Dinâmicas da economia da arte.

02/fev

Curso no MAM, São Paulo, SP, com Thierry Chemalle. O curso oferece uma abordagem conceitual sobre as dinâmicas econômicas que permeiam o universo artístico, explorando o valor da arte, o comportamento dos colecionadores e o impacto das inovações tecnológicas. Em cinco aulas, os participantes serão introduzidos aos fundamentos da economia da arte, discutindo teorias clássicas de valor, relatos de coleções reais, as implicações de novas tecnologias, e o papel das ciências comportamentais na compreensão do mercado. Voltado para artistas, galeristas, art advisors e profissionais ligados a museus e instituições culturais, bem como profissionais de segmentos correlatos que queiram aprofundar seus conhecimentos sobre a economia da arte, o curso busca ampliar a compreensão sobre o segmento da arte e seus principais agentes, conectando aspectos econômicos e culturais.

Curso online

Ao vivo, via plataforma de videoconferência, aulas gravadas disponibilizadas apenas por tempo determinado. Contempla certificado no final.

19, 26 de fevereiro, 05, 12, 19 de março  – 19h às 21h30

Duração: 5 encontros

Investimento: R$ 500,00 + taxas

Programação

Aula 1: Introdução à Economia da Arte

Introdução, conceitos fundamentais e principais números da Economia da Arte; Similaridades da Economia da Arte com outros segmentos.

Aula 2: O Valor da Arte

Adam Smith: O paradoxo da Água e Diamante; Uma breve história da precificação.

Aula 3: Colecionismo

Coleções reais; Uma abordagem ESG do colecionismo.

Aula 4: Arte e Tecnologia

Breve relato sobre a história da Tecnologia na Arte; Novas tecnologias e a Economia da Arte.

Aula 5: Arte e Ciência Comportamental

Breve história sobre o encontro da economia com as ciências comportamentais.

Obras emblemáticas.

No dia 06 de fevereiro, às 16h, a curadora Denise Mattar realizará uma visita guiada à exposição “Geometria Visceral”, que apresenta um panorama da mais recente produção do artista paulistano Gilberto Salvador no Paço Imperial, Rio de Janeiro, RJ. Com entrada gratuita, a visita contará com tradução em libras. A mostra, que ocupa todos os três salões do segundo pavimento do Paço Imperial, pode ser vista até o dia 1º de março.

A exposição apresenta cerca de 40 obras, entre pinturas, esculturas e vídeos. Há 17 anos sem expor no Rio de Janeiro, o artista tem uma forte relação com a cidade, tendo criado, inclusive, obras que retratam a paisagem carioca. Preocupado com a acessibilidade, o artista, que tem dificuldade de locomoção devido à paralisia infantil que teve aos nove meses de vida, criou duas esculturas táteis, que podem ser tocadas pelos visitantes. “Eu acho fundamental o público ter essa experiência”, afirma o artista.

A exposição é uma oportunidade para o público carioca ter contato com a obra deste importante artista, que tem mais de 60 anos de trajetória e nunca deixou de trabalhar, mesmo diante de tantas adversidades. A mostra está focalizada na produção mais recente do artista, mas começa com obras emblemáticas criadas nas décadas de 1960 e 1970, que pontuam o percurso de Gilberto Salvador nas artes. Entre elas está “Viu…!” (1968), que destaca o embate com a Ditadura militar, período de extrema importância na obra de Gilberto Salvador. “Desde os seus primeiros trabalhos nos anos 1960, Gilberto soube fundir a racionalidade construtiva com um ímpeto visual orgânico. Suas primeiras experimentações gráficas e pictóricas revelam uma consciência política imbricada ao ato plástico – a cor como discurso, o traço como denúncia”, conta a curadora.

Linguagem plástica e pesquisas.

