O artista Pivetti participa da exposição “Cromatismo: Alegoria das Cores”, que abriu, no Vogue Gallery BR, localizado no Vogue Square, Rio de Janeiro, RJ. Carioca, Pivetti apresenta as obras “Engolindo Sapo” e “Drag King”, nas quais aposta na clareza da emoção e na força da cor como linguagem. A curadoria é assinada por Fátima Simões.
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O Abre Alas.
04/fev
A Gentil Carioca convida para a abertura da 21ª edição do Abre Alas, evento que abre o calendário anual, apresentando novos nomes da arte contemporânea.
Nas galerias, estarão em exibição obras de 14 artistas selecionados pelos curadores Felipe Molitor, Lena Solano Guedes e Ramon Martins: Ana Luiza Domicent, Ana V. Lopes, David Caicedo Alzate, Felipe Braga, Jean Deffense, Leticia Morgan, Lucas Emanuel, Lucas Speranza, Oriana Pérez, Sheila Kracochansky, Telma Gadelha, Thatiane Mendes, Vicente Baltar e Yara Ligiéro.
Rio de Janeiro – Sábado, 07 de fevereiro 18h – 1h30
No sábado, 07 de fevereiro, a unidade do Rio de Janeiro recebe as obras selecionadas para a exposição. Nas ruas, performances artísticas e muita música, celebram o dia com show do bloco da Orquestra Voadora, e sets dos DJs Glau e Matteo, além do clássico concurso de fantasias que marca também o início do Carnaval carioca.
Programação
18h – Abertura | 19h30h – Performance David Caicedo Alzate | 20h30 – Bloco da Orquestra Voadora | 21h30 – Concurso Melhor Fantasia | 23h – Encerramento exposição | 22h30 – 00h30 – DJ Matteo | 00h30 – 1h30 – DJ Glau
São Paulo – Quarta-Feira, 11 de fevereiro 17h – 21h
Na quarta-feira, 11 de fevereiro, A Gentil Carioca abre as portas do espaço em Higienópolis levando a magia carioca para a Travessa Dona Paula. A noite contará com performance do artista David Caicedo Alzate e set com a DJ Thais Queirós.
Programação
17h – abertura | 18h30 – Performance David Caicedo Alzate | 19h – DJ Thaís Queiroz | 20h30 – Performance David Caicedo Alzate | 21h – Encerramento.
Anna Bella Geiger aos 92 anos.
02/fev
A inauguração da segunda edição do Projeto Maravilha, no Parque Bondinho Pão de Açúcar, na Urca, Zona Sul do Rio de Janeiro, ocorreu na tarde ensolarada e de muito muito calor do dia 14 de janeiro. Diante da escadaria que desce até o Bosque das Artes, onde seria apresentada a instalação “Typus Terra Incognita” (2025), os organizadores do evento e o grupo que acompanhava Anna Bella Geiger debatiam a melhor forma de levar a escultora, gravadora, videoartista e pintora de 92 anos até a sua obra. Antes que chegassem a um consenso, a própria artista já convocava os demais, a partir dos últimos degraus da escada.
Obras emblemáticas.
No dia 06 de fevereiro, às 16h, a curadora Denise Mattar realizará uma visita guiada à exposição “Geometria Visceral”, que apresenta um panorama da mais recente produção do artista paulistano Gilberto Salvador no Paço Imperial, Rio de Janeiro, RJ. Com entrada gratuita, a visita contará com tradução em libras. A mostra, que ocupa todos os três salões do segundo pavimento do Paço Imperial, pode ser vista até o dia 1º de março.
A exposição apresenta cerca de 40 obras, entre pinturas, esculturas e vídeos. Há 17 anos sem expor no Rio de Janeiro, o artista tem uma forte relação com a cidade, tendo criado, inclusive, obras que retratam a paisagem carioca. Preocupado com a acessibilidade, o artista, que tem dificuldade de locomoção devido à paralisia infantil que teve aos nove meses de vida, criou duas esculturas táteis, que podem ser tocadas pelos visitantes. “Eu acho fundamental o público ter essa experiência”, afirma o artista.
A exposição é uma oportunidade para o público carioca ter contato com a obra deste importante artista, que tem mais de 60 anos de trajetória e nunca deixou de trabalhar, mesmo diante de tantas adversidades. A mostra está focalizada na produção mais recente do artista, mas começa com obras emblemáticas criadas nas décadas de 1960 e 1970, que pontuam o percurso de Gilberto Salvador nas artes. Entre elas está “Viu…!” (1968), que destaca o embate com a Ditadura militar, período de extrema importância na obra de Gilberto Salvador. “Desde os seus primeiros trabalhos nos anos 1960, Gilberto soube fundir a racionalidade construtiva com um ímpeto visual orgânico. Suas primeiras experimentações gráficas e pictóricas revelam uma consciência política imbricada ao ato plástico – a cor como discurso, o traço como denúncia”, conta a curadora.
Linguagem plástica e pesquisas.
