Uma exposição híbrida.

08/dez

Em um ambiente de penumbra, o visitante se encontra experimentando o universo ficcional, fantástico e sombrio de duas personagens femininas que inventam mundos e sugerem viagens tanto espaciais quanto temporais. É dentro dessa atmosfera que as artistas e cineastas Darks Miranda e Mariana Kaufman apresentam “A gruta, a ilha”, exposição de audiovisual expandido que ficará em exibição a partir do dia 20 de dezembro, na galeria de arte do Sesc Copacabana, Rio de Janeiro, RJ, com curadoria da artista e professora Anna Costa e Silva. Tendo como base a produção em vídeo das duas artistas, “A gruta, a ilha” conta também com esculturas, objetos e instalações que, juntamente com as projeções audiovisuais, compõem o universo da exposição. Até 22 de fevereiro de 2026, enquanto estiver em cartaz, a exposição contará com uma agenda de conversas com alguns convidados de diferentes áreas, sempre aos sábados, no final de tarde. 

“A gruta, a ilha” surge de alguns pontos de contato entre as obras das artistas. Para além de exercerem uma prática artística híbrida, em diferentes mídias, Mariana Kaufman e Darks Miranda, que acaba de ganhar o Prêmio Pipa 2025, têm trabalhado em torno das ideias de imaginação e fantasia como propulsoras da invenção de outros tempos e espaços, a partir da força criadora da arte. 

Darks Miranda e Mariana Kaufman estudaram juntas no curso de cinema da UFF, em Niterói. Anos depois, se encontraram nas formações da EAV Parque Lage e na pós-graduação em Literatura e Artes Visuais, quando começaram a pesquisar artistas e pensadoras como Hito Steyerl, Tacita Dean, Wislawa Szymborska, Donna Haraway, Mary Shelley, Claire Denis e Yoko Ono e a desenvolver os trabalhos apresentados.

Diferentes gerações da arte latino-americana.

04/dez

A Galatea e a Isla Flotante têm a alegria de participar em parceria da Art Basel Miami Beach 2025. Ocupando o estande F26 no setor Galleries, o projeto é concebido como um território de diálogo entre diferentes gerações da arte latino-americana.

A apresentação articula uma série de afinidades transversais entre práticas modernas e contemporâneas que compõem os programas das duas galerias. Os legados construtivos de Lygia Clark e Abraham Palatnik reverberam nas operações materiais de Mariela Scafati, Pablo Accinelli, Valentín Demarco e Allan Weber; a sensibilidade textual e minuciosa de Mira Schendel ressoa nas investigações pictóricas e espirituais de Rosario Zorraquín; e as figurações visionárias de Chico da Silva, Heitor dos Prazeres e Jaider Esbell reinventam as noções de narrativa, comunidade e cosmologia. Reunidas, essas obras propõem uma constelação do Sul ao Sul que imagina novas formas de pensar a modernidade, o corpo, a memória e a coletividade. O estande representa o encontro de duas jovens galerias latino-americanos com programas comprometidos com a experimentação e o diálogo. Galatea e Isla Flotante propõem uma visão da arte como uma rede de múltiplas afinidades, para além de fronteiras nacionais ou geracionais.

Com Abraham Palatnik, Adriana Varejão, Allan Weber, Ana Prata, Antonio Dias, Arthur Palhano, Carolina Cordeiro, Chico da Silva, Dani Cavalier, Dalton Paula, Frans Krajcberg, Gabriel Branco, Gabriella Marinho, Heitor dos Prazeres, Ione Saldanha, Isay Weinfeld, Ivan Serpa, Jaider Esbell, Joaquim Tenreiro, José Adário dos Santos, Lygia Clark, Lygia Pape, Mariela Scafati, Mira Schendel, Mucki Botkay, Pablo Accinelli, Rosario Zorraquín, Rubem Valentim, Tifo Terapia, Tobias Dirty, Tunga e Valentín Demarco.

A pesquisa visual de Oskar Metsavaht.

