“da banalidade” Volume 1

29/jan

Criado pelo Instituto Tomie Ohtake, Pinheiros, São Paulo, SP, em 2013, o Programa Arte Atual se consolida como plataforma para pesquisas e trabalhos inéditos de jovens artistas e como um espaço de mostras coletivas construídas a partir de perspectivas múltiplas e heterogêneas sobre uma mesma questão. De início concebido para realizar-se anualmente, apresentou em suas três primeiras edições 10 artistas em distintas configurações e motes e, em 2015, gerou um novo programa associado: o Festival Arte Atual, no qual artistas ainda mais jovens são convidados para um processo dinâmico e experimental de exposição.

 

Neste ano, o Arte Atual ganha novo fôlego, apresentando-se como um programa que ao longo do ano realiza diversas mostras pensadas a partir de um tema central que funciona como denominador comum, lido por diferentes horizontes a cada nova montagem. “O conjunto da Banalidade (volumes 1, 2, 3 e 4) pode ser entendido como um livro e seus vários capítulos, organizados intermitentemente com diferentes artistas, abordagens e leituras”, explica Paulo Miyada, curador do Instituto Tomie Ohtake.

 

Tomando emprestado seu nome da clássica tratadística renascentista do século XV, da Banalidade funciona, diz Miyada, como um ensaio sobre o senso comum, a superfície das coisas, as coisas pequenas, a delicadeza, a banalidade do mal e a banalização do político. Segundo o curador, a cada leitura novos jeitos de lidar com este grande tema se desdobram nos projetos dos artistas convidados a integrar essa proposta.

 

Neste primeiro volume, Ana Elisa Egreja, Julia Kater e Cabelo – por meio de pinturas, serigrafias, instalações e vídeos– associam e discutem a frivolidade, a futilidade, o mau gosto, a tolice, o que passa despercebido, a delicadeza, o pequeno e o ordinário, numa tentativa inicial de refletir sobre a muitas formas da banalidade. “O que interessa aqui não é demonstrar como os artistas podem fazer algo especial valendo-se de coisas materiais banais, ao contrário, é acompanhá-los no manuseio do banal enquanto banal, aproveitando sua suposta falta de especificidade, aura e valor na tentativa de pensar seus significados mais desconcertantes”, explica Miyada.

 
O Programa Arte Atual é realizado por meio de parcerias entre o do Instituto Tomie Ohtake e galerias de arte, que apoiam a realização do projeto e das obras de seus artistas representados.  Nesta edição, contou com a colaboração das galerias Leme, Marília Razuk e SIM.

 

Até 06 de março.

Artista havaiana

28/jan

A Gabriel Wickbold Studio & Gallery, Vila Nova Conceição, São Paulo, SP, inaugura seu espaço com a individual “Celestial Bodies – A Fotografia Subaquática de Christy Lee Rogers”, com curadoria de Gabriel Wickbold. Expostos pela primeira vez no Brasil, 11 trabalhos da artista visual havaiana Christy Lee Rogers compõem a mostra, exibindo seu domínio técnico em cenas inspiradoras, que representam corpos submersos em água, durante a noite, com efeitos naturais criados pela refração da luz.

 

A obsessão de Christy Lee Rogers com a água como ferramenta para quebrar as convenções da fotografia contemporânea ganhou força na última década, por meio de um mergulho contínuo no universo dos grandes mestres da pintura. Autora de imagens turbulentas em cor e complexidade, constrói cenas elaboradas de coloração coalescente e corpos que exaltam a figura humana como fonte de vigor e calor, em um processo frágil de experimentação. “O propósito por trás do meu trabalho é questionar e encontrar um lugar de compreensão em meio a loucura, a tragédia, a vulnerabilidade, a beleza e o poder da humanidade. Minha preocupação encontra-se em questões de liberdade, tanto no ganho quanto na perda”, reflete a artista. Sobre seu trabalho, Adam Jacques, jornalista do londrino The Independet, comenta: “A recompensa etérea é, de fato, sinônima de uma mistura de Mestres – os tons vívidos de Ticiano, os corpos tencionados de Rubens, o chiaroscuro de Caravaggio, mas também as pinceladas soltas e o movimento fluido de Delacroix; pistas, também, das ascensões celestiais ao estilo de Tiepolo que adornam muitas capelas venezianas do século XVIII”.

