Instalações pictóricas de Beatriz Milhazes.

25/set

Com curadoria de Lauro Cavalcanti, a exposição na Casa Roberto Marinho, Cosme Velho, marca a primeira apresentação institucional de Beatriz Milhazes no Rio de Janeiro em 12 anos. A mostra reúne pinturas de grande formato – incluindo obras recentemente exibidas na Bienal de Veneza – e esculturas. Pela primeira vez no Brasil, o público também poderá ver maquetes, estudos e reconstruções de painéis de projetos realizados em instituições e espaços públicos na Europa, Américas e Ásia – incluindo intervenções icônicas na Ópera Estatal de Viena, Tate Modern e Fondation Cartier – que evidenciam a dimensão arquitetônica de sua prática. Em exibição até 15 de março de 2026.

Pinturas Nômades

“Pinturas Nômades” reúne 17 projetos celebrando os 21 anos das instalações pictóricas de Beatriz Milhazes em arquitetura. Nas primeiras conversas com a artista veio-nos à mente o termo “mural nômade” com o qual Le Corbusier batizou as suas tapeçarias de grande escala que, no seu entender, resolveriam o aspecto de mobilidade que faltava aos painéis incorporados definitivamente às construções. O autor de “Modulor” encarava as tapeçarias como os “murais da era moderna” uma vez que, sendo componentes móveis, poderiam ser enroladas e utilizadas noutro local. Classificava-as como uma outra via entre arte e design, pintura e escultura, especialmente apta a dialogar com a arquitetura. Nas pinturas, o território no qual Beatriz tão bem transita é aquele em duas dimensões, a partir de uma tela em branco. Nas obras em arquiteturas específicas, as questões pictóricas se agregam àquelas das três dimensões, com as quais terá de, forçosamente, lidar. A lógica da organização do espaço e as questões específicas do campo arquitetural, que antes lhes pareciam tão distantes, passaram a compor o território estendido de seu trabalho. Na interação com a arquitetura, a escolha das cores possui opções mais estreitas em uma gama de tons industriais existentes nos catálogos de vinil ou, no caso das cerâmicas, a partir das tonalidades que se adéquem ao processo de queima nos fornos. A presença em arquiteturas ampliou seu público, não mais restrito aos frequentadores de galerias e museus, uma vez que os trabalhos foram executados, na sua maioria, em locais públicos das cidades. Seis deles têm caráter permanente: a instalação da Casa A em Inujima, no Japão, e nos Estados Unidos da América, as duas composições em cerâmica no Hospital Presbiteriano de Nova Iorque, o painel da Grace Farms, em Connecticut, e os dois murais das portarias de um condomínio em Miami. Ao reunir os 17 projetos e suas respectivas documentações, “Pinturas Nômades” confere merecida perenidade a todos e permite ao público o sabor de conhecê-los.

Lauro Cavalcanti

curador

Arte brasileira na Saphira & Ventura Gallery.

artista brasileiro Ezo, apresenta até 15 de outubro com obras que ressignificam materiais descartados e refletem sobre memória, consumo e futuro. Resíduos urbanos atravessam o Atlântico e ganham nova vida nas mãos do artista plástico contemporâneo Ezo, nascido no subúrbio do Rio de Janeiro, em Nilópolis. O  artista apresenta sua primeira exposição individual em Nova York na Saphira & Ventura Gallery, Manhattan, um dos espaços mais dinâmicos da cena de arte contemporânea internacional.

“O trabalho de EZO dialoga profundamente com o perfil contemporâneo da galeria ao  abordar temas relacionados à urbanidade, identidade e cultura de rua. Sua estética, que mistura elementos de descarte, do grafite e do cotidiano do subúrbio carioca, traz uma perspectiva moderna e inovadora”, destaca a curadora da Saphira & Ventura Gallery, Alcinda Saphira. 

Sobre o artista.