A Galeria Filomena recebe a exposição “Neotropical – fragmentos de memória”, de Oskar Metsavaht, com curadoria de Marc Pottier, apresentando um conjunto de pinturas e fotografias que revisitam as paisagens e atmosferas de Ipanema. A mostra nasce do diálogo contínuo entre a produção do artista e o espaço, que reúne obras desenvolvidas especialmente para seus ambientes.

Em “Neotropical”, Oskar Metsavaht retorna a registros em 16mm e a imagens de seu próprio arquivo, reorganizando memórias que atravessaram décadas. Ao ampliar esses fragmentos para além do registro inicial, ele explora texturas, luzes e movimentos que revelam uma Ipanema simultaneamente real e subjetiva – um território onde natureza e vida urbana se combinam em permanente transformação.

As pinturas evocam a estética dos filmes antigos, com preto e branco pontuado por intervenções sutis de cor. Nas fotografias, gestos, ritmos e detalhes do cotidiano ganham novas camadas quando revisitados à distância do tempo. A série, que já passou por instituições no Brasil e no exterior, retorna agora em nova configuração, articulando diferentes momentos da pesquisa visual do artista.

Ao ocupar a Galeria Filomena, “Neotropical – fragmentos de memória” propõe um percurso que convida o visitante a atravessar memórias, atmosferas e temporalidades reinterpretadas por Oskar Metsavaht – um olhar que transforma lembranças em paisagem e paisagem em reflexão sensível.

Até 03 de março de 2026.

 

Maxwell Alexandre Miami Beach Convention Center.

02/dez

Durante a Art Basel Miami Beach, Maxwell Alexandre apresenta um projeto solo no Kabinett. Club: Looking Up From Inside reúne retratos, paisagens e pinturas panorâmicas inéditas de sua série mais recente.

Clube, centrada na coreografia social que estrutura o Clube de Regatas do Flamengo, teve destaque ao longo deste ano em individuais do artista na Delfina Foundation, em Londres, e no Pavilhão Maxwell Alexandre 5, no Rio de Janeiro. 

Desenvolvidas desde 2020, a série inverte regimes consolidados pela história da arte ocidental e parte do lugar de acesso conquistado por Maxwell para abordar seus frequentadores, sua paisagem e seus códigos visuais. “Clube se tornou algo literal e metafórico ao mesmo tempo. São todos esses espaços aos quais agora tenho acesso, espaços marcados pela branquitude. Ao pintar figuras brancas, compartilho esse desconforto com o público, porque eles também se perguntam: “Porque ele está pintando isso?” assim como fiz com a favela, agora coloco um espelho diante dos espaços que habito” comenta Maxwell em entrevista à curadora Erin Li.

Cecília Maraújos apresenta Autoficções.

01/dez

Em Autoficções, Cecília Maraújos apresenta um conjunto de pinturas que atravessam corpo, memória e maternidade, articulando autorretratos, referências fotográficas e experiências do cotidiano como matéria de investigação pictórica. A exposição abre no dia 05 de dezembro no Ateliê 31, Cinelândia, Rio de Janeiro, RJ, com curadoria de Martha Werneck. Na mostra, Cecília reúne um conjunto de cerca de 25 pinturas, em diversos formatos, que atravessam corpo, memória e cotidiano como campos de elaboração pictórica, articulando experiências autobiográficas e investigações sobre a representação do feminino na cultura.

Cecília apresenta um conjunto de pinturas desenvolvidas a partir de referências fotográficas, estudos e montagens digitais que acompanham seu processo. “Em suas telas, a pintura é também gesto de resistência, forma de pensar o mundo desde o íntimo. Assim, a artista nos convida a permanecer na penumbra: onde a vida cotidiana se acende em fogo lento e silencioso, transformando o que seria doméstico em potência poética e política”, conclui a curadora.  A mostra marca a conclusão de sua formação em Pintura pela Escola de Belas Artes da UFRJ.

 

Sobre a artista.

