Subject Matters II

24/mar

A Dream Box, creative lab sediado no Brooklyn, NY, com curadoria de Juliana Leandra e produção de Juliana Moura, realiza a exposição pop up de fotografia “Subject Matters II” no Double 6 Studio, em Greenpoint/ Brooklyn, com 25 registros de diferentes olhares.

 

A segunda edição do projeto, fiel ao formato original com quatro edições previstas para o ano, convida 6 fotógrafos que atuam em cidades diferentes do mundo, a registrar perspectivas, estéticas e temas distintos em seus trabalhos. Felipe Morozini, Mari Juliano, Mariana Maltoni, Shannon Wolf, Tekla Evelina Severin e William Baglione respondem, com criações autorais, a questão apresentada: “Why subject matters?” (“Por que a temática é importante para você?”).

 

Trajetórias e influências únicas fazem com que os artistas, que atuam em diversos segmentos, tais como moda, fotojornalismo, abstrato e outros utilizem estilos e técnicas diferenciadas oferecendo resultado harmônico, mas imprevisível. A abordagem de cada criador à temática de suas obras é documentada em um zine, com design do diretor de arte Paulo Sabatini. Cópias do zine serão distribuídas durante o período da exposição. Após o encerramento, estarão disponíveis no site do Dream Box.

 

Subject Matters II vem consolidar a proposta da Dream Box em solidificar a conexão das cenas artística e cultural entre Brasil e Nova York, “conectando comunidades de artistas e criativos daí e daqui”, como definem as sócias Juliana Leandra e Juliana Moura.

 

A procura pelo próprio elemento, várias interpretações e temáticas individuais são o destaque em mostra “Pop Up” de fotografia

 

Quando:  Local – Double 6 Studio, 66 Green Street – Greenpoint, Brooklyn, NY – 11222 – US/Coquetel – sábado, 26 de março, das 17:00 – 21:00

Ernesto Neto na Finlândia

03/mar

A Galeria Fortes Vilaça, São Paulo, SP, e o Museum of Contemporary Art Kiasma, Helsinki, Finland, anunciam a abertura de “Boa Jibóia”, mostra individual de Ernesto Neto. Em suas instalações, Ernesto Neto continua a tradição do modernismo brasileiro, uma abordagem fortemente caracterizada pela presença e participação dos espectadores. Através de sua arte, Neto oferece um momento de pausa da agitação da vida diária, acalmando a mente e afinando os sentidos.

 

Neto está intrigado com as tradições e rituais de Huni Kuin, particularmente pelo seu desejo de alcançar a felicidade e harmonia na vida e a respeitar a sabedoria intemporal da natureza. Instalado no 5º andar no Kiasma, a nova peça de Neto contém fortes referências à cultura da Huni Kuin, simbólica e tangível. Inspirado inicialmente pela forma da cabeça de uma jibóia, a instalação contém elementos que Neto vem utilizando em seu trabalho por mais de 20 anos: a unidade da humanidade e da natureza, sensualidade, experimentação, e a produção de energia positiva. A exposição também reflete as opiniões de Neto em respeitar os direitos e as tradições dos povos indígenas e da valorização da diferença cultural.

 

Organizado pela Kiasma, a exposição reúne obras de 2009 a 2016 e é a primeira exposição individual de Ernesto Neto na Finlândia. A Kiasma tem mostrado trabalhos individuais de Ernesto Neto em exposições coletivas.

 

 

De 03 de março a 04 de setembro.

Armory Show

Este ano marca o 22º aniversário da feira de arte Armory Show, Nova Iorque, USA. A feira vai reunir até o próximo domingo 205 expositores de 36 países (entre eles, a primeira galeria cubana, a Habana), distribuídos entre os Píers 92 e 94, trazendo tanto um pouco da arte moderna quando da arte contemporânea. Este ano, os organizadores limitaram o número de estandes, para oferecer uma melhor experiência. Quatro galerias brasileiras estarão presentes: no Pier 92, dedicado a arte moderna, está a Bergamin & Gomide; já no Pier 94, dedicado à arte contemporânea, estão a Fortes Vilaça, Nara Roesler e Luisa Strina.