28/jan

A artista Marina Ribas apresenta “Nada é de n0vo”, uma nova configuração da exposição homônima realizada em 2023, agora no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, Centro, Praça Tiradentes, Rio de Janeiro, RJ. Em consonância com a ideia que atravessa a pesquisa da artista e o próprio título da exposição, a mostra inclui cerca de 15 obras de diferentes fases de sua trajetória, somando trabalhos inéditos a obras anteriores.

Tendo o ovo como signo central, a exposição investiga ideias de origem, ciclos, fertilidade e a latência do que está por vir. Como forma arquetípica, o ovo se afirma também como geometria orgânica de origem natural, tensionando matéria, volume e espaço arquitetônico ao longo da exposição. A linguagem plástica se desdobra por meio de múltiplas técnicas, como esculturas; pinturas em relevo de espuma solidificada; instalações; totens; performance; e fotografia. Não é proposto um percurso curatorial fechado: o público é convidado a construir sua própria leitura a partir das relações entre as obras, dos materiais e das espacialidades.

Parte da exposição reúne registros de ações performáticas realizadas por Marina Ribas em diferentes contextos urbanos e institucionais. Nessas intervenções – denominadas infiltrações poéticas – ovos produzidos por ela se relacionam com obras clássicas e contemporâneas em escolas de arte, museus e praças públicas. As fotografias impressas em canvas e o vídeo apresentados na mostra operam simultaneamente como vestígios dessas ações e como trabalhos autônomos. Ao deslocar um gesto efêmero para o campo da permanência, a artista propõe um manifesto silencioso em homenagem às artistas historicamente invisibilizadas ou inviabilizadas na narrativa da História da Arte segundo a perspectiva europeia, levantando questionamentos em torno de temas como autoria, circulação e legitimação no sistema da arte.

Até 07 de fevereiro. 

MAM São Paulo na Pinacoteca do Ceará.

27/jan

Vídeos da doação Chaia.

Dando continuidade à parceria entre o Museu de Arte Moderna de São Paulo e a Pinacoteca do Ceará, a mostra de vídeos “Corpo e cidade em movimento” parte da doação da coleção de Vera e Miguel Chaia para o MAM em 2025. A curadoria foi realizada em diálogo com Miguel Chaia e o resultado é quase um filme. Utilizamos critérios semelhantes às de uma exposição de objetos, colocando lado a lado obras para criar novas relações e outros significados. A mostra tem a especificidade de um filme, já que está centrada na noção de “montagem”, em que uma sequência de vídeos autônomos dialogam um com o outro formando um grande conjunto inusitado.

A sessão está dividida em cinco partes: uma abertura, com o vídeo de Cinthia Marcelle, que aponta para o entrelaçamento e o encontro de diferentes grupos que se complementam, seguida por três blocos: “Retratos poéticos”, em que o corpo dos artistas está em evidência; “Paisagens políticas”, em que a cidade e questões da vida em sociedade são os protagonistas; e “Experiências de linguagem”, em que a própria linguagem do vídeo é explorada de modo mais explícito. A sessão se encerra com o filme de Cao Guimarães, “Sin peso”, em que toldos coloridos e vozes de comerciantes de rua se misturam como uma síntese do conjunto. A mostra apresenta um pequeno recorte de 14 vídeos dentre os 75 que integram a doação. As obras da coleção Chaia recebidas pelo MAM inauguram um novo momento para o acervo do museu ao quase triplicar sua coleção de vídeos. “MAM São Paulo na Pinacoteca do Ceará” é um modo não apenas de dar visibilidade ao vídeo como suporte da arte, mas também uma oportunidade de reflexão sobre essa produção contemporânea em um formato de exibição diferente da sala de exposições.

Cauê Alves – curador

Sobre a curadoria.

