Desenhos de Iberê Camargo ao logo do tempo.

14/abr

A Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre, RS, convida para a abertura da exposição “Iberê Camargo: quem sabe, o tempo…” , neste sábado, dia 18 de abril, a partir das 14h.

Com curadoria de Carmela Gross, a mostra reúne 1.091 estudos e desenhos de Iberê Camargo (1914-1994), configurando a maior exposição do artista em número de obras já apresentada. O conjunto abrange diferentes momentos de sua trajetória, incluindo trabalhos realizados ainda na adolescência, quando Iberê Camargo  tinha apenas 13 e 14 anos.

A exposição oferece um olhar aprofundado sobre o processo criativo do artista, revelando a potência e a continuidade de sua investigação ao longo do tempo.

Iberê Camargo desde o princípio.

07/abr

 

Com curadoria de Carmela Gross, a Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre, RS, inaugura a maior exposição em número de obras de Iberê Camargo. “Iberê Camargo: quem sabe, o tempo…” apresenta mais de mil estudos e desenhos do artista, incluindo os primeiros produzidos aos 13 anos de idade. 

No dia 18 de abril (sábado), a Fundação Iberê abre uma grande exposição dedicada aos estudos e desenhos de Iberê Camargo (1914-1994). Com curadoria de Carmela Gross, “Iberê Camargo – quem sabe, o tempo…” reúne 1.091 obras de diferentes momentos da trajetória do artista. Entre elas, estão nove desenhos produzidos entre 1927 e 1928 pelo adolescente Iberê Camargo, então com apenas 13 e 14 anos de idade.  

O convite à Carmela Gross foi feito durante sua exposição na Fundação Iberê Camargo, “Boca do Inferno” (2024), e aceito prontamente. A partir do conto de Iberê Camargo “O relógio”, escrito em 1959 e publicado apenas em 1988, a artista definiu que o tema seria Iberê Camargo antes da pintura; o tempo do desenho. 

“Quando fui convidada, busquei na memória as muitas e muitas pinturas que visitei em exposições, e tantas outras que revi em reproduções de livros. Mas não era sobre a pintura de Iberê que eu queria falar. Queria falar de um tempo que antecede à pintura, o tempo do desenho. E o desenho é outra coisa… a atenção ao pequeno, ao efêmero, as anotações distraídas sobre um papel qualquer, ensaios, repetições, rabiscos, rasuras, linhas incertas, restos, excessos, sombras… um ir e vir de perguntas sem respostas… enfim, coisa mental, no registro de Leonardo da Vinci”, conta a artista.  

Ao lado da assistente Carolina Caliento, durante um ano, Carmela Gross mergulhou nos mais de 3.800 desenhos que pertencem ao acervo da instituição. O conjunto, preservado pela Fundação Iberê Camargo, guarda não apenas obras, mas também a memória do processo do artista.  

Responsável pelo acervo da Fundação Iberê Camargo, Gustavo Possamai lembra que a existência desse material se deve, em grande parte, a duas outras figuras femininas fundamentais na vida de Iberê Camargo: Maria Coussirat Camargo, sua esposa, e a mãe de Maria, que a orientou a conservar tudo o que o artista produzia. “Quando o Iberê começou realmente a se dedicar à pintura, a mamãe me disse: “Maria, tudo o que o Iberê fizer, tudo, nem que seja um papelzinho assim, pequeno… tu guardas”. Foi o que eu fiz.” 

“(O acervo) é como uma arca de Noé, que nos convoca a viajar pelo universo Iberê. Impossível selecionar. Eu queria tudo, mostrar tudo! (…) Eu e minha assistente, Carolina, passamos semanas a fio na tarefa, ao mesmo tempo cansativa e prazerosa, de escolher cada exemplar – agrupamentos diversos… conjuntos, separações, novos ajuntamentos, acertos e dúvidas; um sem-fim de listas e tabelas numeradas, refeitas a cada dia, ponderando cada escolha pelo gosto ou pelo entusiasmo da descoberta… assim, chegamos a 1.091”, destaca a artista.  Definidas as obras, Carmela Gross e Carolina Caliento passaram a detalhar o complexo projeto de montagem que ocupará o quarto andar da Fundação Iberê Camargo. Como um roteiro cinematográfico, os desenhos e estudos serão apresentados em 93 pranchas de 1,20 por 0,80 m, compondo, no interior de cada plano, ao acaso, um mosaico de peças irregulares. “Juntos e ordenados em sequência, eles formaram virtualmente amplas janelas – janelas abertas nas paredes sólidas do edifício do museu, simbolicamente abertas de par em par para o mundo lá fora”, completa.  