 

A seção Focus, que tradicionalmente destaca uma região geográfica, desta vez se chama “African Perspectives”, com curadoria de Julia Grosse e Yvette Mutumba, fundadoras da Contemporary And, plataforma online de arte internacional a partir das perspectivas africanas. Foram convidadas galerias de Nairobi e Cape Town, mas também de Paris e Londres – um indício de que a ideia de identidade, nos dias atuais, não conhece fronteiras físicas.

 

A força da Armory, no entanto, repousa em sua localização e em sua posição de destaque na programação anual do mercado de arte. “É o início do ano, o início da temporada. A Armory estreia o calendário do mundo da arte”, afirma Benjamin Genocchio, diretor executivo da feira.

 

Com informações da Armory Show, Art Radar e The Art Newspap.

 

 

Até 06 de março.

Collage Show : Barcelona

19/fev

Com apoio da Fundación Miró/Barcelona, o INT´NL Weird Collage Show desloca-se este ano para Barcelona, Espanha. A edição anterior realizou-se em Nova Iorque e a atual acontecerá no ESPRONCEDA CENTER for ART & CULTURE de 25 de fevereiro até 13 de março.

 

 

O grupo de artistas expositores nessa edição de Barcelona, oriundos de diversas partes do mundo, que  dedicam-se a prática da colagem como técnica artística autônoma, é composto por Alan Ganev & François Ares (Canadá), André Bergamin (Brasil), Anna Taratiel (BCN), Anthony Zinonos (EEUU), April Gertler (Alemanha), Ashkan Honarvar (Noruega), B. D. Graft (Países Baixos), Bill Noir (França), Chang Gang Lee (Japão), Charles Wilkin (USA), Cless (Espanha), Dennis Bush (Alemanha), Franco Fasoli (Argentina), Fred Free (EEUU), Gloria Vilches (BCN), Goster (Peru) Grande (Suécia), James Gallagher (EEUU), Jon Legere (EEUU), John Witlock (EEUU), Julia Busch (Alemanha), Mario Zoots (EEUU), Marta De Los Pájaros (BCN), Max-O-Matic (BCN), Mik de Sutter (EEUU), Niko Vartiainen (Finlândia), Rubén B (Espanha), Sergi Lacambra (BCN), Sylvia Stølan (Noruega), Tamar Cohen (EEUU) e Vincent Pacheco (EEUU), a curadoria é de Max-O-Matic & Rubén B.

Vernissage na Suiça

15/fev

O artista plástico Alex Flemming é um dos artistas expositores da exposição do Le Musée Olympique de Lausanne, Suiça, que com esta iniciativa, inicia as comemorações das Olimpíadas RIO 2016. Flemming participa como artista convidado pelo museu.

 

O Museu Olímpico, em Lausanne, abriga exposições temporárias e permanentes relacionadas com o desporto e o movimento olímpico. Com um acervo de mais de 10.000 peças, o museu é o maior arquivo do mundo sobre os Jogos Olímpicos e um dos principais pontos turísticos da cidade, atraindo cerca de 250 mil pessoas por ano.

 

O museu fica junto ao Lago Léman e está rodeado por um parque com numerosas obras de arte tendo por tema o desporto. Foi fundado em 23 de junho de 1993 e eleito o Museu Europeu do Ano em 1995, é o segundo museu mais visitado da Suiça.

 

 

Desde 09 de fevereiro.

Art Winwood 2016

04/fev


A brasileira BOSSA Gallery anuncia sua participação na Art Wynwood 2016, The Art Wynwood Pavilion, 2901 NE 1st Avenue, Miami – Flórida, exibindo trabalhos de Ilana Bessler, Patricia Gouvêa, Flávia Junqueira, Fabio Knoll, Lucas Lenci, Cássio Vasconcellos e Fernando Velázquez. A proposta do stand vai ao encontro da principal missão da galeria : promover e divulgar a produção fotográfica contemporânea de artistas brasileiros.

 

Citando algumas das obras em exposição no stand da galeria, Ilana Bressler apresenta a fotografia colorida “Photo Float #1”, e Lucas Lenci exibe “Beijo Miami”.

