Roda de conversa celebra variedade de gerações.

08/jul

O Ministério da Cultura e a Fundação Vera Chaves Barcellos convidam o público para o encerramento da mostra “Há pouco?” no próximo sábado, dia 11 de julho, a partir das 14h30, na Sala dos Pomares, Rodovia Tapir Rocha, 8480 – parada 54, Viamão, RS. Integrando o Programa Educativo da exposição, será realizada uma visita mediada, com uma breve apresentação de Bruna Fetter, curadora e diretora cultural da Fundação, seguida da roda de conversa intitulada “Gravura: impressões e outros vestígios”, com as artistas Helena Kanaan, Lurdi Blauth, Maristela Salvatori e Nara Amélia.

Na ocasião, será oferecido transporte para deslocamento de Porto Alegre até Viamão (ida e volta), com saída às 13h30 em frente ao Theatro São Pedro, Praça Mal. Deodoro, no Centro Histórico de Porto Alegre. A inscrição é gratuita (acesse o formulário) e aberta ao público geral. Vagas do ônibus limitadas a 45 participantes.

Em cartaz ao longo do primeiro semestre, “Há pouco?” reúne mais de 90 obras de 94 artistas mulheres e engloba diversas linguagens, como gravura, desenho, fotografia, pintura, arte postal e vídeo. Composta inteiramente por trabalhos pertencentes ao Acervo Artístico da Fundação Vera Chaves Barcellos, a mostra constitui um recorte institucional até então inédito e plural, que celebra a variedade de gerações, saberes, contextos, temáticas, mídias e escalas; O conjunto evidencia a presença de artistas históricas de reconhecimento nacional e internacional, ao mesmo tempo em que destaca a cena artística local

A paisagem como espaço de transformação.

07/jul

A Galatea exibe “A invenção do Paraíso: Gabriela Melzer & Ygor Landarin”, exposição que reúne trabalhos inéditos dos artistas na unidade da galeria em Salvador. A mostra aproxima duas pesquisas que, embora desenvolvidas a partir de procedimentos distintos, convergem na investigação da paisagem como espaço de transformação.

Na exposição, Gabriela Melzer apresenta um conjunto de pinturas que dá continuidade à sua pesquisa em torno da abstração e da cor. Inspirada por formas encontradas na natureza e pelas transformações produzidas pelo tempo sobre a arquitetura e a paisagem.

Ygor Landarin apresenta trabalhos desenvolvidos a partir de seu interesse pelas paisagens costeiras brasileiras e pelos vestígios que o tempo deposita sobre a matéria. Bordados, esculturas e vitrálias incorporam areia, conchas, pedras, resina e porcelana fria em composições que acabam por servir como cartografias afetivas das cidades que viveu e dos territórios com os quais se relacionou em sua trajetória. A obra de Juarez Paraíso torna-se um ponto de partida importante de parte da produção do artista, especialmente na série Paraízo (2026).

Embora partam de linguagens distintas, as pesquisas de Gabriela Melzer e Ygor Landarin compartilham interesses fundamentais. Em ambos os trabalhos, a forma surge como algo em permanente constituição, resultado de processos de acumulação, transformação e reinvenção. O paraíso, que dá título à exposição, aparece não como um lugar idealizado, mas como uma construção continuamente reelaborada pelo tempo e pela imaginação.

A arte entre o sagrado e o profano.

03/jul

Evandro Carneiro Arte, Gávea, Rio de Janeiro, RJ,  apresenta de 08 a 31 de julho, a exposição “Pérola Bonfanti: a arte entre o sagrado e o profano”. Nessa mostra, a Galeria Evandro Carneiro Arte apresenta 46 trabalhos da artista, entre desenhos, pinturas, gravuras e objetos, além de uma obra a ser performada no dia 17 de julho, às 19h.

