Uma criação artística diversa e potente.

11/set

Para a ArtRio 2026, Marina da Glória, Rio de Janeiro RJ, A Gentil Carioca, Pavilhão Terra, Stand A7, apresenta obras que enfatizam o potencial de uma criação artística diversa e potente, atravessada por dimensões críticas, estéticas, lúdicas, sociais e políticas.

A apresentação reúne trabalhos de Agrade Camíz, Arjan Martins, Ana Silva, Cabelo, Carlos Jacanamijoy, Diego Kohli, Denilson Baniwa, Jarbas Lopes, João Modé, José Bento, Kelton Campos Fausto, Laura Lima, Marcela Cantuária, Mariana Rocha, Maria Laet, Maria Nepomuceno, Misheck Masamvu, Miguel Afa, Novíssimo Edgar, O Bastardo, OPAVIVARÁ!, Pascale Marthine Tayou, Renata Lucas, Rose Afefé, Rodrigo Torres, Sallisa Rosa, Siwaju, Vinícius Gerheim e Vivian Caccuri.

Entre 17 e 20 de setembro.

Uma robusta seleção de 33 artistas.

02/set

A Galatea participa da 16ª edição da ArtRio, que acontece entre 16 e 20 de setembro, na Marina da Glória, no Rio de Janeiro. A galeria apresenta uma seleção de 33 artistas que atravessa diferentes gerações e contextos da arte moderna e contemporânea, reunindo nomes fundamentais da produção brasileira, artistas que exerceram influência na cena nacional ou que por ela foram influenciados, além de jovens talentos emergentes.

A robusta lista de artistas para o estande da Galatea na ArtRio 2026 reúne Anísio O. Couto, Arthur Palhano, Bogdan Koshevoy, Carlos Cruz-Díez, Carolina Cordeiro, Dani Cavalier, Edival Ramosa, Ernesto Neto, Francisco Galeno, Frans Krajcberg, Gabriel Branco, Gabriela Melzer, Gabriella Marinho, Grauben do Monte Lima, Guilherme Gallé, Hércules Barsotti, Ione Saldanha, Jac Leirner, Jaider Esbell, Joji Ikeda, Jorge Guinle, Leo Battistelli, Maíra Dietrich, Mari Ra Chacon, Mucki Botkay, Park Chae Biole, Park Chae Dalle, Roberto Burle Marx, Rodrigo Andrade, Silia Moan, Tito Terapia, Tomie Ohtake e Ygor Landarin.

O conjunto propõe um diálogo entre diferentes momentos e vertentes da arte moderna e contemporânea, aproximando experiências ligadas à abstração geométrica e construtiva, à pintura figurativa, às práticas têxteis e a pesquisas que exploram a materialidade por meio da cerâmica, da madeira e de outros suportes.

O Clube dos Colecionadores.

27/ago

O Museu de Arte Moderna de São Paulo apresenta uma curadoria especial em seu estande na feira Rotas, marcando dois grandes momentos de sua trajetória. 

A edição 2026/2027 do Clube de Colecionadores celebra as quatro décadas do programa com tiragens exclusivas de 70 exemplares de León Ferrari, Mayara Ferrão e Rodrigo Cass. Refletindo a diversidade e a linha curatorial do MAM, a nova edição articula diferentes gerações, linguagens e debates contemporâneos. León Ferrari, figura central da arte latino-americana, cuja produção gráfica e experimental desenvolvida durante seu exílio em São Paulo será tema de uma grande exposição no museu em 2027. A dimensão sensível e metafísica surge na pesquisa de Rodrigo Cass, artista participante do 39º Panorama da Arte Brasileira: Depois que tudo foi dito. Já Mayara Ferrão, a participante mais jovem da edição, articula inteligência artificial e ancestralidade para criar imagens dissidentes que desafiam padrões hegemônicos e resgatam narrativas da tradição afro-brasileira. 

O estande se completa com o lançamento do múltiplo de Carmela Gross, desenvolvido especialmente para comemorar a reinauguração da sede do MAM São Paulo. A edição intitulada Brasil à mão livre é um desdobramento da obra homônima comissionada para o novo restaurante do museu e reinventa o mapa do país valendo-se da liberdade da arte. Nela, o território surge deformado, com estados desfigurados, ausentes ou achatados. Banhada a ouro, a obra exala um brilho sedutor que, em contrapartida, aponta para a tragédia de considerar o território apenas como fonte de extração. Para Cauê Alves, curador-chefe do museu, “A artista nos faz refletir sobre as contradições de tratarmos o mundo não como um organismo vivo, mas como um grande depósito de mercadorias que podem ser esgotadas até o limite e sem consequências para todos”.

Ao longo de quatro décadas, o Clube de Colecionadores consolidou-se como um pilar fundamental no fomento à arte contemporânea e na expansão do acervo do MAM. Mais do que incentivar o colecionismo, o programa impulsiona a criação artística ao reunir investigações conceituais e técnicas de grande relevância, um legado que se renova e pode ser conferido de perto no estande do museu durante a feira Rotas. 