Sobre a curadora.

Carmela Gross (São Paulo, 1946) é artista visual, pesquisadora e professora brasileira. Sua produção reúne desenhos, gravuras, instalações e intervenções urbanas. Participou de importantes exposições no Brasil e no exterior, e é reconhecida por obras que investigam o espaço público, a linguagem e a experiência urbana contemporânea. 

Até 28 de março de 2027.

 

 

Exposição de dois artistas radicados na Suíça.

31/mar

Em novo capítulo de sua temporada de 2026, o Espaço Cultural do Hotel Praça da Matriz (HPM), Porto Alegre, RS, abre às 18h do dia 08 de abril, a exposição “Convergências”, com obras de dois artistas radicados na Suíça. São desenhos e pinturas do senegalês Momar Seck, além de obras em técnica mista do brasileiro Edmundo Timm – este em sua primeira mostra individual. Edmundo Timm também está confirmado para o tradicional bate-papo “Roda de Cultura”, iniciativa que aproxima o público e protagonistas do setor. O evento será dia 14, às 17h, com entrada gratuita a qualquer interessado.

Trajetórias intercontinentais.

O carioca Edmundo Timm está radicado na Suíça, onde atua desde 1998 como artista plástico autodidata, professor e produtor cultural nas áreas de teatro, dança, música, artes visuais e mindfullness. Já trabalhou também nos Estados Unidos, Alemanha e Honduras, promovendo intercâmbios culturais e conexões em arte contemporânea. Em Porto Alegre, onde viveu durante boa parte da década de 1980, destacam-se iniciativas como a coordenação do projeto “Travessia” (2018), voltado ao intercâmbio entre jovens da Escola Internacional de Genebra (Ecolint) e a Fundação Pão dos Pobres. Participou, ainda, de montagens de mostras em instituições como o Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs). Sua produção como artista plástico tem se voltado ao abstracionismo por meio de técnica mistas, combinada a abordagens clássicas na criação de uma linguagem moldada pela luz, natureza e movimentos orgânicos. 

O senegalês Momar Seck reside na Suíça, onde atua como pintor, desenhista e escultor. Diplomado pela Escola Superior de Formação de Professores de Arte de Dakar e pela Escola de Belas Artes de Genebra, é mestre em Artes Visuais pela Universidade de Estrasburgo, na França. Em três décadas e meia de carreira internacionalmente premiada, expôs em galerias e instituições de diversos países – inclusive no Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs), em 2018, ao integrar o projeto “Travessias”. Momar Seck selecionou dez obras para a exposição. Produzido por meio da combinação de desenho e pintura, o conjunto transita entre figuração e abstracionismo, em imagens nas quais linha e cor compartilham a mesma força expressiva. O resultado são silhuetas humanas, formas animais e vegetais, elementos simbólicos e fragmentados, na exploração de conceitos como memória, identidade e movimento.

Capturando momentos únicos.

13/mar

O Museu de Arte do Paço, convida para a abertura da exposição “Olhares Efêmeros” com a curadoria de Denise Giacomoni, a ser realizada no dia 17 de março, terça-feira, às 18h.

“Olhares Efêmeros” – uma exposição fotográfica que revela a cidade de Porto Alegre, RS, em cores, com 32 talentos locais – como Fernando Zago – capturando seus momentos únicos.

De 17 de março a 15 de maio, na Sala Leste do 2º andar do Paço Municipal, Centro Histórico, Porto Alegre, RS.

