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AGENDA CULTURAL

Paço Imperial realiza seminário.

13/ago

Evento gratuito acontece nos dias 21 e 22 de agosto, com a participação de artistas, curadores e pesquisadores, e integra a exposição “Nordeste Expandido: estratégias de (re) existir”.

O seminário contará com a participação de artistas, curadores e pesquisadores, como as curadoras e professoras Izabela Pucu, Luiza Interlenghi e Marisa Flórido Cesar; o historiador, sociólogo e pesquisador Alexandre Barbalho; os artistas Alan Adi, Simone Barreto e Dinho Araujo; a psicóloga, professora e arte-educadora Mariana Bessa e a artista, gestora cultural, educadora e curadora Samantha Moreira.

O seminário terá duas rodas de conversa, uma no dia 21 e outra no dia 22 de agosto, ambas com entrada gratuita. A primeira será “Nordestes e pesquisas em trânsito”, no dia 21 de agosto, sexta-feira, às 16h, que propõe um espaço de diálogo sobre a região e a sua produção a partir do olhar de Izabela Pucu, Luiza Interlenghi, Marisa Flórido, Alexandre Barbalho e Alan Adi. Mais do que pensar o Nordeste como uma unidade homogênea, a ideia é reconhecer o que emerge de diferentes territórios, experiências, temporalidades e modos de produzir conhecimento. Cada pesquisa constrói, desloca ou tenciona determinadas imagens e sentidos atribuídos à região. Assim, a roda busca abrir espaço e alargar conceitos para que diferentes vozes e experiências revelem as diferenças, as contradições, os deslocamentos e as reinvenções. Nesse movimento, a produção artística também se apresenta como campo de criação e disputa, capaz de inventar outras imagens e possibilidades para os Nordestes. Entre pesquisas, produções e experiências, a arte aparece como espaço de trânsito.

No dia 22 de agosto, às 15h, será realizada a conversa “Territórios, imaginação e educação – processos educativos”, que propõe um encontro entre artistas que, em diferentes edições do projeto, também participaram da construção e da experiência dos processos educativos. A partir dessas vivências, a conversa busca refletir sobre as relações entre arte, território e educação, compreendendo o educativo não apenas como mediação, mas como espaço de encontro, escuta, experimentação e produção coletiva de sentidos. As experiências dos participantes permitem pensar como diferentes territórios atravessam as práticas artísticas e educativas e como a imaginação pode criar outras formas de perceber, ocupar e narrar esses espaços. Nesse percurso, a roda pretende compartilhar experiências e pensar coletivamente os caminhos possíveis para processos educativos que sejam sensíveis às particularidades dos territórios e às múltiplas formas de produzir conhecimento.

A exposição “Nordeste Expandido: estratégias de (re) existir” pode ser vista até o dia 06 de setembro. Com curadoria de Jacqueline de Medeiros e curadoria adjunta de Cecília Gallindo Cornélio, a mostra apresenta 216 obras de 110 artistas da região Nordeste do Brasil, em uma itinerância iniciada em 2023 no Recife, que já passou por Fortaleza, Natal, São Luís, Teresina, João Pessoa e Aracaju até chegar ao Rio de Janeiro.

O espaço de experimentação e descoberta.

11/ago

A Gentil Carioca apresenta “Espaço Profundo”, nova exposição individual de Mariana Rocha na sede de São Paulo. A mostra reúne um novo conjunto de pinturas e é acompanhada por um texto inédito de André Pitol, curador adjunto da 36ª Bienal de São Paulo, professor, curador e pesquisador. Na abertura, às 11h30, André Pitol participa de uma conversa com a artista sobre a exposição e sua pesquisa.

