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Miman, Minimuseu de Arte Naïf de Paraty, abre as portas no coração do Centro Histórico de Paraty, RJ.

 

Uma joia localizada no Caminho do Ouro, o Mini Museu de Arte Naïf de Paraty, que foi idealizado pelo artista naïf André Cunha, nasce com a proposta de enriquecer ainda mais a cidade detentora do título de Patrimônio da Humanidade da UNESCO. O Miman se instala no mezanino da galeria da qual André Cunha é fundador, juntamente com seu sócio, Pedro Cruz Lima. A partir do dia 20 de novembro, o museu abrigará um acervo permanente formado por obras de menores formatos de 122 artistas naïfs das cinco regiões do país, entre nomes consagrados e recém-chegados, provenientes de coleções particulares e de doações. Todas as telas passaram pela análise e filtro da equipe de curadores experientes no assunto: Jacqueline Finkelstein, museóloga e diretora do MIAN (Museu Internacional de Arte Naif do Brasil, RJ); Augusto Luitgards, doutor em Linguística Aplicada e especialista em História da Arte e Pedro Cruz Lima, publicitário que também participa da curadoria.

 

Vocação para ser uma ponte entre artistas naïfs de todo o Brasil

 

Recebendo os visitantes, um vibrante painel da arte naïf brasileira reúne nomes de longa estrada apresentados lado ao lado com novos talentos, reforçando a vocação de ser um espaço democrático, com a proposta de organizar mostras temáticas e temporárias abertas para artistas de todo o Brasil.

 

“Pretendemos estabelecer contato direto de visitantes nacionais e estrangeiros com uma extensa gama de artistas naïfs brasileiros, estreitando os laços entre público e artistas”, afirma André Cunha, que pretende realizar projetos de formação de novos artistas locais, estabelecendo forte vínculo com a comunidade.

 

O Mini Museu Naïf será aberto gratuitamente ao público e às escolas da região e projetos de educação e arte estão sendo conversados com as Secretarias de Educação e de Cultura de Paraty.

“A ideia é le

 

Miman, Minimuseu de Arte Naïf de Paraty, abre as portas no coração do Centro Histórico de Paraty, RJ.

 

Uma joia localizada no Caminho do Ouro, o Mini Museu de Arte Naïf de Paraty, que foi idealizado pelo artista naïf André Cunha, nasce com a proposta de enriquecer ainda mais a cidade detentora do título de Patrimônio da Humanidade da UNESCO. O Miman se instala no mezanino da galeria da qual André Cunha é fundador, juntamente com seu sócio, Pedro Cruz Lima. A partir do dia 20 de novembro, o museu abrigará um acervo permanente formado por obras de menores formatos de 122 artistas naïfs das cinco regiões do país, entre nomes consagrados e recém-chegados, provenientes de coleções particulares e de doações. Todas as telas passaram pela análise e filtro da equipe de curadores experientes no assunto: Jacqueline Finkelstein, museóloga e diretora do MIAN (Museu Internacional de Arte Naif do Brasil, RJ); Augusto Luitgards, doutor em Linguística Aplicada e especialista em História da Arte e Pedro Cruz Lima, publicitário que também participa da curadoria.

 

Vocação para ser uma ponte entre artistas naïfs de todo o Brasil

 

Recebendo os visitantes, um vibrante painel da arte naïf brasileira reúne nomes de longa estrada apresentados lado ao lado com novos talentos, reforçando a vocação de ser um espaço democrático, com a proposta de organizar mostras temáticas e temporárias abertas para artistas de todo o Brasil.

 

“Pretendemos estabelecer contato direto de visitantes nacionais e estrangeiros com uma extensa gama de artistas naïfs brasileiros, estreitando os laços entre público e artistas”, afirma André Cunha, que pretende realizar projetos de formação de novos artistas locais, estabelecendo forte vínculo com a comunidade.

 

O Mini Museu Naïf será aberto gratuitamente ao público e às escolas da região e projetos de educação e arte estão sendo conversados com as Secretarias de Educação e de Cultura de Paraty.

“A ideia é levar a arte naïf para outros locais da cidade, entrando para o calendário de eventos de Paraty”, conclui Pedro Cruz Lima.

 

Com a palavra, os curadores

 

“Este espaço dedicado à arte naïf brasileira é um convite para que o público desfrute o encantamento produzido por talentosos artífices das cores, verdadeiros guardiões da ampla diversidade cultural brasileira. É possível constatar, com emoção, que pequenos formatos podem acolher grandes expressões, com beleza, colorido e lirismo”.

 

var a arte naïf para outros locais da cidade, entrando para o calendário de eventos de Paraty”, conclui Pedro Cruz Lima.

 

Com a palavra, os curadores

 

“Este espaço dedicado à arte naïf brasileira é um convite para que o público desfrute o encantamento produzido por talentosos artífices das cores, verdadeiros guardiões da ampla diversidade cultural brasileira. É possível constatar, com emoção, que pequenos formatos podem acolher grandes expressões, com beleza, colorido e lirismo”.

 

 

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