 

A mostra marca a inauguração da Gabriel Wickbold Studio & Gallery, espaço desenvolvido fora dos moldes de uma galeria convencional. “Vamos trabalhar em prol da memória fotográfica na cena cultural brasileira”, diz Gabriel Wickbold. Acerca da individual de Christy Lee Rogers, o curador comenta: “Os trabalhos têm uma relação muito forte com o ambiente da galeria. Eles são energéticos, acessíveis para diversos públicos, e ao mesmo tempo estimulam a reflexão com uma pesquisa profunda sobre a história da arte e um domínio técnico e autoral da fotografia”.

 

 

 

De 28 de fevereiro a 11 de março.

Pocket exhibition na Milan

26/jan

A Galeria Millan, Vila Madalena, Rio de Janeiro, RJ, apresenta uma pocket exhibition com novos trabalhos de Ana Prata. A pintura é o meio escolhido pela artista. Em sua superfície ela faz com que diversos assuntos sejam manipulados, forjados e torcidos. Para isto, Ana Prata utiliza vários materiais como o linho cru, barbante e tecidos estampados.

 

O que instiga a artista, é justamente ver seu trabalho transitando entre o figurativo e o abstrato,  sempre rumo a um novo lugar. A dispersão causada pelos diferentes temas e técnicas fortalece a autonomia de cada tela, tornando cada uma delas, ao mesmo tempo, dependente e repelente da pintura que se encontra ao lado.

 

 

Até 30 de janeiro.

Exposição e bate papo

A Galeria TATO, Vila Madalena, São Paulo, SP, convida para um bate papo no dia 30 de janeiro, sábado, às 16:00h, com o artista Luiz83 e o curador Paulo Gallina sobre a exposição “ Z”.

 

A mostra reúne esculturas em bronze recentes e inéditas do artista. Como uma linha se transforma em palavra? Como um texto reproduz o mundo? Ao apresentar as pesquisas de Luiz83 procuramos explorar o universo dos símbolos por trás daquilo que conhecemos em nosso cotidiano.

 

Com uma pesquisa que começa com “GRAPIXO”, manifestação típica da
capital paulista, Luiz83 transforma o signo das letras em imagem e intenção. Como se o exercício da caligrafia nada mais fosse do que o exercício em desenho. Na reunião e sobreposição das formas Luiz cria ritmos, sensações sem escrever uma só palavra.

 

 

De 30 de janeiro a 06 de fevereiro.

Trajetória da Fortes Vilaça

25/jan

A Galeria Fortes Vilaça, Vila Madalena, São Paulo, SP, apresenta “Tertúlia, exposição que reúne trabalhos das mulheres artistas que integram e/ou integraram a trajetória da galeria ao longo de seus 15 anos de atuação. Obras recentes e históricas mesclam-se com documentos de arquivo – entre reportagens, fotos e postais -, a partir de uma seleção afetiva do inventário da galeria.

 

 

Em um momento em que se discute avidamente sobre a representatividade feminina na cultura, é importante celebrar o protagonismo exercido pelas mulheres na história da arte brasileira. Trata-se de uma tradição que conta com várias artistas de renome, cujas obras reverberam até hoje na cena artística, nacional e internacionalmente: Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Maria Martins, Lygia Clark, Mira Schendel, entre muitas outras. Da mesma forma, é impossível deixar de citar as inúmeras profissionais da área, que se firmaram como importantes curadoras, galeristas e acadêmicas. A história das mulheres da Galeria Fortes Vilaça abarca essas conquistas históricas e ao mesmo tempo mantém seu legado na arte contemporânea.

 

 

A exposição foi concebida pela própria equipe e apresenta obras de Adriana Varejão, Agnieszka Kurant, Alejandra Icaza, Beatriz Milhazes, Erika Verzutti, Jac Leirner, Janaina Tschäpe, Leda Catunda, Lucia Laguna, Marina Rheingantz, Marine Hugonnier, Rivane Neuenschwander, Sara Ramo, Tamar Guimarães, Valeska Soares, Tamar Guimarães, entre outras.

