O feminino como princípio criador.

02/set

do mundo”. Uma visão poética e sensível da mulher como matriz, gênese, força-motriz no mundo e no cotidiano é a ideia que agrega as 77 obras de 59 artistas mulheres. Entre as artistas, estão Maria Martins, Lygia Pape, Celeida Tostes, Leticia Parente, Anna Bella Geiger, Sonia Andrade, Regina Silveira, Anna Maria Maiolino, Ana Vitória Mussi, Iole de Freitas, Sonia Gomes, Lenora de Barros, Brígida Baltar, Beatriz Milhazes, Rosângela Rennó, Adriana Varejão, Laura Lima, Aline Motta, Bárbara Wagner e Lyz Parayzo. A curadoria é de Katia Maciel e Camila Perlingeiro, que selecionaram trabalhos em pintura, gravura, desenho, vídeo, fotografia, escultura e objetos.  A mostra ficará em cartaz até 18 de outubro.

O início do mundo é um convite a regressar às origens. 59 mulheres evocam o feminino como princípio criador e força de transformação. Cada imagem, cada matéria carrega em si a potência das metamorfoses cíclicas, antigas e futuras. Aqui, o começo não é um ponto fixo, mas um movimento contínuo: um mundo que se reinventa no corpo feminino, na memória e na arte.

“Essa exposição é um projeto ousado, mesmo para a Pinakotheke”, diz Camila Perlingeiro. “Reunir tantas artistas e obras com suportes tão diversos foi certamente um desafio, mas um que abraçamos com entusiasmo. Há anos pensávamos em uma mostra que envolvesse um número expressivo de artistas mulheres, e a curadoria de Katia Maciel, poeta e artista múltipla, foi a garantia de um projeto ao mesmo tempo criterioso e sensível”. A montagem da exposição não obedece a um critério de linearidade. As aproximações são poéticas, onde obras em diferentes suportes se agrupam – como filmes junto a fotografias, ou pinturas que conversam com objetos, por exemplo. “É um percurso orgânico”, observa Camila Perlingeiro.

A primeira sala é toda em preto e branco, “porque simboliza o começo, antes da cor, antes de tudo”, explica a curadora. As outras salas são uma reunião de obras que conversam profundamente entre si e ao mesmo tempo formam uma cacofonia delicada e potente de tudo o que simboliza o início e o ciclo da vida.

Katia Maciel indaga: “O início é um ponto, uma linha, um círculo?”. “Para a Física, seria um ponto primeiro, um começo que explode. Para a História, uma linha contínua que por vezes se bifurca. Para as Mitologias, um círculo que gira sobre si mesmo. Para a Arte, o início são os três pontos, a reticência, a pergunta, a dúvida, uma forma viva que liga o finito ao infinito. A exposição reúne o trabalho de 59 mulheres cujos aspectos sensíveis e simbólicos expressam um início possível”, afirma.

MAM São Paulo encontra Instituto Tomie Ohtake.

Se os lugares importam, deslocar-se é se transformar – sem, no entanto, apagar os rastros do que já se foi. A arte, nesse contexto, é um campo privilegiado para apreender as camadas de tradução, opacidade, atrito e reinvenção que marcam o movimento de pessoas, formas e histórias. Foi com esse olhar que se iniciou a colaboração entre o Instituto Tomie Ohtake e o Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM São Paulo), num momento em que a coleção do museu paulista se coloca em circulação pela cidade e enquanto o Instituto Tomie Ohtake preparava uma exposição dedicada à obra de Édouard Glissant. Logo começamos a conversar sobre o quanto a coleção do MAM São Paulo carrega marcas da demografia heterogênea do país e de sua maior metrópole; sobre como a história de nossas instituições é definida por trânsitos e mutações; e sobre como tanto modernidade quanto contemporaneidade estão imbuídas de legados de trocas e disputas entre territórios, linguagens e pessoas. Glissant usava a expressão aqui-lá para sublinhar que “aqueles que estão aqui vêm sempre de um “lá”, da vastidão do mundo”. Seu foco era afirmar que cada pessoa e comunidade carregam rastros de outras paisagens, línguas e culturas, e que por isso nenhum lugar é homogêneo ou pode ser compreendido como uma unidade coerente. Para o poeta, ao contrário do que alguns afirmam, a diversidade resultante dos movimentos entre territórios enriquece a experiência dos lugares, colocando-os em relação com todas as línguas e lugares do mundo. Partindo dessa premissa, a exposição propõe um exercício de escuta e aproximação, em que as obras da coleção do MAM são reunidas a partir do cruzamento de rastros – ora em ressonância, ora em desvio. Mais do que ilustrar deslocamentos, as obras os incorporam como matéria, gesto e pensamento.

