A maior exposição de Modigliani no Brasil, “Modigliani: imagens de uma vida”, está em cartaz no Museu Nacional de Belas Artes, Centro, Rio de Janeiro, RJ. O pintor Amedeo Modigliani nasceu em 1884 na Itália e morreu muito jovem, em 1920, na França. Criou um modo absolutamente pessoal em sua pintura fazendo distinção na História da Arte Universal, o que de acordo com seu biógrafo Christian Parisot, também curador da mostra e presidente do Modigliani Institut Archives Légalés Paris-Roma, é “a síntese perfeita de sentimento e imagem”. A mostra integra o Momento Itália-Brasil e apresenta 230 itens, dos quais 12 pinturas e cinco esculturas. Também foram selecionados documentos importantes do arquivo Modigliani, Roma, que abrangem a vida do artista: o período em que viveu entre Livorno, onde nasceu, e Sardenha, passando pela estadia entre Florença e Veneza, até chegar à França. Entre os documentos de importância biográfica constam a “ketuba” – contrato nupcial dos pais, judeus -; e o diário de Eugenia Garsin-Modigliani, mãe do artista. Modigliani fotografava seus modelos e entre estes, sua mulher, a pintora Jeanne Hébuterne. Os pontos altos da exibição são as obras “Jeune garçon assis”, de 1901, “Grand nu allongé”, de 1918, “Jeune femme aux yeux bleus”, de 1917. Até 15 de abril.
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NAN GOLDIN NO MAM/RIO
01/fev
- Clemens and Jens embraced in the hall, Paris 2001
- Heart-shaped bruise, NYC 1980
- Jimmy Paulette and Tabboo! undressing, NYC, 1991
- Self-portrait in kimono with Brian, NYC, 1983
O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Parque do Flamengo, Rio de Janeiro, RJ, apresenta “Heartbeat”, a maior exposição da artista norte-americana Nan Goldin já realizada no Brasil, com uma série de fotografias impressas e slideshows, dos anos setenta aos 2000. A curadoria é da crítica carioca Ligia Canongia e do historiador de arte suíço-brasileiro Adon Peres. Não se conta a história da arte contemporânea internacional sem mencionar Nan Goldin. Seu slideshow “A Balada da Dependência Sexual”, incluído nesta mostra, é considerado uma das maiores influências da produção ocidental atual. Na era da tecnologia digital, Goldin defende a imagem real, bruta e inalterada contra as câmeras digitais, computadores e Photoshop. Desde o final dos anos 70, suas imagens, ao estilo de instantâneos (snapshots), de colorido intenso, foram anunciadas como um marco da fotografia de arte. Para Adon Peres, “Goldin capta essa imensa quantidade de informação sem filtrar, analisar ou categorizar. Suas imagens vêm de relacionamentos, não de observações”. Formada pela Escola do Museu de Belas Artes de Boston|Tufts University, Goldin se celebrizou fotografando com luz natural, sua “família” de amigos e amantes, em Boston e, depois, Nova York. Sua produção é indissoluvelmente ligada à sua biografia, rompendo a barreira clássica entre a câmera e o que é fotografado. Até 08 de abril.
Vivendo no Vermelho
- Felipe Cardeña
- Gustavo Nóbrega
- Russel Young
- Vik Muniz
A primeira coletiva da Graphos:Brasil, Copacabana, Rio de Janeiro, RJ, reúne trabalhos de elenco internacional, sob curadoria do galerista Ricardo Duarte, que constatou a incidência desta cor na produção contemporânea em suas diversas manifestações. Duarte incorporou ítens das ideologias ditas “vermelhas” – marxismo, comunismo, maoísmo, incluindo cerâmicas e tapeçarias-murais de propaganda do período da revolução cultural chinesa, no qual se produziram centenas de peças gráficas e esculturais perfeitamente alinhadas com a estética e o espírito da pop art. Nesta seleção são apresentadas, ainda, pinturas, gravuras, fotografias e objetos de 19 artistas do Brasil, EUA, Cuba, Grã-Bretanha, França, Espanha, México, Argentina e Benin, são eles, Abel Barroso, Anish Kapoor, Claudio Tozzi, Enrique Chagoya, Felipe Cardeña, Gérard Quenum, Gustavo Nóbrega, Jorge Duarte, Jorge Fonseca, Leo Battistelli, Paulo Climachauska, Robert Rauschenberg, Rodrigo Torres, Rosângela Rennó, Russell Young, Tony Soulié, Vik Muniz, Walter Goldfarb e Wilson Pira. Ricardo Duarte pensou em explorar na arte o potencial da cor, que se liga, também, a amor, vida, paixão e ódio. Até 29 de fevereiro.
KITAMURA EM NY
30/jan
- Hirosuke Kitamura
- Hirosuke Kitamura
- Hirosuke Kitamura
O conhecido fotógrafo Miguel Rio Branco assina a curadoria da exposição individual do colega nipobrasileiro Hirosuke Kitamura, na 1500 Gallery, 511 West 25th Street, #607, Nova Iorque, NY. Kitamura, que também é conhecido como Oske, exibe 11 fotografias coloridas, incluindo um díptico e um tríptico, registradas, em sua maioria, em bordéis de Salvador, nas quais revela “… uma sexualidade fantasmagórica”; o nome da mostra é “Hidra” e traz “…imagens que unem de maneira instigante o puramente físico ao sobrenatural”. De 1º de fevereiro a 28 de abril.