Exposição Pérola Bonfanti

Pérola Bonfanti nasceu em 1983, no Rio de Janeiro, em berço iluminado: num encontro da arte com a psicanálise. Filha do artista Gianguido Bonfanti, professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e da psicanalista Marisa Maia, suas referências transitaram entre os mestres das artes e os símbolos do inconsciente humano. As travessias entre o sensível e o intangível – conceitos tão essenciais na obra de Pérola – sempre estiveram presentes em sua trajetória e formação.

Multitalentosa, graduou-se em Música Popular Brasileira na Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 2009. Pérola é expressão tangível de uma voz sagrada; quem a escuta cantar percebe esse dom. Um som que transcende a música e se expressa igualmente em seus desenhos e pinturas. Desde 2001, frequentou alguns cursos livres da EAV / Parque Lage, aprimorando a sua formação artística, até chegar a ser monitora do Programa Fundamentação, patrocinado pela Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, em 2012, quando desenvolveu sua pesquisa artística com tanta propriedade que transcendeu os muros da Escola e foi pintar na rua, com o coletivo Flutuarte, superando limites espaciais e estruturais como os de classes sociais e os de suporte físico.

Deslocou-se um pouco mais no espaço e passou dois anos em Nova York (2012-2014), especializando os seus estudos de arte urbana, com a sua temática mítica, agora simbolicamente transfigurada no jogo, como metodologia lúdica em que o tabuleiro era a própria cidade. Participou da Free Art Society, organização sediada no East Village focada em democratizar o acesso às artes, promovendo projetos multimídia em espaços públicos, como fizera anteriormente no Rio. A partir deste trabalho, foi convidada a realizar em Viena a exposição Quatro Aces que itinerou pelo Museu Albertina e depois Museu de História da Arte (Hofburg), Tesouro Nacional, dentre outras instituições. O projeto obteve tanto sucesso que, como resultado, além de apresentar a instalação, a artista lecionou palestras e workshops na Alemanha, no Gamification Lab da Universidade Leuphana, ao sul de Hamburgo. Por meio da eletronic art, Pérola ampliou para o virtual a sua concepção espaço-temporal, já extensa e lúdica.

Pérola Bonfanti realizou exposições individuais nas galerias DialogArt (Viena), Wozen (Lisboa), Fornaciai Gallery (Florença), Galeria da Praça e Espaço Alienista (Rio de Janeiro), e participou de coletivas em instituições como o MARCO – Museu de Arte Contemporânea de Mato Grosso do Sul, o Centro Cultural dos Correios, o Centro Cultural da Justiça Federal e, em 2026, da exposição O Que Insiste em Viver, no bar conceitual Miolo (Rio de Janeiro).

Laura Olivieri Carneiro

Vik Muniz reproduz itens do acervo.

02/jul

O Museu Nacional, São Cristóvão, Rio de Janeiro, RJ, abre mostra com obras de Vik Muniz com as cinzas do incêndio. Com ajuda da equipe que trabalhou no resgate e de cientistas, artista reproduz peças originais do acervo da institução.

Comovido com o incêndio que destruiu o Museu Nacional, em setembro de 2018, Vik Muniz criou uma coleção em polímero infundido com as cinzas, na qual reproduz itens do acervo. 

Tudo foi desenvolvido em parceria com as equipes que atuaram nos escombros e cientistas da PUC-Rio. 

Até 30 de agosto.

Exibição da artista indígena Yacunã Tuxá.

01/jul

A Caixa Cultural RJ, Unidade Passeio,  recebe, a partir do dia 07 de julho, a exposição “Toda Árvore Tem Raiz”, primeira mostra individual da artista indígena Yacunã Tuxá, que reúne mais de 25 obras em diferentes linguagens e suportes, como pintura, fotografia, poesia, muralismo, escultura, lambe-lambe, vídeo mapping e performance. Depois de um sucesso retumbante em Salvador, a exposição permanece em cartaz até 20 de setembro.

