Mira Schendel em novo livro em Londres.

07/out

Temos o prazer de anunciar duas apresentações de Mira Schendel em Londres, neste mês de outubro. Organizadas pela Luxembourg+Co e pela Gomide&Co.

Junte-se à Luxembourg + Co, no sábado, 17 de outubro, às 16h, para o lançamento de livro na Frieze Masters, Londres, Standstand D3 e também para uma conversa informal celebrando o mais recente projeto monográfico: “Mira Schendel: In Transit”.

Publicado pela Buchhandlung Walther König em colaboração com o Estate of Mira Schendel, Gomide&Co, Luxembourg + Co. e Lisson Gallery, “Mira Schendel: In Transit” reúne contribuições de Pia Gottschaller, Isobel Whitelegg, Francesco Stocchi e Yuval Etgar, explorando a linguagem material singular de Mira Schendel e sua abordagem radical do desenho, da pintura e do espaço.

“Mira Schendel: In Transit” reúne obras que abrangem várias décadas da trajetória da artista, com foco especial na cor, na linguagem e na experiência do deslocamento. A exposição revela uma Mira Schendel moldada pelo movimento – entre lugares, materiais, linguagens e modos de ver.

O sonho é um vasto território.

01/out

Para a Art Basel Paris 2026 entre 23 e 25 de outubro,  no Grand Palais, A Gentil Carioca (Stand A4) apresentará o tema “Sonhos e Pesadelos”. O sonho é um vasto território, onde as formas se expandem livremente e a lógica da vida cotidiana se dissolve. Sonhar não é uma fuga, mas a construção de mundos nos quais escolhemos acreditar. mundos que podem, às vezes, se transformar nos pesadelos de nossas próprias construções. Buscamos apresentar obras em que o sonho assume múltiplas formas e escalas, tornando-se uma matéria política e um confronto para imaginar outras formas de viver, recusando o que está dado e persistindo na luta.

Duas gerações da pintura brasileira.

24/set

A Simões de Assis participa da Frieze London 2026, de 14 a 18 de outubro, e apresenta um diálogo entre Miguel Bakun e Thalita Hamaoui, duas gerações da pintura brasileira. Obras de Miguel Bakun realizadas entre as décadas de 1940 e 1960 e pinturas inéditas de Hamaoui, produzidas especialmente para  esta edição.

Separadas por décadas, suas produções encontram pontos de contato na maneira como transformam a paisagem em campo de sensibilidade. Entre o mundo exterior e a experiência interior, as obras articulam diferentes formas de perceber, imaginar e dar corpo ao que nos cerca.

Sobre o artista.

Miguel Bakun (Mallet, Brasil, 1909 – Curitiba, Brasil, 1952) filho de imigrantes ucranianos, nasceu no sul do estado do Paraná, Brasil. Ainda jovem, em 1926, ingressou na Escola de Aprendizes da Marinha, em Paranaguá, e em seguida foi transferido para a Escola de Grumetes do Rio de Janeiro, onde começou a realizar esboços a lápis, desenhos de observação, retratos, caricaturas e paisagens – como fazia também seu colega e contemporâneo José Pancetti. Em 1930, em virtude de um acidente, desligou-se da Marinha e mudou-se para Curitiba.

Mesmo sem formação sistematizada em artes plásticas, Miguel Bakun montou ateliê em sua residência e, para manter o sustento, trabalhou como fotógrafo lambe-lambe. Nos anos 1940, passou a compartilhar ateliê com outros artistas no centro da cidade, em prédio cedido pela Prefeitura. A década é considerada promissora para ele, marcada por suas primeiras participações e premiações no Salão Paranaense de Belas Artes e pela participação em duas edições do Salão Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Chegou a receber algum interesse da crítica: no texto mais emblemático desse período, o artista e professor Guido Viaro afirmou que Bakun “elimina o ar das paisagens como se fosse uma experiência de Física”. Os anos 1950 foram os mais prolíficos, quando pintou retratos, naturezas-mortas, marinhas e sobretudo paisagens, além de murais na residência do então governador Moysés Lupion, hoje o Castelo do Batel. Ao final da década, produziu obras com alusões animistas, em que figuras alegóricas se confundem com os contornos das paisagens.

