Mosaico vibrante da cultura brasileira.

28/ago

A rua pulsa. Respira histórias, abriga encontros, guarda memórias em movimento. É nesse fluxo, entre passos, motores, olhares e afetos, que o Brasil se revela e se reinventa todos os dias.

Em cartaz até 11 de outubro, a exposição inédita “Celebrar as ruas: 50 anos de Fiat e brasilidade na Casa Fiat de Cultura” convida a mergulhar nessa paisagem viva, onde arte, celebrações, moda e automóveis se entrelaçam para contar uma história coletiva. Com 112 obras de arte, 104 fotografias, vídeos, instalações experienciais e obras site-specific, o percurso se expande em 17 looks de moda, 7 carros icônicos – incluindo os carros-conceito Dolce Camper e o Mio -, compondo um mosaico vibrante da cultura brasileira.

Entre as grandes atrações, instalações imersivas que convidam ao sentir, veículos históricos que atravessam gerações e experiências sensoriais que despertam memória, pertencimento e imaginação.

Em diálogo com os 50 anos da Fiat no Brasil e os 20 anos da Casa Fiat de Cultura, a mostra celebra caminhos, conecta tempos, imagina o futuro e convida cada visitante a viver, com intensidade, o Brasil em movimento.

Um novo olhar.

27/ago

O Ministério da Cultura e a Fundação Vera Chaves Barcellos convidam para a abertura da exposição coletiva “Uma Força Estranha”, que será inaugurada no dia 29 de agosto de 2026, sábado, das 11h às 17h, na Sala dos Pomares, em Viamão, RS.
Dando continuidade à programação expositiva de 2026, dedicada à produção de artistas mulheres, “Uma Força Estranha” traz um novo olhar para o Acervo Artístico da Fundação, reunindo 53 obras de 36 artistas brasileiras e internacionais. O conjunto contempla trabalhos em desenho, pintura, gravura,  fotografia, vídeo, objeto, instalação, entre outras técnicas e linguagens. A organização é de Vera Chaves Barcellos, com expografia de Arthur Bonfim e textos de Ana Albani de Carvalho

Nas palavras de Vera Chaves Barcellos:
“Uma Força Estranha se inspira em uma das obras primas da música popular brasileira de todos os tempos, a criação de 1978, de Caetano Veloso, eternizada pela incomparável voz de Gal Costa. Em Força Estranha, Caetano traça poeticamente a defesa da criação e da linguagem artística como uma força incontida que impulsiona o/a artista a criar de forma verdadeira e atemporal. Aqui, podemos ver exemplos dessa força estranha nessas verdades expressas em suas mais diversas formas, nas obras deste conjunto de mulheres.”

Artistas participantes.

Regina Silveira, Lia Menna Barreto, Maria Lídia Magliani, Gisela Waetge, Wanda Pimentel, Karin Lambrecht, Marina Camargo, Maria Lucia Cattani, Débora Bolzsoni, Teresa Poester, Helena D’Avila, Fernanda Chemale, Romy Pocztaruk, Dione Veiga Vieira, Ío (Laura Cattani e Munir Klamt), Paula Krause, Brígida Baltar, Lurdi Blauth, Ananda Kuhn, Elaine Tedesco,  Thereza Miranda Alves, Ana Maria Tavares, Lily Hwa, Suely Anna Kelling, Vera Chaves Barcellos, Mara Alvares, Sarah Bliss, Mariana Silva da Silva, Virginia de Medeiros, Heloisa Schneiders da Silva, Carla Borba, Begoña Egurbide, Monika Funke Stern, Marlies Ritter, Teresa Puppo, Francesca Llopis.

Luz, movimento e matéria.

21/ago

A Simões de Assis apresenta “Reverbero”, um diálogo entre Abraham Palatnik e Juan Parada na galeria em Curitiba, PR. A exposição aproxima duas gerações de artistas a partir de suas pesquisas sobre luz, movimento e matéria. Em Abraham Palatnik, camadas, sequências e relevos exploram ritmo e volumetria. Em Juan Parada, a cerâmica se transforma a partir do encontro entre argila, esmaltes, tempo, temperatura e atmosfera. “Reverbero” coloca essas duas pesquisas em relação, revelando diferentes maneiras de pensar a forma e seus processos de transformação.