O projeto contempla a trajetória da artista indígena pertencente ao povo Tuxá de Rodelas, na Bahia, marcada por deslocamentos forçados e resistência. Yacunã Tuxá vem consolidando uma produção que articula ancestralidade, política e imaginação urbana, com passagens por instituições como o MASP, Pinacoteca de São Paulo e Muncab.

A curadoria de Naine Terena e Vera Nunes em diálogo com a artista, propõe uma experiência expositiva que combina identidade indígena com contextos culturais dos não-indígenas, criando um percurso imersivo que convida o público a refletir sobre os atravessamentos vividos por corpos indígenas, seus territórios e sua espiritualidade. A mostra incorpora elementos simbólicos como o rio, a canoa e a Jurema, planta sagrada que atravessa a mostra como eixo espiritual e político. O feminino indígena emerge como estrutura fundamental, afirmando as mulheres como raízes profundas da terra, sustentando histórias de resistência, cuidado e reinvenção.

Sobre a artista.

Yacunã Tuxá (@yacunatuxa) é uma das principais vozes da arte indígena contemporânea no Brasil, com atuação nas artes visuais, literatura, muralismo e curadoria, articulando memória, ancestralidade e política. Seu trabalho já esteve presente em importantes instituições culturais, rendeu prêmios de destaque, projetos curatoriais e grandes intervenções urbanas, além da publicação de seu primeiro livro de poemas, consolidando sua produção artística como uma potente ferramenta de resistência, afirmação identitária e cura coletiva.

Shiro: uma escala de nuances.

A exposição na Japan House, Avenida Paulista, São Paulo, SP, conta com curadoria da diretora cultural da instituição, Natasha Barzaghi Geenen, aborda a cor branca apresentando suas nuances e simbologias por meio de quatro elementos: a neve, o papel, a seda e o sal.

Tonalidades de branco

Com curadoria da diretora cultural da instituição, Natasha Barzaghi Geenen, a mostra introduz diversas tonalidades da cor branca no Japão, passando por quatro elementos: papel, seda, neve e sal, revelando as suas relações com a cultura japonesa. A inspiração para o recorte veio da leitura da obra “O País das Neves” (1948), de Yasunari Kawabata. 

“Shiro não é fruto de um conceito específico, tem uma inspiração poética e abstrata. O branco, enquanto junção de todas as demais cores, serve aqui como ponto de partida simbólico para pensar como o Japão carrega tantas nuances e sutilezas, como é um país de muitas gamas, que podem passar despercebidas, mas não para o povo japonês, cujo olhar é apurado até para essas mínimas diferenças do branco”.

Natasha Barzaghi Geenen

O papel

No núcleo de Papel, a instalação “Poem of life”, da artista Ayumi Shibata, é feita de inúmeras folhas de papel cortadas como na técnica de kiri-ê e amarradas entre si, simbolizando o desejo da artista pela paz e harmonia do mundo. 

A seda

Para o núcleo de Seda, a artista Kaoru Hirano apresenta uma obra produzida especialmente para a exposição. Conhecida por desconstruir peças de roupa em suas criações, Kahoru Hirano escolheu trabalhar com um juban branco de seda (peça de vestuário tradicional japonesa usada por baixo do quimono), de sua avó paterna, falecida em 2018, para criar uma espécie de teia suspensa na instalação “untitled-grandmother”. 

A neve

Já o núcleo Neve, aborda as paisagens do Norte do Japão, com seus invernos rigorosos, que evocam uma sensação de branco infinito, como descrito no livro de Kawabata. Foram selecionadas três fotografias de Land Art (intervenções feitas diretamente na paisagem natural), do artista Tomohiro Kajiyama. 

O sal

Assim como a neve, o sal também é especial no dia a dia dos japoneses. Embora o Japão seja um país cercado por mar, o seu ambiente não é propício à produção de sal. Dentre as inúmeras variações de sais encontradas no mundo, a mostra apresenta cinco tipos, originários de diversas regiões do Japão, evidenciando suas diferentes características e granulações.

