A arte como eixo estruturante da linha.

17/abr

Leo Batistelli e Gaitee.

Coleção “Entre Linhas” na exposição “Leo Battistelli: água viva”.

A marca paulistana Gaitee lançou neste ano a coleção “Entre Linhas”, que toma a arte como eixo estruturante da linha. A coleção de inverno nasce do gesto criativo que transforma sentimentos em linguagem e expressão, traduzindo-se em peças que posicionam a arte como território de criação.

Foi nesse contexto que a marca realizou o shooting da coleção na unidade da Galatea na Rua Padre João Manuel, em São Paulo. As imagens foram produzidas durante a exposição “Leo Battistelli: água viva”, individual do artista argentino radicado no Rio de Janeiro. A mostra reuniu, no final de 2025, esculturas e painéis em cerâmica, porcelana, vidro, metais e minerais, explorando a relação entre matéria, luz e espiritualidade.

Obras como “Pôr do Sol” (2025), um painel de sete metros em cerâmica e cobre, “Iemanjá” (2004) e as séries de “Líquens”, em diferentes ligas e escalas, atravessam a maior parte das imagens produzidas, imprimindo às fotografias a materialidade e o imaginário presentes na exposição.

Diversos temas em perspectiva.

16/abr

O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, Parque do Ibirapuera, São Paulo, SP, apresenta exposições que colocam em perspectiva temas como religiosidade, autoria, pertencimento e revisão histórica. Em cartaz, estão “Padê – sentinela à porta da memória”, “Bença! O Quilombo do Jaó pelo olhar das crianças” e “A História Inventada e a Invenção de Histórias”, de Roméo Mivekannin.

Entre os destaques está Padê – sentinela à porta da memória, em cartaz até 26 de julho. Com curadoria de Rosa Couto e Comitê Curatorial formado por Maurício Pestana, Renata Dias e Vera Nunes, a exposição toma Exu como eixo central para discutir comunicação, circulação e transformação. Organizada em três núcleos – “África”, “Travessia” e “Diáspora” -, a mostra articula obras do acervo do museu com produções contemporâneas, reunindo nomes como Emanoel Araujo, Sidney Amaral, Gustavo Nazareno, Carla Désirée, Mario Cravo Neto e Mestre Didi, entre outros. O percurso expositivo combina esculturas, fotografias, objetos do sagrado e instalações, evidenciando a permanência e as reinterpretações de Exu ao longo do tempo.

Em seus últimos dias, “A História Inventada e a Invenção de Histórias”, do artista beninense Roméo Mivekannin, segue em cartaz até 26 de abril. Com curadoria de Claudinei Roberto da Silva, a exposição reúne obras que partem de imagens clássicas da história da arte ocidental para propor deslocamentos de corpos, símbolos e centralidades. 

Sustentar o Efêmero.

13/abr

No Rio de Janeiro, o Ateliê397 acompanha a realização da exposição “Sustentar o Efêmero”, no Sesc Ramos RJ, com curadoria de Thais Rivitti e Juliana Monachesi, e assistência de Sophia Faustino.

A mostra reúne artistas participantes do grupo Rosa Choque, que se encontra quinzenalmente em um processo contínuo de troca e desenvolvimento de pesquisa. A exposição propõe refletir sobre como a arte pode reter, elaborar ou tensionar a dimensão efêmera da experiência, reunindo trabalhos em diferentes linguagens, como pintura, fotografia, colagem, escultura, instalação e bordado.

Venha nos visitar na Travessa Dona Paula (São Paulo – SP), de quarta a sábado, das 14h às 18h, e no Sesc Ramos (Rio de Janeiro – RJ), de terça a domingo, das 9h às 17h

Diferentes linguagens da produção contemporânea.

Exposição coletiva com 22 artistas propõe reflexão sobre a presença feminina na produção contemporânea. Juliana Monaco Art apresenta até 26 de abril no Solar Fábio Prado, Jardim Paulistano, São Paulo, SP, a mostra coletiva “Arte e Mulher” reunindo 22 artistas em torno de um recorte que atravessa diferentes linguagens da produção contemporânea. Com curadoria de Juliana Mônaco, a exposição articula pintura, escultura, fotografia, bordado e arte digital em um conjunto que evidencia a diversidade de procedimentos e a singularidade das trajetórias apresentadas.