 

Dirigida por Liliana Beltran, a BOSSA Gallery é a primeira galeria de arte, em Miami, especializada em fotografia brasileira, representando tanto nomes conhecidos como jovens talentos. Inaugurada há poucos meses, a BOSSA pretende aumentar a participação de artistas brasileiros no mercado mundial, ao promover eventos especiais, exposições, conversas abertas, palestras e participando de feiras internacionais.

 

 

Sobre Liliana Beltran

 

Liliana Beltran traz em seu currículo mais de 10 anos de experiência no circuito cultural. Brasileira, foi proprietária da Galeria Dropz. Atuou como Diretora Institucional do Instituto de Economia Criativa, com graduação em Publicidade e Mestrado em Marketing, ambos pela ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing/São Paulo. Sua vasta experiência em vendas e desenvolvimento corporativo incluem passagem pelos segmentos industrial, comercial e mercado financeiro. Com a transição para a área cultural, Liliana foi capaz de adequar sua prática corporativa a um olhar aguçado para o talento criativo.

 

 

De 12 a 15 de fevereiro.

Brasileiros na Art Basel

03/fev

Maior feira de arte do mundo, Art Basel terá cinco galerias brasileiras.Maior e mais disputada feira de arte do mundo, a Art Basel, marcada para junho em Basileia (Suíça), terá cinco galerias brasileiras neste ano.  Em sua seção principal, estarão as paulistanas Fortes Vilaça e Luisa Strina e também A Gentil Carioca, do Rio.

 

Outras partes da feira, com estandes dedicados a um só artista ou projeto especial, terão ainda as paulistanas Bergamin & Gomide e Mendes Wood DM.

 

No cenário atual de crise econômica, galerias brasileiras vêm intensificando sua participação em feiras no exterior, onde o mercado é mais robusto e estável e vendas em dólares ou euros podem gerar lucro maior para casas nacionais.

 

Fonte: SILAS MARTÍ

Claudia Jaguaribe na Suiça

28/jan

Até 21 de março, a Fundação Brasilea, Basel, Suiça, apresentará obras da fotógrafa brasileira Claudia Jaguaribe. A artista nasceu no Rio de Janeiro e reside em São Paulo desde a década de 1990.

 

Claudia Jaguaribe
As obras da artista tem sido moldadas por uma investigação sobre as metrópoles e a natureza. Fortemente influenciada pelas atuais questões sócio-políticas de nosso tempo, a artista trata da dicotomia entre a urbanidade e a natureza. Suas obras tem como objetivo mostrar a relação de tensão entre o crescimento urbano e a paisagem; como a cidade recria o espaço urbano e modifica a natureza ao seu redor. A intenção da artista nao é documentar a realidade. Ela pretende amplificar através da justaposição de elementos uma visão de um futuro provável onde está contida uma crítica de como acontece o desenfreado desenvolvimento urbano. As obras de Claudia Jaguaribe são baseadas em técnicas fotográficas, instalações de vídeo e trabalhos que embora trazendo um aspecto documental vão além procurando enriquecer os registros com uma discussão da própria linguagem da fotografia. As transições entre as metodologias aplicadas são fluidas. Isto forma o núcleo de suas criações: um desfoque de contornos, limites e da percepção da realidade. Ela trabalha com a matéria primordial da natureza como uma realidade determinada – e nos traz novas percepções. Este tipo de processo recria a realidade e traz imagens trabalhadas por um novo contexto influenciado por suas próprias experiências que criam a estrutura necessária da percepção. A série de Claudia Jaguaribe, “Topografias”, que está sendo exibida na Fundação Brasilea, é um exemplo da sua forma de trabalhar misturando documentação com criação; entre as técnicas de produção e construção fotográfica. Através da composição de azulejos individuais para formar o complexo trabalho, cria-se a impressão de uma imagem fotográfica da realidade ainda que seja, na verdade, uma composição fictícia. Azulejos são grandes superfícies compostas por diversos quadrados parecido com um mosaico, uma forma herdada da herança portuguesa e incorporada as técnicas da fotografia de hoje. O conceito da exposição explora nos 3 andares as diferentes abordagens pictóricas sobre os temas da natureza e da urbanidade e como estas se relacionam em diferentes formatos. No piso do porão a natureza é vista num grande painel com uma interferência gráfica que cria partes cobertas numa referência ao desmatamento. No térreo, a urbanidade da cidade do Rio de Janeiro é abordada em diversas perspectivas repensando a relação do urbano com a natureza, tanto nas imagens da Série Entre Morros quanto na série Topografias. As outras duas series exibidas são: Homenagem a Hélio que mostra restos de construção encontradas em favelas do Rio que adquirem formatos de esculturas e a série Cacotocea onde a natureza é apropriada para criar azulejos numa crítica ao aquecimento e a consequente desertificação da paisagem brasileira. Por ultimo, temos os livros da artista expostos juntamente com a série das Bibliotecas – fotografias que criam um trompe l’oeil de uma biblioteca aonde livros com lombadas de florestas fazem uma alusão a preservação da memória da mata. (Daniel Faust, Diretor)