“Tertúlia” é um substantivo feminino que significa reunião/agrupamento de amigos ou familiares e também palestras literárias e condensa a intensão da escolha das obras e tema da exposição.

 

 

 

De 28 de janeiro até 27 de fevereiro.

 

Afrodescendentes na Pinacoteca

18/jan

A Estação Pinacoteca, Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, SP, exibe a exposição “Territórios: Artistas Afrodescendentes no Acervo da Pinacoteca”, que celebra os 110 anos da instituição e apresenta ao público importantes obras assinadas por artistas brasileiros afrodescendentes. A mostra apresenta um olhar singular que pretende dar visibilidade a essa coleção ao mesmo tempo em que valoriza o legado destes artistas.
A proposta do curador é retomar as grandes contribuições da Pinacoteca para a historiografia da arte brasileira introduzida na gestão de Emanoel Araújo (1992 – 2002), primeiro diretor negro da Pinacoteca do Estado, por isso apresenta parte do núcleo de artistas afrodescendentes da Instituição, acrescida de novas aquisições.
São 106 obras entre pinturas, gravuras, desenhos, esculturas e instalações que traçam perfis diferentes da produção artística de afrodescendentes no Brasil do século XVIII até hoje. As obras estão divididas em três conjuntos e dispostas de acordo com a familiaridade dos temas ou territórios: Matrizes Ocidentais, Matrizes Africanas e Matrizes Contemporâneas. Sem preocupação cronológica, a exposição aventa a possibilidade de compreender a produção e a inserção destes artistas na coleção da Pinacoteca assim como no circuito estabelecido em seu contexto.
Entre os trabalhos em exposição está o “Autorretrato” produzido em 1908 por Arthur Timótheo da Costa, doado em 1956, ou seja, 51 anos após a inauguração da Pinacoteca – a primeira obra de um artista negro. Mestre Valentim, Antonio Bandeira, Rubem Valentim, Jaime Lauriano e Rosana Paulino também estão entre os artistas que compõem a mostra. Destaque ainda para a obra de Rommulo Vieira Conceição adquirida em novembro pelo Programa de Patronos da Pinacoteca, que começou em 2012 e hoje já soma 72 casais apoiadores.
“Com a entrada para o acervo da Pinacoteca dos primeiros trabalhos de jovens artistas brasileiros afrodescendentes, surgiu a ideia de formular uma exposição que os articulassem em relação àqueles já existentes no acervo. Seria uma estratégia para a Instituição refletir sobre parte de sua história e, ao mesmo tempo, rever obras produzidas por artistas afrodescendentes já existentes no acervo, à luz dos recém-chegados”, explica Chiarelli.
A mostra segue em cartaz até 17 de abril de 2016 no quarto andar da Estação Pinacoteca – Largo General Osório, 66.

Mondrian no CCBB-SP

14/jan

Panorama que apresenta cerca de 60 obras entre pinturas, desenhos de arquitetura, mobiliário e fotografias de artistas do movimento da vanguarda moderna holandesa conhecido como De Stijl (“O Estilo” em tradução literal), fundado em 1917 e que tem como ícone o pintor Piet Mondrian.

 

 

Esses artistas elaboravam um tipo de “arte total”, usando cores primárias para criar obras sem restrições, claras e limpas, como eles imaginavam o futuro. A exposição mostra também o percurso de Mondrian, da figuração à abstração. A curadoria é de Pieter Tjabbes.

 

 

 

De 25 de janeiro a 04 abril.

 

Na galeria Emma Thomas

12/jan

A partir de 14 de janeiro, a galeria Emma Thomas, Jardins, São Paulo, SP, recebe o projeto “#ImmediateAttention”, do artista Thierry Geoffroy e da curadora Tijana Miskovic, residentes na Dinamarca. É uma exposição que muda diariamente, ao sabor dos acontecimentos. Para eles, o “contemporâneo” como vemos no mundo da arte hoje, muitas vezes não acompanha o ‘agora’, pedindo uma revisão conceitual ou se desdobrando em um novo conceito, o “ultracontemporâneo”. A ideia é proporcionar uma nova experiência diária ao público. A dupla vem se apresentando há alguns anos em diversos países, com passagem por espaços como o MoMA PS1. Esta é a primeira vez no Brasil.