Participam da mostra Anne Walbring, Baby Gras, Bruna Fernandes, Carol Poci, Cintia Gardioni, Debora Faria, Diana Salomone, Elis, Erica Nogueira, Illuzione, Leila Biscuola, Luiza Whitaker, Maria Theresa Muniz, Mary Carmen, Miazoe, Reco Marder, Sandra Quinto, Silvia Ferreira, Sissi Soares, Suzy Fukushima, Vanessa Del Bel e Viviane Coghi. A reunião dessas artistas reforça o caráter plural da exposição, em que diferentes práticas e pesquisas se articulam em um campo de convivência e contraste.

Ao longo da história, a presença feminina no campo das artes foi frequentemente condicionada por estruturas que limitaram visibilidade, circulação e reconhecimento. Ainda que esse cenário venha sendo progressivamente transformado, a afirmação de trajetórias e a consolidação de espaços de legitimação seguem em processo. Nesse contexto, a mostra se insere como parte de um movimento mais amplo de ampliação de repertórios e reposicionamento de narrativas. As obras apresentadas não se organizam a partir de um eixo homogêneo. Ao contrário, configuram um campo em que distintas práticas coexistem e se tensionam, revelando modos de fazer que transitam entre elaboração formal, experimentação e memória. O gesto artístico assume papel central, operando como ponto de conexão entre experiências diversas e evidenciando processos que articulam pensamento e materialidade.

Ao ocupar o espaço expositivo, cada trabalho afirma uma presença própria, ao mesmo tempo em que se insere em uma dinâmica coletiva. A curadoria atua nesse ponto de articulação, estabelecendo um percurso em que o olhar do público é conduzido por aproximações, contrastes e ressonâncias entre as obras, sem diluir suas especificidades. Sem recorrer a definições fixas, “Arte e Mulher” se constrói a partir da ideia de multiplicidade. O conjunto apresentado evidencia um panorama em que diferentes vozes se afirmam de maneira autônoma, ampliando as possibilidades de leitura sobre a produção contemporânea e contribuindo para o reconhecimento de práticas que historicamente buscaram – e seguem buscando – seu lugar no campo artístico.

O Paço Imperial e suas gestões.

08/abr

Como parte da exposição “Constelações – 40 anos do Paço Imperial”, será realizada neste sábado, dia 11, às 15hs, a mesa de conversa “O Paço e suas gestões”, com a participação da diretora Claudia Saldanha e dos ex-diretores Lauro Cavalcanti e Paulo Sérgio Duarte, com mediação do historiador de arte e professor da Escola de Belas Artes da UFRJ, Ivair Reinaldim. A conversa, que será realizada na Sala dos Archeiros, será gratuita e aberta ao público.

Com curadoria de Claudia Saldanha e Ivair Reinaldim, em parceria com a equipe da instituição, a mostra “Constelações – 40 anos do Paço Imperial” ocupa 12 salões e os dois pátios internos com cerca de 160 obras de 130 artistas, de diferentes gerações, que fazem parte da história do centro cultural, como Adriana Varejão, Amilcar de Castro, Anna Bella Geiger, Anna Maria Maiolino, Antonio Dias, Antonio Manuel, Arthur Bispo do Rosário, Beatriz Milhazes, Cildo Meireles, Denilson Baniwa, Hélio Oiticica, Iole de Freitas, Ivens Machado, Luiz Aquila, Luiz Zerbini, Lygia Clark, Lygia Pape, Marcela Cantuária, Maxwell Alexandre, Roberto Burle Marx, Tunga, entre muitos outros. Completam a mostra uma série de vídeos feitos pela Rio Arte com alguns artistas nas décadas de 1980 e 1990.