Cauê Alves é mestre e doutor em Filosofia pela FFLCH-USP. Professor do Departamento de Artes da FAFICLA-PUC-SP, é curador-chefe do Museu de Arte Moderna de São Paulo e coordenador do grupo de pesquisa em História da Arte, Crítica e Curadoria (CNPq). Publicou diversos textos sobre arte, entre eles no catálogo Mira Schendel (Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Pinacoteca de São Paulo e Tate Modern, 2013). Foi curador-chefe do Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE, 2016-2020), curador assistente do Pavilhão Brasileiro na 56ª Bienal de Veneza (2015) e curador adjunto da 8ª Bienal do Mercosul (2011).

Vera Chaia e Miguel Chaia fizeram mestrado e doutorado em Ciências Sociais na Universidade de São Paulo – USP. Ambos são professores da Faculdade e da Pós Graduação em Ciências Sociais da PUC-SP e autores de artigos e livros. Ele leciona também no curso de Arte: História, Crítica e Curadoria na mesma universidade e participa de vários conselhos de relevantes instituições de arte em São Paulo. São pesquisadores do Núcleo de Estudos em Arte, Mídia e Política – NEAMP.

Artistas.

Berna Reale, Cao Guimarães, Carmela Gross, Cinthia Marcelle, Giselle Beiguelman, Guilherme Peters e Sansa Rope, Lia Chaia, Lucas Bambozzi, Marcelo Cidade, Nicole Kouts, Rafaela Kennedy, Rodrigo Cass, Sara Ramo, Shai Andrade, Tiago Rivaldo.

Laura Lima no Institute of Contemporary Arts.

“The Drawing Drawing”, é a primeira exposição individual de Laura Lima no Institute of Contemporary Arts (ICA), em Londres. A mostra reúne instalações performativas nas galerias Superior e Inferior do ICA e tem como eixo central uma nova comissão que reconfigura a aula tradicional de desenho de modelo vivo, dissipando as fronteiras entre público e obra de arte. Trabalhos como Ascenseur (2013) e uma cena relacionada ao Balé Literal integram a exposição, marcada por movimento, descoberta poética e imprevisibilidade.

Na quarta-feira, 28 de janeiro, às 18:45, a artista conversa com Andrea Nitsche-Krupp, curadora do ICA London, sobre sua prática e o processo criativo da exposição. “Laura Lima: The Drawing Drawing” conta com o apoio do British Council e do Instituto Guimarães Rosa, como parte da Temporada de Cultura Reino Unido-Brasil 2025-26.

Sobre a artista.

Laura Lima escancara a melancolia da miséria humana: obra da distância, da falta de contato entre indivíduos e do adiamento incessante da satisfação do desejo.

Lisette Lagnado, Obra da Distância, 2000.

Artista brasileira, Laura Lima vive e trabalha no Rio de Janeiro, RJ. Seres vivos e arquitetura são alguns dos elementos integrantes da obra de Laura Lima, que inclui em seu ofício como artista a “práxis” vital do tempo da experiência – participante e do espectador na obra – e o fazer filosófico, variando de meios – desde bordados à mão a organizações ativistas e chamamentos abertos -, e utilizando ferramentas técnicas que expõe um contraste poderoso com suas referências visuais. Transformar o espaço em uma obra viva, um organismo abrangente, na qual a experiência do espectador no ambiente construído é central para o significado da obra, é um exemplo de apresentação criada por Laura Lima.

Até 29 de março.

O apagamento e objetificação das mulheres.

26/jan

Liane Roditi apresenta Dobras e Desdobras no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro. A exposição “Dobras e Desdobras”, é a primeira exibição individual de Liane Roditi, com curadoria de Isabel Sanson Portella, que inaugura no dia 28 de janeiro. Nessa mostra a artista investiga as relações entre corpo, memória e matéria, abordando estruturas de silenciamento, apagamento e objetificação das mulheres. 

