Em 1966, Corneille e Cérès Franco ajoelharam-se no chão de uma galeria parisiense para observar os guaches de Chaïbia. Corneille murmurou:
“Tal como CoBrA, tal como CoBrA”.
Esta cena revela algo essencial sobre estas três figuras: o pintor holandês, a camponesa marroquina que se tornou pintora e a galerista brasileira que os reuniu. Cada um deles era também, secreta ou publicamente, poeta. Este livro apresenta os seus escritos, na sua maioria inéditos, extraídos dos arquivos de Cérès Franco.