Cecília Maraújos (1999, Fortaleza, CE. Vive e trabalha no Rio de Janeiro, RJ) cursa graduação de Pintura na Escola de Belas Artes da UFRJ desde o período de 2021.1. Estuda artes de maneira autodidata desde a infância e hoje enfatiza em seu trabalho a prática da pintura e do desenho, intercruzando sua plasticidade com fotografia, escultura, escrita, performance e colagem. Participa do grupo de pesquisa “A representação do corpo feminino como poética na pintura contemporânea”, coordenado pela Profa. Dra. Martha Werneck, onde paraleliza seu processo criativo com o reconhecimento e referenciamento do trabalho de demais artistas mulheres, muitas vezes invisibilizadas pela história da arte. Participa, ainda, como bolsista do projeto de extensão “Mães na Universidade: Acesso, Permanência e Progressão”, coordenado pela pesquisadora Karín Menéndez-Delmestre, agregando à sua pesquisa a temática da maternidade e suas subjetivações.

Autoficções fica em cartaz até o dia 08 de janeiro de 2026. 

 

Arquipélago imaginário.

27/nov

A grande comemoração dos 50 anos de  carreira do fotógrafo paraense Luiz Braga chega ao Paço Imperial, Rio de Janeiro, RJ, no dia 09 de dezembro, em exposição concebida pelo Instituto Moreira Salles. A mostra reúne 191 fotografias produzidas da década de 1970 até a atualidade – a maioria exibida apenas uma vez. A seleção destaca a forte conexão do fotógrafo com o seu território de origem e a perspectiva intimista diante dos ambientes e personagens retratados.

Com curadoria de Bitu Cassundé, a exposição Arquipélago Imaginário; oferece uma imersão no trabalho do fotógrafo Luiz Braga. Suas imagens retratam paisagens, indivíduos, costumes e tradições do território paraense, capturadas a partir de momentos de troca e convivência. “Meu trabalho se debruça sobre o meu lugar”, orgulha-se Luiz Braga, que mantém um acervo organizado de suas fotografias desde o início da carreira, aos 18 anos.

Nascido em 1956, em Belém, Luiz Braga começou sua trajetória como fotógrafo na década de 1970, atuando na publicidade antes de se tornar fotógrafo autônomo. Em paralelo, cursou arquitetura na Universidade Federal do Pará (UFPA). Em 1979, realizou sua primeira exposição individual e, desde então, passou a colaborar e expor em diversas instituições. “Não poderia ter escolhido outra profissão; tampouco viver em outro lugar”, afirma.

A exposição.

Arquipélago Imaginário; é composta por nove núcleos: Sintaxes populares, O Retrato, O Antirretrato, Territórios e pertencimentos – o Norte, Nightvision – Mapa do Éden, O outro, o alheio, Arquitetura da intimidade, Afazeres e trabalhos e O Marajó. Com uma expografia original e intimista, a seleção de imagens proporciona ao público uma viagem pelos temas e elementos marcantes na obra de Luiz Braga, ressaltando o orgulho de pertencer àquele território e o respeito por cada um dos personagens fotografados.

No início do percurso, estão as imagens em preto e branco, que marcam o período inicial de sua produção. Nos núcleos seguintes, predominam as fotos coloridas, a faceta mais conhecida de seu trabalho, com ênfase na investigação da Ilha do Marajó nos últimos 20 anos. Nos primeiros segmentos da exposição, a curadoria reforça a importância do vínculo do fotógrafo com os locais que registra e as pessoas que os habitam. Outra característica central em sua obra são as cenas do interior de residências e estabelecimentos, apresentadas de forma intimista. Detalhes como cortinas, relógios, vasos de flores e ventiladores evocam memórias, afetos e vestígios do tempo. O universo do trabalho também é um tema recorrente, com fotos de profissionais atuando no espaço público, como cabeleireiros, alfaiates, pescadores e açougueiros, geralmente em ação. Os núcleos Retrato e Antirretrato também merecem destaque. No primeiro, a curadoria ressalta como os retratos de Luiz Braga diferem do formato clássico, onde o ambiente e os objetos ao redor são fundamentais para compor a cena. Roupas, bolas de futebol e barcos tornam-se protagonistas junto aos indivíduos. Já a seção Antirretrato reúne fotografias onde as pessoas aparecem geralmente de costas ou de lado, contemplando o horizonte ou imersas em seu cotidiano. Em cartaz até 1º de março de 2026, a mostra conta com recursos de acessibilidade, como pranchas táteis e audiodescrição.