Ezo, é artista plástico, nascido em Nilópolis, Rio de Janeiro, RJ, cuja poética parte do reaproveitamento de materiais descartados como gesto de memória, crítica e reinvenção. Inspirada por experiências da infância, sua obra atravessa o campo da pintura e instalação, com forte presença visual. Em 2024, realizou a exposição individual A Arte do Belo Reuso no Parque Glória Maria, e integrou, em 2025, a coletiva Se Tudo Fosse Cinza, no Espaço Cultural Correios Niterói. Por meio do uso expressivo das cores, seu trabalho visa democratizar o acesso à arte e despertar o interesse por ela em todos os níveis da sociedade. A cultura popular brasileira também está presente em sua obra contemporânea, que, através da beleza e da cor, incentiva a autoestima e reforça o valor do povo ao se ver refletido na arte plástica. Em agosto de 2025, EZO apresentou a exposição individual “Pra tudo começar na quarta-feira”, no Canteiro, em Vila Madalena, São Paulo, reunindo obras criadas a partir de materiais descartados e inspiradas no Carnaval do Rio. De 16 a 23 de agosto, o público conferiu a energia, o ritmo e a crítica social presentes em seu trabalho, em uma mostra que celebra cor, movimento e criatividade.

 

Mostra de diferentes contextos históricos e sociais.

Até o dia 1º de dezembro, o CCBB Belo Horizonte, MG, recebe a exposição “Uma História da Arte Brasileira”, que reúne obras e nomes incontornáveis da Arte Moderna e Contemporânea do Brasil, com trabalhos que atravessam diferentes contextos históricos e sociais. 

A mostra apresenta mais de 50 obras do acervo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, compondo um amplo panorama da produção artística nacional nos séculos XX e XXI. Assinada por Raquel Barreto e Pablo Lafuente, curadora-chefe e diretor artístico do MAM Rio, a exposição traz um percurso que evidencia continuidades, rupturas e experimentações que ajudaram a moldar a Arte brasileira ao longo de mais de cem anos. 

A exposição é organizada em cinco eixos temáticos, reunindo trabalhos em variados suportes e linguagens. O trajeto começa com o Modernismo das primeiras décadas do século XX, quando surgia uma estética ligada à busca por identidade nacional. Em seguida, aborda o Abstracionismo e o Concretismo dos anos 1950, avança para a Arte Crítica e Conceitual das décadas de 1960 e 1970 – marcadas pela resistência à Ditadura Militar – e alcança a explosão de cores e a revalorização da pintura na “Geração 80”. Cada núcleo propõe diferentes formas de olhar e representar o Brasil, compondo um mosaico do imaginário coletivo do país. 

A partir dos anos 2000, o recorte curatorial destaca a força de artistas mulheres, negros e negras, indígenas e LGBTQIA+, ampliando as perspectivas históricas e questionando narrativas tradicionais. Essa produção recente evidencia a vitalidade da Arte Contemporânea Brasileira e a sua capacidade de dar visibilidade a vozes antes marginalizadas. 

Dentre os artistas representados estão nomes fundamentais como Adriana Varejão, Anita Malfatti, Anna Bella Geiger, Anna Maria Maiolino, Arjan Martins, Beatriz Milhazes, Candido Portinari, Carlos Zilio, Cildo Meireles, Di Cavalcanti, Heitor dos Prazeres, Judith Lauand, Leonilson, Lúcia Laguna, Luiz Zerbini, Lygia Clark, Lygia Pape, Márcia X, Maria Martins, Tomie Ohtake, Tunga, Victor Brecheret e outros que, em diferentes momentos, ajudaram a construir uma narrativa múltipla e diversa da arte no Brasil. 

 

Amazônia em tempos de crise ambiental.

24/set

A mostra “Paisagens em Suspensão”, integra o conjunto de exposições que celebram a abertura da primeira unidade da CAIXA Cultural na Região Norte – no dia 09 de outubro. Reúne obras que propõem uma travessia crítica por diferentes formas de representar, tensionar e imaginar as paisagens brasileiras – naturais, humanas, simbólicas e políticas – em tempos de crise ambiental, social e civilizatória.

O amanhã depende do que fazemos hoje.