Apesar das eventuais premiações e da amizade com agentes do circuito, Miguel Bakun não chegou a se inserir plenamente no incipiente sistema de artes local, nem pôde viver apenas da venda de suas obras. Emergiu em uma cena de gradual modernização do repertório da pintura acadêmica, na qual a expressividade assertiva de suas obras parecia fora de lugar – experimental ou subjetiva demais. Quando, porém, uma nova geração de artistas ganhou protagonismo na arte curitibana, foram as obras abstratas que tomaram o debate, o que também mantinha Miguel Bakun na periferia do olhar. Em seus últimos anos, já sofrendo por sua precária situação econômica, Miguel Bakun recebeu tratamento médico por causa de forte depressão. Encerrou sua vida em 14 de fevereiro de 1963.

Participou de diversas exposições individuais das quais destacam-se: “Miguel Bakun” (2024), Mendes Wood DM, Bruxelas; “Miguel Bakun” (2019), Simões de Assis, São Paulo; “Miguel Bakun – Na Beira do Mundo” (2010), Museu Oscar Niemeyer, Curitiba; “Miguel Bakun: Natureza e Destino” (2010), Instituto de Arte Contemporânea, São Paulo. Entre as coletivas estão: “ABERTO/02” (2023), Casa de Vilanova Artigas, São Paulo; “Aprendendo com Miguel Bakun: Subtropical” (2019), Instituto Tomie Ohtake, São Paulo; “Brasil 500 Anos de Artes Visuais” (2000), Fundação Bienal de São Paulo. Possui trabalhos em coleções importantes como Pinacoteca do Estado de São Paulo, Brasil; Luís Antonio de Almeida Braga Collection, Rio de Janeiro, Brasil; MAC PR – Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Curitiba, Brasil; MUPA – Museu Paranaense, Curitiba, Brasil; and MON – Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Brasil.

Diálogo entre estrutura geométrica e percepção.

18/set

Artista da Galeria Mayer Mizrahi, J. Margulis participa da ArtRio – edição de 2026, em sua estreia no circuito carioca de arte. Para a feira, apresenta 26 obras em que planos sobrepostos, volumes, cor e luz criam diferentes configurações a partir do olhar do espectador. Os trabalhos estarão no espaço da Sergio Gonçalves Galeria – P3, no Pavilhão MAR.

J. Margulis desenvolve uma pesquisa que aproxima geometria, movimento e percepção. Suas obras são construídas em camadas, fazendo da profundidade e da relação entre diferentes planos elementos centrais de sua linguagem. A interação do público é parte essencial da experiência diante de sua obra. À medida que o corpo se desloca, novas relações entre as formas se revelam e a composição parece se reorganizar. É nesse diálogo entre estrutura geométrica e percepção que o artista constrói uma obra simultaneamente rigorosa e dinâmica.

Sua produção dialoga com a tradição da arte cinética e óptica latino-americana, ao mesmo tempo em que incorpora linguagem e elementos figurativos. Ao longo de sua trajetória, J. Margulis vem apresentando seu trabalho em exposições e feiras internacionais. Em 2025, realizou Speaking Volumes no Erarta Museum, em São Petersburgo. Em 2026, fez sua estreia no Brasil na SP-Arte, com a Galeria Mayer Mizrahi.

Sobre o artista.

José Margulis (Caracas, Venezuela) 1970. Vive e trabalha em Miami. Formado em Administração pela Universidad Metropolitana, iniciou sua trajetória artística na fotografia. Sua pesquisa atual articula abstração geométrica, arte cinética e investigação perceptiva. Entre suas exposições individuais, destaca-se Speaking Volumes, no Erarta Museum, em São Petersburgo, em 2025. Participou de importantes feiras internacionais, entre elas Art Basel Week, SP-Arte, Abu Dhabi Art e KIAF. Sua obra integra coleções em diferentes países e está presente no acervo do Museo Ixchel, na Guatemala. 

Uma seleção de 33 artistas de diferentes gerações.

16/set

A Galatea participa da 16ª edição da ArtRio, que acontece entre 16 e 20 de setembro, na Marina da Glória, no Rio de Janeiro. A galeria apresenta uma seleção de 33 artistas que atravessa diferentes gerações e contextos da arte moderna e contemporânea, reunindo nomes fundamentais da produção brasileira, artistas que exerceram influência na cena nacional ou que por ela foram influenciados, além de jovens talentos emergentes.