Ao longo de “Dobras e Desdobras”, a articulação entre vídeos, objetos, performances e instalações transforma o espaço em uma composição contínua entre corpo e matéria. “Nada é mais importante do que compreender as dualidades”, afirma Isabel Sanson Portella. “Nada nos representa mais do que o entendimento do nosso corpo como extensão da natureza. O corpo existe também nos restos, nos vestígios, e fica inscrito na memória.” A exposição propõe, assim, um percurso de desafios e escolhas, um mergulho em vozes e silêncios, desenvolvendo e desdobrando questões que o tempo e a sociedade insistem em apagar.

Sobre a artista. 

Liane Roditi nasceu em 1967, carioca, bailarina e artista visual, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Graduada em Dança pela Faculdade da Cidade, estudou na Escola de Belas Artes da UFRJ e frequenta cursos regulares na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Participou de exposições coletivas, entre elas Encontrar a Solidez, na Galeria Anita Schwartz, Rio de Janeiro, com curadoria de Bruna Costa (2025). Foi selecionada pela Chamada Aberta da Apexart, em Nova York (EUA), para a mostra The Uterus is also a Fist (2026), com curadoria de Talita Trizoli e Renata Freitas, junto ao coletivo GAF. Sua trajetória inclui também participações em residências artísticas, com destaque para a temporada no Vermont Studio Center, em Johnson, EUA (2024).

Em cartaz até 14 de março.

Espaço e tempo no contexto urbano.

22/jan

 

 

A exposição “Há quanto tempo não olho para o céu?”, exibição individual da artista Aruane Garzedin, com curadoria de Shannon Botelho, será inaugurada no dia 28 de janeiro no Centro Cultural Correios, Centro, Rio de Janeiro, RJ.

A mostra reúne cerca de 20 pinturas em acrílico sobre tela, além de uma instalação e um trabalho têxtil de grandes dimensões, a partir de uma pesquisa que investiga as relações entre corpo, espaço e tempo no contexto urbano. 

Sobre a artista.

Aruane Garzedin nasceu em 1959, Salvador, BA. Vive e trabalha entre Salvador e o Rio de Janeiro, RJ. Artista visual com exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Possui graduação em Arquitetura, mestrado em Arquitetura e Urbanismo e doutorado em Belas Artes. A cidade constitui um laboratório para a observação da relação corpo/espaço/tempo, eixo temático no qual se desenvolve a sua poética visual. A partir de 2016 sua pintura se ampliou aos muros e às intervenções na paisagem, também escritora busca unir essas diferentes linguagens em seu fazer artístico.

Em cartaz até 14 de março.

Beatriz Milhazes no Museu de Arte da Bahia.

20/jan

“Beatriz Milhazes: 100 Sóis” é a primeira exposição individual da artista em Salvador e reúne, no MAB – Museu de Arte da Bahia, uma ampla seleção de obras que percorre 30 anos de sua produção, oferecendo um vislumbre de diferentes fases de sua trajetória e evidenciando elementos recorrentes que estruturam sua poética.

Com curadoria do crítico e historiador de arte Tiago Mesquita, a mostra apresenta pinturas históricas, trabalhos inéditos, colagens recentes e uma instalação nas janelas do museu, revelando como diferentes meios alimentam sua pesquisa, tendo a pintura como eixo central e meio principal de sua prática de ateliê, cuja reverberação atravessa toda a sua obra.Os trabalhos são dispostos em uma espécie de colagem espacial, revelando tanto a amplitude do repertório formal de Beatriz Milhazes quanto a sofisticação de suas estratégias compositivas. Nesse arranjo, torna-se evidente o modo como suas obras dialogam com a arte moderna em diferentes geografias, a tradição construtiva, o design, a moda, o carnaval carioca, a alegoria, o ornamento, a decoração barroca e uma coreografia de formas dançantes, ao mesmo tempo em que incorporam questões estruturais da imagem pop, dimensão que atravessa sua trajetória e reafirma sua posição como uma das vozes centrais da abstração contemporânea.

A artista apresenta um novo vitral concebido para as janelas da instituição, no qual seus padrões característicos são aplicados em filmes translúcidos multicoloridos que filtram a luz solar e projetam feixes caleidoscópicos pelo espaço expositivo. Também em exibição está “A Seda”, obra emblemática de sua produção dos anos 2000, na qual elementos gráficos em cores vibrantes se expandem do centro da tela em movimento centrífugo. No núcleo, um emaranhado de arabescos rendados forma o coração da composição, combinando fluidez e ordem em uma estrutura orgânica em expansão. Já em trabalhos mais recentes, como “Memórias do Futuro II” (2023), a artista sobrepõe grafismos feitos com caneta de tinta acrílica (marcadores Molotow) às formas transferidas por sua técnica de monotransfer, acrescentando uma nova camada de padrões ao intrincado jogo de tramas em rotação e criando estratos que se articulam em uma rede complexa e multidirecional.

Até 26 de abril.

Entre a fotografia e o cinema.

15/jan

O Instituto Moreira Salles (IMS), São Paulo, SP, exibe mostra com fotos inéditas de Agnès Varda e investiga a profunda relação entre sua fotografia e o cinema. “No meu trabalho, na minha vida de artista, sou tão fascinada pela imobilidade da fotografia quanto pelo movimento do cinema”, dizia Agnès Varda. O deslizamento entre o instante fotográfico e o fluxo fílmico, fundamental em sua obra, é um dos focos centrais da exposição no Instituto Moreira Salles (IMS). Reunindo 200 fotografias – muitas delas inéditas -, a iniciativa não só resgata a Varda fotógrafa, um lado menos conhecido da consagrada cineasta, mas também mostra como sua produção está conectada com as questões contemporâneas, como feminismo, combate ao racismo e defesa dos direitos civis. “Ela se interessa pelas possibilidades artísticas da fotografia”, afirma João Fernandes, diretor artístico do IMS e curador da exposição ao lado de Rosalie Varda, filha e parceira de Agnès.

Fez um curso profissionalizante, observou a produção de outros criadores e seguiu conselhos de mestres como Brassaï. O teatro também foi fundamental nesse processo de formação do olhar. Jean Vilar acabava de criar projetos que se tornariam referências incontornáveis, o Festival de Avignon e o Théâtre National Populaire (TNP), e a convidou para documentar essas produções. Agnès também colaborou com a revista Realités, envolveu-se em outros projetos teatrais como a montagem de Papa Bom Dieu – peça encenada pelo primeiro grupo de teatro negro francês com conexões com o Teatro do Negro que Abdias Nascimento fundou no Brasil. Em 1954, quebrando a lógica do mercado de arte, realizou sua primeira exposição, que não acontece numa galeria, mas em sua própria casa-ateliê, na Rua Daguerre, onde viveu até sua morte, em 2019.

Fonte: Maria Hirszman.

A potência estética na estamparia afro-brasileira.

12/jan

 

O Museu de Arte do Rio (MAR) inaugurou “Òkòtó: Espiral da Evolução”, mostra dedicada ao universo visual de Goya Lopes (Maria Auxiliadora dos Santos Goya Lopes – Salvador, Bahia, 1954). Artista, autora, designer têxtil e de moda, com curadoria de Marcelo Campos e do curador convidado Daniel Rangel. A exposição apresenta um conjunto expressivo de pinturas, gravuras, tecidos e a produção indumentária que evidenciam a trajetória, o pensamento e a potência estética de uma das artistas pioneiras na estamparia afro-brasileira no país. Em “Òkòtó: Espiral da Evolução”, o público é convidado a entrar em contato com as linhas de raciocínio que estruturam a obra de Goya Lopes e com a grandiosa construção de seus conceitos. As peças revelam uma artista que traduz, com rara sensibilidade e sofisticação, a riqueza da cultura afro-brasileira e baiana, reinterpretando o que a forma, o que a nutre e o que a inspira. Até 07 de abril.