 

 

Até 21 de março.

Claudio Tozzi em Londres

13/jan

Chama-se “Claudio Tozzi: New Figuration and The Rise of Pop Art 1967 – 1971” ou “Claudio Tozzi: Nova Figuração e The Rise of Art Pop 1967 – 1971”, a exposição que entra em cartaz na Cecília Brunson Projects3, na Royal Oak Yard, London SE1 3GD, a primeira exposição individual do importante artista brasileiro no Reino Unido. A obra de Claudio Tozzi brilha e surge como uma luz particular sobre a arte política da Pop Art nos anos 1960 e início dos anos 1970 no Brasil.

 

 

Esta exposição – constante de 18 obras – organizada por Cecília Brunson Projetos e Almeida e Dale Galeria de Arte, São Paulo, concentra-se em um momento-chave no percurso artístico de Claudio Tozzi: o curto período entre 1967 e 1971. Este era um momento político altamente carregado no Brasil, alguns dos mais severos anos de 1964 – 1985, período da ditadura militar no país. Para ser capaz de produzir uma arte que pudesse sobreviver a censura, Tozzi e outros artistas foram forçados a adotar diferentes meios e posturas artísticas.

 

 

Enquanto na Universidade de São Paulo, Claudio Tozzi conhecia o crítico e físico Mário Schenberg, este, rapidamente identificou seu trabalho com a nova figuração brasileira, uma alternativa contemporânea ao Concrete Avant-Gardes. O interesse de Tozzi na figuração era desenvolvido a partir de uma necessidade de trabalhar com a sua realidade social e política. As fotografias que ele tomou foram processadas em um laboratório fotográfico tentando obter imagens em alto contraste que mais tarde foram recortadas, montadas e justapostas. Além disso, como as imagens fotográficas de jornais ou revistas foram expandidos, os pontos individuais da granulação se tornaram aparentes, isso abriu caminho para pensar sobre as pinturas como retículas, e usando a cor e composição para exacerbar a desintegração e, nova integração, da imagem. Estes pontos individuais nos lembram não só de Roy Lichtenstein, mas também do alemão Sigmar Polke e seu foco duplo sobre como as imagens são mediadas e divulgadas ao lado de uma crítica silenciosa da cultura burguesa dos consumidores e da política da Guerra Fria.

 

 

A exposição inclui uma publicação com ensaios de Dr. Isobel Whitelegg, Ricardo Camargo e Cecilia Brunson. O material histórico foi fornecido pelo arquivo do artista e trabalhos mostrados na exposição e, reproduzido na publicação, foram fornecidos graças à colaboração com Almeida e Dale Galeria de Arte em São Paulo, Brasil.

 

 

 

De 23 de janeiro a 26 de março.