Arte do Paço, convida para a abertura da exposição “Olhares Efêmeros” com a curadoria de Denise Giacomoni, a ser realizada no dia 17 de março, terça-feira, às 18h.

“Olhares Efêmeros” – uma exposição fotográfica que revela a cidade de Porto Alegre, RS, em cores, com 32 talentos locais – como Fernando Zago – capturando seus momentos únicos.

De 17 de março a 15 de maio, na Sala Leste do 2º andar do Paço Municipal, Centro Histórico, Porto Alegre, RS.

Um diálogo com desenhos.

12/mar

O Museu de Arte do Paço, Porto Alegre, RS, convida para a abertura da exposição “Desenhos de Água: Bia Dorfman encontra Luiz Maristany” com curadoria de Maria Helena Bernardes, a ser realizada no dia 17 de março, terça-feira, às 18h.

Exposição no Museu de Arte de Porto Alegre aproxima dois artistas que retrataram a cidade. A mostra reúne obras da artista visual Bia Dorfman (1957) em diálogo com desenhos raramente exibidos do artista Luiz Maristany de Trias (1885-1964), provenientes da Pinacoteca Aldo Locatelli.

A exibição propõe um encontro entre dois momentos da história de Porto Alegre, conectando desenhos produzidos com 80 anos de distância. Enquanto Luiz Maristany de Trias registrou paisagens urbanas da capital nas décadas de 1940, Bia Dorfman revisita a cidade no presente, em trabalhos que também refletem as transformações da paisagem e da relação com o rio diante da emergência climática recente.

A obra de Carlos Cruz-Diez no Paraná.

06/mar

Essa é primeira exposição individual de Carlos Cruz-Diez na Galeria Simões de Assis, Batel, Curitiba, PR, reunindo trabalhos emblemáticos das séries “Physichromie” e “Color Aditivo”, obras inéditas, e a instalação “Laberinto de Transcromía Rachel” (1965-2017), composta por estruturas translúcidas suspensas que transformam a percepção do espaço. O conjunto reafirma uma das principais contribuições do artista à arte do século XX ao compreender a cor como acontecimento perceptivo, autônomo e em constante transformação.

“As obras expostas […] propõem a cor fazendo-se e desfazendo-se no tempo e no espaço. São ‘suportes de acontecimentos cromáticos’, espécie de armadilhas de luz, onde o espectador pode descobrir e estimular o seu ressonador afetivo. Nas minhas obras, a cor flutua virtualmente fora do suporte que as contém.” 

Carlos Cruz-Diez

Sobre o artista.

Carlos Cruz-Diez tem obras em coleções de importantes instituições, como: Museu de Arte de São Paulo (MASP); Museu de Arte Moderna (MAM), Rio de Janeiro; Museum of Modern Art (MoMA), Nova York; Museum of Fine Arts (MFAH), Houston; Tate Modern, Londres; Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris, Centre Pompidou, Paris; Wallraf-Richartz Museum, Colônia, Museo de Arte Contemporáneo, Bogotá; Museo de la Solidaridad Salvador Allende, Santiago; e Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires (MALBA), Buenos Aires, Argentina.

Até 18 de abril.

Rubiane Maia com intervenção artística inédita.

A artista mineira Rubiane Maia chega ao Instituto Ling, Bairro Três Figueiras, Porto Alegre, RS, para realizar uma intervenção artística inédita em uma das paredes do centro cultural. De 09 a 13 de março, o público poderá acompanhar ao vivo a criação da nova obra, produzida durante o horário de funcionamento do prédio, com acesso livre e gratuito. Ao longo da semana, será possível observar de perto o processo criativo e as técnicas utilizadas, assistindo em tempo real ao que acontece no ateliê temporário montado em frente à parede.

A intervenção integra o projeto Ling Apresenta | Por uma “geografia da ação”: corpo, matéria, território, com curadoria de Galciani Neves, que busca aproximar o Rio Grande do Sul da arte contemporânea produzida na região Sudeste, a partir de um olhar plural. Ao longo do ano, quatro artistas serão convidados a ocupar a parede com projetos inéditos.