Em “Espaço Profundo”, Mariana Rocha amplia a investigação desenvolvida em trabalhos anteriores, abrindo espaço para novas interpretações sobre suas pinturas. Se antes a relação entre corpo e água orientava de forma mais evidente esse universo, agora a artista aproxima sua pesquisa de uma dimensão mais cósmica, sugerida também pelos títulos das obras. Sem abandonar a construção de corpos e paisagens imaginárias, a mostra reafirma o interesse por aquilo que permanece aberto, entre o real e o mistério.

Ao reunir este novo conjunto de pinturas, gesto, cor e linha se articulam entre controle e intuição, fazendo da tela um espaço de experimentação e descoberta. Como escreve André Pitol, “o corpo como um espaço móvel está presente na pintura de Mariana Rocha, que transforma as equivalências entre os espaços internos e externos do corpo em movimentos de maré”.

Movimento e transparência na fotografia.

A Galeria Paulo Darzé, Salvador, BA, exibe “Sirènes”, exposição individual de fotografias de Isidora Gajic, artista visual sérvia que vive no Brasil, atuando principalmente com fotografia, instalação e livros de artista. Nascida em Belgrado, em 1988, cresceu entre a Sérvia, Hungria e Suíça antes de seguir seus estudos em Amsterdan, onde se formou em Fotografia. Entre 2020 e 2023, também participou do Artist Masterclass Program da Latela Curatorial, nos Estados Unidos.

Seu trabalho explora temas como memória, transformação, feminilidade, mitologia e a relação emocional entre o corpo e a natureza. Combinando fotografia analógica, digital e de grande formato, imagens sobrepostas e experimentações com materiais e papéis, Isidora Gajic frequentemente cria instalações imersivas nas quais as imagens tornam-se objetos atmosféricos. Seda, luz, movimento e transparência são elementos recorrentes em sua prática.

Até 12 de setembro.

Nova exposição de Ernesto Neto.

10/ago

A Fortes D’Aloia & Gabriel apresenta “Vonta de vi dada dada”, uma nova exposição individual de Ernesto Neto, inaugurada simultaneamente nos espaços Barra Funda e Jardins da galeria, em São Paulo. 

Reunindo um novo conjunto de instalações escultóricas, trabalhos sobre papel e intervenções textuais, a mostra amplia a investigação de longa data do artista sobre a interdependência entre corpos, materiais e sistemas vivos. Distribuídas entre os dois espaços, esculturas em crochê de algodão, cordas trançadas, bambu, aço corten e argila assumem configurações orgânicas que evocam insetos, raízes, montanhas, florestas e outras formas híbridas, propondo a escultura como um campo de relações, movimento e transformação contínuas.

No centro da exposição está uma nova série de esculturas murais que Neto denomina InsePás: estruturas tensionadas e celulares que se expandem pelas paredes, tetos e cantos da arquitetura como organismos vivos ou fluxos de energia atravessando o espaço. Desenvolvidos a partir de pesquisas anteriores sobre suspensão, equilíbrio e estruturas relacionais, esses trabalhos aprofundam a compreensão do artista da escultura como algo ativado pelo encontro, e não como forma estática. Em diálogo com eles, a exposição inclui uma escultura de grande escala em aço corten cuja estrutura ramificada evoca simultaneamente uma paisagem montanhosa e um corpo vivo sustentado por relações de equilíbrio e apoio mútuo.

Em conjunto, as obras transformam a galeria em um ecossistema permeável, mais do que em um espaço expositivo neutro. Escultura, desenho, escrita e som articulam-se como manifestações de uma visão de mundo marcada pelo pensamento cosmológico, pela interdependência ecológica e pelo conhecimento incorporado. Em vez de estabelecer separações entre natureza e cultura, ou entre arquitetura e corpo, a exposição propõe um ambiente em que formas humanas e não humanas coexistem em constante intercâmbio, reafirmando a compreensão de Ernesto Neto de que a vida se sustenta por meio das relações, da reciprocidade e da vitalidade compartilhada entre todos os seres.

Cosmologia afro-brasileira e referências rituais.