Trabalhos de Emmanuel Nassar, Frans Krajcberg, Maria Martins, Farnese de Andrade, Xadalu Tupã Jekupé, Djanira, Adriana Varejão, Ricardo Ribenboim, Siron Franco, Heitor dos Prazeres, Daniel Senise, Portinari, Anna Bella Geiger e Eliseu Visconti, entre outros mestres das artes plásticas, compõem o conjunto de 50 obras selecionadas para a exposição, a partir dos acervos de duas importantes instituições museológicas brasileiras vinculadas ao IBRAM – Museu Nacional de Belas Artes e Museus Castro Maya.

“Paisagens em Suspensão”, que acontece às vésperas da COP 30 na Amazônia, sugere um estado de espera, fragilidade e transformação – um tempo suspenso entre o que ainda resiste e o que ameaça desaparecer. A exposição busca não apenas expor obras, mas fazer da arte um campo sensível para imaginar formas mais generosas e conscientes de habitar o mundo.

Com curadoria de Daniela Matera Lins e Daniel Barretto, as pinturas, esculturas, gravuras, fotografias e instalações selecionadas para a mostra dialogam entre si, atravessando temas como a devastação dos territórios, a expropriação dos corpos, a memória da terra, o colapso climático e a potência de futuros ancestrais.

Organizada em cinco núcleos curatoriais, Paisagens em Suspensão parte da ideia de “paisagem” não apenas como representação da natureza, mas como construção histórica, política e sensível – um território em constante disputa. A curadoria propõe uma leitura da arte como ferramenta de escuta e denúncia diante das urgências do presente, explorando temas como devastação ambiental, memória coletiva, ancestralidade e justiça climática.

Até 18 de janeiro de 2026.

 

Livro e exposição de Raymundo Colares.

No dia 27 de setembro, a partir das 11h, a Almeida & Dale, Rua Caconde, 152, Jardins, São Paulo, SP, promove o lançamento de “Raymundo Colares: Pista Livre”, publicação concebida por ocasião da exposição homônima, em cartaz na galeria até 25 outubro.

Organizado pela curadora Ligia Canongia, o livro amplia o escopo da mostra ao reunir reproduções de obras, excertos dos diários de Raymundo Colares, textos críticos e uma cronologia detalhada da carreira do artista. 

O volume apresenta capítulos dedicados a reproduções de pinturas, desenhos e Gibis – a célebre série de livros -objeto produzidos com papel recortado. Reúne ainda um ensaio de Ligia Canongia, que sublinha a posição singular de Raymundo Colares entre o Construtivismo e a Pop Art no Brasil, e um artigo de Felipe Scovino, que examina sua obra a partir da tensão entre Modernidade e subdesenvolvimento no contexto brasileiro. A publicação se completa com uma cronologia abrangente e a edição inédita de páginas de cadernos do artista, que marcam registros íntimos, reflexões poéticas e fragmentos do cotidiano. 

A exposição “Raymundo Colares: Pista Livre”, com curadoria de Ligia Canongia, marca a primeira mostra dedicada ao artista na capital paulista nos últimos quinze anos, sucedendo a realizada no MAM São Paulo, em 2010, sob curadoria de Luiz Camillo Osório.

Raymundo Colares manteve diálogo com o construtivismo brasileiro e suas raízes históricas, embora já sensível ao ideário pop, por sua estreita relação com as histórias em quadrinhos e o cinema. Os trabalhos de Mondrian, Duchamp e dos futuristas italianos foram cruciais em sua formação, mas a obra indiciava sintomas da iconografia urbana e da exuberância cromática da pop art. O universo popular em Colares convergiu para a figura do ônibus, um ícone-síntese do dinamismo nas grandes metrópoles. A experiência perceptiva da multiplicação e da deformação das coisas em movimento, que informara o cubismo e outros movimentos modernos, tornou-se centro de seu interesse. O artista tentava, pois, congregar planos disjuntivos, fatias de espaço que pareciam se colidir, imagens captadas aos estilhaços, sem a nostalgia da perspectiva ou de uma ordem. Ainda assim, suas pinturas são estruturadas, articuladas, e a complexidade desse jogo é que constitui o desafio da obra. Para ele, interessava fragmentar e reconstruir esses fragmentos de forma pulsante e errática, trazendo à luz uma das questões-chave de sua trajetória: a ideia de tempo, visualmente enunciada em planos multidirecionais e em velocidade. Raymundo Colares compreendeu que a questão do movimento, em última instância a questão do tempo, havia arremetido a experiência da pintura para além da estabilidade que conhecera no passado histórico, respondendo aos avanços da ciência e ao viver moderno. Pressentiu que essa  atualização se prolongaria na era contemporânea, e que os efeitos da máquina seriam intensos e irreversíveis, mesmo não tendo vivenciado o mundo digital de nossos dias.