Em cartaz até 1º de março de 2026.

Olhares atentos de diferentes geografias.

26/nov

Frank Walter

Luiz Zerbini

Observations: Luiz Zerbini in Conversation with Frank Walter

25 Nov 2025 – 7 Feb 2026

Observations: Luiz Zerbini in Conversation with Frank Walter, exposição inaugural do novo espaço da Fortes D’Aloia & Gabriel, Jardins, São Paulo, SP, dia 25 de novembro, com curadoria de Barbara Paca, apresenta um diálogo inédito entre pinturas de paisagem em pequeno formato dos artistas Luiz Zerbini e Frank Walter (Antígua, 1926-2009). Mestres da atmosfera em suas próprias linguagens, ambos revelam um profundo envolvimento com a memória, a percepção e as fronteiras porosas entre os mundos humano e não humano. Luz, cor e gesto se unem para articular tempo, lugar e visão, expandindo o vocabulário da paisagem para além de seus limites convencionais.

Para Frank Walter, a paisagem foi uma companheira constante em suas viagens por Antígua, pelo Caribe e pela Europa. Suas pinturas em pequena escala capturam as variações sutis de diferentes geografias, com um olhar atento tanto ao detalhe quanto à atmosfera. Ao filtrar essas experiências pela memória, suas obras condensam a essência dos lugares vividos, transformando-os em meditações sobre pertencimento e imaginação. Luiz Zerbini, por sua vez, apresenta um conjunto de aquarelas que retratam vistas do litoral brasileiro. Com delicadeza de gesto e paleta luminosa, suas obras capturam o jogo de luz sobre o mar e a vegetação, revelando as mudanças de atmosfera das paisagens costeiras com imediatismo e intimidade. Dispostas lado a lado, essas obras constroem um diálogo transatlântico em que Frank Walter e Luiz Zerbini exploram a relação entre visão e lugar, ordem e espontaneidade. Cada composição se torna ao mesmo tempo transcrição e invenção – um espaço onde sensação e estrutura se entrelaçam. Ao conectar o Caribe e o Brasil, a exposição evidencia uma sensibilidade compartilhada à luz, à cor e ao relevo, revelando como a pintura de paisagem pode refletir contextos culturais distintos e, ao mesmo tempo, abrir-se a uma experiência mais ampla e interconectada do mundo natural.

Luiz Zerbini também está em exibição no espaço da Fortes D’Aloia & Gabriel, na Barra Funda, com a exposição individual Vagarosa Luminescência Voadora.

Até 07 de fevereiro de 2026.

Luz e espiritualidade na obra de Leo Battistelli.

A Galatea apresenta Leo Battistelli: água viva, individual do artista argentino radicado no Rio de Janeiro, a ser inaugurada no dia 26 de novembro em sua unidade da rua Padre João Manuel, São Paulo, SP. A exposição conta com texto crítico do jornalista e curador Leonel Kaz e reúne esculturas e painéis que entrelaçam cerâmica, porcelana, vidro, metais e minerais, explorando a ligação entre matéria, luz e espiritualidade.

Vivendo e trabalhando em seu ateliê na Floresta da Tijuca, no coração da Mata Atlântica, Battistelli transforma elementos da natureza em peças que evocam organismos híbridos, como líquens, sementes, constelações e formas aquáticas, vinculando o gesto humano à continuidade do ciclo vital. Trabalhando com argilas da Patagônia, terras brasileiras e quartzos andinos, o artista recria processos ancestrais em composições que respiram, filtram e irradiam luz.