Ao longo de sua história, o Paço Imperial realizou exposições com diversas vertentes, que vão desde arte contemporânea até arte popular, passando por arquitetura, design, paisagismo, história e patrimônio. Desta forma, a exposição “Constelações – 40 anos do Paço Imperial” abrange esse conceito e traz a ideia de reunião, sem hierarquia, juntando os artistas contemporâneos aos artistas populares, unindo diferentes gerações, técnicas e suportes em uma única mostra, dividida por núcleos temáticos. “Se a palavra constelação define um agrupamento de estrelas, cosmologicamente distantes umas das outras, mas conectadas pela imaginação humana, constituindo uma forma reconhecível com finalidades diversas, aqui reunidas, as obras produzidas por diferentes gerações de artistas procuram reforçar sua singularidade, assim como sua interação por proximidade”, afirmam os curadores, que ressaltam também a importância da constelação institucional, com obras emprestadas por diversos parceiros, como Instituto Moreira Salles, Museu Bispo do Rosário, Museu de Imagens do Inconsciente, Museu de Arte do Rio, Museus Castro Maya, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu do Folclore e Sítio Roberto Burle Marx.

A exposição é complementada por 15 vídeos da série sobre arte contemporânea produzida pela Rio Arte, com artistas como Amilcar de Castro (filmado no Paço Imperial durante sua exposição em 1989), Anna Maria Maiolino, Antonio Manuel, Lygia Clark, Lygia Pape, Tunga, entre outros. 

Composições e profundidades abissais.

A Gentil Carioca anuncia a representação da artista Mariana Rocha.

Sobre a artista.

Mariana Rocha é artista visual e professora, graduada em Artes Visuais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2013) e possui Mestrado em Artes Visuais pela mesma instituição (2021). Sua obra aborda questões relacionadas ao corpo, à memória e ao feminino, em trabalhos que se encontram nas interseções entre o desenho e a pintura, a performance e a fotografia. Em sua pesquisa, investiga a existência de um mar dentro do próprio corpo, entendendo ambos como universos equiparáveis em suas composições e profundidades abissais, além de tecer relações com a fauna marinha, especialmente com os animais classificados como moluscos.

Recentemente a artista realizou a individual “Pele inquieta”, parte do 34º Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo (CCSP), e participou da coletiva “Tromba d’água”, junto a 13 artistas mulheres latino-americanas no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Em 2025, apresentou sua primeira individual n’A Gentil Carioca, no Rio de Janeiro, “Desde Sempre o Mar”, e integrou a coletiva “Pequenas Pinturas III”, no Auroras, em São Paulo. No ano anterior, participou das coletivas “Visões do céu e da Terra”, na Pinacoteca de São Paulo; “Espelhos d’água viva”, no Solar dos Abacaxis, Rio de Janeiro; e “Dos Brasis – Arte e Pensamento negro”, no SESC Belenzinho (São Paulo) e no SESC Quitandinha (Rio de Janeiro). Suas obras integram os acervos da Pinacoteca do Estado de São Paulo e do Instituto Inhotim, MG.

Casa d’Italia celebra 90 anos.

30/mar

O Polo Cultural ItaliaNoRio inaugura, em 1º de abril, a exposição “Casa d’Italia do Rio de Janeiro: 90 anos”, com curadoria de Aristides Corrêa Dutra. A mostra celebra as nove décadas da aquisição do terreno onde seria erguida a Casa d’Italia – localizado na esquina das avenidas Beira-Mar e Santos Dumont (atual Avenida Antônio Carlos) – e revisita a trajetória histórica, política e cultural de um dos marcos da presença italiana na cidade. Ao longo de sua história, o edifício atravessou diferentes períodos e transformações, incluindo momentos de interrupção e reconfiguração de sua função, até chegar à recente revitalização da Praça Itália, reafirmando sua importância no cenário cultural do Rio de Janeiro.

“A exposição propõe não apenas um resgate histórico, mas também uma reflexão sobre memória, pertencimento e os vínculos culturais entre Brasil e Itália, evidenciando o papel da Casa d’Italia como espaço de encontro e intercâmbio ao longo das décadas”, afirma o Cônsul-Geral Massimiliano Iacchini.

O percurso expositivo está dividido em três núcleos. Na primeira sala, o público terá acesso aos projetos e planejamentos iniciais para a construção da Casa d’Italia, revelando o contexto de sua idealização. A segunda parte aborda um dos períodos mais emblemáticos de sua história: a apropriação do prédio pelo governo brasileiro e sua posterior devolução à comunidade italiana, já nos anos 1970, quando retoma sua função original.