28/jan
A artista Marina Ribas apresenta “Nada é de n0vo”, uma nova configuração da exposição homônima realizada em 2023, agora no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, Centro, Praça Tiradentes, Rio de Janeiro, RJ. Em consonância com a ideia que atravessa a pesquisa da artista e o próprio título da exposição, a mostra inclui cerca de 15 obras de diferentes fases de sua trajetória, somando trabalhos inéditos a obras anteriores.
Tendo o ovo como signo central, a exposição investiga ideias de origem, ciclos, fertilidade e a latência do que está por vir. Como forma arquetípica, o ovo se afirma também como geometria orgânica de origem natural, tensionando matéria, volume e espaço arquitetônico ao longo da exposição. A linguagem plástica se desdobra por meio de múltiplas técnicas, como esculturas; pinturas em relevo de espuma solidificada; instalações; totens; performance; e fotografia. Não é proposto um percurso curatorial fechado: o público é convidado a construir sua própria leitura a partir das relações entre as obras, dos materiais e das espacialidades.
Parte da exposição reúne registros de ações performáticas realizadas por Marina Ribas em diferentes contextos urbanos e institucionais. Nessas intervenções – denominadas infiltrações poéticas – ovos produzidos por ela se relacionam com obras clássicas e contemporâneas em escolas de arte, museus e praças públicas. As fotografias impressas em canvas e o vídeo apresentados na mostra operam simultaneamente como vestígios dessas ações e como trabalhos autônomos. Ao deslocar um gesto efêmero para o campo da permanência, a artista propõe um manifesto silencioso em homenagem às artistas historicamente invisibilizadas ou inviabilizadas na narrativa da História da Arte segundo a perspectiva europeia, levantando questionamentos em torno de temas como autoria, circulação e legitimação no sistema da arte.
Até 07 de fevereiro.
O apagamento e objetificação das mulheres.
26/jan
Liane Roditi apresenta Dobras e Desdobras no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro. A exposição “Dobras e Desdobras”, é a primeira exibição individual de Liane Roditi, com curadoria de Isabel Sanson Portella, que inaugura no dia 28 de janeiro. Nessa mostra a artista investiga as relações entre corpo, memória e matéria, abordando estruturas de silenciamento, apagamento e objetificação das mulheres.
Ao longo de “Dobras e Desdobras”, a articulação entre vídeos, objetos, performances e instalações transforma o espaço em uma composição contínua entre corpo e matéria. “Nada é mais importante do que compreender as dualidades”, afirma Isabel Sanson Portella. “Nada nos representa mais do que o entendimento do nosso corpo como extensão da natureza. O corpo existe também nos restos, nos vestígios, e fica inscrito na memória.” A exposição propõe, assim, um percurso de desafios e escolhas, um mergulho em vozes e silêncios, desenvolvendo e desdobrando questões que o tempo e a sociedade insistem em apagar.
Sobre a artista.
Liane Roditi nasceu em 1967, carioca, bailarina e artista visual, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Graduada em Dança pela Faculdade da Cidade, estudou na Escola de Belas Artes da UFRJ e frequenta cursos regulares na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Participou de exposições coletivas, entre elas Encontrar a Solidez, na Galeria Anita Schwartz, Rio de Janeiro, com curadoria de Bruna Costa (2025). Foi selecionada pela Chamada Aberta da Apexart, em Nova York (EUA), para a mostra The Uterus is also a Fist (2026), com curadoria de Talita Trizoli e Renata Freitas, junto ao coletivo GAF. Sua trajetória inclui também participações em residências artísticas, com destaque para a temporada no Vermont Studio Center, em Johnson, EUA (2024).
Em cartaz até 14 de março.
Uma exposição de audiovisual expandido.
23/jan
“A gruta, a ilha”, uma exposição multimídia que segue em cartaz até o final de fevereiro, no Sesc Copacabana, terá conversas entre as artistas e cineastas Darks Miranda e Mariana Kaufman e convidadas, com entrada gratuita. Na primeira rodada, no dia 28 de janeiro, quarta-feira, às 18h30, será em torno das pesquisas das autoras Sara Ramos, Juliana Fausto e Janaína Oliveira nos campos do Cinema, das Artes Visuais e da Literatura em diálogo com o universo especulativo da mostra.
A gruta, a ilha.
Em um ambiente de penumbra, o visitante se encontra experimentando o universo ficcional, fantástico e sombrio de duas personagens femininas que inventam mundos e sugerem viagens tanto espaciais quanto temporais. É dentro dessa atmosfera que as artistas e cineastas Darks Miranda e Mariana Kaufman apresentam “A gruta, a ilha”, exposição de audiovisual expandido com curadoria da artista e professora Anna Costa e Silva. Tendo como base a produção em vídeo das duas artistas, “A gruta, a ilha” conta também com esculturas, objetos e instalações que, juntamente com as projeções audiovisuais, compõem o universo da exposição.
Para além de exercerem uma prática artística híbrida, em diferentes mídias, Mariana Kaufman e Darks Miranda, que acaba de ganhar o Prêmio Pipa 2025, têm trabalhado em torno das ideias de imaginação e fantasia como propulsoras da invenção de outros tempos e espaços, a partir da força criadora da arte.
Até 22 de fevereiro.