Duas maneiras de narrar o Brasil.

21/ago

A Galatea traz para o estande E04 da feira SP-Arte Rotas 2026 os projetos de Romildo Rocha (1987, São Luís, Maranhão) e de Zé di Cabeça (1969, Salvador, Bahia).

A feira acontece na ARCA, em São Paulo, entre os dias 26 e 30 de agosto. O estande, dividido em dois conjuntos expositivos, converge produções que encontram no território forças inventivas para afirmar outras maneiras de narrar o Brasil e, principalmente, o Nordeste brasileiro.

É do encontro da cultura popular maranhense com o repertório familiar e pessoal, enquanto filho de um caminhoneiro e uma quebradeira de coco, que Romildo Rocha extrai a matéria de sua pintura. O artista constrói cenas em que a lida dos vaqueiros, o Bumba-Meu-Boi, paisagens do interior e situações que acionam sentimentos profundamente humanos surgem como fragmentos de uma memória viva.

Já Zé di Cabeça faz do Subúrbio Ferroviário de Salvador o seu laboratório criativo. Suas pinturas utilizam madeiras de demolição e objetos descartados como suporte para representações de velas, igrejas, terreiros, animais e plantas medicinais que se tornam memórias vivas da periferia soteropolitana.

Seleção de obras da Almeida & Dale.

20/ago

No estande C05, na ARCA, Vila Madalena, São Paulo, SP, a Almeida & Dale promove um encontro entre artistas contemporâneos e figuras-chave do século XX nos contextos brasileiro e latino-americano.  

Confira a seleção de obras de Adriana Varejão, Amilcar de Castro, Ana Elisa Egreja, André Ricardo, Beatrice Arraes, Beatriz Milhazes, Candido Portinari, Carlos Garaicoa, David Almeida, Di Cavalcanti, Diego Rivera, Elena Damiani, Eleonore Koch, Feliciano Centurión, Felipe Cohen, Guga Szabzon, Guillermo Kuitca, Gustavo Caboco, Héctor Zamora, Heitor dos Prazeres, Hélio Melo, Henrique Oliveira, Ivan Campos, Jaider Esbell, José Bento, José Leonilson, Lucas Arruda, Luiz Sacilotto, Lygia Pape, Maria Martins, Mariana Palma, Marina Woisky, Maya Weishof, Mira Schendel, Nelson Felix, Paulo Pasta, Rubem Valentim, Saint Clair Cemin, Sergio Camargo, Sheroanawe Hakihiiwe, Thiago Martins de Melo, Túlio Pinto, Vanderlei Lopes e Vivian Caccuri.

Núcleo Pop-Art Brasileira.

07/abr

A Galatea ocupa o estande F06 da SP-Arte 2026, que começa nesta quarta-feira, dia 08, e segue até domingo, dia 12, no Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, São Paulo, SP.

A novidade na edição deste ano é a seção do estande dedicada a obras que se inscrevem no campo da Pop Art. Intitulado “Pop Art Brasileira: uma política de contrastes”, o núcleo reúne obras dos anos 1960 e 1970, auge da Pop Art no Brasil, um dos movimentos que retomou a representação figurativa dentro do contexto da Ditadura Militar no país e transformou a estética industrial e da cultura de massa em crítica política e social.

Destaque para “Une Serpent contre l’enfant” (1968), de Antonio Dias, exemplo da linguagem gráfica e uso de cores vibrantes do movimento e “Verão 6” (1967), de Glauco Rodrigues, abordagem crítica e bem-humorada da cultura e da iconografia carioca. O núcleo inclui ainda outros artistas essenciais, como Antonio Henrique Amaral, Montez Magno, Georgete Melhem, Vilma Pasqualini, Cláudio Paiva, Antonio Manuel, Pietrina Checcacci e Rubens Gerchman.

Kelton Campos Fausto na ARCOmadri 2026.

26/fev

A Gentil Carioca retorna à ARCO Madrid 2026 com FUNFUN, apresentação solo com obras inéditas de Kelton Campos Fausto. Entre 04 e 08 de março.

Nas palavras da artista, FUNFUN mergulha na simbologia de Òbàtálá – o grande Òrìṣà Funfun – explorando a pureza, a criação, o caráter e os caminhos espirituais que moldam o Orí, o destino e a conduta humana.

Em iorubá, FUNFUN significa “branco”, simbolizando clareza, integridade ética e equilíbrio espiritual. Inspirada no universo simbólico de Obàtálá, a mostra entende a prática artística como um gesto ético e reflexivo. Por meio de repetição, estrutura e movimento, Kelton Campos Fausto investiga autoria, responsabilidade e o equilíbrio entre corpo, mente e ambiente.

A Gentil Carioca participa da seção Perfis | Arte Latino-americana, curada por José Esparza Chong Cuy, pavilhão 09 stand 9P03.

Nova representação e estreia na feira.