Ligia Canongia.

Representações da paisagem e da cultura do país.

23/set

Exposição traz obras de Tarsila, Portinari e Di Cavalcanti para Florianópolis, SC, e ficará aberta para visitação até 7 de dezembro. Uma das obras expostas será Paisagem de Ouro Preto (1947) de Alberto da Veiga Guignard.

A exposição “Visões do Brasil”, na Casa Bocaiúva reunirá obras de grandes artistas brasileiros, como Tarsila do Amaral, Cândido Portinari, Di Cavalcanti, Alfredo Volpi e Victor Meirelles. 

Com curadoria de Max Perlingeiro, direção artística de Marc Pottier e coordenação de arte da A.Galeria por Sandra Makowiecky, Visões do Brasil exibe peças com representações da paisagem e da cultura do país, desde o século 19. A mostra também inclui obras de Antônio Parreiras, José Pancetti, Cícero Dias, Lasar Segall, Amadeo Luciano Lorenzato, Chico da Silva, Frans Krajcberg, Jaider Esbell, Georgina de Albuquerque, Anita Malfatti, Djanira da Motta e Silva, Ione Saldanha, Heitor dos Prazeres, Gilvan Samico, Bruno Giorgi, Franz Weissmann, Mestre Didi, Ivens Machado, Fernando Lindote, Antonio Bandeira e Vik Muniz.

“A paisagem brasileira sempre exerceu fascínio sobre artistas e serviu de inspiração para diferentes gerações. Estruturada em núcleos temáticos, a exposição convida o visitante a percorrer um caminho que revela a diversidade de linguagens, estilos e sensibilidades que marcaram nossa história, dos viajantes do século XIX à produção contemporânea”, diz o curador Max Perlingeiro.

A exposição é uma iniciativa cultural da Casa Hurbana e da Pinakotheke Cultural, com a participação da equipe da A.Galeria. 

 

O retorno de Bruno Novelli a Paris.

22/set

A Baró Galeria anuncia “Onde Nasce o Rio”, do artista brasileiro Bruno Novelli, com curadoria de Chico Soll, com inauguração prevista para 24 de outubro em Paris, França. “Onde Nasce o Rio” marca a primeira exposição individual do artista em Paris. Ele retorna ao país após participar da notável coletiva “Les Vivants” na Fondation Cartier em Lille, no Le Tripostal, em 2022.

Nesta exposição, Bruno Novelli aprofunda sua exploração de cor e forma. As novas telas focam em fragmentos de paisagem, onde seu bestiário ganha destaque, utilizando tons mais brilhantes, luminosos e em tons de sol, que adicionam radiância e profundidade, preservando o mistério e a vastidão de sua obra.

A exposição inaugura o espaço pop-up da nossa galeria, localizado na Galerie Véro-Dodat, 12, Paris, a poucos passos da Bolsa de Comércio e da Coleção Pinault.

Sobre o artista.