César Meneghetti no MAXXI

11/dez

O artista visual brasileiro César Meneghetti expõe “IO_ IO È UN ALTRO”, no MAXXI – Museo Nazionale Delle Arti Del XXI Secolo, em Roma, Itália, com curadoria de Simonetta Lux. A mostra é composta por 55 vídeos, 2 fotografias e uma áudio-instalação, nos quais o artista coloca em destaque pessoas com deficiências mental, física e psíquica, propondo a desconstrução de padrões de realidade e a criação de novas rotas, que deixam de lado preconceitos sociais e certezas existenciais, no intuito de oferecer ao público a oportunidade de mudar seu olhar além dos estereótipos e julgamentos.

 

 

Ao longo de 5 anos de pesquisas, iniciadas em 2010, César Meneghetti reuniu mais de 200 pessoas com tipos variados de deficiências, através de uma ação multidisciplinar promovida pelos Laboratórios de Arte da Comunidade de Sant’Egidio (periferia de Roma), motivado pela ideia de fragilidade da fronteira da normalidade, num contexto amplo. Os resultados da pesquisa, dos estudos, workshops e atividades criativas deste projeto culminaram no lançamento do livro “IO_ IO È UN ALTRO”, e na presente mostra individual, a primeira de um artista brasileiro no MAXXI.

 

 

“IO” ou “1” – do código binário da informática – é o paradoxo desta fronteira da normalidade, onde uns são 1 e outros 0, mas ambos importantes para a construção de linguagem, de vida, positivo/negativo e todas as leis eletromagnéticas que regulam o planeta. O subtítulo “io è un altro” (“eu é um outro”) contém o conceito de Arthur Rimbaud, “Je est un autre”, que aparece em duas cartas de 1871. Com essas referências, “IO_ IO È UN ALTRO” desconstrói a realidade, criando um outro cenário, e pondo de lado todos os preconceitos aceitos a priori como condição para definir a existência de um indivíduo. “Homens e mulheres, negros e brancos, ricos e pobres, pessoas com deficiência, sem-teto, hetero ou homossexuais, oprimidos de todos os tipos, nesta incompletude é que buscamos dar uma resposta a várias questões e desafios, através da construção de nossa – embora limitada – consciência”, comenta Meneghetti.

 

 

Das 20 peças que perfazem o projeto como todo, 5 foram selecionadas para a exposição no MAXXI. Citando algumas dessas obras, “IO_OPERA #01 VIDEOCABINA #3” descreve artistas com deficiência em uma espécie de diálogo simétrico, que também envolve o espectador, abordando temas universais como amor, solidão, felicidade, a morte, a normalidade e a diversidade. Em “IO_OPERA #03 EX-SISTENTIA”, César Meneghetti torna visível a consciência de Gabriele Tagliaferro – artista que sofre de uma grave forma de autismo –, revelando como ele vive a distância entre seu corpo e seu plano de ação, ou comunicação, como percebe o espaço a seu redor, como vive seu pensamento. Ainda, “IO_OPERA #08 PASSAGGI-PAESAGGI” é composta por 4 monitores, nos quais são projetadas imagens de pessoas que andam com olhos fechados, em uma metáfora da nossa efêmera existência na Terra. A mostra também inclui o espaço “I/O_OPERA #19 REPERTI / ACHADOS” (SALA DOC), contendo rastros dos 5 anos da pesquisa de Meneghetti, colocados em exposição para o público fazer suas próprias buscas.

 

 

Com este trabalho, César Meneghetti – sempre interessado em fronteiras geográficas, políticas, linguísticas e mentais -, pretende contribuir com o fim do preconceito, mostrando que pessoas com deficiência revelam uma incrível capacidade de imaginar, perceber, pensar, retratar a realidade, e uma faculdade de análise insuspeita. Para tanto, o artista utiliza o potencial transformador da arte, objetivando a mudança de percepção da realidade e de nós mesmos, com a proposta de oferecer oportunidade para compartilhar experiências. Em suas próprias palavras: “Viver é conviver. Somos seres incompletos e inacabados porque um não existe sem o outro. Nós somos incompletos porque não podemos existir sem os relacionamentos, sem aquele com quem interagimos, mas acima de tudo porque somos um fluxo em constante mutação: nós seres humanos, nós vida”.

 

 

 

 

 

 Até 17 de janeiro de 2016.