23/fev

A Galatea anuncia a representação do artista Gabriel Branco (São Paulo, Brasil, 1997) e sua participação na feira ARCOmadrid 2026, que acontecerá entre os dias 04 e 08 de março no pavilhão da IFEMA em Madrid, Espanha.

Em sua estreia na feira, a galeria apresentará um estande solo na seção de perfis de arte latino-americana, com a primeira exposição de Gabriel Branco a reunir pinturas e fotografias – linguagens distintas e complementares que constituem sua prática.

Gabriel Branco é artista visual, nascido em São Mateus, na Zona Leste de São Paulo, SP. Sua produção inicia-se com a fotografia de caráter autobiográfico que baseia-se em elementos do cotidiano como o baile funk, o comércio de rua e a arquitetura popular, transformando referências culturais em um vocabulário artístico que propõe a valorização das diversas experiências que a periferia possui.

Após a iniciação do artista na técnica da pintura, sua expressão subjetiva tomou forma e cor. Principalmente a partir da técnica de velatura – processo de adicionar luz na pintura por meio da retirada de tinta da tela – Gabriel Branco constrói, com gradações cromáticas, imagens abstratas que suspendem o olhar.

No estande, esses universos distantes se aproximam e se encontram através da experiência de vida e técnica do artista. Nas fotografias, o território urbano e periférico que construiu as referências estéticas iniciais de Gabriel Branco se manifesta na captura da imagem em seu estado mais aproximado da realidade. Nas pinturas abstratas, formas do mundo natural e do universo cósmico se tornam referências formais, colocando em evidência um tempo de produção mais alargado e procedimentos que definem a imagem que se revelará ao final do processo da pintura após os ajustes de luz, cor e forma feitos pelo artista.

 

Diferentes gerações da arte latino-americana.

04/dez

A Galatea e a Isla Flotante têm a alegria de participar em parceria da Art Basel Miami Beach 2025. Ocupando o estande F26 no setor Galleries, o projeto é concebido como um território de diálogo entre diferentes gerações da arte latino-americana.

A apresentação articula uma série de afinidades transversais entre práticas modernas e contemporâneas que compõem os programas das duas galerias. Os legados construtivos de Lygia Clark e Abraham Palatnik reverberam nas operações materiais de Mariela Scafati, Pablo Accinelli, Valentín Demarco e Allan Weber; a sensibilidade textual e minuciosa de Mira Schendel ressoa nas investigações pictóricas e espirituais de Rosario Zorraquín; e as figurações visionárias de Chico da Silva, Heitor dos Prazeres e Jaider Esbell reinventam as noções de narrativa, comunidade e cosmologia. Reunidas, essas obras propõem uma constelação do Sul ao Sul que imagina novas formas de pensar a modernidade, o corpo, a memória e a coletividade. O estande representa o encontro de duas jovens galerias latino-americanos com programas comprometidos com a experimentação e o diálogo. Galatea e Isla Flotante propõem uma visão da arte como uma rede de múltiplas afinidades, para além de fronteiras nacionais ou geracionais.

Com Abraham Palatnik, Adriana Varejão, Allan Weber, Ana Prata, Antonio Dias, Arthur Palhano, Carolina Cordeiro, Chico da Silva, Dani Cavalier, Dalton Paula, Frans Krajcberg, Gabriel Branco, Gabriella Marinho, Heitor dos Prazeres, Ione Saldanha, Isay Weinfeld, Ivan Serpa, Jaider Esbell, Joaquim Tenreiro, José Adário dos Santos, Lygia Clark, Lygia Pape, Mariela Scafati, Mira Schendel, Mucki Botkay, Pablo Accinelli, Rosario Zorraquín, Rubem Valentim, Tifo Terapia, Tobias Dirty, Tunga e Valentín Demarco.

Maxwell Alexandre Miami Beach Convention Center.

02/dez

Durante a Art Basel Miami Beach, Maxwell Alexandre apresenta um projeto solo no Kabinett. Club: Looking Up From Inside reúne retratos, paisagens e pinturas panorâmicas inéditas de sua série mais recente.

Clube, centrada na coreografia social que estrutura o Clube de Regatas do Flamengo, teve destaque ao longo deste ano em individuais do artista na Delfina Foundation, em Londres, e no Pavilhão Maxwell Alexandre 5, no Rio de Janeiro. 

Desenvolvidas desde 2020, a série inverte regimes consolidados pela história da arte ocidental e parte do lugar de acesso conquistado por Maxwell para abordar seus frequentadores, sua paisagem e seus códigos visuais. “Clube se tornou algo literal e metafórico ao mesmo tempo. São todos esses espaços aos quais agora tenho acesso, espaços marcados pela branquitude. Ao pintar figuras brancas, compartilho esse desconforto com o público, porque eles também se perguntam: “Porque ele está pintando isso?” assim como fiz com a favela, agora coloco um espelho diante dos espaços que habito” comenta Maxwell em entrevista à curadora Erin Li.