Viamão, RS. 

Há pouco? reúne obras de mais de 90 artistas mulheres e abrange diversas linguagens, como gravura, desenho, fotografia, pintura, arte postal e vídeo. Composta inteiramente por trabalhos pertencentes ao acervo artístico da Fundação Vera Chaves Barcellos, a mostra constitui um recorte institucional até então inédito e plural, que celebra a variedade de gerações, saberes, contextos, temáticas, mídias e escalas. 

Nas palavras da curadora Bruna Fetter: “Esta exposição parte da dupla possibilidade de interpretação de um simples jogo de palavras – há pouco – como disparador de uma reflexão sobre passagem do tempo, percepção de visibilidade, inserção profissional e representatividade. Estamos falando sobre a presença de artistas mulheres no acervo da Fundação Vera Chaves Barcellos, constituído a partir do olhar, interesses, relações profissionais e afetivas de uma artista mulher. Um acervo que soma mais de 1.500 obras de mais de 200 artistas mulheres.”

Artistas participantes. 

Lygia Clark, Mira Schendel, Regina Silveira, Anna Letycia, Vera Chaves Barcellos, Ione Saldanha, Maria Lídia Magliani, Lygia Pape, Anna Bella Geiger, Jac Leirner, Anna Maria Maiolino, Judith Lauand, Regina Vater, Maria Lucia Cattani, Karin Lambrecht, Maria Tomaselli, Carmela Gross, Zoravia Bettiol, Romanita Disconzi, Susana Mentz, Rosângela Rennó, Shirley Paes Leme, Sonya Grassmann, Lia Menna Barreto, Elaine Tedesco, Angela Jansen, Esther Ferrer, Margarita Kremer, Conceição Piló, Mara Alvares, Sonia Castro, Gerty Saruê, Marilice Corona, Nara Amélia, Ana Baxter, Johanna Vanderbeck, Lorena Geisel, Letícia Ramos, Elza Lima, Marina Rheingantz, Téti Waldraff, Brígida Baltar, Anna Esposito, Teresa Poester, Sonia Moeller, Dora Longo Bahia, Marilá Dardot, Maristela Salvatori, Marilene Burtet Pieta, Thereza Miranda, Helena Kanaan, Heloisa Schneiders da Silva, Maria de Lourdes Sanchez Hecker, Helena Martins-Costa, Liliana Porter, Celina Almeida Neves, Germana Monte-Mór, Lenora de Barros, Sophia Martinou, Lurdi Blauth, Camila Schenkel, Elida Tessler, Nazareth Pacheco, Gisela Waetge, Dione Veiga Vieira, Monika Funke Stern, Flavya Mutran, Mitti Mendonça, Rochele Zandavalli, Glaucis de Morais, Mariane Rotter, Susana Solano, Vitória Cribb, Carolina Gleich, Mary Dritschel, Marta Penter, Glória Munayer, Diana Domingues, Claudia Dal Canton, Laura Lima, Maria di Gesu, Laura Fróes, Ana Miguel, Lenir de Miranda, Simone Michelin Basso, Sandra Cinto, Vilma Sonaglio, Jeanette Chávez, Letícia Parente, Laura Miranda, Mônica Infante, Marlies Ritter, Regina Ohlweiler e Sofia Borges.

Sobre a Fundação Vera Chaves Barcellos.

Em atividade desde 2005, a Fundação Vera Chaves Barcellos – FVCB é uma instituição cultural privada e sem fins lucrativos, com atuação em Viamão e Porto Alegre, RS. Tem como missão preservar, pesquisar e difundir a obra da artista Vera Chaves Barcellos e a Coleção Artistas Contemporâneos, bem como incentivar a formação de público, a criação artística e a investigação das artes visuais da década de 1960 até os dias atuais. A FVCB atua em prol da transformação da sociedade através da democratização da arte, com uma programação acessível e gratuita voltada para diversos públicos. 

Visitação: até 11 de julho. 

Uma memória reinventada pelo sagrado.

13/maio

O Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos (IPN) celebra seus 21 anos de fundação com um presente à cidade: a apresentação do Centro Cultural Pretos Novos, novo espaço de arte e educação localizado à Rua do Livramento, 119, no bairro da Gamboa, Rio de Janeiro. A abertura ao público acontece no dia 13 de maio, às 17 horas, data não escolhida por acaso: é a mesma que, em 2005, viu nascer o IPN e que, na história do Brasil, marca a assinatura da Lei Áurea, em 1888.

Sobre o artista.