A exposição se estrutura em dois núcleos, distribuídos em salas distintas, cada qual tensionando, à sua maneira, os modos de estar no mundo a partir da experiência do deslocamento e da relação com o outro. As obras presentes no espaço entre as salas introduzem algumas formas fundamentais dessa tensão: o texto, o mapa, e o isolamento. A primeira sala reúne obras marcadas por travessias físicas e simbólicas – migrações, diásporas, exílios, deslocamentos voluntários ou forçados, externos ou internos. Essas obras não apenas tematizam o movimento, mas o incorporam em suas matérias, gestos e construções formais. Elas apontam para as dinâmicas geopolíticas, afetivas e institucionais que moldam quem pode ou não circular, permanecer ou retornar. Aqui, o deslocar-se é compreendido como experiência complexa, feita de perdas, reinvenções e resistências.

A segunda sala se volta para as tensões entre corpo, território e identidade. Reúne obras que elaboram, por meio de imagens, superfícies e símbolos, processos de afirmação individual e coletiva – modos de inscrever a presença em contextos marcados por silenciamento, normatividade ou violência. Essas obras não se pretendem fixas ou ilustrativas: tratam de negociações sempre em curso, onde o corpo se torna lugar de disputa e de criação de sentido.

Cada uma dessas salas é orientada por uma obra que, em sua forma, já enuncia a instabilidade das fronteiras. Em uma, a multiplicidade de bandeiras de diferentes cidades brasileiras, de um mesmo estado, revela o caráter fragmentado e imaginativo dos signos cívicos que organizam o espaço nacional. Em outra, os retratos de pessoas em condição migrante – vendedores ambulantes que falam outras línguas, portam outros gestos, e vivem a precariedade de quem não pôde permanecer onde pertencia – tornam visível uma face cotidiana e estrutural da exclusão. Essas duas entradas não apenas introduzem os núcleos da exposição, mas também operam como dispositivos de leitura que colocam em relação o que se verá a seguir: deslocamentos e afirmações, mapas e corpos, simetrias e tensões, ausências e resistências. Ao caminhar entre as salas, o visitante é convidado a perceber como a arte – e as coleções – podem se tornar campos sensíveis, em que ecos do “lá” se inscrevem no “aqui”, e onde o entre-lugar se faz espaço de sentido.

Ana Roman, Cauê Alves, Gabriela Gotoda e Paulo Miyada, curadores.

Até 02 de novembro.

As engrenagens de Gabriela Mureb.

 

A Central galeria, Higienópolis, São Paulo, SP, apresenta a partir de 02 de setembro a exibição individual de Gabriela Mureb, “Cavalo-vapor”. A exposição inaugura a nova sede da galeria, ocupando os dois andares do espaço com instalações, esculturas e um filme.

Artista em destaque na Trienal do New Museum em 2021 e na 13ª Bienal do Mercosul em 2023, Gabriela Mureb elabora, em sua obra, ruídos entre corpo, objetos técnicos e máquinas, em trabalhos que se apresentam ora como sobreposições de engrenagens, ora como sistemas em funcionamento.

Um sistema vivo e pulsante.

01/set

Os 90 anos de Maria Bonomi serão comemorados com exposição antológica no Paço Imperial do Rio de Janeiro com mais de 250 obras, ocupando 11 salas, em 900m2 !