A Simões de Assis apresenta a individual de Ayrson Heráclito, “Ojú-Inú”, em seu espaço em São Paulo. A partir da noção iorubá de Ojú-Inú – “olho interno” – Ayrson Heráclito apresenta um conjunto de obras atravessadas pela cosmologia afro-brasileira e pelas referências rituais que orientam sua prática artística.

Com texto crítico de Hélio Menezes, a exposição reúne cerca de 30 obras entre esculturas, aquarelas, fotografias e vídeos. Compartilhando da ideia de percepção estética e espiritual formulada pelo historiador da arte Rowland Abiodun, Heráclito propõe um percurso em que matéria, memória, corpo e ancestralidade se articulam como formas de conhecimento e criação.

Realizada enquanto o artista integra a 61ª Exposição Internacional de Arte da Bienal de Veneza, In Minor Keys, a mostra apresenta trabalhos inéditos que aprofundam questões centrais de sua pesquisa, estabelecendo diálogos entre ritual, história e imaginação.

A trajetória de Efrain Almeida.

07/ago

A Fortes D’Aloia & Gabriel apresenta “O homem nu”, a primeira mostra panorâmica da obra de Efrain Almeida (1964 – 2024) na galeria desde seu falecimento. Reunindo trabalhos produzidos entre 1995 e 2024, a exposição oferece uma vista ampla de sua trajetória e propõe uma leitura de sua produção a partir das relações entre corpo, espiritualidade e desejo. Nascido em Boa Viagem, Ceará, o artista desenvolveu uma obra profundamente marcada pelos materiais, pelos saberes e pelas tradições culturais da região do Cariri, transitando entre escultura, instalação, pintura, bordado e aquarela. Ao longo de quase três décadas, articulou diferentes geografias, crenças, identidades e tradições materiais por meio de uma linguagem visual na qual madeira, tecido, bronze e papel tornam-se suportes para experiências ao mesmo tempo íntimas e universais.

A exposição é centrada nas esculturas de Efraim Almeida, ao lado de aquarelas, pinturas a óleo e bordados. Entre os motivos recorrentes estão corpos e fragmentos do corpo, vestimentas, autorretratos e animais nativos do Nordeste brasileiro, especialmente aves.  Em sua obra, referências ao imaginário católico convivem com a sensualidade do corpo nu, que adquire dimensões tanto eróticas quanto sagradas. Em O Outsider (2017), um autorretrato bordado surge sobre uma camisa de seda translúcida, cuja transparência e aparente leveza reforçam uma recorrente sensação de transitoriedade, onde o rosto aparece como um emblema num suporte esvoaçante. 

Embora profundamente enraizada nas experiências, paisagens e tradições do interior do Ceará, a obra de Almeida nunca se restringe ao registro autobiográfico ou regional. Sua produção transforma referências locais em imagens capazes de evocar experiências universais, fazendo da memória, da espiritualidade, da fragilidade do corpo e do desejo questões compartilhadas. Essa passagem entre o íntimo e o coletivo, entre o local e o universal, encontra paralelo na própria escala de suas esculturas: executadas com notável precisão e frequentemente em pequenas dimensões, elas estabelecem uma relação expansiva com o espaço expositivo, reorganizando a percepção do ambiente e exigindo do espectador uma aproximação atenta. Uma atenção semelhante se estende às representações de animais, observadas com delicadeza e frequentemente apresentadas de modo deslocado na arquitetura. Entre elas, “Lázaro” (2005), escultura em madeira de um cão que estende a língua em direção à parede da galeria, faz referência à figura bíblica do mendigo cujas feridas eram lambidas apenas por cães, condensando em um único gesto dimensões de cuidado, abandono e ternura que atravessam toda a obra do artista.

A exposição é acompanhada por um texto de Márcia Fortes.

Até 24 de outubro.

Diálogos possíveis entre Arte e Design.