O projeto Ling Apresenta percorreu, nos últimos anos, as regiões Sul, Nordeste, Norte e Centro-Oeste, encerrando esse ciclo agora com a temporada dedicada ao Sudeste. Ao longo desse trajeto, compôs um amplo panorama da produção de artistas do cenário nacional das artes visuais. A curadoria também acompanhou essa perspectiva territorial, contando com a participação de Luísa Kiefer, Bitu Cassundé, Vânia Leal e Paulo Henrique Silva.

Sobre a curadora

Galciani Neves nasceu em Fortaleza, CE, 1978. Curadora, professora e pesquisadora no campo das artes visuais. É mestre e doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Atuou em instituições como a Fundação Bienal de São Paulo, o Instituto Tomie Ohtake, o Museu Brasileiro da Escultura e da Ecologia (MuBE) e o Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba (PR). Atualmente, é professora do Curso de Artes Visuais na Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) e coordenadora da Bolsa de Pesquisa do Instituto de Arte Contemporânea. Vive e trabalha em São Paulo (SP).

Até 16 de maio.

Espaço de enfrentamento e permanência.

02/mar

Panmela Castro celebra mulheres negras gaúchas que lutaram pelos direitos femininos com a exposição “A Crônica da Não-Solidão” na Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre, RS. Figurando na lista das 150 mulheres que “abalaram o mundo”, feita pela revista americana “Newsweek”, Panmela Castro construiu sua trajetória provocando reflexões sobre questões humanas. 

“Essa mesma solidão – vivida, observada e elaborada pela artista – transforma-se, aqui, em não-solidão, ao se deslocar para a relação e a construção coletiva, afirmando a arte como espaço de enfrentamento e permanência”, destaca Emilio Kalil, diretor-superintendente da Fundação Iberê Camargo.

Sala das Mulheres | Encontro e Legado.

Panmela Castro homenageia quatro personalidades negras que construíram formas de resistir e histórias que nos levam a pensar em quantas outras deveriam ser reconhecidas: Iara Deodoro, Magliani, Nega Diaba e Nega Lu.

“Líderes em seus contextos, elas contribuíram de forma decisiva para a construção social, política e cultural de suas comunidades, rompendo barreiras e ampliando espaços de atuação feminista”, ressalta a artista.

Iara Deodoro – Referência na cultura afro-gaúcha, a bailarina, coreógrafa, produtora, diretora artística, assistente social, professora e ativista Iara Deodoro deixou como legado a valorização da arte como instrumento de transformação social. Também desenvolveu projetos educacionais e artísticos em música, moda e gastronomia com base na cultura e na história africana e afro-brasileira. 

Magliani – Pintora, desenhista, gravadora, figurinista e cenógrafa, Maria Lídia Magliani nasceu em Pelotas, mas mudou-se para Porto Alegre ainda criança. Foi uma das primeiras mulheres negras a se formar no Instituto de Artes da UFRGS. Tornou-se uma das artistas gaúchas de maior alcance com sua estética neo-expressionista e forte engajamento feminista. Residiu em São Paulo, Minas Gerais e no Rio de Janeiro.

Nega Diaba – Natural de Rio Pardo, foi a primeira mulher negra eleita para a Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Como vereadora, integrou a vice-liderança do partido entre 1997 e 1999 e foi vice-presidente da Comissão de Defesa do Consumidor e Direitos Humanos.

Nega Lu – Poucas personalidades inscreveram seu nome na memória afetiva da Capital com tanta irreverência quanto Nega Lu, figura alegre e anticonvencional que se transformou em ícone de sucessivas gerações. Luiz Airton Farias Bastos, como está registrado na certidão de nascimento, ganhou fama na cena cultural e boêmia de Porto Alegre entre os anos 1970 e 1990. 

Sobre a artista.

Graduada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em Pintura e mestre em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Por sua atuação em arte e direitos humanos, recebeu títulos e prêmios como Young Global Leader, pelo Fórum Econômico Mundial, DVF Awards e foi reconhecida pela revista Newsweek como uma das 150 mulheres que estão mudando o mundo.

Nuno Ramos representado por duas galerias.

