Arte contemporânea da Europa

07/jul

A exposição “Fora da ordem – Obras da Coleção Helga de Alvear” apresenta 137 trabalhos quase todos inéditos no Brasil. A Coleção Helga de Alvear é hoje um dos mais importantes acervos de arte contemporânea da Europa, com base em Cáceres, na Espanha. Obras reunidas pela colecionadora alemã poderão ser vistas na Pinacoteca de São Paulo, Praça da Luz, Bom Retiro, São Paulo, SP. A mostra, denominada “Fora da ordem – Obras da Coleção Helga de Alvear”, patrocinada pelo Banco Bradesco, ficará no primeiro andar do museu com pinturas, esculturas, vídeos, instalações, desenhos e gravuras realizadas a partir da década de 1930, com ênfase na produção de meados da década de 1960 até os dias de hoje. A grande maioria dos trabalhos é inédita no Brasil e alguns artistas serão apresentados pela primeira vez no País.

 

As peças representam a obra de quase 70 artistas, incluindo nomes influentes da arte moderna, como Wassily Kandinsky, Marcel Duchamp e Josef Albers; artistas relacionados a algumas das principais vertentes do pós-guerra norte-americano, como Donald Judd, Dan Flavin, Bruce Nauman e Gordon Matta-Clark; importantes autores da produção contemporânea, a exemplo de Gerhard Richter, Cindy Sherman, Franz West, Jeff Wall e Thomas Ruff; e outros que começaram a sua trajetória nos últimos 30 anos, como Francis Alÿs, Pierre Huyghe, Mark Leckey, Martin Creed, Marcel Dzama e Chen Wei. Os brasileiros Jac Leirner, Iran do Espírito Santo e José Damasceno também participam da exposição.

 

Segundo os curadores – Ivo Mesquita, ex-diretor técnico da Pinacoteca, e José Augusto Ribeiro, do Núcleo de Pesquisa em História e Crítica de Arte – a mostra privilegia e justapõe duas vertentes de trabalhos predominantes na coleção, mas que normalmente são vistas como antagônicas na história da arte. “De um lado, obras de inclinação surrealista, com alta voltagem imaginativa, que sugerem situações fantasiosas. E de outro, peças de linguagem geométrica, com formas simples, seriais e autorreferentes, ligadas às vertentes construtivas, à pintura hard-edge, ao minimalismo norte-americano e a manifestações europeias do chamado pós-minimalismo”, explica Ivo Mesquita.

 

A intenção é marcar não só as diferenças entre essas duas vertentes, como apontar para pontos de conexão entre elas. “Fora da ordem” aponta para a intensidade enérgica de estruturas com lógica abstrata, frequentemente descritas como neutras, sóbrias ou discretas, e para o que há de cálculo, disciplina e construção em situações de contrassenso e absurdo”, complementa José Augusto Ribeiro.

 

Mais sobre Helga de Alvear

 

Nascida na Alemanha, em Kirn, em 1936, Helga de Alvear vive em Madri, na Espanha, desde 1957. Dez anos depois começa a formar sua coleção de arte.  A partir de 1980, começa sua atuação na Espanha, onde estimula a produção local e contribui para a criação da feira de arte Arco, em 1982. Já em 2006, cria o Centro de Artes Fundación Helga de Alvear, que contou com a contribuição do poder público da região espanhola de Extremadura. A instituição surge do compromisso de tornar pública a coleção da também galerista Helga de Alvear. Hoje, o acervo da fundação conta com cerca de 3 mil peças de linguagens, materialidades e conformações diversas, que variam, em dimensão física, da escala da mão à da arquitetura. Seus núcleos privilegiam os primórdios da fotografia na Europa, o minimalismo norte-americano e seus desdobramentos desde a década de 1970, a arte contemporânea espanhola, a fotografia alemã dos anos de 1980 e 1990, além de obras de dimensões grandes, especialmente ambientes e instalações desde 1990 aos dias atuais, e de outras comissionadas pela própria Helga de Alvear.