Artista brasileiro apresenta duas obras inéditas durante a Copenhagen Fashion Week, em pesquisa que aproxima ancestralidade, arte contemporânea e design. O artista visual brasileiro Paulo Ricardo Campos apresenta, na Dinamarca, duas obras inéditas desenvolvidas especialmente para a Copenhagen Fashion Week. Os trabalhos integram uma pesquisa que aproxima arte contemporânea, design e sustentabilidade, investigando relações entre criação artística, natureza e cultura.

A instalação “Gênese”, com seis metros de altura, foi apresentada no dia 06 de agosto, no King’s Garden, parque histórico localizado no centro de Copenhagen. Criada para o espaço público, a obra propõe uma reflexão sobre origem, transformação e os processos de criação que atravessam a pesquisa do artista. A segunda obra, “Matriz”, será apresentada em ambiente interno durante a programação da semana de moda.

A participação de Paulo Ricardo Campos na Copenhagen Fashion Week integra um laboratório de pesquisa dedicado aos diálogos possíveis entre Arte e Design. O evento, reconhecido internacionalmente por suas discussões sobre sustentabilidade e inovação, reúne criadores e pesquisadores interessados em novos processos e caminhos para a indústria criativa.

A pesquisa do artista articula referências ancestrais e questões contemporâneas, aproximando diferentes formas de conhecimento. Descendente de povos originários, o artista cresceu em contato com a memória e os saberes transmitidos por sua avó Eunice, experiência que integra sua formação e se relaciona a uma investigação artística que também envolve luz, matéria, percepção e processos contemporâneos de criação. Ao estabelecer relações entre ancestralidade, natureza e experimentação, o artista desenvolve uma produção que transita entre pintura, instalação e intervenções espaciais, buscando novas possibilidades de circulação para a arte e novos diálogos com o design.

Reciclando plástico e papelão.

Galeria de Arte Solar apresenta até 09 de outubro, “Maré de origem”, individual da artista cearense Brenda Guimarães. A exposição traz obras criadas a partir de embalagens descartadas, entre objetos, esculturas e pinturas matéricas. A mostra abre no dia 14 de agosto, em diálogo com o projeto ambiental do Solar Meninos de Luz, na comunidade do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, no Rio de Janeiro.

Com curadoria de Adriana Nakamuta, a individual reúne cerca de dez obras, entre objetos, esculturas e pinturas matéricas, incluindo cinco trabalhos inéditos. A mostra apresenta a pesquisa da artista cearense que transforma resíduos de plástico e papelão em objetos de arte e design a partir de uma técnica autoral derivada do papel machê. Em cartaz até 9 de outubro, com entrada gratuita, a exposição conecta-se com o programa “Do Morro ao Mar: Justiça Ambiental em Ação”, projeto pedagógico e ambiental, que rendeu ao Solar Meninos de Luz o selo Escola Azul. 

Na Galeria de Arte Solar, Brenda Guimarães apresenta um conjunto de obras que parte de uma investigação sobre memória, materialidade e futuro, com base em material de descarte urbano, atado, rearranjado, sobreposto e recoberto por massa de celulose, feita de papelão e pigmentos minerais. Entre camadas que remetem a formações geológicas, organismos imaginados e paisagens afetivas, a artista constrói um território onde lembranças e natureza se encontram, numa reflexão sobre as relações entre o humano e a terra. Daí o título da exposição, “Maré de origem”, e das séries apresentadas, “Escavação” e “Abissal”.

Formada em Design de Moda, Brenda Guimarães trabalhou por mais de 18 anos no varejo antes de dedicar-se às artes visuais. A convivência com uma cadeia produtiva marcada pelo consumo acelerado despertou questionamentos que hoje atravessam sua obra. “Os objetos descartados carregam marcas do tempo e da nossa relação com o mundo. Ao reinseri-los em novos contextos, convido o público a refletir sobre o impacto que produzimos no meio ambiente e sobre outras possibilidades de convivência com a matéria”, diz a artista.

Soft Ground na Casa da Cultura da Comporta.