 

A exposição centra-se na capacidade do artista estar no mundo e ser um “termômetro”, agente de medição e que dá o diagnóstico das disfunções na sociedade. Expressões artísticas em tempo real podem gerar debate, visibilidade e impacto, segundo Thierry. Pretende ser um aquecimento para um movimento de arte global, abrindo-se para posterior implantação e atividade no Brasil do projeto CUB – Copenhagen Ultracontemporary Biennale, organizada pela dupla e prevista para 2017.

 

Além de exibir trabalhos do artista Thierry Geoffroy criados com objetos do cotidiano coletados pela cidade, a exposição tem uma dinâmica própria e funciona como um laboratório coletivo de criação instantânea de obras em que os artistas se transformam em catalizadores das questões candentes, muitas das quais ausentes da grande mídia. Thierry e Tijana partem de relações interpessoais, ouvindo e dialogando com as comunidades locais em que eles desenvolvem e transmutam o “contemporâneo”.

 

 

Atividades

 

Durante a realização do projeto, o artista e a curadora promovem várias atividades e encontros com artistas e público.

 

A exposição desdobra-se em 3 etapas:

 

A primeira parte, centrada na produção de Thierry Geoffroy fica em cartaz até o dia 23 de janeiro. Muda diariamente, atenta ao que é emergente AGORA.

 

No dia 23, sábado, às 15 horas, Thierry e Tijana conversam sobre sua atuação e suas respectivas práticas artísticas, esclarecendo alguns dos conceitos envolvidos no projeto. Ainda nesta etapa, a dupla abre espaço para artistas convidados dialogarem sobre suas inquietações urgentes, promovendo reuniões diárias no espaço expositivo.

 

Por fim, e como desdobramento final do projeto, de 01 a 06 de fevereiro, o artista e a curadora convidam alguns desses artistas a exibirem os trabalhos desenvolvidos.

 

Segundo Tijana, a parceria com um espaço brasileiro de arte permite jogar luz sobre alguns dos problemas atuais do país através de um debate artístico.

 

 

 

Sobre o artista

 

Thierry Geoffroy nasceu em Nancy, França, em 1961. Também conhecido como COLONEL, Thierry é um artista francês que vive em Copenhague, Dinamarca. É artista visual de formação e vem desenvolvendo formatos artísticos (art format), o mais conhecido deles sendo “Emergency Room”, “ Biennalist” e “Critical Run”. Já publicou seis livros e seus trabalhos podem ser encontrados em museus internacionais. É Chevalier de l’ordre des Arts et des Lettres em seu país de origem. Nos últimos 8 anos, realizou projetos em espaços como o MoMA PS1/New York, USA; ZKM Museum Karlsruhe, Alemanha; Sprengel Museum, Hannover, Alemanha; Moderna Museet, the Museum of Modern Art, Stockholm, Suécia; HEART- Herning Museum of Contemporary Art Denmark, Herning, Dinamarca; Palazzo Delle Arti Napoli, Itália; The Museum of Contemporary Art, Roskilde, Dinamarca; Galerie Asbaek Copenhagen, Dinamarca; The Maldives Pavilion, Venice Biennale, Veneza, Itália; Liverpool Biennial, Liverpool, Reino Unido; Manifesta Biennal, Murcia, Espanha; National Museum Rejkavik, Islândia; Galerie Olaf Stüber, Berlin, Alemanha; IKM Museum, Oslo, Noruega; Fries Museum, Leeuwarden, Holanda; Devron Arts, Huntly, Aberdeenshire, Escócia; The Model, Sligo, Irlanda; Fotografisk Center, Copenhagen, Dinamarca; Cairo Biennale, Cairo, Egito; Blackwood Gallery Toronto, Canadá; Galerie Ileana Tounta, Athens, Grécia; Kunsthalle Osnabrück, Osnabrück, Alemanha.