Encerrando o trajeto, a terceira sala apresenta a ocupação institucional do edifício, destacando a chegada do Istituto Italiano di Cultura (IIC), em 1974, e a instalação do Consulado Italiano no Rio de Janeiro, no ano seguinte, consolidando o espaço como um importante polo de difusão cultural e diplomática. 

Vera Reichert em exibição no Recife.

27/mar

Com curadoria de André Venzon sendo um convite à contemplação e à reflexão sobre a relação entre a água e seus diferentes biomas, Vera Reichert apresenta a exposição “Sobre Águas” no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE). Após itinerar por São Paulo, Brasília e Porto Alegre, a mostra chega ao Recife propondo um mergulho poético e sensorial nas múltiplas dimensões desse elemento essencial à vida.

Ao longo de mais de três décadas de investigação artística, Vera Reichert desenvolve uma poética singular em torno da água, explorando diferentes linguagens, como pintura, fotografia, vídeo, instalação e escultura. Sua trajetória é marcada por uma profunda conexão com ambientes aquáticos, inspirando-se na beleza e nas transformações de oceanos, rios, lagos e lagoas ao redor do mundo – já tendo mergulhado em mais de 30 destinos.

Reunindo mais de 100 obras, a exposição evidencia a capacidade da artista de capturar a essência da água em suas múltiplas manifestações. Fotografias subaquáticas revelam universos raros, onde luz e cor se fundem em composições delicadas; imagens de superfícies de lagoas aparecem emolduradas ou configuradas como gotas e pérolas de acrílico; escotilhas espelhadas evocam a experiência do mergulho.

Até 03 de maio.

Sobre a artista.

Vera Reichert nasceu em Não-Me-Toque, RS, 1949. Artista visual, mantém atelier em Campo Bom, RS. Sua obra, marcada pela poética das águas, transita entre fotografia, vídeo, instalação, pintura e escultura, explorando os múltiplos sentidos e simbologias desse elemento. Autora do livro “A Inquietude do Olhar”, no qual reflete sobre sua trajetória e a presença da água em sua produção. Vera Reichert já realizou 33 exposições individuais e participou de diversas mostras coletivas no Brasil e no exterior.

Sobre o curador.

André Venzon nasceu em Porto Alegre, RS, 1976. Vive e trabalha em sua casa/ateliê/galeria, no 4° Distrito da cidade. É artista visual, curador e gestor cultural. Mestre em Poéticas Visuais no PPGAV/IA-UFRGS, especialista em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Girona/Espanha e graduado em Artes Visuais pelo IA-UFRGS. Dedica-se à pesquisa dos tapumes na paisagem urbana, de elemento arquitetônico a significante de operações poéticas. É coordenador da Galeria de Arte da Fundação ECARTA, desde 2018, é o atual curador geral do Museu de Arte de Porto Alegre – MAPA e da Pinacoteca Ruben Berta, em Porto Alegre, cidade onde vive e trabalha.

Allan Weber no Instituto Tomie Ohtake.

23/mar

A Galatea compartilha a nova individual de Allan Weber (1992, Rio de Janeiro), “Allan Weber – Existe uma vida inteira que tu não conhece”, com o Instituto Tomie Ohtake, sob a curadoria de Ana Roman e Catalina Berguesno. A exposição reúne cerca de 40 obras produzidas em torno da pesquisa do artista sobre o trabalho com entregas por aplicativo e das conexões estabelecidas dentro das dinâmicas da vida urbana.

Dentre as fotografias, vídeos, objetos e instalações que compõem a mostra, estão algumas nunca antes expostas em São Paulo, como as esculturas da série “Nós que sustenta na raça”. Colunas formadas por caixas-d’água empilhadas trazem para o espaço expositivo a inventividade prática inscrita na vida da cidade, associadas ao manejo de recursos e modos de erguer e adaptar espaços.

Na mesma direção, assentos de moto, mochilas de entrega e capacetes são deslocados para o campo da arte em instalações que ganham uma dimensão poética, em grande parte desenvolvidas durante sua residência artística na Nottingham Contemporary, no Reino Unido, em 2024. Ao se debruçar sobre o universo dos motoboys, o artista transforma esses elementos familiares das ruas em imagens que refletem sobre condições contemporâneas de trabalho.

Deslocamento mediado por imagens.

Um road-movie em paisagens digitais será exibido em unidades do Sesc Copacabana, no dia 1º de abril. O “Cinema do Futuro” apresenta “Save the Dance”. Nesse deslocamento mediado por imagens e interfaces, a viagem se transforma em uma reflexão sobre pertencimento, memória e identidade, fazendo emergir uma pergunta recorrente: onde você se sente em casa?

Partindo dessa premissa, “Save the Dance” foi gravado em cúpula de fotogrametria 3D por uma equipe de imigrantes do sul global, oriundos do Brasil, Chile, Argentina, Alemanha, Espanha, China, Irã e Egito. Trata-se de um trabalho de cinema expandido e arte digital que o Sesc Copacabana exibirá gratuitamente no dia 1º de abril, às 19h, em avant première. Com duração de 45 minutos, o filme de animação 3D se desdobra em uma projeção de audiovisual expandido na fachada do Sesc e na paisagem urbana ao redor, acompanhado por performance sonora e teatral. Ao longo do ano serão realizadas outras duas exibições, nos bairros do Flamengo e Tijuca.

Save the Dance

Passando por Berlim, Cairo, Beirute, Japão, uma ilha desconhecida, Taiwan, Chile e até as estrelas, surgem perguntas fundamentais: o que você gostaria de deixar para trás? Para onde iria se tivesse a possibilidade de um novo começo? 

Sobre Ygor Gama

Nascido no Recife, em 1988, Ygor Gama é designer de imagem e som formado pela Universidade de Buenos Aires, Argentina. Após dezessete anos em Buenos Aires e Berlim, ele retornou ao Brasil e ao Rio de Janeiro em 2023, onde fundou a produtora Cinema do Futuro. Criou performances e instalações de vídeo em várias cidades – Kiev, Beirute, Viena, Poznań, Buenos Aires – explorando novos formatos para imagens em movimento ligadas a investigações sobre identidade, gênero e deslocamento. Seu primeiro curta-metragem, “Leaving”, foi filmado em celulares, estreou no BAFICI e ganhou o prêmio internacional no Festival de Cinema de Viña del Mar, Chile, em 2012. Em seguida, dirigiu #YA, sobre desobediência civil em espaços urbanos e digitais, apresentado na 65ª Berlinale, BFI London, FNC Montreal, Canal Arte, entre outros (2015-2016). Foi artista residente na Villa Waldberta (AIR Munique, 2022) e no Museu do Amanhã (Tecnologias Afetivas, Rio de Janeiro, 2024), onde desenvolveu “Save the Dance” – um road movie em paisagens digitais (animação 3D, com estreia prevista para 2026, via SESC Pulsar). Seu próximo filme, “Around the #Sun”, recebeu prêmios de desenvolvimento da FIDBA (Argentina), Sheffield Doc Fest (Reino Unido), Bio Bio (Chile) e FAM (Brasil) em 2025. Recentemente, estreou “In the Search of Miraculous” – “Em Busca de um Milagre”, uma obra de arte em RV no mar do Rio de Janeiro, comissionada pela UNESCO, Museu do Amanhã e Fundação Boticário, no contexto da Década das Nações Unidas para os Oceanos.

Ficha técnica.

Direção, Roteiro e Edição: Ygor Gama;  Produção/Execução no Sesc: Florencia Bianco; Video Mapping: Bruno Ferrari; Performance Sonoro: Anne dos Santos; Design de Som e Gravação: Lautaro Aichenbaum; Animação 3D: Siavash Nagshbandi; Design de Novas Mídias: Inti Gallardo; Direção de Fotografia: Francisca Saez Agurto; Script Advisor: Francisco Hevia Vial; Graphic Design: Julia Sbriller e Paco Savio; Registro Audiovisual: Lorena Zschaber e Matheus Mendes; Performance Audiovisual: Abdelrahman Dnewar, Popo Fan, Antonia Giesen; Performance in Situ: Alan Athayde, Lorena Pazzanese, Dora Selva, Abél Yina; Save the Dance; Uma produção de Cinema do Futuro (Brasil) & Road River Films (Alemanha);