Almeida & Dale e a Cerrado Galeria anunciam a co-representação do escritor e artista Nuno Ramos. Sua prolífica obra assume a permeabilidade entre pintura, instalação, escultura, texto, peças teatrais e sambas. Seu corpo de trabalho pode ser entendido como um conjunto de tentativas, isoladas ou combinadas, de entranhar o fazer artístico na matéria, de criar arranjos provisórios entre opostos, de concatenar movimentos e de armar cenas conduzidas por atores humanos e não humanos. 

A palavra, o tempo presente e a realidade político-histórica e cultural do Brasil são tópicos recorrentes em sua prática, em diálogo com figuras fundamentais de diferentes áreas da cultura. Suas obras se dirigem aos limites da matéria, da linguagem e do objeto de arte, ora com aspecto vivaz, ora melancólico, colocando em fragilidade a atuação e o controle da própria ação criativa. 

Nuno Ramos iniciou sua trajetória nos anos 1980 e é um dos nomes determinantes da arte contemporânea brasileira. Ele acumula passagens por quatro edições da Bienal de São Paulo, além de participações nas Bienais de Veneza, do Mercosul e de Havana. Foi premiado pelo conjunto de sua obra com o Grant-Award da Barnett and Annalee Newman Foundation e, como autor, recebeu duas vezes o Prêmio Portugal Telecom. Sua obra integra acervos institucionais como os do Instituto Inhotim, Jewish Museum, MAM São Paulo, Pinacoteca de São Paulo, Städtische Galerie Villa Zanders, Tate Modern, Thyssen-Bornemisza e Walker Art Center, entre outros. 

Em 2026, Nuno Ramos estreia no Theatro Municipal de São Paulo como diretor, ao lado de Eduardo Climachauska, na ópera Intolleranza 1960, de Luigi Nono. O artista lança ainda neste ano livro em prosa inédito e um novo título dedicado à sua obra, organizado pela curadora Pollyana Quintella e pelo professor e pesquisador Victor da Rosa.

Mostra do acervo de um colecionador.

27/fev

Parte de um acervo que, por décadas, esteve restrito ao ambiente privado agora ganha as salas do Museu de Arte do Espírito Santo Dionísio Del Santo (MAES), no Centro de Vitória. A exposição “Arte em Todos os Sentidos” iniciou no dia 24 e reúne 41 obras de 36 artistas capixabas e nacionais.

A mostra apresenta pinturas, gravuras, desenhos, fotografias e esculturas selecionadas do acervo do colecionador Ronaldo Domingues de Almeida. A proposta é oferecer ao público um recorte plural da produção moderna e contemporânea. O título da exposição faz referência a uma obra do artista pernambucano Paulo Bruscky. A escolha dialoga com a ideia de ampliar a experiência estética e sensorial do visitante. Segundo o colecionador, o acervo não foi planejado como coleção formal. As aquisições começaram por afinidade e convivência com a arte, ainda nos anos 1980, quando ele frequentava a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Com o tempo, o conjunto cresceu de forma espontânea, reunindo hoje centenas de obras de aproximadamente 100 artistas, em sua maioria capixabas. Curadoria de Nicolas Soares.

Artistas participantes.

Álvaro Conde, Andréia Falqueto,  Ângelo de Aquino, Antônio Poteiro, Augusto Herkenhoff, Carlos Scliar, Cildo Meirelles, Claudia Colares, Dan Mendonça, Dididco, Franz Weismann, Gilbert Chaudanne, Hilal Sami Hilal, Homero Massena, Iole de Freitas, Jocimar Nalesso, José Roberto Aguilar, Maria Bonomi, Lando, Levino Fânzeres, Lincoln Guimarães Dias, Luciano Boi, Paulo Brusscky, Pitágoras Lopes, Prozak, Regina Chulam, Regina Silveira, Rick Rodrigues, Rosana Paste, Sandro Novaes, Sante Scaldaferri, Tom Boechat, Tomie Ohtake, Viva Vilar, Waltércio Caldas, Wesley Duke Lee.

A entrada é gratuita.

Até 26 de abril.