 

Até 06 de fevereiro.

Doces na Galeria TATO

11/jan

A Galeria TATO, Vila Madalena, São Paulo, SP,  convida para abertura da instalação de Felipe Bittencourt,  “João e Maria”. Um espaço repleto de doces e balas pelo chão estipulando uma possível separação entre o observador e uma fotografia, encontrada em uma caçamba, revelando a imagem de duas crianças com seus rostos apagados. Entre o fato e o fantástico, o real e o inventado, em “João e Maria” o artista propõe um conto sobre mitos morais.

 

De 16 de janeiro a 22 de fevereiro.

 

Farnese, melhores do ano

07/jan


A mostra “Farnese de Andrade – arqueologia existencial” realizada na CAIXA Cultural Brasília e CAIXA Cultural São Paulo foi indicada como uma das pelo programa de televisão “Metrópolis” – um programa da TV Cultura, como uma das 10 melhores mostras de 2015 e pelo Guia da Folha de São Paulo ao Prêmio Melhores do Ano de 2015 na categoria Exposições e anteriormente pela revista Veja como a primeira das cinco melhores mostras de Brasilia.

 

 

 

Sobre a exposição

 

 
A exposição apresentou obras de Farnese de Andrade (1926-1996), provenientes de coleções públicas e particulares, além do acervo familiar. Com curadoria de Marcus de Lontra Costa, um dos mais respeitados e engajados curadores do Brasil o projeto “Farnese de Andrade – arqueologia existencial” se constitui na primeira exposição itinerante póstuma em sua homenagem e já foi contemplado com Patrocínio da CAIXA através de Edital Público de Patrocínio CAIXA e apresentado na Caixa Cultural Brasília (2014/2015) e Caixa Cultural São Paulo (2015). A mostra abrangente e de qualidade curatorial única, reuniu as obras mais representativas de sua trajetória artística, privilegiando a produção do artista ao longo de mais de 30 anos.

 

 

Além de obras, foram apresentados material iconográfico e documental, uma cronologia ilustrada, textos críticos, fotos e vídeos sobre sua trajetória artística. A produção ficou a cargo de Anderson Eleotério e Izabel Ferreira – ADUPLA Produção Cultural -, que tem em seu curriculo mostras de importantes artistas, como: Antonio Bandeira, Debret, Manoel Santiago, Di Cavalcanti, Emeric Marcier, Carlos Scliar, Carybé, Cícero Dias, Henri Matisse, Raymundo Colares, Aluísio Carvão, Bandeira de Mello, Almir Mavignier, Athos Bulcão, Milton Dacosta, Mário Gruber, dentre outros.

 

 

A equipe produtora A Dupla Produção Cultural Ltda veio a público agradecer a todos os envolvidos nesse processo, em especial a realizadora CAIXA Cultural, ao herdeiro Atabalipa de Andrade Filho, aos familiares Marcelo de Andrade, Marcelo Sharp de Freitas, Mauricio Carvalho de Andrade, Murilo Sharp de Andrade e Yrys Albuquerque, e aos colecionadores Diógenes Paixão, Dominga Gomes Barbosa, Elio Scliar, Elizabeth e Jorge Fergie, Eunice de Medeiros Scliar, Fernanda Feitosa e Heitor Martins, Gotffried Stutzer Junior, Isa Gontijo e Nicola Calicchio, Jones Bergamin, Paulo Darzé, Luis Alberto Barbosa, Sebastião Aires de Abreu, ao cineasta Olívio Tavares de Araújo e ao curador Marcus de Lontra Costa. Afirmando ainda que “…Nosso trabalho em parceria com os herdeiros de tão importantes artistas, visa o enriquecimento e resgate da memória artística nacional, promovendo o acesso do público aos bens culturais de forma democrática e igualitária. Por fim, agradecemos a patrocinadora CAIXA ECONÔMICA FEDERAL pelo incentivo constante aos nossos projetos, pois, para nossa produtora é uma honra manter essa profícua parceria com a Insitituição Cultural que mais democratiza a arte em território nacional”.