Geleia da Rocinha é artista visual carioca, nascido e criado na Rocinha, maior favela do Brasil. Autodidata, desenvolve uma linguagem plástica marcada pelo uso expressivo da cor, pela força do traço e por referências à cultura afro-brasileira, à religiosidade e à vida nas comunidades periféricas. Seus trabalhos são amplamente incorporados em cenográficas e projetos gráficos de grande repercussão na cena cultural nacional. Sua obra ocupa um lugar singular na cena da arte contemporânea brasileira por unir estética popular e engajamento político.

Sobre a curadoria.

O curador e museólogo, Marco Antonio Teobaldo, tem se dedicado à pesquisa e profunda relação com a cultura afro-brasileira desde 2008.

Memória à Flor da Tela

Em 1869, o fotógrafo alemão Alberto Henschel (Berlim – Alemanha, 13 de junho de 1827 / Rio de Janeiro – Brasil, 30 de junho de 1882) percorreu Recife com sua câmera e fixou, sobre papel e prata, os rostos de africanos escravizados. Eram retratos encomendados sob o signo do olhar colonial, imagens que documentavam corpos negros como objetos de curiosidade, classificação e posse. O registro sobreviveu. Os nomes, não. Mais de um século e meio depois, Geléia da Rocinha olha para essas fotografias e recusa a lógica que as produziu. O que ele devolve não é uma memória restaurada pela nostalgia, mas uma memória reinventada pelo sagrado. Em cada tela da sua mais nova série, Memória à flor da tela, pinturas em acrílica sobre MDF, produzidas em seu ateliê em São Gonçalo, uma figura fotografada por Henschel ressurge adornada com os símbolos, as cores e as insígnias dos orixás do Candomblé. Onde havia um retrato sem nome, há agora uma divindade. Onde havia um corpo marcado pela violência colonial, há uma presença espiritual que transcende qualquer arquivo.

Marco Antonio Teobaldo – Curador e museólogo

A geometria de Beatriz Milhazes na Pinacoteca

12/maio

Grande nome da arte brasileira, Beatriz Milhazes é conhecida por seu trabalho que alia rigor geométrico a uma atmosfera sempre festiva, fruto de sua paleta exuberante. Arte têxtil, chita, bordado, tecelagem tipicamente brasileira e grafismos indígenas são referências das quais ela se alimenta, transformando tudo isso em uma linguagem própria.

“Gravuras do acervo da Pinacoteca de São Paulo” reúne pela primeira vez um conjunto de 27 gravuras produzidas entre 1996 e 2019, resultado da colaboração de Beatriz Milhazes com Jean-Paul Rusell, fundador da Durham Press – estúdio de edição de gravuras, livros de artista e obras únicas sediado na Pensilvânia, Estados Unidos. A Pinacoteca é o único museu do mundo que possui esse conjunto de trabalhos.

A exposição “Beatriz Milhazes: gravuras do acervo da Pinacoteca de São Paulo” estará em cartaz desde 16 maio de 2026 até 14 de março de 2027.

Retrospectiva de Vik Muniz no CCBB Rio.

“Vik Muniz – A Olho Nu” ficará em cartaz no CCBB Rio de Janeiro de 20 de maio até 07 de setembro. O patrocínio é do Banco do Brasil, com realização do Centro Cultural Banco do Brasil. Apoio do BB Asset e produção da N+1 Arte Cultura.

Será mostrada pela primeira vez no Brasil a escultura “Ferrari Berlinetta”, da série “Veículos Mnemônicos”, vinda da Itália, onde foi produzida em Turim. Com mais de quatro metros de comprimento, e 650 quilos, a obra reproduz, no tamanho de um automóvel real, um carrinho de brinquedo que Vik Muniz tinha na infância.

Suspensa na Rotunda, estará uma das cinco obras feitas por Vik Muniz este ano, especialmente para esta exposição. Trata-se de “Tropeognathusmesembrinus”, um gigante pterossauro, feito de polímero infundido com cinzas do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, devastado por um incêndio em 2018, fato que mobilizou Vik Muniz para o levantamento de recursos para sua reconstrução. Da série “Museu de Cinzas”, a escultura, totalmente inédita, vai “pairar” no ar, com seus 8,20 metros de envergadura, calculada de uma ponta à outra das asas, e 2,55 metros de comprimento, e poderá ser vista também por cima a partir do segundo andar. Cobrindo o chão da Rotunda, estará um tapete redondo com dez metros de diâmetro, estampado com a imagem da famosa obra do artista “Medusa Marinara”.

“Vik Muniz é um ilusionista – um mágico na construção de imagens que não existem, mas que se tornam reais. Suas obras possuem camadas que tensionam diferentes questões de cunho poético – aspectos formais e processuais – e político, abordagens e relações que estabelece com o sistema da arte”, afirma Daniel Rangel.

Jardim do Éden de Joana Vasconcelos.

07/maio

Pela primeira vez o Brasil recebe no Farol Santander, Centro, São Paulo, SP, uma das obras mais emblemáticas de Joana Vasconcelos: “Jardim do Éden”. Uma instalação imersiva que convida o público a caminhar por um labirinto que expõe a artificialidade da natureza através de uma inusitada experiência ótica.

Esse percurso transporta o espectador para um paraíso de sonhos e imaginação através dessa obra única que já passou por diversos continentes. “Jardim do Éden” é uma instalação que convida o espectador a caminhar. Através do fluxo luminoso e dos motores síncronos, as flores artificiais dispostas em forma de labirinto produzem um efeito cinético semelhante ao produzido pela fibra ótica. Ao mesmo tempo uma suave trilha sonora – que alude ao canto de dezenas de pequenos insetos – produzida pelo som mecânico das respetivas máquinas em funcionamento. 

O percurso neste paraíso onírico expõe a artificialidade da natureza através de uma inusitada experiência ótica, unicamente possível devido à exigência da sua apresentação num espaço interior privado de luz natural. Joana Vasconcelos concebe um surpreendente simulacro que reporta invariavelmente para o questionamento, a sabotagem e a apropriação de uma narrativa ancestral.

Até 21 de junho.

Linguagem a partir de diferentes suportes.

06/maio

A exposição “Entre raízes e paredes”, nova individual da artista Denise Calasans, inaugura no dia 06 de maio, no Centro Cultural Correios, Centro, Rio de Janeiro, RJ, com curadoria de Marisa Flórido.

Carioca, com trajetória que atravessa o design, as artes visuais e a pesquisa em memória social, Denise Calasans desenvolve um trabalho que articula natureza, afeto e linguagem a partir de diferentes suportes, como pintura, instalação, vídeo e trabalhos têxteis. Sua produção investiga as relações entre o espaço doméstico e o território vegetal como campos de memória, gesto e construção simbólica. A exposição reúne um conjunto inédito de obras organizadas nos núcleos jardim e casa, propondo um percurso que atravessa materiais, temporalidades e formas de inscrição, onde o feminino se apresenta como força de transmissão e transformação.

“Jardim e casa – que operam como regimes sensíveis complementares: um voltado à dissolução das demarcações, à fluidez e à expansão do gesto; outro, à inscrição, à memória e à ambivalência do cotidiano. Entre ambos, a artista constrói um campo de ressonâncias, contaminações e porosidade das bordas: entre natureza e cultura, privado e o público, o inumano e o cultivado, o cuidado e a violência, a memória e o apagamento”, escreve Marisa Flórido. 

Até 20 de junho.

A trajetória do artista chinês Chang Dai-chien.

No dia 06 de maio, às 19h, na Cinemateca Capitólio, será realizado o lançamento em Porto Alegre, RS, do documentário “Da Cor e da Tinta”. O filme aborda a trajetória do artista chinês Chang Dai-chien. 

O destaque do documentário é a conexão de Chang com o Brasil, onde viveu entre as décadas de 1950 e 1970. No entanto, sua presença em acervos públicos brasileiros é rara: a Pinacoteca Ruben Berta, em Porto Alegre, é um dos poucos museus do país a preservar obras do artista, servindo como uma locação fundamental para a narrativa do documentário.

Encontro com a pintura de Chang Dai-chien na Pinacoteca Ruben Berta 

Aproveitando a presença em Porto Alegre de Guilherme Gorgulho, notabilizado pesquisador sobre a trajetória de Chang, será realizada uma palestra do jornalista na Pinacoteca Ruben Berta, no dia seguinte ao lançamento do documentário “Da Cor e da Tinta”. O objetivo é apresentar ao público a história do consagrado artista chinês Chang Dai-chien e uma de suas obras, “Passeio ao longo do rio apreciando as flores das ameixeiras” que estará em exibição no local. A aquarela de 1966, com 58 x 47 cm, é uma das únicas pinturas do artista que integram os acervos de museus públicos brasileiros. Uma produção da Hutong Productions, Estados Unidos com direção de Weimin Zhang.