 

Até 26 de setembro.

Encontro de nacionalidades

06/jul

A exposição “Intersecções” que reúne obras, todas pertencentes ao acervo da Galeria Oscar Cruz, Itaim Bibi, São Paulo, SP, é composta por doze artistas de distintas gerações e nacionalidades, todos com destacadas posições na arte contemporânea nacional e internacional; dentre os quais, cinco brasileiros, quatro argentinos, uma americana, uma espanhola e um alemão, que abordam de modos distintos o emprego da fotografia. São eles: Alejandro Chaskielberg, Ananké Assef,Gustavo Speridião, Julio Grinblat, Lesley Dill, Lina Kim, Luiz Alphonsus, Marcos Chaves, Mauro Restife, Michael Wesely, Nicanor Aráoz e Sara Ramo.
 
Até 02 de setembro.

Krajcberg na CIGA 2016

17/maio

O escultor e fotógrafo Frans Krajcberg, de 95 anos, se notabilizou por seus retratos da natureza que, muitas vezes, são utilizados como matéria-prima para seus desenhos e relevos moldados em papel.

 

A Galeria Marcia Barrozo do Amaral, Shopping Cassino Atlântico, Copacabana, Rio de Janeiro, RJ, apresenta no próximo dia 20 de maio, o livro-arte do artista, com fotos assinadas, durante o CIGA 2016, Circuito Integrado das Galerias de Arte, organizado pela Art Rio.

 

Este livro-objeto – “Outra Natureza” – oferece aos colecionadores, pela primeira vez, uma fotografia original de Krajcberg, com sua assinatura gravada a fogo. São 12 imagens diferentes com tiragem de 6 cada uma, num total de 72 unidades.  “Outra Natureza” contém um estojo, a foto emoldurada e um álbum artesanal com as imagens e os textos escolhidos para este projeto.

 

O livro-arte encontra-se a disposição na galeria Marcia Barrozo do Amaral, no Rio de Janeiro. Contatos pelo telefone (21) 2267-3747.

 

Marcel Odenbach no Brasil

11/maio

O MARGS Ado Malagoli, Centro Histórico, Porto Alegre, RS, apresenta nas galerias João Fahrion, Pedro Weingartner, Ângelo Guido, Iberê Camargo e Oscar Boeira, exposição individual “Stille Bewegungen/Movimentos Silenciosos”. A mostra em parceria com o Instituto de Relações Exteriores, ifa, Alemanha, apresenta a obra de Marcel Odembach, um dos mais importantes videoartistas alemães através de diversas mídias como videoteipes, videoinstalações e obras em papel das últimas três décadas.

 

O tema do pós-guerra alemão abre-se com Odenbach desde cedo para uma perspectiva mais ampla, na medida em que diferentes culturas e constelações políticas são observadas e impregnadas no conjunto da obra. O artista desenha um retrato ao mesmo tempo analítico e emocional do ser humano na sociedade globalizada. Simultaneamente à mostra, que ocorre no MARGS, o Goethe-Institut Porto Alegre apresenta também 6 vídeos de Odenbach selecionados especialmente pelo artista para o espaço expositivo do instituto.

 

Organizada pelo ifa em colaboração com o curador Matthias Mühling, a seleção dos trabalhos apresentada em “Movimentos Silenciosos” combina um enfoque retrospectivo com a tentativa de cobrir as principais temáticas abordadas pelo artista. O intenso questionamento da problemática da elaboração do passado ilustra, em especial, como as obras de Odenbach refletem a Alemanha pós-guerra e a situação de sua sociedade. Esse foco temático, entretanto, foi situado já bem cedo pelo artista dentro de um horizonte mais amplo, que abria o questionamento especificamente alemão para uma perspectiva mais geral. Ele aproximou-se de diferentes culturas e constelações políticas e integrou suas observações dentro da obra, traçando, assim, linhas de conexão do trauma alemão com o regime nazista até o genocídio em Ruanda, do imaginário sobre o masculino na Turquia até o papel da mulher na Venezuela, do familiar até o desconhecido, da própria biografia até a história dos outros.

 

 

Sobre o artista

 

Nascido em 1953, em Colônia, Marcel Odenbach é um pioneiro da videoarte. Seus trabalhos são narrativas complexas criadas por meio de uma técnica de colagem de trechos de produções para cinema e televisão, material de arquivo e imagens feitas por ele mesmo. A edição de imagens públicas e privadas gera enredos que conectam sutilmente a história, num nível superior, com o sentimento do ser humano individual e a biografia do artista.

 

Até 29 de maio.

Ulf Lindell, um artista sueco

27/abr

Três anos após ter chegado ao Brasil para mostrar seus trabalhos no Centro de Arte Maria Teresa Vieira, Praça Tiradentes, Centro, Rio de Janeiro, RJ, Ulf Lindell retorna à mesma galeria, com obras em técnica mista sobre alumínio. A mostra está dividida em duas partes: “A Casa do Paraíso”, que dá título à exposição, e “A Noiva Intocável”, série de monotipias, vista a partir da perspectiva de um gato.

 

A inauguração acontece no próximo dia 4 de maio, quarta-feira, às 18 horas.

 

“A Casa do Paraíso” e “A Noiva Intocável” tratam do inatingível. Quando o artista começou a trabalhar com imagens de um casamento desfeito, a casa, segundo ele, era como um sonho que não poderia ser mantido. “Como paredes que nós construímos para proteger as coisas que desejamos manter desesperadamente. Uma metáfora para a segurança, mais do que para a felicidade. A casa torna-se, então, uma ilusão de felicidade”, observa.

 

E Ulf vai mais além: “Da busca desesperada por uma ilusão criada por cada um. O subconsciente não distingue realidade de imaginação. Essa casa do paraíso se encontra na concretude de nosso imaginário, onde os sonhos são uma complexa obra pictórica, e as alucinações integradas fazem uma cena  onírica.

 

As imagens são trabalhadas em uma técnica que é uma espécie de monotipia. Com o tempo, elas se tornaram mais abstratas. Ainda assim, há uma grande parte de abordagens figurativas. O artista busca um equilíbrio entre o figurativo e o abstrato.

Nascido em Örebro, Suécia, Ulf Lindell vive e trabalha dentro de um barco em Estocolmo. Transitou pelo hiper-realismo, instalações e arte abstrata.Em seus quase trinta anos de trajetória artística, acumula exposições em Paris, Moscou, São Petersburgo, Washington, Bogotá, São Paulo, além do Rio de Janeiro, onde já expôs duas vezes, e Estocolmo.

 

De 04 a 25 de maio.

Dois : um dinamarquês, outro sueco

A exposição “Veias”, na Caixa Cultural São Paulo, Centro, São Paulo, SP, exibe 105 imagens em preto e branco de dois grandes nomes da fotografia documental mundial – o sueco Anders Petersen, 1944, Estocolmo, e o dinamarquês Jacob Sobol, 1976, Copenhagen, que expõem juntos pela primeira vez. Com curadoria do sueco Imants Gross, os trabalhos têm em  comum um olhar íntimo sobre cenas cotidianas de pessoas marginalizadas na sociedade, como alcoólatras, viciados em drogas, prostitutas, travestis, criminosos e psicopatas. As imagens se tornam ainda mais impactantes com o grande formato das fotografias, que chegam a 2,5 metros de comprimento.

 

Para este trabalho na Caixa Cultural, os dois fotógrafos criaram uma espécie de diário pessoal onde anotaram reflexões pessoais sobre a vida, as pessoas e a forma como se encontra o mundo de hoje. “À primeira vista, as imagens de Petersen e Sobol podem parecer fortes e impiedosas para alguns, mas, indo além da superfície – ou da pele -, é uma representação intensa, quente e não tão semelhante com a realidade, mas que é sentida como real”, observa o curador Imants Gross.

 

Anders Petersen é considerado uma lenda da fotografia, e é conhecido pela capacidade de criar laços com as pessoas fotografadas, gente desconhecida que ganha um ar distinto. "As coisas que eu faço são uma espécie de fotografia documental privada. Esse é o verdadeiro desafio: estar presente, mas manter a distância", explica o sueco. Uma de suas imagens mais famosas foi usada na capa do álbum “Rain Dogs”, de 1976, do artista canadense Tom Waits.

 

Trinta anos mais novo, Jacob Sobol pode ser considerado um sucessor do mestre sueco, com seus registros repletos de imprevisibilidade do cotidiano. Sobol compara o ofício de tirar fotos ao de um caçador: "A relação que os caçadores estabelecem com a natureza ao seu redor é muito importante. É preciso estar interligado ao todo, e este sentimento tem deixado um grande impacto na minha vida e no trabalho.”

 

Artistas de gerações diferentes, possuem afinidades de linguagem, o que justificou esse encontro. Ambos pertencem à mesma escola de fotografia documental, em que o desafio do fotógrafo é estar presente o mais próximo possível de cenas privadas, mas com um distanciamento suficiente para registrá-las com olhos de voyeur. As suas preocupações os fazem observar muitas vezes o terrível, o compulsivo, o incontrolável e o sentimento de autodestruição que existe nas pessoas, mas ambos são fotógrafos, que destacam o “amor” em suas muitas e diferentes manifestações.

 

“As imagens que Petersen e Sobol nos oferecem, todas em preto e branco, podem parecer frias num primeiro momento, mas quando tomamos conhecimento dos universos retratados e dos personagens, conseguimos sentir o calor dos corpos, a intensidade das situações. É possível enxergar verdade e amor no olhar de quem está sendo revelado e também do seu revelador", conclui o produtor Luiz Prado.

 

Promovido pelo Instituto Cultural da Dinamarca, o projeto começou na Letônia, passou pela Rússia e China antes de vir ao Brasil com temporada já realizada também na Caixa Cultural de Curitiba, Salvador e Rio de Janeiro. ”É com grande satisfação que recebemos a arte de Petersen e Sobol, que têm em comum uma linguagem incomum. As imagens expostas trazem uma ausência de respostas, e revelam muitos questionamentos. Como dizem os dois fotógrafos: “Veias” não é sobre fotografia. É um documentário da vida abstrato, expressivo, emocionante e provocador”,explica Anders Hentze, diretor do Instituto Cultural da Dinamarca.

 

 

 

Até 08 de maio.

SP-Arte

06/abr

A 12ª SP-Arte sedimentou seu lugar como uma das mais importantes feiras da América do Sul, trazendo neste ano cerca de 120 galerias ao deslumbrante Pavilhão da Bienal desenhado por Oscar Niemeyer no Parque do Ibirapuera, São Paulo, SP.

 

A Feira reúne mais de 120 das principais galerias de arte do Brasil e do mundo, além do novo setor dedicado ao Design e a continuidade de projetos curatoriais consagrados.

 

Chegou a semana das artes mais badalada do ano. Em paralelo, diversas galerias e museus da cidade inauguram exposições e promovem eventos que tornam o calendário artístico da cidade ainda mais agitado.

 

A feira começa na quinta-feira , dia 07,  e vai até 10 de abril. De visitas noturnas a apresentações de performances, o evento também inspira uma movimentada agenda pela capital.

Artistas internacionais

31/mar

A mostra “O triunfo da cor. O pós-impressionismo: obras-primas do Musée d’Orsay e do Musée de l’Orangerie”, que chega ao CCBB de São Paulo no dia 4 de maio, exibirá telas que sairão direto das paredes do Museu d’Orsay e do Musée de l’Orangerie, ambos em Paris, e ocuparão o CCBB-SP até 07 de julho, seguindo depois para o CCBB-RJ, onde serão exibidas entre 20 de julho e 17 de outubro.