Sobre os artistas.

Ayumi Shibata (Yokohama, 1982)

Artista de kiri-ê estudou xilogravura e técnica mista na National Academy School of Fine Arts, em Nova Iorque, explorando materiais e métodos de expressão. Transferiu a sua base de atuação para Paris, onde desenvolveu iniciativas internacionalmente por dois anos, incluindo a criação e exposição de suas obras no Atelier 59 Rivoli. Retornou ao Japão em 2018, que tem sido sua base de atividades desde então.

Kaoru Hirano (Nagasaki, 1975)

A artista cria instalações a partir do desfazer e reconstruir, fio por fio, de roupas antigas, guarda-chuvas e outros materiais. Seu trabalho explora a memória individual, bem como relações sociais e históricas. Em 2025, recebeu uma bolsa de apoio da Fundação Adolph e Esther Gottlieb, atuando nacional e internacionalmente

Tomohiro Kajiyama (Shizuoka, 1985)

Mudou-se para Hokkaido em 2018, para Nakasatsunai Village, uma região com cerca de 3.800 habitantes no norte do Japão. Com o objetivo de redescobrir os recursos locais, em 2019 passou a produzir snow art de forma autodidata e estabeleceu seu estilo autoral “free-leg”, baseado em caminhar livremente sobre a neve, seguindo o instinto. 

Até 25 de outubro.

Tiago Carneiro da Cunha na Carpintaria.

30/jun

A Fortes D’Aloia & Gabriel apresenta “Férias para Sempre”, exposição individual de Tiago Carneiro da Cunha. Reunindo um novo conjunto de pinturas, a mostra do artista paulistano, radicado no Rio de Janeiro, se desenvolve por meio de cenas enigmáticas nas quais estados de lazer, prazer e repouso tornam-se cada vez mais difíceis de distinguir de imagens de colapso, desaparecimento ou morte. Corpos reclinados aparecem ao longo das obras, espalhados por praias, jardins, ruas e interiores, sua imobilidade suspensa entre férias e catástrofe. Ao mesmo tempo bem-humoradas, inquietantes e teatrais, as pinturas resistem a narrativas fixas, permitindo que momentos de ócio, vulnerabilidade e absurdo componham um tableau aberto a múltiplas interpretações.

Todas as telas são produzidas em um formato recorrente, compartilhando as mesmas dimensões, como variações dentro de uma mesma estrutura formal e conceitual. As composições se abrem para espaços amplos que oscilam entre paisagem e cenário teatral, conforme os enquadramentos panorâmicos de Tiago Carneiro da Cunha criam um campo visual em que primeiro plano e fundo se tornam protagonistas equivalentes. Coqueiros inclinados ecoam as posturas das figuras, enquanto crepúsculos dramáticos, focos concentrados de luz e construções espaciais marcadas conferem a muitas cenas uma qualidade quase autoiluminada. A exposição inclui duas interpretações distintas da Pietà, aproximando um dos motivos centrais da tradição clássica de imagens extraídas da vida contemporânea. Ao longo de “Férias para Sempre”, ambientes idílicos e urbanos convivem e se contaminam, animados por referências à cultura visual e à atmosfera cotidiana do Rio de Janeiro. Em conjunto, essas pinturas exploram o território incerto onde espetáculo e intimidade, humor e melancolia, férias eternas e descanso final começam a se confundir.

Entre suas exposições individuais recentes destacam-se Maldita Comédia, Fortes D’Aloia & Gabriel, São Paulo e Green Galaxy, Misako & Rosen, Tóquio. Participou também das exposições coletivas Terraphilia: Beyond the Human in the Thyssen-Bornemisza Collections, no Museo Nacional Thyssen-Bornemisza,  Estado Bruto, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), Rio de Janeiro e A iminência das poéticas – 30ª Bienal de São Paulo. O artista possui obras em importantes coleções públicas, entre elas o SFMoMA – San Francisco Museum of Modern Art, em San Francisco; TBA21 Thyssen-Bornemisza Art Contemporary Collection, Madrid; a Saatchi Collection, em Londres; o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio); o Museu de Arte do Rio (MAR); e o Arizona State University Art Museum, em Tempe.