Abraham Palatnik (Natal, 1928 – Rio de Janeiro, 2020). Pioneiro da arte cinética, expande os caminhos das artes visuais ao relacionar arte, ciência e tecnologia. De modo criativo, e ao longo de mais de 60 anos de carreira, desenvolve maquinários com experimentações artísticas e estéticas diversas. Filho de uma família de judeus russos que se instalou no Brasil em 1912, mudou-se em 1932 para a região onde hoje se localiza o Estado de Israel. De 1942 a 1945, estudou na Escola Técnica Montefiori, em Tel Aviv, onde especializou-se em motores de explosão. Entre os anos 1943 e 1947 frequentou o Instituto Municipal de Arte de Tel Aviv, período importante em sua formação. Em 1948 retornou ao Brasil, fixando-se no Rio de Janeiro. O contato com os artistas locais e as discussões conceituais com o crítico Mário Pedrosa, o fizeram romper com os critérios convencionais, partindo para relações entre a forma e a cor. Por volta de 1949, iniciou estudos no campo da luz e do movimento, que resultaram no Aparelho Cinecromático, caixas com lâmpadas que se movimentam por mecanismos acionados por motores, projetando fontes luminosas sobre a tela. Exposto em 1951, na 1ª Bienal Internacional de São Paulo, na qual recebeu menção honrosa do júri internacional. Em 1954, Abraham Palatnik passou a integrar o Grupo Frente, ao lado de Ivan Serpa, Ferreira Gullar, Mário Pedrosa, Franz Weissmann e Lygia Clark. A partir de 1964, surgem os Objetos Cinéticos, formados por hastes ou fios metálicos, tendo em suas extremidades figuras geométricas coloridas, que se movimentam lentamente, acionados por motores e eletroímãs. Se nos Aparelhos cinecromáticos a parte eletromecânica não fica aparente ao espectador, nos Cinéticos, parte dessa estrutura é visível. O rigor matemático é constante em sua obra, atuando como importante recurso de ordenação do espaço. É considerado internacionalmente um dos pioneiros da arte cinética, tendo participado de exposições relevantes como algumas edições da Bienal de São Paulo, da XXXII Bienal de Veneza e da exposição Los Cinéticos no Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid, 2007. Sua obra está representada em museus e coleções importantes, entre elas: MOMA – Museum of Modern Art, Nova York; Fundación Patricia Phelps de Cisneros, Caracas e Nova York; Museum of Fine Arts, Houston; Royal Museums of Fine Arts of Belgium, Bruxelas; William Keiser Museum, Krefeld; MALBA – Museo de Arte Latinoamericano, Buenos Aires; MAM – Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro; MAC – Museu de Arte Contemporânea, Niterói; MAM – Museu de Arte Moderna, São Paulo; MAC – USP – Museu de Arte Contemporânea, São Paulo; Instituto Itaú Cultural, São Paulo; MAC – Museu de Arte Contemporânea, Curitiba; MON – Museu Oscar Niemeyer, Curitiba e MAC – Museu de Arte Contemporânea, Brasília.

Juan Parada (Curitiba, 1979) graduou-se pela Escola de Belas Artes do Paraná em 2002 e iniciou sua pesquisa em cerâmica em 2003. Desde então, vem trabalhando com instalações, esculturas e intervenções urbanas. Sua investigação contorna principalmente questões sobre a tridimensionalidade e as relações de tempo-espaço. Um recorte significativo de sua poética são os “Relevos Geométricos”, que apresentam um interesse particular do artista por questões gráfico-escultóricas exploradas em relevos no plano bidimensional da parede. Sendo experiências de progressão e fluxo de formas geométricas e orgânicas, advindas de soluções estruturais e fenômenos naturais. Aparecem também referências a formas generativas, tanto em escala micro quanto macro, com padrões que emergem em volumes que atuam em uma lógica matemática. Por volta de 1949, iniciou estudos no campo da luz e do movimento, que resultaram no Aparelho Cinecromático, caixas com lâmpadas que se movimentam por mecanismos acionados por motores, projetando fontes luminosas sobre a tela. Exposto em 1951, na 1ª Bienal Internacional de São Paulo, na qual recebeu menção honrosa do júri internacional. Foi indicado ao Prêmio Pipa em 2015 e recebeu Menção Honrosa no 2º Salão Nacional de Cerâmica, em Curitiba, em 2008. Participou de diversas exposições, das quais destacam-se: “Upstream Focus” (2022), Upstream Gallery, Amsterdam; “Orgânico” (2021), com curadoria de Marc Pottier, São Paulo; “Turbulências cerâmicas” (2020), Simões de Assis, São Paulo; “Bienal Internacional de Curitiba” (2017), MON – Museu Oscar Niemeyer, Curitiba; “Desenho” (2017), SIM Galeria, Curitiba; “Duas Décadas de Arte Contemporânea: Artistas do Paraná na Bienal de Curitiba” (2012), MON – Museu Oscar Niemeyer, Curitiba. Possui trabalhos na coleção do Museu Oscar Niemeyer, Brasil.

Até 17 de outubro.

Zé di Cabeça é o novo artista representado.

20/ago

A Galatea anuncia a representação de Zé Di Cabeça (1974, vive e trabalha em Salvador, Bahia, Brasil). Este mês, o artista integra o estande da Galatea na SP-Arte Rotas, em uma apresentação conjunta com Romildo Rocha, de 26 a 30 de agosto, na ARCA, em São Paulo.

Zé di Cabeça é José Eduardo Ferreira Santos, artista visual, educador e fundador do Acervo da Laje – importante espaço cultural independente no Subúrbio Ferroviário de Salvador, onde nasceu e vive.

No Subúrbio Ferroviário de Salvador, Zé di Cabeça encontra um território inesgotável de invenção. Andarilho por excelência, percorre o entorno recolhendo madeiras de demolição, objetos descartados e vestígios trazidos pela maré – materiais que passam a compor a sua produção.

Zé di Cabeça transforma a memória em imagem e o cotidiano em matéria poética. Casas, igrejas, ruínas, terreiros, plantas medicinais, ex-votos: tudo é reinventado em diferentes suportes, fazendo da lembrança um gesto de resistência ao apagamento em curso nas periferias de Salvador.

A trajetória do artista é profundamente marcada pela fundação e gestão do Acervo da Laje, ao lado de Vilma Santos. Hoje reconhecido como um dos mais importantes espaços independentes de articulação cultural de Salvador, o Acervo facilita a aproximação e relação das artes com a periferia soteropolitana, contando com acervo próprio que inclui obras de diversos artistas visuais, biblioteca, exposições e ações de pesquisa.

O trabalho de Zé di Cabeça já esteve presente em exposições coletivas em instituições como Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu de Arte do Rio, Sede da ONU em Genebra (Suíça), Itaú Cultural (SP), Instituto Tomie Ohtake (SP) e Casa das Histórias de Salvador (BA). José Eduardo Ferreira Santos também participou como curador em projetos na Pinacoteca do Ceará, Museu das Favelas (RJ), Centro Cultural Solar Ferrão (BA) e no Acervo da Laje (BA).

Três mestres da charge.

14/ago

A exposição Charge Mestra reúne a obra de três grandes artistas gaúchos: Edgar Vasques, Santiago Neltair Abreu e Celso Augusto Schröder, no Centro Histórico-Cultural Santa Casa, Porto Alegre, RS.

A abertura será no dia 20 de agosto, às 18h. E haverá uma programação especial para celebrar o início desta mostra.

“Charge Mestra” apresenta um conjunto de desenhos, publicações e documentos sobre o processo de criação dos artistas, organizados e selecionados ao longo de cinco décadas de produção. A proposta é apresentar uma mostra inédita, com reflexão crítica e bem-humorada sobre a realidade histórica e contemporânea, evidenciando a força e a relevância das charges como linguagem e pensamento.

A exposição fica em cartaz até 27 de setembro, na Sala de Múltiplos Usos I do CHC Santa Casa, de segunda a sábado, das 8h às 18h30, com entrada franca.

Ricardo Homem expondo em Salvador.

A mostra “Beira Mar – Linhas Abertas” ocupará a Alban Galeria a partir do dia 20 de agosto.

O uso das cores, das formas quase sempre geométricas, da materialidade da pintura e da estruturação espacial como centro da pesquisa. Esses são os elementos que definem o trabalho do artista mineiro Ricardo Homem. Com uma trajetória de mais de 30 anos na arte contemporânea e um currículo que reúne exposições em diversos estados brasileiros, ele apresenta na Alban Galeria, Ondina, sua primeira exposição individual na Bahia.

Pintor e desenhista, Ricardo Homem frequentou a Escola Guignard, importante instituição de ensino artístico de Belo Horizonte, responsável pela formação de artistas de destaque no circuito mineiro, nacional e internacional. Ao longo de sua carreira, participou de exposições emblemáticas, como Panorama do Desenho Atual (1990), no MAM/SP e no Centro Cultural São Paulo, e da mostra BR/80 – Pintura Brasil Década de 80, no Instituto Itaú Cultural, em Belo Horizonte.

Entre planos de cor, superfícies monocromáticas ou marcadas por contrastes cromáticos, uma geometria construída “à mão e pulso”, o trabalho de Ricardo Homem se destaca por suavizar a aparente rigidez das formas. Os movimentos visíveis do pincel e as pequenas frestas entre um elemento e outro conferem maleabilidade às composições, aproximando a pintura de uma experiência sensível e intuitiva. Embora dialogue com a tradição da abstração geométrica, sua produção segue um caminho próprio. Como observa o pesquisador e curador José Augusto Ribeiro, responsável pelo texto crítico da exposição: “O que parece definir a obra de Ricardo Homem é a lógica interna de seu sistema de produção, ao mesmo tempo construtivo e intuitivo, autor de composições concisas e instáveis.”

Sobre o artista. 

Natural de Belo Horizonte, MG, 1961, Ricardo Homem é pintor e desenhista. Frequentou o curso de artes plásticas na Escola Guignard na década de 1980. Em sua trajetória destacam-se exposições coletivas e individuais em Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, dentre elas: Panorama do Desenho Atual, em 1990, no MAM/SP, Centro Cultural São Paulo, em 1990, 1997 e 2003; Mostra BR/80 Pintura Brasil Década 80, no Instituto Itaú Cultural – Belo Horizonte em 1991. Expôs ainda no Museu de Arte da Pampulha – MAP, em 1990; em 2002, Tangenciando Amilcar, Diálogos, em Porto Alegre. Em 2009, apresentou a exposição Geometria Impura, no Centro Cultural Hélio Oiticica no Rio de Janeiro, MAM Salvador, Palácio das Artes – Belo Horizonte e em Recife. Participou da exposição Anos 80 nos 80 anos, da Fundação Escola Guignard, Belo Horizonte. Museu da Inconfidência, Ouro Preto, em 2025.

Até 10 de outubro.

Lançamento de catálogo de Fábio Miguez.

13/ago

O Instituto Ling, bairro Três Figueiras, Porto Alegre, RS,  lança dia 18 de agosto o catálogo da exposição “Campo e Construção”, mostra individual de Fábio Miguez, com curadoria de Pollyana Quintella. Participam os convidados Fernanda Albuquerque e Guilherme Dable.

A exposição “Campo e Construção” articula, pela primeira vez, dois eixos da obra de Fábio Miguez: suas pinturas recentes de arquiteturas vernaculares brasileiras e suas composições inspiradas nos mestres pré-renascentistas italianos. Ao aproximar esses universos, o artista investiga formas de representação do espaço e revela como luz, tempo e uso se inscrevem nas superfícies construídas. A mostra inclui ainda obras realizadas diretamente nas paredes do Instituto Ling, em que pintura e arquitetura se fundem.

Sobre o artista.

Fábio Miguez nasceu em São Paulo, 1962, SP. É um dos principais nomes da pintura contemporânea brasileira e integrante fundador da Casa 7, grupo que renovou a pintura nos anos 1980. Sua produção inicial, influenciada pelo neoexpressionismo alemão, explorava paisagens densas, com acúmulo de matéria e tons escuros. A partir dos anos 1990, sua pesquisa voltou-se à luz e à abstração, incorporando transparências, cores claras e estruturas geométricas. Nos anos 2000, expandiu a pintura para o campo tridimensional, criando instalações com a sobreposição intercalada de placas de vidro pintadas, assim como suas valises, que comportam objetos que permitem a interação do espectador e a recombinação de diversos elementos. Desenvolve, desde 2010, a série “Atalhos”, na qual reelabora fragmentos de obras de mestres da pintura, e a “série Volpi”, inspirada em detalhes da obra de Alfredo Volpi. Fabio Miguez vive e trabalha em São Paulo. Suas obras integram coleções de instituições como o Centro Cultural São Paulo (CCSP); Instituto Figueiredo Ferraz (IFF); Museu de Arte de São Paulo (MASP); Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio); Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP); e Pinacoteca do Estado de São Paulo.

Movimento e transparência na fotografia.

11/ago

A Galeria Paulo Darzé, Salvador, BA, exibe “Sirènes”, exposição individual de fotografias de Isidora Gajic, artista visual sérvia que vive no Brasil, atuando principalmente com fotografia, instalação e livros de artista. Nascida em Belgrado, em 1988, cresceu entre a Sérvia, Hungria e Suíça antes de seguir seus estudos em Amsterdan, onde se formou em Fotografia. Entre 2020 e 2023, também participou do Artist Masterclass Program da Latela Curatorial, nos Estados Unidos.

Seu trabalho explora temas como memória, transformação, feminilidade, mitologia e a relação emocional entre o corpo e a natureza. Combinando fotografia analógica, digital e de grande formato, imagens sobrepostas e experimentações com materiais e papéis, Isidora Gajic frequentemente cria instalações imersivas nas quais as imagens tornam-se objetos atmosféricos. Seda, luz, movimento e transparência são elementos recorrentes em sua prática.

Até 12 de setembro.

Instalações inéditas e trabalhos emblemáticos.

29/jul

A Gentil Carioca anuncia a abertura de “IMAGINALIVRE!”, nova exposição do coletivo OPAVIVARÁ!, realizada pelo Museu Vale e em cartaz a partir de 1º de agosto na Galeria Gabinete, no Parque Cultural Casa do Governador, em Vila Velha (ES).

Reunindo instalações inéditas e trabalhos emblemáticos da trajetória do coletivo, a mostra convida o público a ocupar a exposição de forma ativa, transformando a experiência artística em um espaço de convivência, experimentação e troca. Em “IMAGINALIVRE!”, objetos cotidianos assumem novos significados e estimulam encontros, revelando uma prática que faz da participação um elemento central da obra.

Na abertura da mostra, o coletivo realiza o 1º Encontro Farmar Aura, convidando o público a viver um bom rolê: conhecer pessoas, trocar ideias, descobrir coisas novas e compartilhar experiências. A atividade acontece no dia 1º de agosto, às 10h, com entrada gratuita e ingressos disponíveis na entrada do evento ou antecipadamente.

Reconhecido por desenvolver projetos que expandem as possibilidades da arte contemporânea, o OPAVIVARÁ! apresenta um percurso que evidencia seu interesse por experiências coletivas, pela ativação do espaço e pelas diferentes formas de interação entre obra e público

Ling apresenta Juliana dos Santos.

O que acontece dentro de um ateliê artístico?

Entre os dias 03 e 07 de agosto, o Instituto Ling, Três Figueiras, Porto Alegre, RS, convida para acompanhar de perto o processo criativo da artista visual Juliana dos Santos, que desenvolverá uma intervenção inédita diretamente em uma das paredes do centro cultural.

Realizada durante o horário de funcionamento do prédio, a atividade tem entrada gratuita e oferece uma oportunidade rara: observar a construção da obra em tempo real, acompanhar as escolhas, os materiais e os caminhos que dão forma ao trabalho artístico.

Reconhecida por instalações imersivas que exploram as relações entre cor, tempo e espaço, Juliana Dos Santos transforma o azul extraído da flor Clitoria ternatea em matéria poética para refletir sobre identidade, memória e transformação. A artista integrou a 36ª Bienal de São Paulo e é uma das indicadas ao K21 GLOBAL Art Award 2026.

A ação integra o projeto Ling Apresenta | Por uma “geografia da ação”: corpo, matéria, território, com curadoria de Galciani Neves, que reúne artistas da região Sudeste em diálogo com o contexto cultural gaúcho por meio de intervenções concebidas especialmente para o Instituto Ling.

No dia 08 de agosto, às 10h, Juliana dos Santos participa de um encontro com o público ao lado da curadora para compartilhar reflexões sobre o desenvolvimento e o resultado da intervenção. A participação é gratuita mediante inscrição.