A robusta lista de artistas para o estande da Galatea na ArtRio 2026 reúne Anísio O. Couto, Arthur Palhano, Bogdan Koshevoy, Carlos Cruz-Díez, Carolina Cordeiro, Dani Cavalier, Edival Ramosa, Ernesto Neto, Francisco Galeno, Frans Krajcberg, Gabriel Branco, Gabriela Melzer, Gabriella Marinho, Grauben do Monte Lima, Guilherme Gallé, Hércules Barsotti, Ione Saldanha, Jac Leirner, Jaider Esbell, Joji Ikeda, Jorge Guinle, Leo Battistelli, Maíra Dietrich, Mari Ra Chacon, Mucki Botkay, Park Chae Biole, Park Chae Dalle, Roberto Burle Marx, Rodrigo Andrade, Silia Moan, Tito Terapia, Tomie Ohtake e Ygor Landarin.

O conjunto propõe um diálogo entre diferentes momentos e vertentes da arte moderna e contemporânea, aproximando experiências ligadas à abstração geométrica e construtiva, à pintura figurativa, às práticas têxteis e a pesquisas que exploram a materialidade por meio da cerâmica, da madeira e de outros suportes.

Uma criação artística diversa e potente.

11/set

Para a ArtRio 2026, Marina da Glória, Rio de Janeiro RJ, A Gentil Carioca, Pavilhão Terra, Stand A7, apresenta obras que enfatizam o potencial de uma criação artística diversa e potente, atravessada por dimensões críticas, estéticas, lúdicas, sociais e políticas.

A apresentação reúne trabalhos de Agrade Camíz, Arjan Martins, Ana Silva, Cabelo, Carlos Jacanamijoy, Diego Kohli, Denilson Baniwa, Jarbas Lopes, João Modé, José Bento, Kelton Campos Fausto, Laura Lima, Marcela Cantuária, Mariana Rocha, Maria Laet, Maria Nepomuceno, Misheck Masamvu, Miguel Afa, Novíssimo Edgar, O Bastardo, OPAVIVARÁ!, Pascale Marthine Tayou, Renata Lucas, Rose Afefé, Rodrigo Torres, Sallisa Rosa, Siwaju, Vinícius Gerheim e Vivian Caccuri.

Entre 17 e 20 de setembro.

Uma robusta seleção de 33 artistas.

02/set

A Galatea participa da 16ª edição da ArtRio, que acontece entre 16 e 20 de setembro, na Marina da Glória, no Rio de Janeiro. A galeria apresenta uma seleção de 33 artistas que atravessa diferentes gerações e contextos da arte moderna e contemporânea, reunindo nomes fundamentais da produção brasileira, artistas que exerceram influência na cena nacional ou que por ela foram influenciados, além de jovens talentos emergentes.

A robusta lista de artistas para o estande da Galatea na ArtRio 2026 reúne Anísio O. Couto, Arthur Palhano, Bogdan Koshevoy, Carlos Cruz-Díez, Carolina Cordeiro, Dani Cavalier, Edival Ramosa, Ernesto Neto, Francisco Galeno, Frans Krajcberg, Gabriel Branco, Gabriela Melzer, Gabriella Marinho, Grauben do Monte Lima, Guilherme Gallé, Hércules Barsotti, Ione Saldanha, Jac Leirner, Jaider Esbell, Joji Ikeda, Jorge Guinle, Leo Battistelli, Maíra Dietrich, Mari Ra Chacon, Mucki Botkay, Park Chae Biole, Park Chae Dalle, Roberto Burle Marx, Rodrigo Andrade, Silia Moan, Tito Terapia, Tomie Ohtake e Ygor Landarin.

O conjunto propõe um diálogo entre diferentes momentos e vertentes da arte moderna e contemporânea, aproximando experiências ligadas à abstração geométrica e construtiva, à pintura figurativa, às práticas têxteis e a pesquisas que exploram a materialidade por meio da cerâmica, da madeira e de outros suportes.

O Clube dos Colecionadores.

27/ago

O Museu de Arte Moderna de São Paulo apresenta uma curadoria especial em seu estande na feira Rotas, marcando dois grandes momentos de sua trajetória. 