A exposição é acompanhada por um texto de Gabriel Secchin.

Até 29 de agosto.

Liberdade e pertencimento.

Guilherme Moraes, curador de “Maravilhosa Catástrofe”, a exposição individual de Fefa Lins em cartaz na Amparo 60, Recife, PE, destaca os novos caminhos da produção de Fefa Lins. Nesta mostra, Fefa Lins amplia sua investigação sobre imagem, desejo, liberdade e pertencimento.

No texto que acompanha a exposição, o curador escreve: “Com o teor lumínico e cromático dos trópicos, as pinturas não convergem apenas para um Fernando progressivamente solar. Conectam-se por uma sensibilidade exacerbada, projetada tanto na teatralidade e nos maneirismos que ecoam saberes coreografados por corpos queer, quanto na abertura ao encontro, ao prazer e à indeterminação da massa brincante.”

Aberta desde 27 de junho. 

Elegantes manejos da cor.

Com 120 obras que fazem uma retrospectiva da trajetória de um dos artistas mais emblemáticos do Planalto Central, a exposição “Galeno, o mistério do simples” é um convite a um universo que mistura referências populares a um dos mais elegantes manejos da cor da arte brasileira. Em cartaz na Caixa Cultural, a exposição traz obras selecionadas pelo curador Paulo Herkenhoff e vem acompanhada de uma vitrine que reúne reportagens históricas do Correio Braziliense sobre Francisco Galeno. 

O ponto de partida da curadoria de Herkenhoff está nas origens do artista. Nascido em Parnaíba (PI), filho de uma costureira e de um marceneiro que veio tentar a vida na construção de Brasília nos anos 1960, Francisco Galeno fez dos objetos, cores e histórias que o cercavam a matéria prima para as pinturas e esculturas. Lamparinas feitas de alumínio, piões de brincadeiras de crianças, carretéis de linhas, pipas e barcos formavam o universo da infância que acabou transportado para  as pinturas. “A gente está trabalhando com a complexidade simples da obra dele, mas acho que o Galeno aponta para muitas digressões. “O Galeno tem suas particularidades. A obra dele traz uma memória do Nordeste.” O artista foi o responsável pelo painel da Igreja Nossa Senhora de Fatima.

Até 04 de outubro.

Luiz Zerbni exibe Estrelas Escolhidas.

26/jun

O Ministério da Cultura, o Nubank e o Instituto Tomie Ohtake, Pinheiros, São Paulo, SP, apresentam “Estrelas Escolhidas”, exposição individual de Luiz Zerbini sob curadoria de Ana Roman e Luiza Mello.

A mostra reúne cerca de 230 obras produzidas ao longo dos últimos dez anos, entre monotipias, pinturas, livros de artista e instalações, marcadas pela investigação da monotipia realizada a partir do contato direto com plantas, folhas, galhos, cascas e outras materialidades. O conjunto inclui trabalhos desenvolvidos a partir do acervo botânico do Instituto Inhotim e do Sítio Burle Marx, além de obras que ampliam o diálogo da produção gráfica de Luiz Zerbini com diferentes contextos, como as pesquisas relacionadas à gravura japonesa Ukiyo-e.

Além das obras gráficas, a exposição apresenta núcleos dedicados às publicações produzidas pelo artista, além de um projeto sobre etnobotânica ainda em desenvolvimento. Mesas e instalações concebidas para a exposição aproximam processos, matrizes, referências e obras finalizadas, revelando o caráter experimental e processual da pesquisa de Luiz Zerbini.