A curadoria da maior retrospectiva da “dama da gravura”, reconhecida também como celebridade na arte urbana, é assinada por Paulo Herkenhoff e Maria Helena Peres.

Dos desenhos à arte pública, das xilogravuras às esculturas, dos cenários aos figurinos, a poética de Maria Bonomi se manifesta como um sistema vivo e pulsante, que se expande em cada detalhe de uma obra que se revela nos mais variados espectros de sua criação e de seus valores existenciais. Maria Bonomi é um marco definitivo na gravura brasileira com amplo reconhecimento internacional.

Exposição Crua na Abapirá.

28/ago

Mostra pop-up marca o lançamento da série homônima, apresentando a obra e o pensamento dos artistas Ronald Duarte, Carla Santana, Marcelo Conceição, arorá e Eleonora Fabião.

Nesta quinta-feira, dia 28 de agosto, até sábado, dia 30 de agosto, será apresentada a exposição pop-up “Crua”, na Abapirá, Rua do Mercado 45, Centro, Rio de Janeiro, que marca o lançamento da série homônima, apresentando, de forma inédita, o pensamento de cinco artistas visuais fluminenses dirigida e idealizada por Ana Pimenta e João Marcos Latgé. “Crua” tem um formato livre, estimulando a criatividade dos artistas e apresentando ao público seus pensamentos e obras. “Crua pretende ser uma janela para o mundo de cada artista”, afirmam os diretores. O projeto é apresentado pelo Governo Federal, Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Política Nacional Aldir Blanc.

A exposição será montada de forma instalativa, com cinco telas e uma projeção. No sábado, dia 30 de agosto, os artistas e os diretores participarão de uma conversa com o público, às 15h, na qual falarão sobre seus processos criativos e sobre a série. Ampliando ainda mais o acesso, a partir do dia 9 de setembro, os episódios serão lançados semanalmente nos perfis no Instagram e no YouTube @crua_arte, na seguinte ordem: Ronald Duarte (dia 9 de setembro), Carla Santana (dia 16 de setembro), Marcelo Conceição (dia 23 de setembro), arorá (dia 30 de setembro) e Eleonora Fabião (dia 7 de outubro).

Na Casa Roberto Marinho

26/ago

Expoente da arte contemporânea, a carioca Beatriz Milhazes será tema de uma exposição na Casa Roberto Marinho, no Cosme Velho, a partir de 25 de setembro. Com curadoria de Lauro Cavalcanti, “Pinturas nômades” reúne e pinturas, gravuras, instalações e uma escultura suspensa, logo na primeira sala.

Mas o núcleo central da mostra são as intervenções site-specific criadas pela artista plástica ao redor do mundo, que serão apresentadas em maquetes, estudos e painéis pela primeira vez no país.

A partir de intervenções marcadas por formas orgânicas em fachadas, janelas e espaços de circulação, a artista transformou espaços como hospitais, metrôs e edifícios residenciais pelo mundo em experiências sensoriais. Dentre as 17 obras site-specific apresentadas, estão intervenções na Ópera de Viena; na Tate Modern, em Londres, na Fundação Cartier, em Paris, e no Museu de Arte Contemporânea de Tóquio. A mostra reúne ainda obras de referência da artista, como da pintora modernista Djanira.

De 25 de setembro a março de 2026.

Memórias e identidade.

18/ago

A abertura da exposição coletiva “Correspondências: memórias e identidade”, acontece no dia 20 de agosto no Centro Cultural Correios, Centro, Rio de Janeiro, RJ.

Com curadoria de Fabiola Notari, a mostra propõe uma reflexão sobre a materialidade da escrita e a memória afetiva das trocas epistolares. Reunindo livros de artista, instalações, pinturas, colagens, objetos, desenhos e bordados, as obras investigam como cartas, bilhetes e mensagens manuscritas podem se tornar espaços de memória, identidade e afeto.

Artistas participantes.