A edição 2026/2027 do Clube de Colecionadores celebra as quatro décadas do programa com tiragens exclusivas de 70 exemplares de León Ferrari, Mayara Ferrão e Rodrigo Cass. Refletindo a diversidade e a linha curatorial do MAM, a nova edição articula diferentes gerações, linguagens e debates contemporâneos. León Ferrari, figura central da arte latino-americana, cuja produção gráfica e experimental desenvolvida durante seu exílio em São Paulo será tema de uma grande exposição no museu em 2027. A dimensão sensível e metafísica surge na pesquisa de Rodrigo Cass, artista participante do 39º Panorama da Arte Brasileira: Depois que tudo foi dito. Já Mayara Ferrão, a participante mais jovem da edição, articula inteligência artificial e ancestralidade para criar imagens dissidentes que desafiam padrões hegemônicos e resgatam narrativas da tradição afro-brasileira. 

O estande se completa com o lançamento do múltiplo de Carmela Gross, desenvolvido especialmente para comemorar a reinauguração da sede do MAM São Paulo. A edição intitulada Brasil à mão livre é um desdobramento da obra homônima comissionada para o novo restaurante do museu e reinventa o mapa do país valendo-se da liberdade da arte. Nela, o território surge deformado, com estados desfigurados, ausentes ou achatados. Banhada a ouro, a obra exala um brilho sedutor que, em contrapartida, aponta para a tragédia de considerar o território apenas como fonte de extração. Para Cauê Alves, curador-chefe do museu, “A artista nos faz refletir sobre as contradições de tratarmos o mundo não como um organismo vivo, mas como um grande depósito de mercadorias que podem ser esgotadas até o limite e sem consequências para todos”.

Ao longo de quatro décadas, o Clube de Colecionadores consolidou-se como um pilar fundamental no fomento à arte contemporânea e na expansão do acervo do MAM. Mais do que incentivar o colecionismo, o programa impulsiona a criação artística ao reunir investigações conceituais e técnicas de grande relevância, um legado que se renova e pode ser conferido de perto no estande do museu durante a feira Rotas. 

Duas maneiras de narrar o Brasil.

21/ago

A Galatea traz para o estande E04 da feira SP-Arte Rotas 2026 os projetos de Romildo Rocha (1987, São Luís, Maranhão) e de Zé di Cabeça (1969, Salvador, Bahia).

A feira acontece na ARCA, em São Paulo, entre os dias 26 e 30 de agosto. O estande, dividido em dois conjuntos expositivos, converge produções que encontram no território forças inventivas para afirmar outras maneiras de narrar o Brasil e, principalmente, o Nordeste brasileiro.

É do encontro da cultura popular maranhense com o repertório familiar e pessoal, enquanto filho de um caminhoneiro e uma quebradeira de coco, que Romildo Rocha extrai a matéria de sua pintura. O artista constrói cenas em que a lida dos vaqueiros, o Bumba-Meu-Boi, paisagens do interior e situações que acionam sentimentos profundamente humanos surgem como fragmentos de uma memória viva.

Já Zé di Cabeça faz do Subúrbio Ferroviário de Salvador o seu laboratório criativo. Suas pinturas utilizam madeiras de demolição e objetos descartados como suporte para representações de velas, igrejas, terreiros, animais e plantas medicinais que se tornam memórias vivas da periferia soteropolitana.

Seleção de obras da Almeida & Dale.

20/ago

No estande C05, na ARCA, Vila Madalena, São Paulo, SP, a Almeida & Dale promove um encontro entre artistas contemporâneos e figuras-chave do século XX nos contextos brasileiro e latino-americano.  

Confira a seleção de obras de Adriana Varejão, Amilcar de Castro, Ana Elisa Egreja, André Ricardo, Beatrice Arraes, Beatriz Milhazes, Candido Portinari, Carlos Garaicoa, David Almeida, Di Cavalcanti, Diego Rivera, Elena Damiani, Eleonore Koch, Feliciano Centurión, Felipe Cohen, Guga Szabzon, Guillermo Kuitca, Gustavo Caboco, Héctor Zamora, Heitor dos Prazeres, Hélio Melo, Henrique Oliveira, Ivan Campos, Jaider Esbell, José Bento, José Leonilson, Lucas Arruda, Luiz Sacilotto, Lygia Pape, Maria Martins, Mariana Palma, Marina Woisky, Maya Weishof, Mira Schendel, Nelson Felix, Paulo Pasta, Rubem Valentim, Saint Clair Cemin, Sergio Camargo, Sheroanawe Hakihiiwe, Thiago Martins de Melo, Túlio Pinto, Vanderlei Lopes e Vivian Caccuri.