Exposição multimídia “A gruta, a ilha” recebe convidadas no Sesc Copacabana, artistas e cineastas Darks Miranda e Mariana Kaufman, Anna Costa e Silva, Para além de exercerem uma prática artística híbrida, em diferentes mídias, Mariana Kaufman e Darks Miranda, que acaba de ganhar o Prêmio Pipa 2025, têm trabalhado em torno das ideias de imaginação e fantasia como propulsoras da invenção de outros tempos e espaços, a partir da força criadora da arte.
Espaço e tempo no contexto urbano.
22/jan
A exposição “Há quanto tempo não olho para o céu?”, exibição individual da artista Aruane Garzedin, com curadoria de Shannon Botelho, será inaugurada no dia 28 de janeiro no Centro Cultural Correios, Centro, Rio de Janeiro, RJ.
A mostra reúne cerca de 20 pinturas em acrílico sobre tela, além de uma instalação e um trabalho têxtil de grandes dimensões, a partir de uma pesquisa que investiga as relações entre corpo, espaço e tempo no contexto urbano.
Sobre a artista.
Aruane Garzedin nasceu em 1959, Salvador, BA. Vive e trabalha entre Salvador e o Rio de Janeiro, RJ. Artista visual com exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Possui graduação em Arquitetura, mestrado em Arquitetura e Urbanismo e doutorado em Belas Artes. A cidade constitui um laboratório para a observação da relação corpo/espaço/tempo, eixo temático no qual se desenvolve a sua poética visual. A partir de 2016 sua pintura se ampliou aos muros e às intervenções na paisagem, também escritora busca unir essas diferentes linguagens em seu fazer artístico.
Em cartaz até 14 de março.
A arte ambiental de Anna Bella Geiger.
14/jan
O Projeto Maravilha apresenta a sua segunda edição com a inauguração de “Typus Terra Incognita (2025)”, escultura de grande formato de Anna Bella Geiger, uma das mais decisivas e relevante artista da arte brasileira contemporânea. Aos 92 anos, com sete décadas de carreira, a pioneira da videoarte no Brasil assina a nova intervenção no Bosque das Artes, no Parque Bondinho Pão de Açúcar, Urca, Rio de Janeiro, RJ.
Com curadoria de Ulisses Carrilho, o Projeto Maravilha propõe um diálogo entre arte, natureza e tecnologia, comissionando expoentes da arte brasileira para criarem obras de grande escala em contexto de preservação ambiental.
A artista conta que o convite do projeto a levou diretamente à forma da gaveta: “Lá em cima, naquele lugar, tinha de acontecer uma coisa sólida, com um certo sentido de permanência. Então pensei: vai ser uma gaveta. Eu precisava pôr essa situação geográfica num contêiner. A gaveta abriga e revela, mas nunca contém tudo. Nenhuma imagem dá conta do mundo”, reflete Anna Bella.
Uma reflexão poética e filosófica.
12/jan
Santo Agostinho, Kant, Sartre, Einstein e Hans Belting, serviram como fonte de inspiração para a mostra coletiva “ATEMPORAL – como se fosse a primeira vez”, que ocupa a Sala Antonio Berni do Consulado Geral da Argentina, Botafogo, Rio de Janeiro, até o dia 28 de fevereiro. Sob curadoria de Osvaldo Carvalho, propõe uma reflexão poética e filosófica sobre a natureza do tempo e sua presença nas artes visuais contemporâneas. No dia 15 de janeiro, quinta-feira, haverá uma visita guiada com a participação do curador e dos artistas Ana Herter, Ana Pose, Carmen Givoni, Chris Jorge, Cris Cabus, Dorys Daher, Edson Landim, Eliana Tavares, Heloisa Alvim, Heloisa Madragoa, Jabim Nunes, Jorge Cupim, Laura Bonfá Burnier, Laura Figueiredo-Brandt, Leila Bokel, Leo Stuckert, Lígia Teixeira, Luís Teixeira, Luiz Badia, Luiz Bhering, Marcelo Rezende, Márcia Clayton, Mario Coutinho, Mario Camargo, Osvaldo Carvalho, Osvaldo Gaia, Priscilla Ramos, Raquel Saliba, Regina Hornung, robson mac3Do, Rosi Baetas, Sandra Gonçalves e Sandra Schechtman.
Os 33 artistas exploram diferentes possibilidades de compreensão de um tempo não linear, mas cíclico – em diálogo com temas como identidade, corpo, território, meio ambiente, ancestralidade, silêncio, deslocamento e pertencimento. As obras refletem sobre singularidades culturais e potencialidades poéticas, evocando “o tempo que não corre debalde, nem passa inutilmente sobre nossos sentidos”, no dizer de Santo Agostinho.
Os trabalhos selecionados abordam temas como identidade, corpo, território, ancestralidade, meio ambiente, silêncio, deslocamento e pertencimento, estabelecendo um diálogo sensível entre memória e atualidade. São obras que ultrapassam seu contexto histórico, preservando força estética e simbólica ao longo do tempo e comunicando-se com diferentes gerações e sensibilidades.