A prática pictórica de Bruno Novelli é marcada pelo uso distinto da cor, por padrões densos de superfície e por um léxico visual que se baseia em uma ampla gama de referências históricas e culturais. Nascido em Fortaleza, Brasil, em 1980, o artista é fortemente influenciado pela riqueza da Amazônia e mantém um diálogo de longa data com artistas indígenas Huni Kuin. Novelli constrói imagens povoadas por animais fantásticos, formas simbólicas e visões oníricas da natureza. Ao mesmo tempo, sua obra examina o legado das representações europeias da paisagem tropical, explorando a tensão entre a natureza e sua dominação pelo homem. As composições de Novelli reúnem elementos de bestiários medievais, pintura renascentista, a chamada arte naïf, surrealismo e cultura pop. Essa confluência de fontes dá origem a uma gramática visual única, onde imaginação e estrutura coexistem em complexos arranjos pictóricos. Nas últimas duas décadas, Bruno Novelli expôs em importantes instituições brasileiras e internacionais. Dentre outras exposições notáveis ​​incluem-se Siamo Foresta (Grupo, Fondation Cartier pour l’art contemporain na Triennale Milano, Itália; Les Vivants (Living Worlds) (Grupo, Fondation Cartier pour l’art contemporain em Lille 3000, Lille, França; Tesouro das Feras (Solo, Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul – MACRS, Porto Alegre, Brasil.

A exposição estará em cartaz até 11 de novembro.

Cosmogonias Brasileiras

19/set

Sophie Su Art Advisory, em colaboração com a Galeria Natalie Seroussi, convida para o dia 04 de outubro para a abertura da exposição “Cosmogonias Brasileiras”, 34, rue de Seine, Paris 6ᵉ.
Por meio de uma seleção de obras emblemáticas de Tarsila do Amaral, Maria Martins, Mestre Didi, Jaider Esbell, Denilson Baniwa, Nádia Taquary e outros artistas de destaque, a exposição questiona a memória seletiva da história da arte e evidencia a riqueza das tradições brasileiras — da antropofagia cultural às dinâmicas de apropriação e às tensões contemporâneas. Um convite a descobrir como esses artistas dialogam entre heranças modernistas e imaginários coletivos, revelando os tesouros do Brasil em solo francês.
Em exibição ate 20 de dezembro.

 

Questões que tensionam nosso tempo.

m 2025, a Galeria TATO, Barra Funda, São Paulo, SP,  celebra 15 anos de atuação na arte contemporânea brasileira. Mais do que uma data, esta trajetória reafirma um compromisso: sustentar espaços de risco e reflexão, em diálogo com artistas e questões que tensionam nosso tempo.

É nesse contexto que o projeto Dark Room retornou em 30 de agosto com a individual Pegação Rupestre, de Marcelo Salum, com curadoria de Leonardo Maciel e Paulo Cibella.

Se, nas cavernas, o breu guardava corpos em rituais de prazer coletivo, hoje, nas cidades, o escuro acolhe outras formas de encontro e resistência. Em Pegação Rupestre, Marcelo Salum investiga essa continuidade: desejo como arqueologia, cruising como memória ancestral. Grafismos que desafiam o decoro e corpos que emergem da penumbra convocam o visitante a sentir, tocar, decifrar. A mostra propõe um ambiente seguro e crítico para pensar corpo, desejo e sexualidade, tensionando essas temáticas com questões sociais e políticas que atravessam nosso tempo.

Ao reunir obras que exploram os limites entre intimidade e público, sensibilidade e confronto, o Dark Room amplia a missão da TATO em ser um lugar de escuta, troca e pensamento sobre os desafios e transformações da sociedade contemporânea.

Até 18 de outubro.

 

Diferentes pesquisas plásticas.

Artur Fidalgo Galeria, Copacabana, Rio de Janeiro, RJ,  exibe duas exposições individuais sob a curadoria de Vanda Klabin. Os artistas Lucas Rubly e Willy Reuter, representados pela galeria, inauguram mostras inéditas que evidenciam diferentes pesquisas plásticas.

Em sua primeira individual no espaço, “Lucas Rubly: A opacidade do mundo” reúne 17 pinturas inéditas em óleo e cera sobre tela, produzidas ao longo de 2025. Trabalhando em formatos reduzidos, Lucas Rubly explora o silêncio e a contemplação, construindo narrativas sutis a partir da contenção formal.

Já “Willy Reuter: O engano do olhar” nasce de um processo experimental combinando técnicas e suportes. Nessa exposição, o artista apresenta oito objetos em cerâmica, duas pinturas em técnica mista sobre linho e três desenhos sobre papel, convidando o público a percorrer um universo particular, de atmosfera onírica e sugestiva.

Até 10 de outubro.