06/ago

A Fortes D’Aloia & Gabriel anuncia “Soft Ground”, a sexta edição de sua exposição anual de verão em Comporta, Portugal, apresentada pelo segundo ano consecutivo em colaboração com a Mendes Wood DM e, pela primeira vez, com a galeria portuguesa Kubikgallery, de 04 de julho a 05 de setembro.

A programação deste ano acontece em dois espaços: a Casa da Cultura da Comporta e o Espaço Museológico Museu do Arroz. A exposição coloca a arte contemporânea em diálogo com a atmosfera singular da região, propondo uma forma de experiência mais lenta e contemplativa. Fundamentada na abertura e no diálogo, a iniciativa reflete o espírito colaborativo das galerias ao fomentar parcerias significativas com instituições afins.

A exposição será acompanhada por um ensaio crítico da curadora e escritora Filipa Ramos. Ramos é uma das vozes mais relevantes na intersecção entre arte, ecologia e imagem em movimento, reconhecida por sua investigação rigorosa sobre coexistência multiespécies, fragilidade ambiental e políticas da paisagem. Seu texto oferecerá um enquadramento crítico para as questões levantadas pela exposição: a terra, a transformação e as formas de atenção e cuidado que ainda precisamos escolher praticar.

Com obras de Anne Lefebvre, Antonio Társis, Artur Lescher, Cristiano Lenhardt, Damián Ortega, Daniel Steegmann Mangrané, Erika Verzutti, Ernesto Neto, Flávia Vieira, João Maria Gusmão, Laís Amaral, Luiz Zerbini, Lygia Pape, Manuella Silveira, Marcius Galan, Marina Rheingantz, Marcos Siqueira, Patrícia Leite, Paulo Nimer Pjota, Paula Siebra, Pedro Tudela, Pedro Vaz, Rivane Neuenschwander, Santídio Pereira, Solange Pessoa e Vasco Futscher.

Brasileiros na Bienal de Gwangju.

Considerada uma das mais importantes do mundo, a Bienal de Gwangju, na Coréia do Sul, ganhará, pela primeira vez, um pavilhão brasileiro em sua 16ª edição, que acontecerá de 05 de setembro a 15 de novembro. Localizado no Gwangju History & Folk Museum, o pavilhão terá curadoria de Aldones Nino e Bruna Levi e apresentará a exposição inédita “Devorações do Amanhã – Brasil em rebento”, com a participação de 35 artistas brasileiros, de diferentes gerações e oriundos de diversas regiões do Brasil. 

Artistas participantes.

Adriana Varejão, Alex Červený, Ayla Tavares, Cinthia Marcelle, Estevan Davi, Herbert De Paz, Heloisa Hariadne, Isabella Ogêda, Ivens Machado, Jonas Arrabal, Josi, Laís Amaral, Lais Myrrha, Lucas Lugarinho, Luiza Crosman, Manauara Clandestina, Marcela Cantuária, Marcos Chaves, Maria Lira Marques, Mariana Rocha, Márcia Falcão, Maruan Sipert, Nathan Braga, Panmela Castro, Patrícia Abbott, Rayana Rayo, Sara Ramo, Ventura Profana, Vicente de Mello, Vinicius Gerheim, Vivian Caccuri, Shinji Nagabe, Walla Capelobo, Xadalu Tupã Jekupé e Yhuri Cruz.

“Devorações do Amanhã” propõe a criação do primeiro Pavilhão Brasileiro na Bienal de Gwangju. Ancorado no pensamento antropofágico brasileiro, o projeto atualiza a noção de devoração como uma operação crítica voltada ao presente: um gesto de metabolização das crises contemporâneas”, afirmam os curadores Aldones Nino e Bruna Levi, que ressaltam que a proposta estabelece um diálogo direto com a 16ª edição da Bienal de Gwangju, intitulada “You Must Change Your Life” (Você precisa mudar a sua vida).

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