Entre as obras apresentadas estão Iemanjá (2025), feita de contas de cristal soprado; Sobrenatural (2015), inspirada em mitos amazônicos; Pôr do Sol (2025), painel de sete metros em cerâmica e cobre; Pepita (2022/2025), semente-luz em porcelana e prata; Respiro (2025), Hexagonoro (2019/2025), Coluna (2025), Orvalho (2025) e as séries de Líquens, em diferentes ligas e escalas.

“Leo é um ser aquático mergulhado, da água ao fogo, nos fazeres da cerâmica”, escreve Leonel Kaz. “Suas obras são vivências, não conceitos abstratos.”.

Até 17 de janeiro de 2026.

O elemento regional do Rio Grande do Sul.

25/nov

 

Reunindo dezenas de pinturas, desenhos, gravuras e esculturas, a exposição “Sul no Olhar” foi concebida sob a curadoria das acadêmicas de Museologia Maria Teixeira da Silva e Pietra Fredrich a partir da Coleção Rolf Zelmanowicz, acervo integrado ao Museu de Arte do Paço – MAPA. 

Sul no Olhar

O casal Rolf Udo Zelmanowicz (1931-2023) e Elisabete de Medeiros Zelmanowicz (1940) iniciaram em 1969 uma notável coleção, reunindo trabalhos de artistas do século XX, cuja temática predominante é o elemento regional do Rio Grande do Sul, representado por personas, paisagens e cenas do cotidiano urbano e rural. Para além do mero recorte geográfico, as imagens reunidas evocam memórias, identidades e a diversidade cultural da região, tomando o passado como um impulso poético para imaginar o futuro. Nesta exposição é apresentada ao público uma seleção de obras pertencentes à Coleção Rolf Zelmanowicz, generosamente doada pelo casal em 2023 ao Museu de Arte do Paço – MAPA.

Pietra Fredrich – Maria Teixeira da Silva.

Exposição Sul No Olhar 

Artistas participantes

Angelo Guido, Antônio Caringi, Enrique Castells Capurro, Clara Pechansky, Danúbio Gonçalves, Deville, Elisabete Zelmanowicz, Ernesto Frederico Scheffel, Esteban Roberto Garino, Francis Pelichek, Guido Mondin, João Fahrion, Libindo Ferrás. Nelson Boeira Faedrich, Oscar Boeira, Oscar Crusius, Plínio Bernhardt, João Luiz Roth, José Lutzenberger, Leopoldo Gotuzzo, Xico Stockinger, Vasco Prado.

 

Malu Saddi na Artur Fidalgo.

24/nov

“Desenvolve obras a partir do repertório visual encontrado na natureza e nos apresenta um mundo fantástico que relaciona organismos extraídos e reinventados dos reinos animal, vegetal e mineral.”

Os trabalhos da artista são delicados e sutis. São majoritariamente desenhos feitos com lápis de cor e grafite, seu traço fino cria estruturas minuciosas. Malu gosta de trabalhar com transparências que permitem a ela sobrepor desenhos de diferentes datas e gestos criando assim camadas de tempo; trazendo o inusitado e a transformação como parte do processo de construção do desenho.

Ela desenvolve obras a partir do repertório visual encontrado na natureza e nos apresenta um mundo fantástico que relaciona organismos extraídos e reinventados dos reinos animal, vegetal e mineral. 

Entre suas principais exposições individuais, destacam-se: “Cantantes Condutores”, Artur Fidalgo galeria (Rio de Janeiro, 2014); “Ao que ergue entre linhas”, Espaço W de Arte (Ribeirão Preto, 2011) e “No devaneio nenhuma linha é inerte”, Galeria Eduardo H Fernandes, (São Paulo, 2009). Participou de coletivas como: “17ª Bienal de Cerveira”, (Vila Nova Cerveira, Portugal, 2013), “Conhecendo Artistas – Ateliê Fidalga”, Torre Santander (São Paulo, 2011); “É Crédito ou Débito?” (Sesc-SP, São Paulo, 2010); “Entre Tempos” (Carpe Diem, Lisboa, 2009), entre outras.