Aline Cavalcante, Ana Cris Rosa, Célia Alves, Christina Parisi, Clarissa M Zelada, Claudia Souza, Cris Marcucci, Daniela Karam Vieira, Irene Guerreiro, Leonor Décourt, Lidia Sumi, Lídice Salgot, Lucia Mine, Lucimar Bello, Maíra Carvalho, Margarida Holler, Renata Danicek, Rosa Grizzo, Sandra Lopes, Teresa Ogando, Tuca Chicalé e Vitória Kachar.

A exposição segue em cartaz até 27 de setembro.

Wilma Martins na Galatea.

12/ago

A Galatea apresenta “Wilma Martins: territórios interiores”, individual da artista Wilma Martins, com obras da emblemática série “Cotidiano”, a ser inaugurada no dia 23 de agosto em sua unidade da rua Padre João Manuel, em São Paulo. A mostra conta com texto crítico assinado pela pesquisadora e curadora Fernanda Morse.

Desenvolvida entre 1974 e 1984, “Cotidiano” é considerada a série mais conhecida da artista. Nela, cenas de interiores domésticos – como salas, cozinhas e quartos – se entrelaçam com rios, plantas e animais, criando composições onde o real e o imaginário se encontram em harmonia. A brancura intimista dos espaços privados contrasta com a vitalidade orgânica da natureza, revelando um olhar poético e silenciosamente subversivo sobre os pequenos gestos da vida cotidiana.

A série foi redescoberta na exposição “Cotidiano e Sonho”, retrospectiva realizada em 2013, com curadoria de seu marido, Frederico Morais, importante crítico e historiador de arte brasileiro. Essa será a primeira exposição dedicada à artista desde a retrospectiva póstuma “Wilma Martins: território da memória”, realizada em 2023. É, também, uma oportunidade rara de ver um escopo tão abrangente da série “Cotidiano” reunido em uma só exposição.

Em cartaz até 18 de outubro.

Fotografias no Instituto Cervantes.

06/ago

Uma constelação transnacional de olhares contemporâneos entre Espanha e Brasil, propondo um deslocamento simbólico e crítico pelo território brasileiro, “Câmbio de Paradigma – Um Giro no Brasil”, com curadoria partilhada de Marta Soul e Ângela Berlinde, será aberta ao público no dia 14 de agosto, no Instituto Cervantes, Botafogo, Rio de Janeiro, RJ. A mostra estabelece um diálogo inclusivo entre os dois países, compreendendo o “giro” como abertura a outras epistemologias, afetos e imaginários historicamente marginalizados. Como parte da programação oficial do festival FOTORIO 2025, a exposição reúne 12 artistas contemporâneos, sendo seis brasileiros e seis espanhóis, cujos trabalhos se articulam em torno de cinco eixos curatoriais: estruturas de poder; justiça social e racial; gênero e autorrepresentação; tecnologia e progresso; ecologia e justiça climática.

Trata-se de uma exposição que questiona quem olha, quem é olhado e a partir de onde se constroem as imagens. “Câmbio de Paradigma” é um espaço de ressonância, escuta e transformação coletiva. Por meio de dispositivos híbridos, instalações, colagens, vídeo e performance, os artistas participantes reconfiguram a fotografia como uma ferramenta crítica e sensível diante das estruturas hegemônicas da imagem.

Sobre os artistas e suas obras.

Do lado espanhol, Megane Mercury explora identidades migrantes e gentrificação urbana na série La Españoleta, enquanto Cristina Galán revela as contradições do eu hiperfiltrado nas redes sociais em Paul. Esteban Pastorino investiga a memória da técnica fotográfica a partir do uso de câmaras analógicas, e Agnes Essonti Luque propõe uma profunda reflexão sobre identidade afrodescendente em La máscara del duelo. Toya Legido alerta para a extinção de espécies no território ibérico em Lepidópteros en extinción, e Yun Ping constrói um diário visual de transformação e pertença em The body as a suit.