 
Serão reunidas 75 obras-primas, inéditas no Brasil, de uma geração de artistas que sucede aos impressionistas, e que recebe do crítico inglês Roger Fry a designação de pós-impressionista. São obras de artistas como Van Gogh, Gauguin, Toulouse-Lautrec, Cézanne, Seurat e Matisse, grandes mestres da pintura moderna, que promoveram uma verdadeira revolução estética por meio do uso da cor.

 

Considerado o período de transição entre o Impressionismo e o Expressionismo, o Pós-Impressionismo conecta-se ao trabalho de pintores que, entre 1880 e 1890, exploram as possibilidades abertas pelo impressionismo, em direções muito variadas.

 

“O Triunfo da Cor” se organiza em quatro módulos: “A cor científica”; “No núcleo misterioso do pensamento. Gauguin e a Escola de Pont-Aven”; “Os Nabis, profetas de uma nova arte”; e “A cor em liberdade”.

 

A entrada é gratuita e o acesso poderá ser agendado pelo aplicativo do CCBB, com o objetivo de evitar filas e aprimorar a experiência da visita.

 

Fonte: Touch of class

Armory Show

03/mar

Este ano marca o 22º aniversário da feira de arte Armory Show, Nova Iorque, USA. A feira vai reunir até o próximo domingo 205 expositores de 36 países (entre eles, a primeira galeria cubana, a Habana), distribuídos entre os Píers 92 e 94, trazendo tanto um pouco da arte moderna quando da arte contemporânea. Este ano, os organizadores limitaram o número de estandes, para oferecer uma melhor experiência. Quatro galerias brasileiras estarão presentes: no Pier 92, dedicado a arte moderna, está a Bergamin & Gomide; já no Pier 94, dedicado à arte contemporânea, estão a Fortes Vilaça, Nara Roesler e Luisa Strina.

 

A seção Focus, que tradicionalmente destaca uma região geográfica, desta vez se chama “African Perspectives”, com curadoria de Julia Grosse e Yvette Mutumba, fundadoras da Contemporary And, plataforma online de arte internacional a partir das perspectivas africanas. Foram convidadas galerias de Nairobi e Cape Town, mas também de Paris e Londres – um indício de que a ideia de identidade, nos dias atuais, não conhece fronteiras físicas.

 

A força da Armory, no entanto, repousa em sua localização e em sua posição de destaque na programação anual do mercado de arte. “É o início do ano, o início da temporada. A Armory estreia o calendário do mundo da arte”, afirma Benjamin Genocchio, diretor executivo da feira.

 

Com informações da Armory Show, Art Radar e The Art Newspap.

 

 

Até 06 de março.

Paisagem nas Américas

23/fev

A exposição “Paisagem nas Américas: Pinturas da Terra do Fogo ao Ártico” entra em exibição na Pinacoteca do Estado de São Paulo, Luz, São Paulo, SP, neste final de mês. A mostra esteve recentemente em cartaz na Art Gallery of Ontario, em Toronto, Canadá, e no Crystal Bridges Museum of American Art, de Bentonville, nos EUA. Essa exposição nasceu de uma parceria inédita firmada em 2010 entre a Pinacoteca de São Paulo, a Art Gallery of Ontario e a Terra Foundation for American Art (Chicago, EUA) e trará ao Brasil obras de grandes artistas do continente americano, como os brasileiros Tarsila do Amaral e Pedro Américo, os americanos Frederic Church e Georgia O’Keeffe, os mexicanos José Maria Velasco e Gerardo Murillo, Dr. Atl, além dos canadenses Lawren Harris e David Milne, do venezuelano Armando Reverón, e dos uruguaios Pedro Figari e Torres-Garcia, entre outros.

 

 

De 27 de fevereiro a 29 de maio.