Do Brasil, Shinji Nagabe subverte a masculinidade normativa em Cavalo de Troia, propondo uma soberania queer em tensão com o imaginário da conquista. Denilson Baniwa, artista indígena, desmonta visualmente os relatos coloniais em Ficções Coloniais. Caio Aguiar (Bonikta) encarna o território amazônico como um corpo político e encantado em Memórias Enkantadas, enquanto a dupla Masina Pinheiro & Gal Cipreste apresenta Hunting Exercise: Blow, obra que ativa memórias queer e performativas a partir do corpo. A exposição celebra ainda a participação especial da artista local Betina Polaroid, que propõe um gesto de celebração e resistência queer com a instalação Espelhos & Películas e a performance Fluidez, ativada no dia 14 de agosto.

Centenário de Gilberto Chateaubriand.

05/ago

O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) inaugura no dia 09 de agosto a exposição “Gilberto Chateaubriand: uma coleção sensorial”, que abre as comemorações pelo centenário de nascimento de um dos maiores colecionadores da história da arte brasileira. A mostra estará em cartaz até 09 de outubro. De grande escala, a mostra reúne aproximadamente 350 obras de um dos mais representativos conjuntos da produção artística nacional. Desde 1993, cerca de 6.400 das 8.300 peças que compõem a Coleção Gilberto Chateaubriand estão sob a guarda do MAM Rio, consolidando uma parceria fundamental para a preservação e difusão da arte brasileira.

Com curadoria de Pablo Lafuente e Raquel Barreto, o público será convidado a uma imersão nas camadas de significado, afeto e história que atravessam a coleção, ao longo de mais de cinco décadas cuidadosamente constituída por Gilberto Francisco Renato Allard Chateaubriand Bandeira de Mello (1925-2022), diplomata e presença marcante nas artes visuais do país. Segundo o próprio Gilberto Chateaubriand, o colecionismo surgiu por acaso, em 1953, durante uma viagem a Salvador, quando foi apresentado ao pintor José Pancetti (1902-1958) pelo colecionador Odorico Tavares. Ao visitar o ateliê, adquiriu não só a tela Paisagem de Itapuã, mas a paixão por colecionar.

De acordo com Pablo Lafuente, diretor artístico do museu, “a coleção de Gilberto consegue oferecer um panorama complexo da história da arte brasileira do século 20, atenta aos movimentos e artistas que a compuseram, tornando-se uma das mais importantes do país ao mesmo tempo que revela as relações fascinantes que Gilberto tinha com obras e com artistas”.

“Gilberto Chateaubriand se dedicou com intensidade à formação de uma das coleções particulares mais significativas que temos no Brasil. A coleção é única em sua habilidade de unir tradição e experimentação, incluindo desde os modernistas icônicos a jovens artistas de diversas regiões do país e suas propostas experimentais”, observa Raquel Barreto, curadora-chefe do MAM Rio.

Um olhar sensorial para a arte brasileira

Um século de arte no Brasil

Com obras de Adriana Varejão, Alair Gomes, Anita Malfatti, Anna Bella Geiger, Antonio Bandeira, Artur Barrio, Beatriz Milhazes, Candido Portinari, Carlos Vergara, Cícero Dias, Cildo Meireles, Djanira, Edival Ramosa, Gervane de Paula, Glauco Rodrigues, Iberê Camargo, Ione Saldanha, Ivan Serpa, José Pancetti, Lasar Segall, Luiz Zerbini, Lygia Clark, Maria Martins, Rubens Gerchman, Tarsila do Amaral, Tomie Ohtake e Vicente do Rego Monteiro, entre muitos outros, a exposição cobre cerca de 100 anos de arte no Brasil e permite ao visitante percorrer, de forma não linear, uma ampla e plural história da cultura visual do país.

A exposição “Gilberto Chateaubriand: uma coleção sensorial” é organizada em colaboração com o Instituto Cultural Gilberto Chateaubriand e tem patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, da Petrobras, da Light, do Instituto Cultural Vale e da Vivo através da Lei Federal de Incentivo à Cultura e da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro